Machado de Assi Poema a Carta
Não é porque alguém escreveu um livro, ou uma canção, que realmente tenha boas idéias a serem absorvidas e aprendidas. Na maioria das vezes, o que muitos procuram é saber quais são suas fragilidades, e sobre elas, lhe impregnar idéias, tirando sua autenticidade e fazendo com que de certo modo você também pense como eles pensam.
A mentira enfraquece a tua verdade. A mentira desorienta a tua honestidade, A mentira cancela sua honestidade, A mentira alimenta teu individualismo, mas diminui sua auto estima, A mentira poderá lhe dar vitórias, mas jamais serás vitorioso, A mentira lhe dará dinheiro, mas jamais a Felicidade, Mas o maior de tudo é que a mentira as vezes lhe trará um sorriso, mas jamais a serenidade. Viva a verdade e jamais minta pra ti mesmo, estará traindo a sua alma. Estará traindo a sua Vida.
Escondo-me no silêncio que me acolhe... Quisera poder voltar a ser criança e fugir com os bolsos cheios de doces, e inocentemente brincar de ser adulto em lindos contos de fadas sempre com final feliz. Ainda procuro compreender tantas coisas e por traz de meus óculos de leitura que denunciam que não sou mais um menino, busco respostas, se as terei, só o tempo dirá... (Luiz Machado)
Me altivo, a falar uma a duas vezes de algo que não me agradou, posso ate expor com prudência e divertimento, mas creia revelo sinceramente repudio a tal ato, porem sou recusante a exprimir-me pela terceira vez, após isso, apenas examino o agir, o reagir, e o repercutir de tal situação, e examinando com atenção, reúno cada façanha, cada fato, para então dar minha deliberação.
Como é fácil dizer que compreendemos a dor de alguém... Mas a grande verdade é que só aprendemos de fato quando somos feridos... Aí então é que temos a real noção e nos tornamos mais solidários. Alguém disse: "Os olhos são a janela da alma e o espelho do mundo". Que saibamos refletir ternura e bondade em um olhar menos critico e mais, muito mais de compreensão e amor. (Luiz Machado)
No final das contas, o que importa, não é o que somos, quem somos ou exatamente o que queremos ser, na grande maioria das vezes, expectativas só nos fazem ter um olhar critico a respeito do que esperamos de nós mesmo e o que o mundo espera de nós mesmo. Aposto na qualidade da essência do ser, onde simplesmente se é, sem o peso do passado e nem a preocupação do amanhã, tendo o hoje, o agora, como algo sublime e verdadeiro, sendo confiante, de que o dia de amanhã será uma mera conseqüência, sendo esta, um fruto integro e real de um ser completo em si mesmo.
Publicado em 1929, "Adeus às armas" é o segundo romance do escritor norte-americano Ernest Hemingway. O livro tem como tema central a paixão de Frederic Henry – que se alista no exército italiano como motorista de ambulância – pela enfermeira Catherine Barkley. Neste romance autobiográfico, a história de amor tem um final feliz, ao contrário da vivida pelo autor. Os protagonistas acreditam que podem se isolar em seu amor, simplesmente afastando-se da guerra. Em 1918, ferido em combate, Ernest Hemingway é internado em um hospital, em Milão, onde conhece a enfermeira Agnes von Kurowsky, por quem se apaixona. Porém, ela não aceita casar-se com Hemingway, deixando-o profundamente desiludido. Narrado em primeira pessoa, Adeus às armas revela-se uma obra como poucas, aclamada pela crítica como o melhor livro de ficção produzido sobre a Primeira Guerra Mundial. Hemingway conduz a narrativa de forma dinâmica, ressaltando o teor dramático da trama e proporcionando ao leitor algumas das páginas mais românticas e comoventes da literatura ocidental.
