Mais que uma Mao Estendida

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Peço desculpas por te procurar mais uma vez, mas senti que precisava deixar o coração falar. Aprendi que amar alguém de verdade não é sobre posse, nem sobre insistir em um "para sempre" que o destino decidiu mudar. Amar é, acima de tudo, ter a generosidade de deixar o outro ser feliz, mesmo que longe de nós.
O amor verdadeiro é silencioso e resiliente; ele não morre com a distância e nem se apaga com o tempo. Ele se transforma em memória, vira abrigo no peito. Ninguém esquece um grande amor, a gente apenas aprende a conviver com a sua ausência.
Sabe, ainda existe aquela música... a nossa música. Toda vez que ela toca, o mundo para e eu só consigo enxergar nós dois. A letra diz exatamente o que sinto agora:
"O tempo passou, só que nada mudou / O mesmo vazio de antes / Sua voz eu ouvi, nosso mundo eu senti / E a mente vem recordar / Do mesmo perfume, do mesmo olhar / O beijo que o tempo guardou / Invade a razão, toma o coração / E a saudade me faz lembrar"
Evitei te procurar por muito tempo. Tive medo de me machucar, medo de abrir feridas que nunca cicatrizaram de verdade. Escolhi sofrer em silêncio por ser mais "saudável", mas hoje o silêncio ficou pesado demais. Você sempre será o meu grande amor, e não tenho vergonha de assumir isso.
Perdoe o incômodo, mas esse desabafo estava me corroendo. São palavras guardadas há anos, presas na garganta. Se me perguntarem sobre arrependimentos, minha resposta sempre será aquela viagem para Petrolina. Eu sei que o relógio não volta atrás, mas saio desse silêncio com uma certeza: você nunca poderá dizer que eu não te amei.

O EMPREENDEDOR QUE VENCE NÃO É O MAIS INTELIGENTE


Existe uma crença perigosa no mundo dos negócios. A ideia de que os empresários de sucesso são necessariamente os mais inteligentes da sala.
A realidade mostra outra coisa.

Se alguém me disser mais uma vez “Aproveite a juventude”, eu vou chorar.

Uma das coisas mais tristes deste mundo é ajoelhar-se, adorar e dirigir orações a uma pessoa, atribuindo-lhe o título de Deus.

A trilha

Na noite mais fria que a montanha já contou,
uma mãe e seu filho seguiam o mesmo amor.
O vento cortava a pele, a alma e o coração,
mas havia um calor maior guiando cada direção.

A barraca era pequena diante da imensidão,
e o frio roubou o sono, mas não a emoção.
As estrelas testemunhavam, em silêncio e luz,
o amor mais puro da Terra seguindo sua cruz.

Às três da manhã, quando o mundo ainda dormia,
levantaram-se juntos, abraçados pela coragem que existia.
E cada passo na pedra, cada respiração no ar,
era uma declaração de quem escolheu não parar.

Subiram.

E a montanha os recebeu.

Não como visitantes,
mas como quem reconhece quem venceu.

Lá no alto, entre nuvens e o infinito azul,
o frio era intenso, mas o amor era mais sutil.
Daqueles que não fazem barulho nem precisam aparecer,
porque nasceram para permanecer.

Então veio a descida.

E com ela, o amanhecer.

O sol surgiu devagar, como quem tem medo de interromper
aquele encontro tão raro entre o tempo e o sentir.

A luz dourada tocou seus rostos cansados,
e o mundo inteiro pareceu ficar ajoelhado.

Pararam.

Um café quente fumegava entre as mãos.

E naquele instante tão simples, tão pequeno,
cabia uma eternidade de emoções.

A mãe tomou um gole.

Depois outro.

E pediu mais um.

Porque algumas felicidades são bonitas demais
para terminarem no primeiro gole.

O filho estava ali.

O sol estava ali.

A montanha estava ali.

E Deus também.

Guardando em silêncio aquele instante perfeito.

Anos passarão…

As trilhas mudarão.

As pegadas desaparecerão da terra.

Mas jamais do coração.

Porque o que ficou daquele dia
não foi apenas o topo alcançado.

Foi o amor caminhando lado a lado.

Foi o frio que virou lembrança.

Foi a luz vencendo a escuridão.

Foi uma mãe olhando para o filho
e agradecendo, em silêncio, pela bênção daquela companhia.

E foi aquele segundo café…

Que tinha gosto de amanhecer.

Gosto de conquista.

