Mais que uma Mao Estendida
"Existe uma praga destruindo o Brasil, mais nociva do que um milhão de Coronavírus mutantes. Chama-se: A Estupidez Polarizada."
Ha uma princesa
Que vive em meu coração,
um simples sorriso dela
Faz meu dia ficar o mais feliz do mundo,
Seu jeito especial com um traço único que nunca me faz esquecer quem e ela,
me mostra como se amar uma princesa
e me faz amar o mundo,
Seus cabelos lindos como da rapunzel seu olhos que deixam uma simples troca de olhares numa linda viagem,
Conversar com essa princesa faz meu coração mais leve,
Esses simples atos me faz ficar apaixonado por essa princesa,
E essa princesa me faz ter mais força para seguir meu caminho,
um dia desejo ver essa princesa pessoalmente,
Essa princesa e a mais linda do mundo inteiro,
Sou apaixonado nela
Só de pensar fico apaixonado
Algumas vezes ela nem sai da minha cabeça,
Me distraio as vezes pensando nela
Ela e simplesmente incrível
E essa princesa incrível e linda e voce
Que nunca sai da minha cabeça de tão linda que e
Posso de chamar de oitava maravilha do mundo de tão linda que e,
A coisa que mais quero e ver você feliz
Sempre fui apaixonado por você e sempre vou ser apaixonado por você,
Eu nunca quero te fazer triste ou mal
Porque eu te amo com todo o meu coração,
Você e a princesa mais linda que conheci a mais linda no meu coração sempre será você
Eu vou de admirar mesmo que o mundo diga contrario
Para mim seu sorriso sempre será o mais bonito
Você e meu pensamento mais bonito
E meu sonho mais sincero,
E a princesa que mora em meu coração e para quem sempre vou querer o melhor,
E se amar e um sonho eu nunca quero acordar
E assim, passo a passo, sigo em frente, sabendo que, aconteça o que acontecer, o lugar mais bonito do meu mundo sempre será ao seu lado.
MILAGRES ACONTECEM
Em um dos anos da década de 80, houve mais uma seca que assolou todo o solo do sertão simpliciomendense. Os açudes, barragens, rios e riachos secaram. A terra rachada tomou conta desses espaços. Nesse tempo, não havia cisternas e nem essas caixas-d'água vendidas nas lojas de materiais de construção. Aqueles que tinham uma condição melhor faziam uma caixa de tijolos; depois, essa caixa era toda cimentada e servia para armazenar a água para o consumo humano. Aposentado rural era raridade e não existiam esses programas sociais de hoje como, por exemplo, o Bolsa Família. O povo da roça, geralmente, tinha que tirar o seu sustento da própria roça.
Foi nesse cenário de seca que ocorreu um fato intrigante com Ana Cecília de Araújo, minha avó por parte de mãe. Ela era uma pessoa muito devotada à religião católica e, nas muitas noites antes de as pessoas da casa irem dormir, era frequente a reza do terço em sua residência na localidade Juá.
Em um desses dias de estiagem, por volta do meio-dia, um sol escaldante estava a queimar sem piedade. Naquele momento, poucas nuvens eram vistas no céu. Mirando o olhar para bem longe no horizonte, se via que devia estar a chover lá para as bandas do município de Picos. Nesse ambiente de silêncio sepulcral, dava-se para escutar, vagamente, o eco tênue do ribombar dos trovões que vinham dessa região distante. Já no Juá, com tanto calor que estava a fazer, tudo que era vivo estava a se proteger do sol.
Foi nesse ambiente que Ana Cecília de Araújo acordou do seu cochilo habitual do meio-dia sentindo um forte cheiro de mato queimado e, naturalmente, levantou-se e foi olhar o que estava acontecendo. Quando saiu para fora da casa, se deparou com um enorme fogo que vinha da roça onde ficava o curral da propriedade. Ela se desesperou, pois pouco podia fazer para apagar aquele incêndio. Além do mais, estava sozinha. Instintivamente, começou a chorar e a rezar pedindo para que, salvo engano, Nossa Senhora apagasse aquele fogo que vinha a destruir tudo à sua frente.