Se um dia ficar indeciso entre ajudar o próximo, o mais humilde e corromper a lei humana, claro não interrompendo a liberdade humana da vida e do bem estar, vai em frente pois é melhor estar preso com a consciência limpa, do que viver na tortura do peso da consciência de não ter ajudado..A lei humana é material, a Lei divina é eterna. Faça sempre o bem.
Deus nos da a possibilidade de nos gloriar. Pois é ele que nos manda os pedaços do quebra - cabeça para junta – lo e compreender a missão. Quando é cumprida, a glória no espírito é cheia de paz, emoção e ternura, purificando nosso espírito. Isso sim é viver, isso sim é divino. Isso sim é tocar o céu.
Os acontecimentos algumas vezes desinterpretam a gente. Perder alguém, para a morte ou para a vida, é uma ocorrência assim, e nunca sabemos de antemão como reagiremos. Não sabemos. Insisto: não sabemos. O término de um relacionamento no qual nos sentíamos enraizados ou o falecimento, repentino ou não, de um familiar ou amigo íntimos, são situações que nos ultrapassam, e diante delas jamais reagimos, tim-tim por tim-tim, como imaginávamos. Mesmo os que sempre esperam o pior, não sabem o que esperam. Não sabem. Aqueles outros que, ao contrário, ante a dor sorriem, resignados, ou que, otimistas, querem consolar os consoladores, estes nem sempre, mas muitas vezes se enganam. Cuidado consigo, é preciso. Acontecimentos como esses podem ser enfrentados, nas primeiras horas, nos primeiros meses e até nos primeiros anos com muita coragem e temperança, mas não há como prever ou mesmo perceber sua influência em prazos mais longos. O tempo traz um tanto de sabedoria e paz a alguns, mas noto, sempre mais, que à ingente maioria ele traz mesmo é amargura: crescente, insidiosa, imperceptível aos desatentos (são tantos...) Não é tristeza. Não impede ou inibe sorrisos. É uma desarmonia de fundo, revelada mais nos gestos e ações do que nas fisionomias e palavras, e o mais sério e difícil: essa desordem não é passível de ser convertida por força da vontade. Sequer é consciente, às vezes. Portanto, cuidado ao lidar com pessoas que perderam porções de si mesmas (silêncio e presença fazem mais do que a vontade ansiosa de fazer alguma coisa). Não descuidemos delas ou de nós mesmos, lembrando que se há uma coisa que a vida sabe fazer de uma hora para outra é nos sacudir com força.
Dizem que o destino somos nos que o fazemos com nossas escolhas. Mas, quem em sã consciência ao fazer uma escolha, ao decidir entre fazer ou não fazer, entre ir ou deixar de ir, entre sair ou ficar onde está; está pensando o pior para si? As nossas escolhas são parte daquilo que chamamos destino. Ao fazer uma má escolha e consequentemente chamar a infelicidade para perto de si estamos apenas trilhando o caminho do destino. E se no decorrer de nossa caminhada surge outra oportunidade de escolha e, se dessa vez, optamos pelo melhor, então estaremos chamando a felicidade para perto de nós, mas mesmo assim a escolha continua sendo parte do destino.
Você já parou pra pensar nos teus amigos que parasse de falar por coisas fúteis? Já parou pra pensar que o problema não está nele? E que o problema pode estar em você? Já parou pra pensar o quanto o seu amigo está sofrendo por não ter mais tua amizade? Valorize suas amizades, amizade é algo precioso, é algo que não podemos substituir por nada, amizade não é algo que se joga fora, suas amizades te completam, não é porque certo amigo te fez chorar um dia que ele não te ame, somos falhos, todos nós. Já pensou nunca mais ver seu amigo especial? Não ter nunca mais uma chance pra poder ver ele de novo, rir com ele de novo, abraçar ele de novo, perdoa-lo... nada é pra sempre, nem amizades, porém se é especial, não jogue pelo o ralo, como se não fosse nada, pois você sabe que é especial... enfim fica a grande dica: valorize suas amizades! SEMPRE!
