Mae nunca Morre
A pétala cai, mas não morre.
Ela volta como lágrima do céu.
Quem sangra pela beleza,
Sabe que o templo está dentro.
Pobre homem que nasceu do barro e morre feliz como ele quer: os vermes agradecem aos coveiros pelo serviço, o fogo dança e devora a carcaça e as águas do mar repartem cuidadosamente a porção da carne com seus habitantes e a sua memória jazz no esquecimento da humanidade.
Quem morre contaminado recebe a biópsia da morte; e quem for condenado pela contaminação de seus pecados já fica sabendo a biópsia da alma para sofrer eternamente no fogo.
O inferno é o lugar onde o verme não morre queimado, o fogo não se apaga e o extintor de incêndio é derretido ao cheiro do enxôfre.
Um escritor nasce, escrevendo; um engenheiro surge, calculando; um pecador morre, pecando e um cristão vive, andando no Espírito.
O velho patriotismo por si só com a globalização morre no final do século XX, logo migro para o patriotismo cultural, que é um conceito menos pátrio de origem e mais de todos de qualquer lugar via comprometimento com o local que escolhemos para viver, ser seu e por isto lutar por melhoras. Acredito no civismo, histórico, étnico e cultural como viés de identidade que se baseia nos símbolos e ritos do folclore popular. Creio que seja o antidoto singular da nefasta uniformidade virtual propagada e que é a base da dominação universal pelos grupos econômicos poderosos na sublimação das diferenças.
O ser histórico do bem e do mal dificilmente morre pois com tempo parte de sua doutrina mesmo que adaptada ou distorcida reaparece por meio de seus seguidores, aproveitadores e admiradores.
Quando faltar amor, sobra distância,
o toque esfria, morre a constância.
Quando o olhar já não busca o olhar,
é sinal que tudo vai desmoronar.
Se a cumplicidade sair pela porta,
a alma geme, a esperança aborta.
Do “nós” só resta um eco calado,
um corpo presente, mas desconectado.
Promessas viram cinza na lembrança,
e o coração já não dança, não balança.
A cama tão cheia, mas fria e vazia,
a voz já não canta, só grita agonia.
E quando o costume toma o lugar,
do que era paixão, do verbo amar,
a vida a dois, a três , a quatro ou mais vira mero teatro,
cenas sem alma, gestos de fato.
Então, que se acabe sem mais fingir,
melhor partir que ao pouco sumir.
Porque amor sem alicerce se desfaz,
e quem ama de verdade não ama pela metade jamais.
A árvore da vida produz bons frutos; a árvore seca morre sem deixar sementes para reproduzir nas próximas estações.
O peixe morre pela boca e muitos se tornam vítimas de uma pescaria medíocre para serem produtos de uma sociedade alimentada por propósitos egoístas.
O homem sem propósitos trabalha para aposentar e morre aposentado, ignorando que a vida eterna só se alcança com as obras divinas.
O homem que desvia a sua alma da obediência a Deus
está cavando um poço profundo para cair e morrer nele.
Considerando que tudo envelhece e a humanidade morre, nada fica para contribuir para próxima geração, porque o estilo, a cultura e os interesses serão outros.
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