Para o ateu é difícil acreditar e até mesmo para o religioso, pois o panorama de sol quente e poucas nuvens no céu, desfavoreciam o que veio a ocorrer a seguir: o tempo mudou e caiu uma chuvinha que apagou todo aquele fogareú.
Cada gota de bênçãos que Deus derrama dos altos Céus a seu favor é mais uma força para você continuar andando em Seus caminhos de paz, de alegria, de luz e de amor.
Uma oração de fé tem muito poder, mais poder do que um valente na cidade, que tenta mudar o povo com palavras vãs.
Quando uma psicóloga fala com conhecimento e sabedoria, até o casal mais perturbado vai quer saber se ainda há salvação para o seu relacionamento.
Ler é viver muitas vidas em uma só.
E viver muitas vidas é a forma mais bela de se tornar eterno.
Roberto Ikeda
Os criminosos mais perigosos de uma nação não vivem à margem da sociedade. Geralmente ocupam cargos e funções públicas, são ceifadores de vidas, sonhos e oportunidades.
Uma mentira, duas mentiras, três mentiras; se eu continuar acreditando no mentiroso, ele ganhou mais um amigo.
A educação tem a capacidade de abrir novos horizontes
e sujeitar a sociedade a uma comunicação mais interativa
e mais produtiva.
Tente mais uma vez acertar o alvo e quando acertá-lo, firme bem os seus propósitos, ajustando sempre a sua perfeição.
Minha presença na terra é uma bênção, porque Deus preenche meu coração com propósitos mais elevados para servi-Lo.
“A punição para quem tira a vida de uma mãe deveria ser muito mais rigorosa. Não existe dor mais angustiante do que a de uma criança que perde sua mãe. Essa é uma ferida que nunca cicatriza; só de ver, é possível sentir parte desse sofrimento.”
O pré-concebido é o preconceito explicado. Nada mais é do que conceber uma ideia sem ter o real conhecimento dos fatos. Todos nós temos isso, mas, quando nos permitimos conhecer, esse preconcebido passa a ser apenas algo que ficou na concepção da primeira impressão, que não necessariamente corresponde à realidade dos fatos. É o que chamamos na filosofia de falso senso ou senso comum. Permitir-se conhecer a realidade é preocupar-se com a preservação da verdade.
Uma Corrida, Duas Histórias e um Novo Começo
Em mais uma de suas corridas, o motorista peregrino recebeu uma mulher negra acompanhada de dois filhos pequenos, também negros. Desde os primeiros instantes, percebeu que não eram apenas passageiros, mas uma família unida pelo carinho, pelo cuidado e pela cumplicidade. Os três cumprimentaram o motorista separadamente, com um educado “bom dia”, gesto simples que chamou sua atenção. Para o Peregrino, são justamente essas pequenas atitudes que revelam muito sobre as pessoas e podem transformar uma corrida comum em um encontro especial.
O primeiro destino seria a escola das crianças e, depois, o Laboratório Mariconde. Durante o trajeto, o motorista percebeu o sotaque diferente e perguntou de onde Yasmin era. Ela explicou que havia nascido em Nampula, no norte de Moçambique, e que vivia no Brasil desde 2018. Contou que seu marido, Mussa, havia conseguido um visto pela CPLP — Comunidade dos Países de Língua Portuguesa — e que, depois de alguns anos, retornara a Moçambique para buscá-la. Antes disso, o casal formalizara o casamento para facilitar sua vinda ao Brasil.
Curioso sobre a terra natal de Yasmin, o motorista quis saber como estava Moçambique depois de tantos anos de independência. A conversa passou pela FRELIMO, que liderou a independência do país em 1975 e permanece no poder desde então, e pelos problemas enfrentados pela população, como pobreza, desigualdade, corrupção e violência. Yasmin explicou que essas dificuldades fazem muitos moçambicanos procurarem oportunidades fora do país, enquanto sua própria família havia encontrado no Brasil uma maneira legal e segura de recomeçar.
