Mais que uma Mao Estendida
“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas, ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” (Carl Jung)
A questão principal a ser respondida, ao se escolher um ramo profissional a se seguir, não deveria se relacionar tão somente às habilidades e competências das pessoas, mas, principalmente, ao fato de o indivíduo gostar ou não de gente. Quem não gosta de lidar com pessoas deve procurar uma ocupação que possa ser realizada isoladamente, com o mínimo de interação pessoal. Isso é fato.
Quando lidamos com o público, estaremos diante de seres humanos que carregam, em si, histórias diversas e que passam por momentos que nem sempre são bons.
Quase ninguém, por exemplo, procura um médico porque está se sentindo ótimo e feliz. Quem vai a uma consulta médica está doente, sofrendo, com dor e medo, ou seja, estará fraco e vulnerável, precisando de atenção, de força e de esperança. Ninguém, em sã consciência, opta por sofrer, por ficar doente e triste. Por isso é que não dá para aceitar situações em que o médico trata mal o paciente, com uma rispidez desmedida, sem ao menos olhar nos olhos de quem sofre ali na sua frente, sem nem tocar no paciente.
Da mesma forma, dá-se o relacionamento entre advogado e cliente, uma vez que a grande maioria das pessoas que procuram por serviços jurídicos está prestes a enfrentar batalhas judiciais desgastantes, que podem determinar a qualidade de suas vidas dali em diante. Quem nunca foi maltratado ao ser atendido em algum balcão de banco, em algum guichê de serviço público, entre outros? Como entender quando um vendedor parece querer expulsar da loja quem está ali exatamente para dar lucro ao estabelecimento?
Quem atravessa tempestades e enfrenta dificuldades possui menos força para se defender, para se posicionar, haja vista a sua autoestima já se encontrar alquebrada. Dificilmente, nesse caso, essa pessoa terá como fazer valer os seus direitos mínimos de cidadão. Por isso, é covardia descontar os próprios problemas em quem não tem nada a ver com eles, desaguando mau humor e cara feia frente a quem, muitas vezes, necessita exatamente do contrário, a quem somente gostaria de alguém que o enxergasse e lhe sorrisse.
Colocar-se no lugar de quem está ali na sua frente é o mínimo a ser feito quando se lida com pessoas.
Pessoas não são robôs, não são experimentos, não são de ferro, portanto, não são obrigadas a ter que enfrentar, além das próprias escuridões, o vazio desesperançoso de quem deveria lhes ajudar. Dá para ser útil sem ter que interagir com os outros, cozinhando na cozinha de um restaurante, pesquisando em laboratórios, entre várias opções.
Somente se proponha a lidar com gente quando você souber se comportar como gente. Simples assim.
Quando alguém que amamos morre, deixa de viver entre nós para viver dentro de nós!
De uma hora para outra, aquela pessoa que estava todos os dias ao nosso lado compartilhando momentos, ajudando-nos a superar tristezas, proporcionando-nos alegria e presença simplesmente se vai, e ficamos apenas com o sentimento de vazio e muita dor em nossos corações, que pode demorar muito tempo para amenizar.
É muito difícil nos desacostumarmos com o amor, a presença, o carinho e a dedicação de uma pessoa amada. Nunca mais vermos o seu sorriso, ouvirmos a sua voz e não termos o seu ombro amigo é uma sensação muito dolorosa, que nos faz sentir impotentes diante dessa realidade que infelizmente não podemos mudar.
Não importa como vivemos e no que acreditamos, a morte é a única certeza da vida, e ainda que saibamos disso desde sempre, muitas vezes não estamos preparados para lidar com ela quando chega em nosso caminho.
Vivemos o luto com muita intensidade, sentimos raiva, dor, choramos, não nos conformamos e muitas vezes também prejudicamos nossos outros relacionamentos pessoais ou profissionais porque a dor parece tomar conta de todo o nosso ser e guia todos os nossos passos. Essa fase dura um tempo específico para cada um de nós, mas em algum momento, cansados de lutar contra o inevitável, nós percebemos que é preciso seguir em frente, mesmo sem o nosso amado do lado.
