Luz poema

Cerca de 19088 poema Luz

⁠Aproxima-se a luz
Que o mundo inteiro alumia,
Que cada pranto alivia,
Que cada passo conduz.
Eis o Natal de Jesus,
Mestre bom e companheiro,
Deus fiel e mensageiro,
Sem pecado, sem defeito,
O exemplo mais perfeito
Do amor mais verdadeiro.

Inserida por josegoncalves

NA BATIDA CERTA

⁠Nossos corpos tocaram em sintonia
Tocaram uma sinfonia
Aquela noite, naquela luz
A partitura mostrava suas notas
Aquele dueto de dois corpos
Num tom que subia, ressoava
Ecoava
Por hora flauta, por hora tambor
Por hora gaita de boca, teclado
Soprava, aspirava
Tocava
Tocava, tocava
E o som acalmava e ensurdecia
Até chegar na barra dupla
Onde se acabava em uma fermata

Inserida por leonardosilvart

⁠⁠Neste profundo abismo do sentir,
Onde a luz e a sombra podem se unir.
Amar é...
dançar entre risos e lágrimas.
É vida pulsando também em tramas trágicas.

Inserida por profenilvamaria_souza

luz lunar
força da noite e da madrugada
em um açoite com o dia
fostes o suor do meio dia
a poesia da pessoa amada.

pingos gélidos de dor
sucumbe a pena em vapor de esperança
da fonte pecaminosa do horror
renasce o amor e jamais se desmancha

pois o cemitério
da ilusão
é o mistério
da noite em oração

Inserida por gnpoesia

retidão e justiça
razão e luz
iluminação da vida
no contestar reluz
na faceira vontade de ser verídica.

Entre os embates revolucionais
nas disputas pelo amor-perfeito
o argumento ideal de forças virginais
perfaz a idiossincrasia do direito.

Inserida por gnpoesia

O sol desaponta por trás do mar e a luz se esconde na procela debaixo de um esplêndido luar, há águas, há horizonte, há lágrimas...

Chorarei por toda vida até que as águas de março inunda os meus mistérios e afogue um antigo amor em seus ministérios...

estarei a rezar em confissão por um amor vadio que conquistou meu coração.

Inserida por gnpoesia

LUZ PARDACENTA

o sono agigantou-se em um clarim sombreado pelas formas abstratas do ser e do sentir que transborda a nossa essência flácida e de glórias como o raio profundo da grandeza celeste sob o luar das estrelas e do consistório resplandecente da grande varonil, silenciosa e serena das margens de um rio calmo que vai escorrendo e vai escorrendo sem destino e sem a sombra do amor que vai-se e esvai-se ao acaso.

Inserida por gnpoesia

A noite lacrimeja de alegria o horizonte serenando a face da terra sob a fímbria de luz de um luar esplendoroso.

O acaso soprava favônios perfumados e o alvorecer prenunciava o amanhecer com seus raios dourados.

Os sonhos são estilhaços de luzes jogadas no firmamento feito estrelas nevoeiradas.

O silêncio da madrugada é a poesia suave de sua voz adormecida e os nossos mistérios trancafiados nas noites já esquecidas.

Inserida por gnpoesia

⁠O beija-flor adornou
O refolho de minha alma
Na luz do sol cravejou
Uma saudade desprezada.
O beija-flor enfeitou
As cinzas de meu jardim
Meu amor acenou
E ninguém acenou pra mim.
O beija-flor cintilou
O feio, o trágico e o obsceno
Num jardim virginal e ingênuo
De onde horrorizou-se o amor.

Inserida por gnpoesia

⁠Há o dia, a retina fita a luz,
Mas os raios solares são transparentes,
O calor de meio dia é o alvorecer,
De horas irreguladas e descrentes.
Há noites estreladas e de lua,
Mas nada alumeia os becos escurecidos,
As pessoas nas ruas estão nuas,
E nenhum rumor serve de lenitivo.
Há amor sob corações insanos,
Sem o torpor dos sonhos esquecidos,
Mas em tudo há vigor e acalantado,
Mas o "eu" queda-se, adormecido!

Inserida por gnpoesia

⁠Todos nós vamos morrer,
É a única luz que ocultamos da vista,
Pois morrer-nos-emos, tão de repentemente.