Na conversa, surgiu também a história das crianças. Felipe, de seis anos, e Bruna, de quatro, eram brasileiros e são-carlenses. Naquele momento, o motorista percebeu que aquela família já não estava apenas vivendo em um novo país: estava construindo uma nova vida em São Carlos, com escola para os filhos, trabalho, casa e novos sonhos.
Na primeira parada, Yasmin deixou as crianças na escola. Depois, seguiu com o motorista até o laboratório, onde trabalhava como atendente. Ao perceber que ela estava feliz com o emprego, principalmente por ser próximo da escola dos filhos e de sua casa, o Peregrino entendeu que aquela mulher havia encontrado mais do que um lugar para morar. Havia encontrado uma oportunidade para trabalhar, criar os filhos e construir seu próprio caminho.
Ao chegarem ao destino, o motorista fez uma última pergunta: de zero a dez, que nota Yasmin daria ao Brasil? A resposta veio acompanhada de um sorriso: “Se pudesse dar vinte, daria”. Para ela, o Brasil havia proporcionado oportunidades que não encontrara em seu país de origem. O motorista respondeu que compartilhava do mesmo sentimento e que também não trocaria o Brasil por nada deste mundo.
Naquele momento, porém, o motorista revelou uma lembrança que guardava consigo e, quase em um sussurro, disse: “Foi Moçambique que me deu o meu primeiro grande amor.” A frase carregava uma história que Yasmin ainda não conhecia e que, de repente, aproximava ainda mais aquelas duas vidas, aparentemente tão diferentes.
Quando a corrida terminou, o Peregrino percebeu que havia levado uma família de um ponto a outro, mas recebido em troca uma história de coragem, recomeço e esperança. Para ele, a vida é assim: feita de caminhos que se cruzam, encontros que ensinam e pessoas que, muitas vezes, deixam uma marca sem sequer perceber.
Yasmin atravessara um oceano em busca de novas possibilidades. Trouxera consigo sua história, sua cultura, seus sonhos e, principalmente, a esperança de oferecer aos filhos um futuro melhor. E foi justamente isso que o Peregrino enxergou naquele encontro: não importa de onde uma pessoa vem; quando existe coragem para seguir em frente, sempre pode surgir um novo caminho.
Talvez essa seja uma das maiores lições que os caminhos ensinam: algumas viagens terminam quando o passageiro chega ao destino, mas outras continuam dentro de quem teve a oportunidade de ouvir uma história. Aquela corrida havia terminado, mas o encontro entre o Peregrino e Yasmin certamente continuaria caminhando na memória dos dois.
Até a próxima corrida. Até o próximo encontro. Até o próximo caminho.
Peregrino Nino Carneiro
Me perdoa por te procurar mais uma vez, mas tem hora que o silêncio vira um fardo pesado demais para eu carregar sozinho. Senti que precisava deixar o meu coração falar, nem que seja a última vez na minha vida. Com o tempo, a pancada da vida me ensinou que amar de verdade não é prender, nem lutar contra um amor que o destino resolveu redesenhar. Amar, de verdade, é ter a grandeza de deixar o outro ser feliz, mesmo que essa felicidade seja longe de mim.
O amor de verdade é silencioso, ele aguenta o tranco. Ele não morre com a distância e nem se apaga com os anos que passam. Ele muda de forma; vira memória, vira o único lugar onde eu consigo descansar quando os meus dias estão cinzentos e vazios. Ninguém esquece um grande amor. A gente só aprende a conviver com o buraco que ele deixa, como se a gente aprendesse a respirar com menos ar.