É nesse momento que juntamos todas as nossas forças, toda a sabedoria que temos guardada e percebemos que não precisamos nos esquecer da outra pessoa, e que apesar de ela ter deixado de viver entre nós, sempre viverá dentro de nós, e que por isso nunca estará realmente longe.
Quando perdemos alguém que amamos, a única coisa que realmente se vai é o seu corpo, porque o amor, o espaço em nossos corações e os momentos vividos continuam para sempre dentro de nós.
Nossos amados sempre viverão dentro de nós, e sempre que pensamos neles, que nos lembramos de nossas histórias, percebemos que a morte, apesar de dura, não pode nos separar de verdade.
Tudo o que alguém representa para nós não se vai da noite para o dia, permanece sempre conosco. Para muitos, existe a crença de que aqueles que já se foram continuam presentes, sempre prontos para ajudar em nossos momentos de dificuldades e nos guiar para uma vida feliz.
O amor é muito maior do que a morte, e é graças a ele que aqueles que partem continuam vivos dentro de nós e se mostram presentes a cada pensamento, sentimento e acontecimento aleatórios da vida que nos mostram que não estamos sozinhos.
Precisamos compreender que a morte não precisa ser o fim, e que podemos superar a ausência física se mantivermos viva a memória da pessoa que não está mais conosco. Recordar as lembranças felizes nos ajuda a lidar com a ausência e nos dá paz para seguirmos nossos caminhos sem culpa, sabendo que estamos fazendo aquilo que eles gostariam, movendo-nos em direção à felicidade.
Aqueles que amamos nunca nos deixam de verdade, estão sempre conosco, e mesmo que não estejam mais entre nós, sempre estarão em nós. Lembre-se sempre disso.
Rafael, se eu pudesse te ensinar apenas uma coisa nesta vida, eu te ensinaria a não ter medo de errar.
Errar é bonito. Errar não diminui ninguém, não é motivo para vergonha e muito menos para se humilhar ou sofrer. Quando você errar, não abaixe a cabeça. Olhe para o erro, reconheça, aprenda e siga em frente.
E se algum dia alguém apontar para você e disser: “Você errou”, tenha coragem de responder: "Sim, eu errei.” Porque reconhecer um erro não é sinal de fraqueza; é sinal de coragem, humildade e maturidade.
Lembre-se: é errando que a gente cresce. É nos erros que adquirimos experiências, aprendemos coisas que nenhum livro consegue ensinar e nos tornamos pessoas melhores.
E quando eu digo que você ficará mais rico com seus erros, não estou falando de dinheiro. Estou falando de uma riqueza muito maior: a riqueza do conhecimento, das experiências, da sabedoria e da capacidade de aprender com a vida.
Por isso, meu filho, nunca tenha medo de tentar por medo de errar. Tenha medo, sim, de deixar de viver, de tentar, de aprender e de descobrir até onde você pode chegar.
Você não precisa ser perfeito. Precisa apenas ter coragem de aprender, sempre que a vida lhe mostrar que existe algo novo para aprender.
E nunca se esqueça: um erro não define quem você é. O que define você é a maneira como escolhe aprender, crescer e seguir em frente.
Talvez uma das maiores forças de uma elite não seja apenas o poder que ela possui, mas a capacidade de convencer os outros de que estão lutando pelos mesmos interesses.
No Brasil, atravessamos séculos mudando governos, regimes e discursos, mas determinadas estruturas de poder e privilégios continuam encontrando maneiras de sobreviver. O que muda são os personagens; nem sempre muda a lógica.
E existe algo ainda mais intrigante: trabalhadores e pequenos empresários, pessoas que vivem diariamente os desafios de pagar contas, manter seus negócios e conquistar uma vida melhor, muitas vezes defendem interesses que não são os seus — como se pertencessem a uma elite da qual, na realidade, estão muito distantes.
Não há nada errado em defender aquilo em que se acredita. O perigo começa quando deixamos de perguntar quem realmente se beneficia das ideias que defendemos.
