Mais que uma Mao Estendida
A confiança é o melhor item de beleza e deixa qualquer mulher mais bonita. É preciso que cada mulher aceite suas virtudes e seus defeitos, pois somos um conjunto de tudo isso. A autoconfiança é a melhor maquiagem.
Tenho que aprender a controlar minha ansiedade, me ponderar mais, falar menos.
Sei que a ansiedade é a diferença entre o tempo do querer de Deus e o tempo do meu querer, mas é complicado... tô tentando manter a calma.
Só estou sentindo uma necessidade enorme de mergulhar em algo diferente sem importar o que seja, talvez seja esse o motivo da minha ansiedade, necessidade de ALGO NOVO!
O amor não correspondido é muito mais do que o sofrer dá alma em silêncio. É a morte lenta e dolorosa dos sonhos e planos, ver o partir, e reparar no vazio que o amor nos deixou.
Os momentos mais fortes de nossas vidas acontecem quando amarramos as pequenas luzinhas criadas pela coragem, pela compaixão e pelo vínculo, e as vemos brilhar na escuridão de nossas batalhas.
Jamais despreze nem desfaça de ninguém nem de coisa alguma, por mais que ao seu ver não seja alguém ou algo que mereça seu respeito e atenção. Afinal, são nas cavernas mais escuras e dentro de rochas que aparentemente são comuns são formados os mais preciosos diamantes. É no fundo do oceano, dentro de simples ostras ficam guardadas as pérolas. São nas montanhas mais altas e nebulosas que ficam as mais fantásticas paisagens. É dentro das maiores e mais perigosas colméias que fica o melhor mel. É em meio a tantos espinhos que nasce uma rosa.
Sendo assim, talvez o que você mais deseja e julga ser mais precioso esteja guardado no coração de alguém que você tanto despreza e se mantêm indiferente quanto à sua importancia.
Os que sabem mais do que nós nao devem ser vistos com olhos de inveja, e sim de admiração. Já os que sabem menos não devem ser vistos com olhos de repugnação e sim de motivação.
Ela não é o mais brilhante dos sentimentos, mas o mais sutil, delicado e penetrante. O mais independente, também. É raro ter afinidade. É muito raro. Mas, quando existe, não precisa de palavras para se manifestar. O que você tem dificuldade de expressar a uma pessoa não afim, sai facilmente diante de alguém com quem você tenha afinidade. Não importam o tempo, a ausência, os adiantamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
A afinidade é um sentimento singular, discreto e independente. Não precisa do amor. Pode existir quando ele está presente ou quando não está. Independe do amor, mas não independe da amizade. Pode existir a quilômetros de distância. É adivinhado na maneira de falar, escrever, de andar, de respirar. Há afinidade com pessoas a quem apenas vemos passar, com vizinhos com quem nunca falamos e de quem nada sabemos. Há afinidades com pessoas de outros continentes a quem nunca vemos, veremos ou falaremos.
Afinidade é uma espécie de linguagem secreta do cérebro humano, ainda não estudada. Está naquela parte da cabeça que os cientista dizem ser a maior e ainda não suficientemente explorada e usada por nós. Dessa misteriosa e grandiosa parte do cérebro sai a linguagem da afinidade, uma linguagem sem palavra. Quem pode afirmar que, durante o sono, fluidos nossos não saem para buscar a sintonia com pessoas distantes, com amigos a quem não vemos, com amores latentes, com irmãos de não-vivido?
A afinidade é singular, discreta e independente, repito, porque não precisa do tempo para existir. Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem você estabeleceu o vinculo da afinidade. No dia em que a vir de novo, vai prosseguir a relação exatamente do ponto em que parou. Sensível é a afinidade. É ficar de longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem. É ficar conversando sem trocar palavras. Afinidade não é temporária, não passa com o tempo e a distância. Aliás, é o único sentimento superior ao tempo.
Nota: Trecho de um texto do autor.
Bom dia pra linda mais florida,
de todas as flores
que já vi na minha vida.
Bom dia, pra você
Que sem sorrir, sorria pro meu viver.
O dia vai amanhecendo,
E eu ainda te querendo.
Não sei se te alegro quando canto
O que mais queria era um encontro.
Te amo...
Amo mais do que o sol ama a lua,
mais do que a terra ama o mar.
Mais ainda do que as estrelas e
seu infinito.
Mais do que o vento quando toca
as flores do campo.
Mais do que os enamorados e amantes
ao arder de uma paixão!
Amo como se não hovesse
mais o amanhã para se amar!
Entre aquele quando e aquele depois, não havia nada mais na minha cabeça nem na minha vida além do espaço em branco deixado pela ausência, embora eu pudesse preenchê-lo - esse espaço branco - de muitas formas, tantas quantas quisesse, com palavras ou ações. Ou não-palavras e não-ações, porque o silêncio e a imobilidade foram dois dos jeitos menos dolorosos que encontrei, naquele tempo, para ocupar meus dias.