De vez em quando, o passado vem e me dá um soco no peito: eu lembro da sua voz e daquela única foto que a gente tirou... você sabe muito bem onde foi. Você estava com um sorriso tão lindo, e os seus olhos brilhavam mais que as estrelas daquela noite maravilhosa. Aquela foto se perdeu porque, naquele tempo, a resolução do celular era ruim, mas a nitidez do que eu senti quando olhei para você continua intacta aqui dentro.
Sabe, ainda existe aquela música... a nossa música. Toda vez que os primeiros acordes tocam no rádio, o mundo ao meu redor fica mudo e, por alguns segundos, eu só consigo enxergar nós dois. A letra parece que foi escrita lendo a minha alma: "O tempo passou, só que nada mudou / O mesmo vazio de antes / Sua voz eu ouvi, nosso mundo eu senti / E a mente vem recordar..."
E, meu Deus, como a mente recorda... Eu me pego pensando naquela sexta-feira maravilhosa em que a gente se encontrou no Parque 13 de Maio. Aquele dia foi simplesmente mágico. A gente rindo de bobeira, andando de mãos dadas no centro de Recife feito dois adolescentes que não ligavam para mais nada no mundo. Foi ali, olhando no meu olho, que você mesma me disse que nunca tinha acontecido algo assim na sua vida, que nunca tinha sentido aquilo por ninguém. Aquelas suas palavras grudaram na minha mente para sempre. Como é que eu esqueceria o dia em que o mundo foi perfeito do seu lado?
Eu passei anos te evitando, morrendo de medo de mexer em cicatrizes que nunca fecharam. Escolhi sumir porque achava que o silêncio ia me curar, mas a verdade é que ele me corroeu por dentro, me matou aos poucos. Desde a última vez que a gente se falou, eu te disse e vou repetir até o meu último suspiro: você sempre vai ser o grande amor da minha vida.
Se um dia me perguntarem qual é o maior arrependimento da minha vida, a minha mente vai voar direto para aquela viagem a Petrolina. Eu nunca deveria ter ido. Aquele foi o começo de uma despedida que eu nunca quis aceitar. O tempo é um rio que não corre para trás, mas eu saio deste silêncio com uma certeza que ninguém pode me tirar: você nunca, em toda a sua vida, vai poder dizer que eu não te amei. Se eu não te amasse, eu não teria passado por cima de tudo e ligado para a casa da sua patroa. Mas já era tarde, né? Você não quis mais saber de mim.
Eu fui muito moleque, fui orgulhoso demais e falei um monte de besteira que hoje me causam nojo de mim mesmo. Me perdoa pelas palavras duras, me desculpa pelo meu orgulho idiota que estragou tudo. Você não faz ideia de como eu me senti naquele tempo, do tamanho do meu desespero. Até hoje eu me culpo. Você não sabe como meu coração ficou destruído, ficou em pedaços no chão.
Eu tentei te procurar pelo Facebook um milhão de vezes. Eu digitava o seu nome toda semana e nada, até que um dia eu conheci uma mulher que morava na sua rua — nem lembro o nome dela. Foi fuçando o perfil dela que, de repente, eu achei você. Naquele segundo, as minhas pernas tremeram e os meus olhos quase escureceram quando eu vi a sua foto ali. O resto você já sabe... o medo e a vergonha do que eu fiz falaram mais alto.
Eu tentei o impossível para te esquecer. Lutei contra cada lembrança, mas a única forma de apagar você de mim seria perdendo a memória ou arrancando a minha própria alma fora. Como isso não dá para fazer, eu aceito que você foi o meu sonho mais mágico — daqueles que só acontecem uma vez na vida e nunca mais se repetem, deixando um perfume de primavera eterna no meu peito. Eu só tenho a te agradecer por ter me dado a chance de conhecer o amor puro, obrigado por ter existido na minha vida, mesmo que por pouco tempo.
Você é igual a uma pedra preciosa: difícil demais de encontrar, mas impossível de não amar para sempre.