Porque discurso não paga salário.
Discurso não sustenta uma pequena empresa.
Discurso não coloca comida na mesa.
É preciso olhar além das bandeiras, dos partidos e dos discursos inflamados. Perguntar quem ganha, quem perde e quais privilégios permanecem intocados.
Talvez a maior armadilha seja esta: fazer o cidadão comum acreditar que está defendendo o seu próprio futuro, quando, na verdade, está apenas ajudando a preservar o passado de quem sempre teve poder.
Existe, no Brasil, uma elite política e econômica que, há séculos, encontra maneiras de preservar privilégios e influência. Mudam os regimes, mudam os discursos, mudam os personagens — mas certas estruturas de poder permanecem.
O que mais me impressiona, porém, não é apenas quem ocupa o poder, mas quem acredita estar sendo representado por ele.
Vejo trabalhadores e pequenos empresários defendendo interesses que muitas vezes não são os seus, como se fizessem parte de uma elite à qual dificilmente terão acesso. Defendem privilégios imaginando que, um dia, poderão usufruí-los — enquanto os verdadeiros beneficiados continuam protegendo seus próprios interesses.
O problema não é alguém defender aquilo em que acredita. O problema é não perceber quem realmente ganha quando determinadas regras são mantidas.
Uma sociedade consciente não deveria perguntar apenas:
“De que lado você está?”
Deveria perguntar:
“Quem se beneficia com aquilo que estou defendendo?”
Porque, no fim, a maior força de qualquer sistema de privilégios não está apenas em quem os possui, mas também em quem, sem perceber, ajuda a preservá-los.
Talvez a verdadeira mudança comece quando deixarmos de escolher lados por identidade, paixão ou discurso — e começarmos a olhar para os interesses, os fatos e as consequências.
POLÍTICAS PÚBLICAS ANTES DOS VÍCIOS
Existe uma diferença que precisamos aprender a fazer: nem tudo aquilo que é vendido como liberdade deve ser tratado apenas como uma questão de liberdade individual.
O tabagismo é um exemplo histórico.
Quando São Paulo aprovou a Lei Antifumo, em 2009, houve resistência. Proprietários de bares e restaurantes temiam prejuízos, e críticos questionavam se o Estado poderia interferir em uma escolha considerada individual.
Mas a discussão mudou quando se percebeu que fumar em um ambiente coletivo não afetava somente quem fumava. A fumaça atingia também quem estava ao redor.
A questão deixou de ser apenas:
“Eu tenho o direito de fumar?”
E passou a ser:
“Eu tenho o direito de obrigar outra pessoa a respirar a fumaça que escolhi produzir?”
Hoje, estamos diante de uma discussão que guarda algumas semelhanças: as chamadas bets.
A legislação brasileira optou pela regulamentação das apostas de quota fixa, estabelecendo autorização, fiscalização, restrições de publicidade e medidas de proteção ao apostador.
Mas existe uma pergunta legítima que vai além da arrecadação, do entretenimento e do mercado:
Quando uma atividade comercial começa a produzir danos relevantes à saúde, ao patrimônio e às famílias, até onde deve ir a liberdade de explorá-la?
O próprio Ministério da Saúde reconhece os problemas relacionados aos jogos de aposta como uma questão de saúde pública e passou a orientar profissionais do SUS sobre prevenção e cuidado. Em 2026, lançou uma campanha nacional alertando para os riscos do uso problemático das apostas online.
Imagine, então, que o país decidisse seguir um caminho mais radical e proibisse as bets.
Certamente surgiriam os mesmos argumentos que aparecem sempre que o Estado interfere em uma atividade econômica:
“Estão tirando minha liberdade.”
“O governo não pode decidir o que eu faço com meu dinheiro.”
“Milhares de empresas serão prejudicadas.”
“Haverá perda de empregos e arrecadação.”
Todos esses argumentos mereceriam ser considerados.
Mas também precisaríamos fazer outras perguntas:
Quanto custa para a sociedade o endividamento?
Quanto custa para as famílias o jogo problemático?
Quanto custa para o sistema de saúde tratar suas consequências?