E o que eu mais quero nesse momento, mais do que alguém com quem disputar quem gosta mais de quem, é ausência de dor. Apaixonar-se deixa a pessoa aberta e relacionamentos só trazem sofrimentos.
Lerdeza
A frase que o Everton mais ouvia da mãe era "levanta e vai buscar", geralmente seguida de um epíteto, como "seu preguiçoso" ou, pior, "lerdeza". Porque o que o Everton mais fazia, atirado no sofá na frente da TV na sua posição de costume (que a mãe chamava de "estrapaxado"), era pedir para lhe trazerem coisas. Uma Coca. Uns salgadinhos...
- Levanta e vai buscar!
- Pô, mãe.
- Lerdeza!
O Everton já estava com quinze anos e era uma luta convencê-lo a sair do sofá e ir fazer o que os garotos de quinze anos fazem. Correr. Jogar bola. Namorar. Ou pelo menos ir buscar sua própria Coca.
- Esse menino um dia ainda vai se fundir com o sofá...
Everton não queria outra coisa. Ser um homem-sofá. Um estofado humano, alimentado sem precisar sair do lugar. E sem tirar os olhos da TV. E como era filho único, e insistente, sempre conseguia que lhe trouxessem o que pedia. Quando não era a mãe, sob protestos ("Toma, lerdeza, mas é a última vez") era Marineide, a empregada de vinte e poucos anos cujo decote era a única coisa que fazia o Everton desviar os olhos da TV, e assim mesmo por poucos segundos.
***
Um dia, estrapaxado no sofá, o Everton se deu conta de que estava sozinho em casa. A mãe tinha saído, o pai estava no trabalho, a Marineide de folga, e ele sem ninguém para lhe trazer uma Coca, uns chips de batata e uns Bis. Levantar-se e ir buscar estava fora de questão.
Fechou os olhos e concentrou-se. Concentrou-se com força. Depois de alguns minutos, ouviu ruídos vindo da cozinha. A geladeira abrindo e fechando. Uma porta de armário abrindo e fechando. Depois silêncio. Quando abriu os olhos, a Coca, os chips e os Bis pairavam no ar, à sua frente. Ele só precisou estender a mão.
No dia seguinte, Everton testou seu poder recém-descoberto na Marineide, que até hoje não sabe como a sua blusa desabotoou sozinha e seu soutien simplesmente voou longe daquele jeito, e logo na frente do menino. Everton também acendeu a TV e mudou de canais sem precisar usar o controle remoto, e fez um vaso voar pela sala só com a força do seu pensamento. Apagou a TV e ficou, atirado no sofá, refletindo sobre o que significava aquilo. Ele era um fenômeno. Tinha um poder único - fazia as coisas acontecerem apenas pela sua vontade. Contaria aos pais, claro. Eles poderiam ganhar dinheiro com seu poder. O pai saberia como. Ele se transformaria numa celebridade. Cientistas do mundo inteiro o procurariam, sua capacidade extraordinária seria usada em benefício da humanidade. No combate ao crime, por exemplo. Nas comunicações. Na medicina a distância.
***
E se aquilo fosse, de alguma forma, um poder religioso? Até onde a revelação do seu dom milagroso seria um sinal de que ele tinha uma missão a cumprir na Terra? Até onde aquilo o levaria? Fosse o que fosse, uma coisa era certa. Ele teria que sair do sofá.
***
- Mãe.
- Ahn?
- Eu quero daquelas coisinhas de queijo. E uma Coca.
- Levanta e vai buscar.
- Pô, mãe.
- Tá bem. Mas esta é a última vez.
E já a caminho da cozinha:
- Lerdeza!
Até que ponto vai a maldade do ser humano? Rir da tristeza do outro não te faz mais feliz, só prova o quanto você é pobre de espírito. Seja feliz por si só, você não precisa pisar em ninguém para subir na vida. Pratique o respeito ao próximo, é disso que a humanidade precisa!
Amigos são aqueles que preenchem as horas mais oportunas de maneira única e insubstituível, são aqueles que amparam e protegem quando necessário, tomas as dores e oprimem se preciso, são aqueles que lhe chamam para rir ou para dividir um choro. Amigos são aqueles que dizem “não tenha medo”, aqueles que apertam forte sua mão e dizem “coragem”. Amigos são aqueles que têm ouvidos para guardar um elogio e apenas um buraco para passar as ofensas. Amigos não precisam de orgulho, nem pudor, trazem consigo apenas amor. Amigos sabem dizer “eu te amo”, amigos sabem dizer “eu sinto sua falta”, amigos sabem dizer “eu te perdoo”.
Te amo.
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