Eu vou seguir o meu caminho agora, levando comigo tudo o que a gente viveu de bom e tentando deixar para trás essa dor que me rasga. Eu desejo, do fundo da minha alma, que você seja a mulher mais feliz desse mundo. Adeus, meu eterno grande amor. Eu só queria de verdade que você me entendesse e não me julgasse mal... mas, se você me julgar, eu também te entendo.
Peço desculpas por te procurar mais uma vez, mas há momentos em que o silêncio se torna um fardo pesado demais para carregar sozinho. Senti que precisava deixar o coração falar, nem que fosse pela última vez. Com o tempo, aprendi que amar de verdade não é sobre posse, nem sobre lutar contra um 'para sempre' que o destino resolveu redesenhar. Amar é, acima de tudo, ter a generosidade de permitir que o outro seja feliz, mesmo que essa felicidade floresça em um caminho longe do meu.
O amor verdadeiro é silencioso e resiliente. Ele não sucumbe à distância, nem se apaga com os anos. Ele se transmuta; vira memória, vira o abrigo onde descanso nos dias mais cinzentos. Ninguém esquece um grande amor de fato; a gente apenas aprende a conviver com a ausência, como quem aprende a respirar em uma altitude diferente.
De vez em quando, o passado volta como um flash: lembro da sua voz e daquela única foto que tiramos — não vou dizer onde, pois você sabe bem o lugar. Você estava com um sorriso lindo e os olhos brilhando mais que as estrelas daquela noite maravilhosa. Uma foto que só ficou na memória, já que, naquele tempo, a resolução do celular era ruim, mas a nitidez do que senti continua intacta.
Sabe, ainda existe aquela música... a nossa música. Toda vez que os primeiros acordes tocam, o mundo ao meu redor emudece e, por alguns segundos, eu só enxergo nós dois. A letra se tornou o espelho da minha alma: 'O tempo passou, só que nada mudou / O mesmo vazio de antes / Sua voz eu ouvi, nosso mundo eu senti / E a mente vem recordar...'
Passei anos evitando te procurar, com medo de reabrir cicatrizes que nunca fecharam por completo. Escolhi o isolamento por acreditar que o silêncio seria mais 'saudável', mas a verdade é que ele me corroeu por dentro. Desde a última vez que conversamos, eu te falei e repito: você sempre será o meu grande amor.
Se um dia me perguntarem sobre arrependimentos, minha mente voará para aquela viagem a Petrolina. Eu não deveria ter ido; aquele foi o marco de uma partida que eu nunca quis aceitar. O tempo é um rio que não corre para trás, mas saio deste silêncio com uma certeza inabalável: você nunca poderá dizer que eu não te amei. Se eu não te amasse, não teria ligado para a casa da sua patroa; mas já era tarde, você não quis mais saber. Eu também era muito orgulhoso e falei besteiras, mas você não sabe como eu me senti naquele tempo.
Até hoje, eu me culpo. Você não sabe como meu coração ficou destruído, ficou em pedaços. Tentei te procurar pelo Facebook um milhão de vezes, sem sucesso, até que um dia conheci uma mulher da sua rua — não me lembro o nome dela. Foi 'fuçando' o perfil dela que eu achei você. Naquele momento, meus olhos quase escureceram ao ver a sua foto. O resto você sabe: meus medos falaram mais alto.
Tentei o impossível para te esquecer. Lutei contra as lembranças, mas a única forma de apagar você seria perdendo a memória ou fazendo um 'reset de fábrica' na alma. Como isso é impossível, aceito que você foi o meu sonho mais mágico — um daqueles que nunca mais se repetem, restando como a lembrança perfumada de uma primavera eterna em meu peito.
Sigo agora o meu caminho, levando o que foi bom e deixando para trás o que dói. Desejo, sinceramente, tudo de bom para você."
O romance não morreu, ele só ficou mais seletivo. Hoje em dia, saber apreciar uma letra bem escrita é quase um ato de rebeldia. Continue sendo esse rebelde com causa!
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