Machado de Assis Contos Curtos Saudades
tempo há de passar, mas você vai ficar parada? me pergunto se eu posso ser a folha que o vento carrega ou eu posso ser a água que segue conforme está no seu tráfego, eu posso ser á terra que se acomoda a ficar parada e com a água vira lama, posso ser o fogo que queima e logo se apaga, mas escolhi ser o próprio tempo que não tem cláusulas e nem rótulos e assim sou os quatro elementos que move o mundo
Ninguém morre por gostar e não ser correspondida…não posso morrer disto…tenho saudades de não sentir isto…tenho saudades de não estar presa a alguém…tenho saudades de não pensar…tenho saudades de ser só eu…raios…de não esperar nada de ninguém…tenho saudades…apenas saudades de não gostar…saudades…saudades daquilo que era antes de te conhecer e me entregar!
Um conjunto de lembranças que traz saudades, impossível de esquecer, a cada momento fica como vinho velho, melhor, melhor de lembrar, melhor de seguir seus exemplos, melhor de lembrar da lealdade, no carinho e da imensidão do amor, são palavras que não se podem falar apenas sentir com o passar do tempo, que a todo momento não sai de mim, é como o Sol, que às vezes não aparece mas a gente sabe que está lá, é o que sinto aqui, não existe mais em pessoa, mas viverá para sempre dentro de mim... Gratidão é o Nome q quero Falar! Mãe, saudades
Muita saudade dos tempos que não voltam mais.
Saudades de acordar de manhã e te encontrar toda sapeca.
Um amor que não tinha limites, hoje ela é limitada. Limite que corrói a alma... limite que aprisiona o fogo da paixão... onde o tempo não sobra mais... o que restou foi o amor que protege, amor que confia... meu corpo pede o seu diariamente... o que me resta é somente te amar eternamente e levar comigo lições. Você me fez crescer e ser menino ao mesmo tempo. Em meio a lutas, pego força em você, em meio ao sofrimento, tenho você como a minha alegria. Te amo!
Quando sonhei com o futuro, pude ver alguns sorrisos de jovens que não têm motivo nenhum para sorrir. Sei que eu e você reclamamos de coisas bobas. Enquanto isso, há famílias que clamam para que não venha água do céu, assim, não tem nenhum risco de abalar a estrutura de uma casa que é feita de madeira e que tem alguns detalhes do acabamento com papelão.
Dói arrumar as malas e ver o amor que jurava sentir, abrir a porta e sair cabisbaixo, te olhando com uma cara não muito boa. E você sabe que ele não vai voltar. Como tantas outras coisas, ele veio, bagunçou, agitou, fez festa e arrumou a bagunça. Ficou quente, morno e por fim, ficou frio. Tão frio que não sentiu-se covarde de ir embora, sozinho.
E eles passaram a noite em claro,trocando mensagens,rindo de coisas bobas,sentindo borboletas no estômago ao se falarem, se amando como se ninguém soubesse o que é amar, planejando uma vida juntos . E quando amanheceu eram como estranhos seguindo caminhos diferentes,dois inimigos mortais. Os planos foram esquecidos,e o amor jamais existiu.
Passando na rua, em Jardim qualquer, havia uma roseira, nessa roseira havia uma única rosa, como se estivesse a espera de pessoa apaixonada, que a entregasse para um grande amor. Ainda me pergunto, será que o dono a deixou de propósito? Foi uma forma de retribuir ao universo que lhe dera uma rosa assim no passado? Talvez nunca possamos saber, mas a rosa permanece ali, esperando algum futuro
As cores do céu estavam mudando conforme nós dois íamos nos tocando. Ele me levou no colo e me deitou com cuidado em cima dos lençóis. Eu o olhava e não acreditava que tudo aquilo tava acontecendo de verdade, tocava seus cabelos enquanto ele beijava meu pescoço... E ali nós passamos a noite toda. Era como se nada mais existisse, éramos só eu e ele – como num sonho. As águas do mar cantavam e dançavam num ritmo perfeito.
