Machado de Assis Contos Curtos Saudades

Cerca de 18521 frases e pensamentos: Machado de Assis Contos Curtos Saudades

Foi quando lhe perdi que descobri jamais te-lo encontrado.
Não tive a oportunidade de saber quem eras nem tão pouco o que desejavas.
Dediquei o tempo, mudei os traços, esperei o impossivel e encontrei o acaso...
Mas o resultado foi descobrir que dentro de mim existe muito mais do que você merecia receber!

Inserida por vaneguedes

Numerologia


Numerologia como uma Ciência
que é usada para conhecer
a trajetória de uma existência,
seu nascimento pode responder.



O natalício tem uma competência,
dia que se nasce sendo bom saber
que determina nossa convivência
representando o modo de ser.


Somando cada data nascimento
surge um número muito importante:
"Nosso Caminho" ou "Nossa Missão".


Também é usada em qualquer momento
mostrando o potencial de agora ou adiante,
favorecendo cada atuação.

Inserida por NeusaStocco

"Neste mundo cheio de dor e sofrimento.
Onde as pessoas matam umas as outras
por diversão, ou por vingança,
o ciclo do ódio se completa.
Trazendo mais dor, mais morte ,
mais vingança, mais ódio.
Com o ódio , vem a morte,
junto dela a vingança e assim
o ciclo do ódio é formado.
E a paz é apenas uma bobagem...

este poema foi feito por uma criança de 10 anos ( carlos eduardo caetano de melo)

Inserida por caetanodemelo3

Pensa, pensando e pensar...

Pensando em uma vida bela,
Atingiu o púlpito do trilho,
Pelo domínio da eletricidade-vela,
Foi-se o caminho comendo milho.

O mendigo sulcava a fronte,
Queria um pouco de comida,
Ninguém nada lhe deu. Assim conte,
Pensando na própria partida.

Num mundo queimado de astúcia,
Sua falta de fé saiu da revolta,
Apenas a vida plena argúcia.

Um abraço amigo querendo a vida,
Será ele ter volta ou reposta a resposta?
Hoje um indigente na partida.

Inserida por AndersonCDO

Lábios de tornado...

Tornado a vida surgir,
Uma imensa e enorme entoação,
Fosse o poeta nutrir,
Um pouco da velha canção:

Vocês lábios que ardecem,
A chama dos que vão,
Jamais eles querem ou padecem,
Morrer em majestosa ingratidão.

A certeza do que não se vê,
É a esperança de cada um pela fé,
O farol do espírito da cidade.

Sem família nas ruas da humanidade,
Gestos amados com seus olhares,
Mais um número de não-amados aos ares.

Inserida por AndersonCDO

A nutrição do amor...

Vertendo o querer quente,
Apenas um ser azul ausente,
Um vermelho por descontente,
Uma sabelhoria humilhante.

Suplicando o nutrido adiante,
Manifestando o poder sem perceber,
Foi-se o passo sem o arrepender,
Foi-se à vista alegre entender.

O grande amor de Deus pode curar,
Basta nutrir de amor a quem o dá,
Quando você levanta o nó da pá.

Será o mundo por ato medido mudar?
Paradigma correr, morrer e voar,
Um verbo distindo distinto ecoar.

Inserida por AndersonCDO

Vida de mestre...

Oh mestre coração, diga-me:
Há esperança pela salvação?
O mestre pensa meio incólume,
Você é filho adotivo por opção.

Teu coração é uma velha adaga,
O qual está meia enferrujada,
O bem com bem se paga,
Ah! Também a paz não é armada!

Obrigado coração, você é presente,
Desde que me tornei gente,
Queria ser poeta e escritor.

O dia que realizar esse beneplácito,
Faço um soneto tácito,
Por ser humilde e vivo no criador.

Inserida por AndersonCDO

⁠Mesmo com vozes de diferentes minorias, existe um pensamento dominante, e quem foge dele é frequentemente silenciado — o que contradiz a própria ideia de diversidade como liberdade de divergir.

Diversidade não é só incluir corpos ou identidades; é sobretudo garantir essa liberdade, a pluralidade de pensamentos.

Inserida por I004145959

⁠O coro e o desaforo do moço fazem parte da idade, mas não podem ser soltos ao gosto.

Exigem um esboço — de limites, de rumo, de estrada —, pois sem norte, a juventude se perde na própria pisada.

Cabe ao adulto, com firmeza, tato e sabedoria, ser guia, para que o impulso não vire ruína; sem freio, a juventude se atropela na própria sina.

Inserida por I004145959

⁠O público invade o privado, e o privado transborda no público — a fronteira se apaga, a vaidade se propaga.

Perde-se o abrigo, dilui-se o limite: a autonomia cede à patrulha social, a família se dobra ao discurso oficial.