Gosto de saudade antes mesmo de acabar.

Mas, acima de tudo,

gosto de amor.

Daquele amor raro,

que não precisa de palavras,

porque aprendeu a ser eterno.

Mais uma vez me peguei pensando em você, reconstruindo na mente tudo o que poderia ter sido se eu não tivesse jogado fora, se não tivesse destruído com as próprias mãos aquilo que lutei tanto para conquistar. Hoje sangro por uma escolha que foi só minha, mas sigo forçando um sorriso, dizendo que está tudo bem, enquanto o peito vazio denuncia que não sobrou coração depois de tanta dor. Talvez um dia você consiga me perdoar pela ferida que deixei em você, e quem sabe ainda acredite naquela promessa que fiz encarando teus olhos, você seria a única. E mesmo quando minha vida acabar, mesmo quando o mundo apagar minhas pegadas, eu vou continuar te amando.

Mais uma vez me peguei chorando, desejando, no silêncio do meu quarto, que a morte me levasse de uma vez, porque a dor e a solidão já me consomem por inteiro, é um cansaço que não é do corpo, é da alma, um peso que aperta o peito, sufoca os pensamentos e transforma cada dia em uma batalha que eu já começo derrotado. Estou cercado de pessoas que dizem gostar de mim, mas as palavras soam vazias, como ecos sem verdade. Sinto que falam por educação, por costume, não por sentimento e eu continuo ali, no meio da multidão, me sentindo invisível, deslocado, julgado em silêncio, diminuído em cada olhar, é uma solidão que não depende de estar sozinho, é estar rodeado e, ainda assim, não pertencer a lugar nenhum, é carregar por dentro um grito que nunca sai, uma dor que ninguém vê, uma ferida que não fecha. Às vezes, tudo o que eu faço é esperar e esperar que o tempo passe, esperar que algo mude, esperar que essa dor finalmente se cale. Mas o que mais machuca é sentir que estou apenas sobrevivendo, contando os dias, como se aguardasse o momento em que tudo isso termine e o sofrimento, enfim acabe.

Conhecer a si mesmo é, talvez, uma das batalhas mais difíceis que podemos enfrentar, é mergulhar nas próprias sombras, encarar traumas que tentamos esconder, angústias que sufocam em silêncio, frustrações que marcaram a alma, medos que nos paralisam e vícios que usamos como fuga, não é confortável, é doloroso, é cru, é profundamente desafiador, é rasgar as máscaras que aprendemos a usar para agradar, para sobreviver, para parecer fortes, e admitir quem realmente somos quando ninguém está olhando, é reconhecer nossas feridas sem fugir delas. A verdade pode doer, pode desmontar certezas e quebrar ilusões, mas é somente através dela que encontramos a liberdade, porque só quem tem coragem de se encarar de frente pode, de fato, alcançar a felicidade verdadeira.

A vida nada mais é que um delicioso coquetel de poesia, uma embriaguez que transcende a lógica e te coloca cara a cara com a magia.

A arte é uma das mais deliciosas formas de transbordar.

"Você não é só mais um perfil. Você é uma voz com missão e resposta para uma geração."

“Mais do que seguidores, você está formando uma geração. Uma comunidade é o campo onde o propósito se multiplica.”

“Sua comunicação é como uma semente. Quanto mais você rega, mais frutos ela gera.”

Hoje li sua carta mais uma vez...
Em poucas palavras eu vi o cuidado...
Em poucas palavras eu vi a preocupação...
Em poucas palavras eu vi amor...
E em suas atitudes senti tudo que escreveu...
Você me deu tudo o que eu precisei...
Sinto muito por não ser quem você precisava...
De novo...
Te fiz uma carta e nela só tem gratidão...
A vida segue e eu observo...
Com amor, com carinho e com saudades ass: Eu

Quanto mais uma mente se desenvolve, menos ela se torna refém de narrativas prontas.

Nada é mais utópico do que imaginar uma vida perfeita; a morte, ao contrário, é uma das poucas certezas da existência.
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"Se a IA nos ajudar a escutar melhor os seres humanos, terá cumprido uma das mais nobres tarefas da inteligência."


(Osman Matos, séc. XXI)

“O ego espiritualizado é uma das máscaras mais sutis da vaidade humana.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Há mais beleza em existir sem filtros do que em posar para uma perfeição que ninguém sustenta.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A lógica que esquece a vida pode tornar-se uma das formas mais refinadas de loucura.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.