"O homem saiu da loja de brinquedos carregando um urso gigante. Não para que pudesse se divertir, ou chamar atenção. Mas para estimular e manter viva a criança que ainda residia em sua alma. E quem sabe assim, pudesse compartilhar essa centelha com os adultos que adormeceram os infantes dentro de si." (Pelúcias para a humanidade - Victor Bhering Drummond)
Se chove, aquelas águas das lembranças duradouras, é uma nova chance para reviver o que passou. Não como um reviver amargo. Lembranças de preciosidade, em que a oferta pode ser maior que a recepção. Liberdade de escolha, não limitada a nenhum padrão estabelecido, simplicidade em optar pelo lado que for.
Não se trata de mais um costume ou ideologia importada lá do norte do mundo como algo perfeito, que não precisa ser revisto. Aqui no Brasil, o sonho de Luther King não será ofuscado pelas neblinas da opressão. Continua vivo, nas consciências e inconsciências, mesmo as que são repletas de medo do amanhã.
Leitura, musicalidade, entrega, reflexões, pensamentos, diálogos saudáveis, amar, ser amado, parar para sentir a água fria de um rio, fazer caminhadas, descansar antes de o corpo começar a gritar por socorro, não guardar mágoas no coração, perdoar quase que de modo divino, buscar o amor ágape. Tudo isso é guardar o coração de qualquer tipo de virtualidades desnecessárias, tempo em que ainda dá tempo de mudar as prioridades nas relações, respirar a beleza da vida.
Com consciência plena de que comida ainda falta em muitas dispensas, sabendo também que não falta solidariedade nas famílias periféricas, vejo, aos montes, gente levando alimentos não perecíveis para as igrejas para que sejam doados para quem não tem. Aos poucos, com muito pouco, uma gotinha em meio ao oceano de dificuldades brota em cada coração. Percebo surgir uma fonte inesgotável de bondade e amor em ajudar o semelhante.
Não nos sobra quase nada quando percebemos nossa vulnerabilidade e fraqueza diante do que antes estava em nossas mãos. Assim é a vida, não temos como saber quanto tempo ainda temos. Mas podemos desenvolver alguma certeza, a de que podemos viver todos os dias como o último e, ao mesmo tempo, o primeiro.
Em qualquer lugar que eu estiver, sentirei vontade de ler um novo livro, contar novas histórias, escrever mais um poema, compor músicas, acreditar que as palavras podem soprar para o mundo novas realidades que nunca fui capaz de criar. O que escrevo pode ajudar as pessoas a ver o mundo com outros olhos.
É na mesa do escritor e também em seu escritório que se pode ver um pouco de sua personalidade. Resquícios de sua história se manifestam através dos livros jogados. Um pouco de café fica ao lado do computador. Algumas fotos para inspirar. Uma música de fundo, para dar gosto ao que se ouve. Qualquer intromissão, ainda que seja a mais sutil, ou mesmo a mais inesperada, a que mais grita na alma, serve apenas para acabar com as ideias ou para ver surgir outras ainda com mais poder.
O silêncio de quem tem muito a dizer me incomoda. Enquanto isso, inverdades acerca do que acontece no Brasil e no mundo são disseminadas às crianças e adolescentes, formando uma geração que poderá ser mais cruel que a atual. Quero lhe chamar para participar, publicar seus pensamentos, músicas ou poesias, crônicas ou artigos formais, vídeos ou manifestações criativas. Não veja simplesmente a realidade passar. Todos nós fazemos parte do que acontece.
"Para maior inspiração,refugiei-me na minha casa da bela praia do Coqueiro,local meu predileto, onde contemplo e medito sobre o Belo - e o Belo é Deus. Esse Deus que lhe deu o dom da vida e que, agora,passo a louvá-lo e bendizê-lo" (Extraído do livro: Almira e sua história - Traços bibliográficos)
"A vida é um processo em que avançamos,amadurecemos e,enfim crescemos com cada experiência.E a vida para ser bem vivida faz-se necessário,na tragetória,fazer-se avaliação constante onde criamos o nosso EU,a nossa identidade" (Extraído do livro:Almira e sua história - Traços bobliográficos)
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