A mercantilização do eu faz da autenticidade uma raridade, transforma a intimidade em produto e reduz a privacidade a luxo esquecido.

Inserida por I004145959

⁠A terra, o barro
a mão divina molda o homem.
o homem moldado
cria com imaginação:
faz o tijolo,
o artefato,
o vidro,
a edificação.

a casa que acolhe,
o muro que cerca,
a ponte que atravessa,
a plataforma que eleva.

do pó que vira forma,
do gesto que vira chão —
Deus sopra essência,
o homem faz invenção.

e assim,
a terra respira arquitetura:
matéria que sonha
em cada construção.

Inserida por mardoniobarros

Deus existe? A alma é imortal? Há uma vida após a morte? Qual a origem do Universo? Ninguém pode chegar a um conhecimento absoluto sobre essas questões, pois o Saber humano não tem capacidade de alcançar alguma verdade absoluta, se é que elas existem, por isso acredito que o Não Saber, ou seja, a aceitação da incerteza e o reconhecimento da nossa própria ignorância é o melhor caminho
- Agnosis

Inserida por weslley_cipher

Há coisas frequentemente associadas a meninos, a meninas e a todos os gêneros.

No entanto, esses elementos não deveriam ser usados como padrões rígidos para definir ou limitar o que cada pessoa pode ou deve fazer.

A crítica está em transformar essas referências sociais em regras inflexíveis, que acabam por restringir a liberdade individual e alimentar estereótipos.

Inserida por I004145959

POeMA DE SEGUNDA

A semana começa.
O dia termina.
O tempo voa.

Sexta chegou —
e o tempo foi pouco.
Sábado passou,
domingo é sala de espera pra segunda.

Tudo recomeça.
A roda gira:
tempo, trabalho, tropeço e o vôo.

E a vida?
Bilhete de ida
pra um tempo qualquer
Pra uns, curto.
Pra outros, um pouco mais.

No fim,
somos só isso:
passageiros do tempo,
com hora marcada.

Inserida por mardoniobarros

Faz-me ouvir a tua voz, ó Deus.
Faz-me, ó Deus, sentir a beleza do teu olhar.
Resplandece, ó minha alma, o brilho do olhar do teu Deus, Senhor.

Ó beleza imensa,
a ti anseia minha alma e todo o meu ser.
Busco-te nos campos dos lírios,
nos pastos serenos,
no silêncio onde tu repousas,
onde o amor habita
e a fonte eterna jamais se apaga.⁠

Inserida por alan_almeida

⁠minha dopamina cacheada I

ainda que me drogue
eu não mudaria meu vicio
continuaria dopado
viciado, em tal sentimento.

um cão preso em canil
com sua vontade de fugir.
e ainda que o joguem ossos
ele não morde com vontade
mas com saudade, de seu viver
de tal desejo infantil

admito que o vejo correr
livre.
e me lembro de tal dia
que eu parecia correr
como um cachorro no cio
direto pra você
enquanto tento não enlouquecer
dopado de dopamina.
dopado de você!

Inserida por onirico

⁠As redes sociais criam bolhas que polarizam,
premiam o escândalo sobre a razão,
e alimentam a desinformação em escala massiva.
O poder se afasta das instituições para algoritmos opacos,
enquanto a vigilância e o capitalismo da atenção corroem
a autonomia crítica, pilar da democracia.

Inserida por I004145959

⁠As redes sociais intensificam a polarização, criando bolhas informacionais e dificultando consensos mínimos.

Elas premiam a emoção, o espetáculo e o escândalo, degradando o debate público racional.

Plataformas amplificam fake news e desinformação em escala massiva.

O poder de decisão se desloca de instituições deliberativas (parlamentos, partidos) para empresas privadas de tecnologia que controlam algoritmos opacos.

A cultura da vigilância e do “capitalismo da atenção” mina a autonomia crítica do cidadão, essencial à democracia.

Inserida por I004145959

⁠As redes sociais pluralizam vozes e mobilizam, permitindo denúncias e fiscalização; mas também fragmentam o espaço público em bolhas isoladas e concentram poder em plataformas restritas.

Não provocam diretamente a crise da democracia, mas revelam suas vulnerabilidades institucionais, desigualdades sociais e carência de propostas, desafiando e tensionando o regime liberal.

Inserida por I004145959

⁠Redes sociais também facilitam a mobilização social e pluralizam as vozes políticas.

Permitem a denúncia de abusos e a fiscalização pública de governos e corporações.

São apenas mais um terreno de disputa política — não determinam, sozinhas, o destino da democracia liberal.

O problema não reside apenas na tecnologia, mas na crise das instituições, na desigualdade social e no vazio de projetos políticos.

Inserida por I004145959