Maes e Filhas
Dia das Mães –
Um Amor Que Já Existia
Morria um pouquinho cada vez que pensava que não poderia ser mãe.
Era como se o mundo perdesse cor, como se algo em mim soubesse que faltava o essencial — mesmo sem nunca ter existido.
E então, um dia, eles chegaram.
E desde então, vivo em espanto.
Ainda não absorvi por completo a emoção de tê-los gerado, de senti-los em meus braços.
É uma mistura insana de sentimentos, uma avalanche que me transborda em silêncio.
Já os amava antes.
Antes de tudo.
Antes da vida, antes da matéria, antes de qualquer forma.
Eles já estavam em mim, no que sou, no que sempre fui.
Sempre fizeram parte da minha história, mesmo quando ainda era só ausência.
Não é sobre genética.
Não é sobre cultura.
É sobre destino.
Eu não lhes dei a vida.
Eles deram a minha.
Hoje entendo: minha vida, sem eles, teria sido como uma casa sem teto.
Sem alma.
Como uma espera que nunca se completa.
Como um vazio que nem os anos, nem as viagens, nem os aplausos conseguem preencher.
Não sei se há explicação.
Talvez nem precise.
Só sei que há um amor tão imenso, tão antigo, que chega a doer de tão bonito.
Sinto-me inteira.
Sinto-me completa.
Não sei se isso basta ao mundo.
Mas a mim, basta.
Dizem que o amor verdadeiro não tem começo.
Que ele sempre esteve ali, quieto, à espreita, esperando o momento de florescer.
Ser mãe é reaprender o mundo.
É pensar antes de falar.
É agir, muitas vezes, antes de entender.
É tornar-se mais humana, mais humilde — talvez até mais próxima de Deus.
É descobrir o que é o tal do amor incondicional.
Porque amamos apesar de — e não por causa de.
E quando alguém vê uma declaração de amor de mãe ou de pai, que não se engane:
o filho não é perfeito.
Perfeito é o amor que sentimos por ele.
Edineurai SaMarSi
MÃE, até o próximo DiA das Mães!
Antes de partires e levares esse abraço anímico que se plasma na junção que transcende nesse anoitecer, leve minhas lágrimas de saudades e borrifique no orvalho o perfume de tua essência ao amanhecer, e terei a certeza que estaremos unidas para a eternidade mãe e filha num só ser. E em decreto é firmado que todos os dias das mães eu te chamarei lá do céu pra descer e me aninhar como um embrião novamente dentro de você...
Nós mães especiais somos “sobreviventes” dessa grande NAU chamado mar Azul (autismo) que simbolicamente representa o mar (Vermelho) para juntas e fortalecidas na fé façamos a travessia...”
O Grupo de mães APAE Campo Bom/RS deseja a todas mães um Feliz Natal e que a criança que nasceu de ti seja sempre a motivação para que tua luz interior resplandeça no caminho desse ser moldando com resiliência e sabedoria a tua evolução espiritual, como genitora desse ser que Deus concedeu ao teu ventre, e que nosso Menino Jesus nasça todos os dias e ande sempre de mãos dadas com esse anjo especial gerado por ti...
Mães especiais...
Que Deus nos dê força, sabedoria e, unidas num só coração, seguimos de mãos dadas e resilientes com nossa missão...
“Mães especiais sentem a dor que dilacera e corrói por dentro porque batemos unas num só coração, e com nossas almas em retalhos é que Deus as leva para o céu e restaurando uma a uma em sua total particularidade de evolução...
E o corpo? - Esse a muito tempo fica orbitando nesse mundo cinza porque de azul só tem nuances dos resíduos das crises do autismo quando elas terminam e voltam e surgindo totalmente no vácuo da escuridão...”
Assim como Maria Madalena chorou, nós mães especiais também choramos e eis que sempre surge um anjo enviado que enxuga nossas lágrimas e diz:
JESUS vive em ti!
Nós, Mães Atípicas, sofremos muito com a imprevisibilidade no autismo, gerando ansiedade e estresse em desregulação emocional tanto para nós quanto para nossos filhos.
Entre um suspiro e outro, olhamos para o céu, pois é de lá que vem nossa força!
Lu Lena
Adotei uma mãe!
Adotar uma mãe é fácil...eu adotei!
Mães, são pessoas com o coraçao sempre aberto, coração de mãe cabe tudo, até filhos dos outros. Minha mãe partiu cedo e foi tão bom ter minha mãe, que eu não concebia a idéia de viver sem Mãe. Então, adotei uma mãe, minha sogra, quem melhor que a mãe do homem que eu escolhi prá chamar de Meu? rs
Hoje é seu aniversário, ela faz 82 anos ( no mesmo novembro que minha mãe faria 78), e neste ensejo estou Eu, a quem ela abençoa, defende e chama carinhosamente de 'minha filha linda'. Parabéns minha sogra, muita saúde e muitos anos de vida. Se não te envio paz e luz é porque a senhora já é a própria paz e já detém a luz que ilumina os caminhos de todos que passam pela sua estrada de vida!
Beijos e o meu "abença mãe!".
"Ao ver ontem na tv, o drama de certas mães, rogando internaçao forçada aos filhos drogados,
me veio essa triste reflexão."
É muito fácil amar um filho bom e obediente.
É muito fácil amar um filho honesto e trabalhador
É muito fácil amar um filho Doutor (vaidade das vaidades)
É muito fácil amar um filho que te enche de mimos e carinhos
Difícil é amar um filho drogado
Que não seja este último ítem, a parte que à tí caiba nesse latifundio Mãe!
☆Haredita Angel
Se as mães que abortam seus filhos soubessem o mal que fazem, perceberiam que o mal maior elas fazem a si mesmas; negando o que a mulher não pode negar,
'o sentido da luz.'
☆Haredita Angel
"Mães, vós sois luz!
Continuem acesas...
Vossos filhos precisam de uma estrada iluminada para caminhar.
☆Haredita Angel
Mães faíscas de luz
- Mães, às vezes se entristecem com seus filhos.
Ficam magoadas.
Dão-se um tempo para digerir algumas situações.
Frustram-se.
Explodem...!
Mas, essas pequenas porções cósmicas,
faíscas de luz divina,
perfumes da natureza,
que Deus sorrindo usou para criar Vidas...
Nunca e jamais deixam de amar seus filhos.
☆Haredita Angel
Honre-se todas as mães, encarnadas e desencarnadas.
Honre-se todas as mulheres, que passam por este planeta de provas e expiações conjugando o verbo amar em todos os tempos e formas
e, se fazem mães de algum jeito e maneira.
Um dia alegre e todo besuntado de amor!
☆Haredita Angel - 13.05.2018
Chegando o Dia das Mães, lembro-me da minha.
Todas as mães são muito especiais, eu sei, pois hoje sou mãe.
Mas a minha era a mais especial de todas, pois "ela era a minha mãe!".
Em meus oito anos de filha única, passamos muita coisa juntas...
Essa música (História de minha vida/Emilinha Borba), era uma de suas preferidas, entre um sorriso e outro, ela cantava... e me girava no ar... sempre sorrindo.
Um dia, enquanto a família crescia, ela esqueceu de cantar...
mas nunca esqueceu de sorrir, mesmo nos momentos de maiores angústias.
Mamãe, onde você estiver, receba essa singela homenagem dessa sua filha, que foi o seu primeiro altar.
Valeu, Dona Sula!
Haredita Angel-08.05.2015
Origem do Dia das Mães
A mais antiga comemoração do dia das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A ideia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todo, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
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