Luzes
O homem do piano
[Verso 1]
No Esmerald Bar, onde todos vão se encontrar
Onde as luzes brilham e as almas vem descansar
Lá está o homem do piano, com suas notas a acariciar
Tocando as dores e alegrias que ali vêm desaguar
[Verso 2]
José, o garçom sorridente, sempre pronto a servir
Com seu jeito simpático, faz todos os corações sorrir
E ao seu lado está Maria, a garçonete tão gentil
Com seu riso encantador, ela espalha luz por ali
[Refrão]
E o homem do piano toca leve, toca suave
As histórias se entrelaçam, no Esmerald Bar
Onde vidas se encontram, onde sonhos se encontram
E o homem do piano apenas observa, apenas toca
[Verso 3]
Há Fernando, o velho marinheiro, com olhar distante
Lembra dos mares que cruzou, das tempestades e do pulsante
Paula, a escritora solitária, com seus versos a desabrochar
Encontra nas melodias, inspiração para criar
[Verso 4]
E no canto escuro, Miguel, o sonhador
Com sua guitarra surrada, canta versos de amor
E ao lado, Ana e João, o jovem casal a dançar
Sob as teclas do piano, celebram o seu eterno amar
[Refrão]
E o homem do piano toca suave, toca forte
As histórias se entrelaçam, no Esmerald Bar
Onde vidas se encontram, onde sonhos se atraem
E o homem do piano apenas sorri, apenas toca
[Ponte]
E nas noites silenciosas, o barulho das taças a se chocar
Ecoa pelas paredes, como um clamor a ecoar
O homem do piano, com seus olhos a brilhar
É testemunha silenciosa de cada sorriso, de cada pesar
[Refrão]
E o homem do piano toca firme, toca suave
As histórias se entrelaçam, no Esmerald Bar
Onde vidas se encontram, onde sonhos se elevam
E o homem do piano, eterno guardião, apenas toca
[Final]
Assim segue o Esmerald Bar, onde o tempo não quer parar
O homem do piano, seu testemunho a ecoar
Em cada nota, em cada suspiro, em cada olhar
O Esmerald Bar, onde as vidas se entrelaçam, e o homem do piano continua a tocar.
O Homem do Piano part 2
**Verso 1:**
No Esmerald Bar, onde as luzes são suaves,
O piano ressoa, tocado pelo homem que encanta.
Conhecido por todos como o mestre das teclas,
Ele narra histórias de vidas que se entrelaçam.
**Refrão:**
O homem do piano, fiel guardião,
Em suas notas, segredos da solidão.
Esmerald Bar, onde as almas se encontram,
Em melodias, as histórias se entoam.
**Verso 2:**
No balcão, Jack, contador de piadas,
Ao lado, Mary, com suas risadas marcadas.
Garçonetes, sorrisos como luzes brilhantes,
Em cada pedido, histórias diferentes.
**Pré-Refrão:**
Ao som do piano, as portas se abrem,
Entram Tony e Sara, amor que renasce.
No Esmerald Bar, as emoções dançam,
Como a dança suave de um valsa.
**Refrão:**
O homem do piano, fiel guardião,
Em suas notas, segredos da solidão.
Esmerald Bar, onde as almas se encontram,
Em melodias, as histórias se entoam.
**Verso 3:**
Há Joe, o poeta, rimas no ar,
Versos declamados, sonhos a voar.
E no canto, Laura, a sonhadora,
Em seu olhar, esperança que encanta.
**Ponte:**
No Esmerald Bar, as horas se perdem,
Como as folhas que dançam no vento.
O homem do piano, testemunha silente,
De vidas que se cruzam, destino presente.
**Refrão:**
O homem do piano, fiel guardião,
Em suas notas, segredos da solidão.
Esmerald Bar, onde as almas se encontram,
Em melodias, as histórias se entoam.
**Verso 4:**
E quando o dia se despede,
O bar se transforma em palco de saudades.
O homem do piano fecha seu teclado,
Até a próxima noite, onde tudo é revelado.