É difícil de perdoar, a pessoa em que tanto amamos dizer um simples: Adeus, essa palavra que já fez muitos sofrerem, desde um simples gesto inocente, À noites de mágoas e solidões.Quem dera, se pudéssemos compreender os outros assim como Deus nos compreende; saber o que ela realmente queria, ou se era isso que realmente diria, poderia ser um tchau, um até logo, nos vemos amanhã!, mas isso não ocorreu, o que ela realmente disse do fundo de seu coração foi: ADEUS!
Tudo deve ser multiplicado e não dividido, Jesus não dividiu o pão, Jesus o multiplicou, e tudo isso tem a ver com a verdade, que já está dentro de nós. Compartilhe a verdade, a verdade do amor, da luz, da espiritualidade e da caridade, que vai além de dogmas e religiões. Não procure a verdade fora, ela já está dentro de você.
Se você tentou e falhou, parabéns. Tem gente que nem tenta. Lembre-se que a Resiliência é a qualidade que te faz superar situações adversas e usar o aprendizado disso como forma de experiência para novas tentativas, essa é característica de todos os vencedores. Vencedores não constroem castelos de areia, sem fundamentos, tudo o que é grande vem de um trabalho sólido e bem realizado. Roma não foi construída em um único dia. Pense nisso.
Conheça seus demônios, assim você irá aprender a domina-los e utiliza-los em seu favor. A palavra é feia mesmo, "demônio", se fosse bonita não representaria o que realmente é. Muita gente tem dentro de si mágoas, tristezas, coisas que lhes levam até falhas e erros que lhe impedem de evoluir, esses problemas tem de ser compreendidos e resinificados. É libertador, pois as pedras que a gente encontrou (e encontramos) ao longo desse caminho que chamamos de vida, podem ser utilizadas para construir o castelo que tanto almejamos. Pense nisso.
O homem pode se tornar escravo de sua mente, de seu coração, de seus sentimentos, quando não reconhece sua essência, seus valores e princípios eternos. A partir do momento que ele se reveste de tudo aquilo que forma e constitui o seu Ser, ele descobre que seus piores pensamentos, seus mais astutos sentimentos não são suficientes para prendê-lo dentro de si. Dai em diante é chegado o tempo de libertar a criatividade, as inteligências múltiplas, os sentimentos mais bonitos e o desejo de ver o mundo de uma forma que ninguém jamais viu.
Não basta apenas sentimentos para o amor. Ele também precisa de espaço da mesma maneira que uma pintura precisa de uma tela branca. Nunca tente escrever uma nova história em uma folha repleta de lembranças e marcas, não transforme seu romance em um rascunho. Use as tintas velhas (o que aprendeu), mas sempre queira um novo quadro. Pinte cada momento para que seja único e faça dele uma obra de arte.
Nascem todos os dias 400 mil pessoas no planeta terra e morrem 160 mil, ou seja, são 240 mil pessoas a mais no nosso planeta todos os dias, e já somos quase 7 bilhões. Para dar sustento a tudo isso, 2/3 da água potável do mundo vai na agricultura e morrem 60 bilhões de vacas todos os anos, sem falar em tantas outras coisas. É justo isso? Um planeta com recursos limitados sendo levado ao seu esgotamento natural para dar sustentação a um ser humano que tem inevitavelmente seus dias contados? Se soubéssemos cuidar melhor do nosso planeta duraríamos como espécies, mas infelizmente não nos preocupamos com o nosso futuro e nem dos nossos filhos, o egoismo do homem só vê números e o que antes era o milagre da vida hoje se transformou em economia.
As vezes a pessoa está em um abismo e a gente joga uma corda, mas essa pessoa não quer uma corda, ela quer uma escada. Cada um da o que tem e pode, se a pessoa que está do outro lado sabe dar valor e ser grata por isso, ela evolui de acordo com o seu merecimento. Tenha empatia, seja caridoso e dê sempre o seu melhor, mas não sofra pelos outros, a evolução é individual.
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