Mais que uma Mao Estendida
Quando John Wesley morreu deixou apenas pouco mais de 12 dólares em dinheiro, alguns talheres, uma toga bastante surrada, alguns livros, e o que mais mesmo?
Ah, sim, A IGREJA METODISTA!
Pastor e Avivalista Metodista
Se fazer uma boa ação em público vai estimular os outros a fazerem mais o bem, então "deixe sua luz brilhar para todos". Não perca a oportunidade de fazer o bem.
Uma vez que as pessoas param de acreditar em Deus, o problema não é que não acreditem em mais nada, o problema é que vão acreditar em qualquer coisa.
A correlação entre o Antigo e o Novo Testamento revela uma harmonia sobrenatural. As mais de 63.000 referências cruzadas conectam profecias a cumprimentos e tipos a antítipos. Esse fenômeno textual atesta a doutrina da inspiração divina (theopneustos). Isso é a mente divina coordenando sua mensagem através dos séculos.
O engano mais devastador não é o que fala contra o Evangelho, mas o que se esconde atrás de uma Bíblia para falsificá-lo.
O pecado raramente se impõe de uma vez; primeiro é cometido, depois explicado, mais tarde defendido, e por fim normalizado na alma.
Mais do que um código de linguagem educada, o politicamente correto é uma arma política mortal: um projeto ideológico de controle da mente e da consciência. Ao rejeitar tanto a verdade secular quanto a verdade absoluta de Deus, ele impõe narrativas fabricadas que relativizam o bem e o mal.
Se uma amizade, por mais preciosa que seja aos seus olhos carnais, ameaça a sua comunhão com o Deus Altíssimo, corte-a imediatamente! É melhor entrar no Reino dos Céus sem amigos do que descer ao abismo cercado por eles!
A Bíblia conta uma única história, que começa em Gênesis e termina em Apocalipse. Com mais de 340.000 referências cruzadas interligando os seus livros, esse design matemático prova uma verdade inquestionável: a inspiração divina é real.
Eu olho para o espelho e o que eu vejo é só uma imagem. Eu olho para as minhas pernas, mais uma imagem projetada. Os objetos são a projeção dos meus olhos.
A memória é as emoções. Quanto mais repetimos mais chance temos de encontrar uma resposta emocional, mais chance temos de lembrarmo-nos. Assim, com o tempo, tudo será lembrado.
Há uma estranha ironia na inteligência humana: quanto mais aprendemos, menos confortáveis ficamos com a palavra certeza.
Talvez porque o conhecimento verdadeiro não nos coloque no alto de uma montanha. Ao contrário: ele nos leva até a beira de um oceano.
E, diante do oceano, até o homem mais sábio percebe o tamanho de sua pequena embarcação.
Você já reparou que a verdadeira inteligência quase sempre vem acompanhada de humildade?
Isso não é coincidência.
Quem sabe pouco pode imaginar que sabe tudo, porque ainda não caminhou o suficiente para descobrir a imensidão daquilo que ignora. É como alguém que conhece apenas uma rua e acredita compreender toda a cidade.
Mas quem estuda, quem lê, quem observa, quem duvida, quem atravessa ideias diferentes das suas começa a perceber algo desconcertante:
cada resposta abre novas perguntas.
Aprender é acender uma vela dentro de um quarto escuro.
No começo, enxergamos apenas aquilo que está perto da chama e ficamos maravilhados. Depois, quando nossos olhos se acostumam à luz, percebemos que o quarto é muito maior do que imaginávamos.
E então nasce a humildade.
Não a humildade de quem se diminui.
Mas a humildade de quem compreendeu a grandeza do desconhecido.
Talvez por isso Sócrates tenha atravessado tantos séculos associado à ideia de reconhecer a própria ignorância. A sabedoria começa quando o homem deixa de usar o conhecimento como um trono e passa a utilizá-lo como uma janela.
O arrogante transforma aquilo que sabe em muro.
O sábio transforma aquilo que sabe em porta.
Um diz:
— Eu sei.
O outro pergunta:
— O que ainda não percebi?
E talvez essa pequena diferença explique muitas das grandes tragédias humanas.
Porque pessoas excessivamente certas de si mesmas raramente escutam.
Quando alguém acredita possuir toda a verdade, já não precisa do outro. Não precisa ouvir, reconsiderar, corrigir-se ou admitir que talvez exista alguma razão do outro lado da mesa.
A certeza absoluta pode ser confortável.
Mas também pode ser uma prisão.
A inteligência verdadeira possui uma coragem diferente: a coragem de mudar de ideia.