**Final:**
No Esmerald Bar, as histórias persistem,
Como um eco suave, que nunca desiste.
E assim, a cada nota do piano que ecoa,
O homem do piano perpetua a história.
Nas luzes do Natal, um brilho singular,
Teço versos de amor, a ti a dedicar.
Na árvore enfeitada, sonhos se entrelaçam,
Em abraços calorosos, sentimentos abraçam.
Presentes trocados, como laços de afeto,
Em cada sorriso, um gesto repleto.
Que este Natal seja poesia e canção,
Em teu coração, alegria em profusão.
As virtudes de uma pessoa não estão apenas em suas luzes, mas também em como encara e trata suas sombras.
DEUS É BOM O TEMPO TODO
Das muitas luzes que a vida acende
todas que elevam sempre exige esforço.
Se me detenho em algum desconforto
paro pra descansar, não estou morto,
prossigo no mesmo avião no mesmo aeroporto.
"Ilusões"
Luzes no fim do túnel
Não se passam de ficção
Quando o assunto é o amor
Tudo se torna uma ilusão
Sentir sem ser
Não é ter valor
Chorar sem viver
É não saber ter dor
Dor em um peito
Repleto de rancor
Dono de um coração partido
Sozinho e sem cor
Lacrimejar os olhos
Não é o bastante para amar
Aquele que nos mostra
Que a verdade não tem lar
Ter consideração por alguém
Não é sinônimo de gostar
Mas saber entender
O que é valorizar
Afinal, pessoas incríveis
São de difíceis de achar
Nesse mundo de ilusões
Onde o amor é se sexualizar.
Sono Paradoxal
Sinto pesar os cílios e a exaustão
Me leva a repousar e as luzes se vão
Levando toda minha preocupação
Guiando-me a sonhos que apenas são
Formas de desabafar ou de virtualizar
O que quero e não posso ter
Maneiras de me mostrar, um modo de incentivar
Que a esperança não pode morrer
Mas nem sempre quero acordar ever tudo em seu lugar
Às vezes prefiro sonhar, tentar me exilar
Na fantasia a utopia me diz
A vida é um sonho faça o que sempre quis
Sonhar o tempo todo me faz feliz
Consigo extravasar e um jeito de fugir
Me pego olhando o horizonte pela janela, as luzes das casas e dos postes iluminam a noite, porque infelizmente é impossível ver as estrelas na cidade, me pego pensando em você, na gente, em tudo o que vivemos e poderíamos ter vivido. Estou aqui nessa noite calada e pacata, tomando uma latinha de cerveja e vendo o cigarro queimar lentamente, sabe você odiava me ver bebendo ou fumando, você odiava me beijar quando eu estava cheirando cigarro, acho que no começo de tudo eu fazia isso pra te esquecer, mas hoje sabe, cheguei a conclusão que ainda bebo e fumo para me lembrar, de quando você tava brava e eu fazia algo bobo e você dava risada, pronto logo estávamos de bem novamente. Hoje eu notei que bebo e fumo para me lembrar de você, isso é errado não é!? Passado deveria ficar no passado, mas te esquecer e deixar você ir, dói tanto, mas vou aprender a lidar com isso aos poucos, e quero dizer que estou me saindo bem, hoje eu bebo e fumo sim, mas não te mando mais mensagens e nem penso em te ligar no meio da noite enquanto tenho uma crise de ansiedade. A coisa mais difícil é ver aquele monte de poesias que eu escrevi e nunca te entreguei!!
Dispare fogo quando as luzes se apagarem
fins psicológicos também, e apenas fique
773.692 palavras. Quantos ficarão com esse tão falado fogo?
Nós traços a reta da desdenho para os quais são recíprocos o olhar perdido.
Transcendendo as luzes que o túnel revela,
Tão pouco se refere ao mero sentido de sentir algo no propósito de ser e ter a reta como constante vertente sangria,
No lapso temporal se tem um olhar esquecido pelo tempo...
