Mal
O louco encanto da amizade
O dia começou estranho, ela mal queria conversar, parecia sentir certamente, algo ruim junto ao caos iria manifestar.
Foi então bravamente sozinha seus deveres diarios cuidar, logo hoje em tempos modernos a princesa um dragão iria enfrentar. Sentiu medo é claro, mas nunca pensou em desistir, mesmo a chorar enfrentou o dragão e em minutos um alivio deveria surgir.
Se a batalha vencida foi, então onde estava o final feliz? Infelizmente ao avistar um sorriso falso vindo em sua direção lhe ferir, o verdadeiro inimigo estava ali bem embaixo do seu nariz.
Vestido de um sorriso falso e muitas palavras bonitas era ele sempre a lhe elogiar, apunhalada nas costas sem duas vezes pensar.Não a forças para reagir a princesa acabou por chorar. Ao cair ainda avistou o rosto do falso feliz, em queda vê-la despencar.
Sem força achou ser o fim e do alto abismo escuro a queda livre nunca iria terminar. Envolvida em uma tristeza profunda, chorava na queda sem imaginar, que algo ainda mais impossível logo iria se manifestar.
Um amigo louco, que vivia idéias a manifestar, vestiu uma capa invisível e no abismo se jogou sem pensar. Vou proteger a princesa hoje aprendo a voar.
Sua queda tomou a velocidade estranha mesmo depois dela pular, logo em sua frente se pós com seu sorriso de louco a falar, mesmo em momentos difíceis em meio a queda livre, meu abraço vai te acompanhar.
O medo deu espaço ao conforto em meio o carinho infinito algo magnífico aconteceu. Esse abraço trouxe um poder diferente que só o louco antes percebeu, viu que juntos conquistaram asas, a princesa sorrindo com encanto se surpreendeu. Viu com esse abraço verdadeiro, nenhum abismo novame será inimigo a lhe atormentar.
Em algumas circunstâncias, para o mal não sufocar o bem, uma pequena porção de estupidez faz efeito.
Para cada milhares que se ocupam em podar os galhos do mal sob a luz do dia, talvez exista um que, na escuridão do subsolo, enfrenta o labirinto de raízes venenosas pois enxergar a origem das trevas exige mais do que coragem: exige a loucura de questionar até que solo nascemos.
Regido pelo princípio passivo de não retribuir o mal com o mal e pelo princípio ativo de responder ao mal com o bem, o amor cristão se destaca por sua compaixão e perdão, e, em última análise, por aplicar o juízo aos impenitentes.
Os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os que fizeram o mal ressuscitarão para serem condenados.
Na luz mais pura ou na escuridão mais densa, o mal será destruído por ter desafiado a verdade divina.
Satanás não se opõe à boa moral, mas à fé em Cristo — pois a moral sem fé é apenas um mal disfarçado.
Rm 14.23b; Is 64.6; Hb 11.6
O mal e o bem são vícios transcendentais que, em função das mais avançadas gerações tornam-se momentosos.