Quanto vale a arrecadação quando comparada aos danos que uma atividade pode produzir?
É aqui que a política pública precisa sair da paixão e entrar na análise.
Porque liberdade não pode ser confundida com ausência de regras.
Uma sociedade livre estabelece limites quando o exercício de uma liberdade produz consequências relevantes para outras pessoas.
A questão não deveria ser simplesmente “proibir ou liberar”.
Deveria ser:
Qual modelo protege melhor o cidadão sem ignorar seus direitos, os impactos econômicos e as consequências para a saúde pública?
Foi assim que a sociedade discutiu o cigarro.
E é assim que precisa discutir as apostas.
Talvez a grande lição seja esta:
O Estado não existe apenas para proteger aquilo que podemos fazer. Também existe para proteger as pessoas das consequências quando determinadas práticas passam a produzir danos coletivos.
E, quando interesses econômicos entram nessa discussão, talvez a pergunta mais importante não seja:
“Quanto dinheiro essa atividade movimenta?”
Mas:
“Quanto custa para a sociedade aquilo que esse dinheiro não mostra?”
As três forças que sustentam uma vida sábia
A vida não exige que sejamos maiores que ninguém.
Ela exige que saibamos quem somos quando ninguém está nos aplaudindo.
A humildade nos ensina que ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa nos ensinar. Quem precisa se sentir superior o tempo inteiro ainda não descobriu a verdadeira grandeza.
A coragem nos ensina que fugir de todos os conflitos não é viver em paz. Às vezes, é preciso enfrentar a tempestade, defender aquilo em que acreditamos e continuar caminhando mesmo quando o caminho parece difícil.
Mas existe uma terceira força, talvez a mais difícil de conquistar: a sabedoria de saber quando não vale a pena responder.
Nem toda provocação merece resposta.
Nem toda opinião merece debate.
Nem toda batalha merece nossa energia.
Há momentos em que permanecer em silêncio não significa fraqueza, covardia ou falta de argumentos. Significa maturidade para compreender que algumas discussões não procuram a verdade — procuram apenas um vencedor.
O sábio não precisa provar que é inteligente diante de quem escolheu não compreender.
Ele aprende a guardar palavras para quando elas puderem construir, coragem para quando precisar enfrentar e silêncio para quando falar apenas alimentaria a ignorância.
Porque amadurecer é descobrir que nem toda batalha que podemos vencer merece ser travada. E que, muitas vezes, a maior demonstração de força é simplesmente não permitir que a estupidez dos outros determine a paz dentro de nós.
A geração que sente, mas não demonstra
Estamos vivendo em uma geração que sente falta, mas não procura; gosta, mas não demonstra; tem tudo nas mãos, mas não sabe valorizar.
Uma geração que, muitas vezes, prefere o orgulho ao abraço, o silêncio à conversa e a distância a um simples pedido de desculpas.
Erra, mas não pede perdão.
Machuca, mas espera que o outro compreenda.
Perde, mas só percebe o valor quando já não pode recuperar.
E talvez uma das maiores tragédias seja esta: deixar a ignorância falar mais alto que o afeto e o orgulho ser maior que a vontade de preservar alguém.
Quantas histórias poderiam ter terminado de outra maneira se alguém tivesse dito:
“Eu errei.”
“Senti sua falta.”
“Você é importante para mim.”
“Vamos conversar?”
A vida é curta demais para transformar sentimentos em silêncio e pessoas importantes em saudades.
Porque, no fim, algumas perdas não acontecem por falta de amor.
Acontecem porque alguém preferiu ter razão quando deveria ter tido humildade.
E quando a pessoa finalmente entende isso, às vezes já é tarde demais: há portas que o orgulho fecha que nem o arrependimento consegue abrir novamente.
Quando uma pessoa percebe que não consegue te atingir diretamente, porque sua força é maior que suas provocações, ela pode tentar outro caminho: atingir a maneira como os outros enxergam você.
Então começa a distorcer histórias, plantar dúvidas, espalhar versões e manipular pessoas para que elas enxerguem em você aquilo que nunca existiu.