Há uma grandeza silenciosa em alguém capaz de dizer:
“Eu estava errado.”
Poucas frases exigem tanta inteligência e tanta humildade ao mesmo tempo.
Porque mudar de opinião diante de uma evidência melhor não significa perder uma batalha. Significa escolher a verdade em vez do próprio orgulho.
Talvez seja esse um dos sinais mais bonitos da maturidade intelectual: não precisar vencer todas as discussões.
Há pessoas que entram numa conversa procurando derrotar alguém.
Outras entram procurando descobrir alguma coisa.
As primeiras colecionam adversários.
As segundas colecionam perguntas.
E perguntas, quando feitas com sinceridade, são uma das formas mais bonitas de humildade.
O universo é grande demais.
A história é longa demais.
A alma humana é misteriosa demais.
A ciência ainda possui perguntas demais.
A filosofia ainda carrega dúvidas demais.
E a própria vida, depois de milhares de anos de civilização, continua nos surpreendendo todas as manhãs.
Talvez sejamos todos estudantes caminhando por uma biblioteca infinita, segurando apenas alguns livros nas mãos.
Alguns, depois de lerem duas páginas, começam a falar como donos da biblioteca.
Outros passam a vida inteira lendo e, justamente por isso, caminham cada vez mais devagar entre as estantes.
Eles sabem que existem corredores que jamais visitarão.
Livros que jamais conseguirão abrir.
Perguntas para as quais talvez nunca encontrem resposta.
E isso não os diminui.
Isso os torna sábios.
Porque a verdadeira inteligência não é saber tudo.
É perceber a vastidão daquilo que ainda podemos aprender.
No fim, talvez o homem mais inteligente não seja aquele que termina uma conversa dizendo:
“Eu tenho certeza.”
Talvez seja aquele que ainda consegue voltar para casa levando consigo uma pergunta:
“E se eu estiver errado?”
Porque enquanto houver em nós a coragem dessa pergunta, ainda haverá espaço para aprender.
E enquanto houver espaço para aprender, haverá humildade.
Talvez a sabedoria comece exatamente aí:
quando o conhecimento deixa de nos fazer sentir maiores do que os outros e começa a nos fazer perceber o quanto ainda somos pequenos diante do mistério do mundo.
Vivendo no automático
Estou vivendo em uma fase que nada mais me abala.Por isso, optei por ir nos embalos que a vida me levar.
Van Escher
Teoria Poética na Poeira do Espaço
O buraco negro nada mais é que uma panela de pressão se consumindo até acabar a água quente, enquanto o espaço vazio, refletido em alta velocidade, se torna um mero borrão.
O núcleo gira tão rápido que a constante se transforma em um fenômeno visual: anéis de uma massa faminta orbitando a uma velocidade colossal. Daqui de dentro, parecemos olhar pela janela de um trem em movimento, onde o reflexo se projeta como uma onda contínua de espaço e matéria.
A realidade se molda à visão de quem a observa. A mente impõe desafios e verdades relativas — válidas até que se prove o contrário. Cada verdade constrói um pensamento dentro de outra verdade, desde que fundamentada no conhecimento. E esse conhecimento nos lembra de algo fundamental: o núcleo só existe porque antes existiram teorias, possibilidades e probabilidades.
Trata-se da verdade reconhecida por sua própria base: a causa e o efeito; a soma necessária para se obter um resultado. Tudo o que vemos parece um quadro binário, até que a curiosidade nos força a enxergar a multirealidade e a imaginar como é, de fato, o vácuo da imensidão.
Quem está dentro da caixa sente-a chacoalhar. Não sabe o que há lá dentro; apenas ouve e espia pelas frestas. Ao escutar o tik-tak, tik-tak, a associação mental deduz que se trata de um relógio. Mas vivemos em um jogo de caixas pretas — uma dentro da outra — onde até um brinquedo chinês pode simular o tempo. A própria observação, no entanto, altera o resultado: o brinquedo está quebrado porque o ato de observar o quebrou.
O buraco negro é uma passagem tridimensional para outro plano de existência; um funil que deságua em um buraco branco através de uma ponte de minhoca. O pulsar é a simplicidade abandonada pelo pensamento da antimatéria. É a matéria escura que preenche as lacunas enquanto a caixa balança. A compreensão está perto ou longe daquilo que ouvimos?
O buraco na caixa é a toca do coelho: outra passagem no tempo-espaço para a interação da matéria escura. Olhamos para o microcosmo e vemos a partícula colapsar pelo simples ato de testemunharmos sua existência. A relatividade do emaranhamento quântico nos faz pensar no tik-tak, enquanto olhamos para a própria mente tentando decifrar os lampejos neurosinápticos dos neurônios.