Pensei por muito tempo que as estrelas invejava a lua,
Mesmo com tanto brilho demasiado,
Pois a lua tão solitariamente, é vista na terra dentre luzes,
Luzes exuberantes.

O sol haveria de tomar todo os instantes,
Mas aceitou a noite tão silenciosamente,
Mas tão modestamente, que o poente virou seu funeral,
Mesmo todos sabendo que poucos instantes depois,
o sol viria a brilhar novamente.

Ás vezes olhamos para quem amamos,
E dentro de nós o coração é pela primeira vez sentido,
Pois não sabemos até quando contemplaremos,
As pessoas que perguntávamos se estavámos bem.

E os nossos sonhos, até os amores, voam ao léu.

Mas em um dia qualquer,
Arrumaremos a mesa com apenas pão e café,
E as fíascas de luzes a nossa volta nos cobrirão,

Em um dendo véu...

Inserida por gnpoesia

Luz do sol que irradia o dia, do dia resplendia a vida, do caos o fim que anoitecia a madrugada com estrelas que nada iluminaria.

O amor morria como nunca tivesse nascido, como o sol que beija o mar e é engolido no horizonte no esplendor fenômeno dos olhos que se escrevia.

à lua que lacrimeja a noite no sereno de sua tristeza, ao sol que traz uma esperança morta, ao amor que se desistia, trago a luz do dia e a poesia de uma noite gótica

Inserida por gnpoesia

⁠Mateus 5.14 | ARC

"14Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; "

A luz só ilumina um lugar se ela estiver no alto. Embaixo de uma cama, ela só vai clarear lá, mas se estiver no alto de um móvel, ela iluminará o quarto todo. Você é luz! Use a sua luz para iluminar outras vidas. Não se esconda porque existem pessoas precisando de uma luz.

Inserida por ivanilson_dos_anjos

⁠Mergulhei, e sem saber nadar,
Afundei...


Abri os olhos, e observei uma luz, no fundo do horizonte. No momento não tive a experiência recomendada para questionar o como eu conseguia observar tudo com tanta clareza, mas... Retomando ao assunto, Uma sereia foi oque eu encontrei o engraçado era que ela nao era como imaginarmos, ( Uma linda mulher de caldas e cabelos oleosos) Mas sim um ofusco de luz, alguma cor colorida pela qual não me recordo uma, então aquela luz me disse, venha, seja bem vindo ao fundo do mar.
Então eu entrei, minutos a frente não muito longe dali, me deparei com um castelo psicodelicamente lindo.
Ali tive a leve impressão de que deveria eu cumpri um tipo de missão, e a missão era ser feliz

Inserida por leonardo_cestari

A vida não é justa, pois não? É que eu, bem, eu nunca serei rei e tu nunca voltarás a ver a luz do dia… hahahaha... adeus.

(Scar)

Inserida por marianafpfp

A casa de madeira no balança das arvores a cadeira de balanço são guiada
A luz se estende na varanda e arrastada para o horizonte agonizando
No estalar da madeira a alma fria solitária se escora na inquietude falsa paz
Rasga o coração sobre o vento fino que caminha na encosta e respaldado nas flores e relva do campo tarde tão tétrica neste vazio desigual
Caminho no desfiladeiro e as pedras assustadas ver meus olhos em sangue lagrimas e fel
A calmaria faz o vendo falar no sopro constante que escorrega da colinas agudas
Morro cada dia sem você nas encostas do mar lambe minha agonia na gastura da luz da lua
Me esmiunço em detritos adentes que retalha meu coração na sede do seu amor ausente
As nuvens rasgadas no céu frestas de luz invade a sala e não toca meu coração
A luz do entardecer toca a grama amarelada e na estridente agonia meu sangue corre no contraste dor
Nas batidas fracas de um coração sofredor

Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Sobre os campos de lírios frescos e Flores a luz da lua cobre
Amanhecida de orvalho e de essência duradoura
Teus são assim os olhos iluminados como pelos raios solares que se choca com o orvalho como gotas pérolas líquidas
Cheios de calma Sapiência...a vida vai se caminhando lentamente que tão neutra que não se sente
E quando a olly desperta o vulcão reacende desperta a frenesia
seus olhos visitam as flores tão soltos e singelos vê-los mais felizes a cada flor
E de no bojo das Manhãs largados no sereno banhada as flores e a vida passa em gotas
Meus anseios de ser seu dono cada dia aumenta
Olhando os amplos céus da imensidade a aseidade da saudade que você ainda não compreende....
Coração-mar além-Saudade o bosque abre a luz e salva a pétala que escorrega das rosas solitárias
entre as flores mais tristes... mais completas o amor vai recobrindo o livro branco que nossa vida ainda estar no inicio
Abrindo a porta para os desenlaces da luz
Há poemas de poemas, e um Soneto, largo minha alma depositada em uma urna e doada a ti e você não compreende

As palavras com nova carne e sangue dilatam
Sonho que façam o universo recuperar o sopro da vida em ti
O livro branco se criando colocam traços bem pespontados e as letras luam entre corpos celestes e nas estrelas somos escritos na eternidade

Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Penumbra nesta obscuridade de meia luz caminho ate você
Aroma deste perfume agradável e duradouro, imortalizado âncora da minha realidade
Poemário sublime modo de expressão deste amor
meus olhos prismas aprisionados na sua beleza mortal mirantes de ver perspetivas de deleite e agrado
Profundidades da alma encontro na rasa superfície
palavroso e extenso são meus dias com possibilidades de fracasso na conquista de ti hó amada
Um faísca de luz praguejar riscando o céus
alteridade de gratidão a cortês e gentil tentativa concedida por ti
decisões, actos e consequências sutis
Rebelará meu coração aspecto de sacrifício total para ter-la nostálgica e melancolia desprezo quero a ti somente a ti
Sua singela sensualidade me encanta e traz prazer dos sentidos
ausência de ruído e de som na inquietude dos seus movimentos
traços próprios de cada um sob o brilho do sol
E nesta ideia suas imagens uma visão do mundo
símbolo mágico quero fazer ti meu amuleto de sorte
E na Tempestade os ventos fortes, trovoadas não tocará nosso amor
poderemos nos dias difíceis tertúlia a noite toda e as palavras masas e encantadoras nos levará ao agrado um ao outro
E na nossa trilogia ufano acesso repentino, de expressão da vontade sua e aceitarei
E sem destino determinado quero correr sobre seus desejos de menina mulher

Por charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Papilos escritas mais antigas que o tempo
Os vultos desceram
As asas quebradas escadas luz em velocidade
Abismo-desespero cinzas e uma melodia melancólica na melancolia das dezoito
Escorrega o sol o horizonte vermelho purpura e o escaneio os consome lentamente sentença decretada

O ódio deles perturbadores dos nossos asseios invejosos seres rastejantes o pó se arrastam e seu ventre corre na areia mais antiga do tempo...
Pesamentos e desejos compelindo á você a querê outros sentir
Tento soprar-los para longe mais sua ansiedade os magnetiza
O tempo e o mundo da essência espiritual entre o céu e a terra é a filosofia não a compreende

Cativas e não tem selo! mata a canção como o bicudo do algodoeiro se alimentando das nuvens do amor
As sombras das nuvens mais densas se aproxima o sangue se mover la dentro sabendo seu destino
As lagrimas do futuro respinga no meu roso minhas cinzas voam em uma nuvem viaja no reveso temporal mas você não consegue ler as tabuas e de pedra ainda

Sonho no soneto pesadelo do destino ao pó retorna com medo da constância da repetição sem relógio para retornar
A noite sobre sua pele de dia óculos escuros filas de octano
Mas agora é tarde é o que vão dizer...

Por charlanes Oliveira Santos

Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó
O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial
Sem querê te deixei ir
Alimentava do seu amor como uma esponja suga a água e rejeita as bolhas
Mas a areia que eu construía nossos sonhos nevou em brasas e as cinzas são meus dias agora
Vendi-me pelo prazer sobre a luz fraca minhas mãos tateavam mas não te encontrava nas quelas frases frias
O amor em outra voz me devorava molhado na seiva doida exaustão adormecia em silencio
Os cuidados de alguém disposto me ouvir mas a tangente agora era minha, o som na velocidade dos ecos do meus próprios passos me arrependia
Compelido a retornar me se os seus olhos ainda forem ausentes