Mas não se desgaste tentando convencer todos sobre quem você é. Quem precisa destruir sua imagem para parecer melhor já revela muito sobre si.
Permaneça em paz. Continue sendo quem você é, mesmo quando inventarem quem você não é.
Porque a mentira pode até correr na frente da verdade, mas a verdade sempre chega mais longe.
E, no fim, o tempo não apenas revela a verdade…
ele revela quem precisou inventar uma mentira para escondê-la.
É assustador perceber que algumas pessoas não precisam de provas para acreditar em uma mentira, mas exigem provas infinitas para aceitar a verdade.
Não é a falta de informação que alimenta a ignorância, mas a resistência em aceitar aquilo que contraria as próprias crenças.
Quando alguém escolhe aquilo em que quer acreditar, nenhum fato parece suficiente. A mentira é acolhida porque conforta; a verdade é rejeitada porque incomoda.
O maior triunfo da mentira não é enganar quem desconhece a verdade, mas convencer alguém a rejeitá-la mesmo depois de encontrá-la.
Como eu queria poder te marcar aqui...
como quem compartilha uma lembrança
como quem diz, " olha ainda lembro de
você" mas algumas histórias só existem no
silêncio, nos espaços que ninguém mais
ve, nas entrelinhas que ficaram entre nós.
Queria te marcar em uma música, na cena
de um filme, no cheiro de café num dia
frio, queria poder escrever seu nome, sen
nedo de fazer doer, sem receio de parecer
que ainda me importo demais.
Mas a verdade é que me importo, e mesma
que o tempo passe, mesmo que a gente
finja que já superou, existem pedaços
seus que ainda moram em mim. Eu poderia
marcar você aqui, te chamar pra uma
conversa qualquer, fingir que nada mudou.
E se mudou, se vc já não sente o que sentiu
um dia.
Entao te guardo no meu coragao, nao em
um perfil, nem em uma postagem, mas na
parte mais sincera de mim. Porque, mesmo
sem marcar, vc sempre esteve aqui, no meu
peito.
Te amo.
Uma sociedade não precisa proibir uma ideia para silenciá-la; basta tornar sua circulação tão difícil que sua ausência pareça irrelevância.
Uma ideia não se torna duradoura porque seu autor foi ouvido em seu tempo, mas porque sua capacidade de esclarecer o mundo sobrevive ao tempo em que nasceu.
A VIDA é como uma ladeira ÍNGRIME que vamos subindo, cultivando e colhendo TRIUNFOS - ou não -, para de repente DESCER aceleradamente até que a noite apague o dia.
TUNIN
Assista o interessante fenômeno das
redes sociais, uma enxurrada de frases de autoafirmação, pessoas tentando convencer outras de que seu modo de vida é superior e magnânimo, verdadeiros donos de narrativas empolgantes, capazes de conduzir o leitor a um regozijo incomparável, porém, por trás desse espetáculo de virtudes, escondem-se muitas vezes, tristezas inimagináveis.
São mestres na teoria e fracassados na prática, pregadores de uma sabedoria que não conseguem aplicar à própria vida.
No fim, são apenas charlatães motivacionais, especialistas em ensinar aos outros aquilo que eles mesmos não conseguem viver.
Às vezes, me sinto uma alma sem rosto, quando estou em qualquer lugar por aí, parece até que não sou real, e tudo o que estou vivendo é uma ficção dentro de uma realidade que parece que me escolheu, mas não eu...
"Equivocar-se é uma possibilidade inerente à condição humana. Reconhecer o desacerto é uma demonstração de humildade intelectual. Persistir nele, apesar das evidências em contrário, já não é um simples erro, mas resistência à verdade.”
No Ceinteísmo, o batismo feito pelo Espírito Santo garante ao ser humano uma capacidade neurofisiológica intrínseca, gerando impactos atemporais na saúde física e mental do próprio indivíduo e de outros (em área indeterminada).
Nem toda pergunta exige uma resposta; algumas existem para impedir que a ignorância se disfarce de convicção.
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