É um pensamento denso, complexo, mas a caixa continua lá, flutuando no vazio do espaço.
Ela nos mostra a gravidade em plena ação: dobrando o espaço, curvando o tempo e alinhando pensamentos que nada mais são do que fragmentos desse mesmo tik-tak. Como olhar para dentro da caixa sem saber qual brinquedo foi quebrado? Olhamos espantados para os resultados. A genialidade consiste em aplaudir o nexo temporal — a percepção de que o tempo foi apenas um borrão no espelho multiversal da física.
O efeito da causalidade pode ser visto na gravidade; ouvimos os sussurros de nossas próprias mentes enquanto encaramos a caixa. Enquanto isso, no microuniverso, vemos espelhos quânticos. A vida emerge sem que tenhamos dimensão da ação lógica da gravidade. Quando as dimensões balançam a caixa, ouvimos os ecos mais humanos — as vozes de "papai, papai" e "mamãe" — e vemos aglomerados de estrelas serem absorvidos por nossa consciência.
Essas experiências nos dão a informação exata do tik-tak. As dimensões infinitamente sobrepostas finalmente dão sentido à escuridão do buraco negro e à gravidade sendo consumida por um núcleo em colapso.
Diante do complexo inigualável da gravidade, olhamos para dimensões menores. Os lampejos dos neurônios dão o tom dos sons que ecoam na mente. Nesse instante caótico, avançamos pela escuridão dos nossos próprios pensamentos — feitos, afinal, de fragmentos de estrelas.
Nossos pensamentos viajam na luz e no espaço, dando sentido às teorias. E o espelho temporal, envolto em nossas memórias, revela-se em elipses de espaço e tempo na constante e infinita construção do universo.
Ainda sentimos o roubo de nossas almas quando tiramos uma foto.
Lapidado o espaço e o tempo numa convergência de memórias.
— Por Celso Roberto Nadilo
Estarei em o mundo do desconhecido....
Meros mortais nos tais deslumbre serei mais uma estrela no meio do universo...
Somos alucinantes seres que na escuridão, somos pássaros errantes...
Todavia o repente o seria o amanhecer.
Mas, antecede o bravo do alvorecer...
Para simples protagonista se afoga em lágrimas no esquecimento.
No lucidez o cego vê formas numa fogueira imaginaria.
Sua cegueira não é mais uma muralha.
E sim uma oportunidade de vivência novas experiências embora sua limitação seja sombras.
Num mundo caótico tenha apenas dentro de um sonha a liberdade de viver,
Suas escolhas estão tão perto da realidade que as correntes da cegueira só sejam sombras da desconexão esses lapsos são exposição a fogueira.
A caverna escura se opressão política.
Seu sonho é envolto de dias melhores...
No dia a dia seja repleto de dificuldades.
A luz no final do túnel seja apenas luzes do farol.
A diferença social seja mais capítulo do dia a dia, a fome e cansaço seja um gole de vinho seco.
Paralisado num estado fumegante tenho certeza que atormenta a mente no final do mês as contas a pagar,
por uma geração onde as pessoas deixem claras as suas intenções. já não tenho mais tempo pra amores confusos. tem hora pra tudo, e tem momentos q cansa, será que simplesmente falar o que sente é tão difícil assim? qual a graça em brincar, iludir e atrasar o futuro dos outros? chega a ser impressionante como existem pessoas na sociedade e no mundo, que achem graça em fazer esses tipos de atitudes. o amor é tão bom quando se é de verdade, algo simples onde o pouco agrada, onde sem nem falar, tudo vira palavra, o vento se torna canção, e a companhia vira paz.
Eu não sou uma menina má..
Mais também não sou uma boa menina...sei que não mereço o céu.. mais quem é vc pra me julgar? Quem é vc pra me apontar o dedo? Que pecado eu cometi , que pecado tão grave eu fiz pra merecer tanto julgamento ? Não sou perfeita e nunca vou ser .. certinha , não eu não sou ..muito menos santa ..eu tenho um fogo que arde em mim . Eu tenho temperamento difícil eu sei disso ... sorriso de anjo , malícia de mulher ..eu sei o que eu quero e onde quero chegar ... eu sou pura adrenalina, pecado , sou fogo , paixão eu sou o caminho errado ... a falta de juízo e meu bem não tem nada de errado nisso ... sou dd verdade , quem me julga me inveja porque eu sou de verdade ..num mundo que muitos usam máscara..eu dou a minha cara a tapa.
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