Entre esses o desejo se espalha num arco de esperança que reluz no final do túnel
A força da simplicidade
Quando as primeiras luzes do dia começaram a banhar o solo, a flor é alimentada pelos céus na chegada da alvorada, 'que alegria', pensou ela. Era doida de amores pela vida, entre o frio da madrugada e a nova alvorada, voou, e nos seus últimos suspiros dizia - 'que alegria.'
(...) VIDA: UM ENTRELAÇAR DE LUZES E SOMBRAS
A vida, essa tessitura intrincada de experiências, revela-se como um espetáculo de múltiplas nuances, ora sublimes, ora dolorosamente cruéis. É uma travessia inevitável, onde o efêmero e o eterno se entrelaçam em dança constante, desafiando a linearidade do tempo e a estabilidade da razão. Viver é lançar-se, diariamente, no abismo da incerteza, sem mapa, sem bússola, apenas com o pulsar do coração e a esperança como timoneira.
Nos dias dourados, a existência nos sorri com generosidade. São os momentos de plenitude, quando a alma se vê envolta por afetos sinceros, pelas risadas compartilhadas, pelo brilho dos olhos que nos amam. Nessas horas, a vida se assemelha ao fulgor da aurora: clara, cálida, promissora. São os instantes em que os bons atravessam nosso caminho — seres de luz, cuja presença apazigua nossas angústias e cuja bondade transcende o trivial. Esses encontros são bênçãos disfarçadas de casualidade, cujas marcas permanecem impressas no âmago de nossa memória afetiva.
Contudo, não se pode ignorar a face sombria da existência. A vida, em sua imparcialidade brutal, também nos apresenta o amargor dos dias nublados. São os episódios de queda, de perda, de desalento, em que o chão se desfaz sob nossos pés e a solidão se impõe como única companhia. E, nesses momentos, surgem também as figuras que, longe de somar, se dedicam a corroer: indivíduos de alma empedernida, tomados pela inveja, pelo despeito e pela amargura. São espectros humanos que, incapazes de reconhecer a própria luz, empenham-se em apagar a dos outros. Sua presença, embora nociva, é pedagógica — pois nos ensina a distinguir o genuíno do falso, o profundo do superficial.
E, entre encontros e desencontros, a vida segue seu curso. Leva consigo algumas pessoas queridas, insere outras inesperadas, sempre testando nossa capacidade de adaptação, resiliência e compaixão. Os bons, quando partem, deixam saudade; os maus, ao irem, deixam alívio. Mas todos, sem exceção, deixam aprendizado.
Viver, portanto, é aceitar esse fluxo constante de encontros e despedidas, de júbilos e tormentas. É um exercício contínuo de humanidade. E que, ao final, ao cruzarmos o limiar da última fronteira, possamos dizer — com altivez serena — que vivemos com intensidade, com verdade e, sobretudo, com amor. Pois é o amor, afinal, que dá sentido à vida, mesmo em meio às suas inevitáveis sombras.
O Encanto de Sorocaba
Brilham as câmeras, luzes a piscar,
Sorocaba em sua glória se põe a brilhar.
Cenário de luxo, encanto e pompa,
Onde o sonho parece nunca ter fim.
O glamour, digno da grande Paris,
Se espalha como a brisa de Milão.
Sorrisos cintilam, estrelas em desfile,
Na tela, a perfeição, um toque de ilusão.
Mas, por trás do brilho, a verdade se esconde,
O teatro começa a desmoronar.
A farsa que encanta, logo se desmonta,
Quando a realidade vem, sem hesitar.
A Polícia Federal faz sua aparição,
E revela o segredo por trás do véu.
Uma caixa de promessas, agora desfeita,
A podridão que esconde a política cruel.
A maravilha se esvai, o conto termina,
E a beleza se dissolve na lama da corrupção.
Sorocaba, de sonho a pesadelo,
Reflexo de um país, onde a mentira reina em multidão.
Na busca pela verdade, todos somos peões em um jogo de sombras e luzes, onde a grandeza muitas vezes se esconde nas sombras mais profundas.
Quem trilha o óbvio caminha entre sombras, só quem ousa o improvável acende luzes no olhar do mundo.
