Luxo
“O maior luxo que você pode alcançar não é mostrar pros outros o que tem, mas poder escolher onde trabalhar, que horas acordar, com quem conviver, quando descansar e como viver a própria vida.”
@Suedson_Corey
A vida é muito curta para darmos-nos o luxo de oportunizar os momentos desagradáveis, pois ao fazermos isso abdicamos dos momentos que nos dão prazer.
Pregam desapego material aos fiéis enquanto acumulam mansões, carros de luxo e poder político nos bastidores do templo.
Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para pessoas que já têm renda e independência financeira. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Diga aos filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.
Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para quem já têm renda, independência financeira ou para pessoas ricas. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Se forem de média baixa ou média alta, falem aos seus filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.
Cristo não morreu para dar luxo.
Morreu para dar vida.
E quem entende isso para de usar Jesus como meio e passa a viver para Ele como Senhor.
miriamleal
O amor não é um luxo, mas o combustível primário da existência. Ele não é medido em anos, mas na intensidade das trocas. Quando todos os medos se curvarem à evidência do afeto, não haverá mais sombras, apenas a clara e irrefutável lógica de que a vida se expande quando compartilhada.
O maior luxo da vida é ter tempo para o silêncio e para o afeto, o resto é apenas ruído e superficialidade.
Administro um cemitério interno de sonhos anônimos, alguns têm lápides de luxo, outros foram enterrados vivos no esquecimento.
Existe um certo luxo em poder desmoronar sem plateia, em deixar que as lágrimas corram sem a pressão de ter que explicar o motivo para quem só entende de sorrisos. A dor é um território privado, uma propriedade onde só entra quem já teve o próprio chão roubado.
Falhar é um luxo reservado aos que se atrevem a fazer o que muitos medem esforços para fazer.
Quem nunca tentou nada ousado costuma chamar de prudência aquilo que, no fundo, é medo disfarçado de virtude.
O erro não visita os imóveis.
Ele bate à porta de quem caminha, de quem arrisca, de quem troca a segurança do discurso pelo peso da prática.
Por isso, falhar não é sinônimo de incompetência, mas de movimento; não é vergonha, é evidência de coragem.
Há os que colecionam opiniões impecáveis porque nunca precisaram lidar com as consequências.
Já os que falham carregam marcas reais: aprenderam onde o chão cede, onde o orgulho cai e onde a humildade também é o professor.
No fim, o maior fracasso não é tropeçar tentando, mas passar a vida inteira economizando passos para não correr o risco de cair.
Porque quem nunca falha, quase sempre também nunca vive aquilo que realmente vale a pena.
Tropeçar é um luxo reservado somente aos que se atrevem a fazer o que todos os outros protelam, medindo esforços.
Há quem veja o tropeço como uma falha, como um desvio indesejado de uma trajetória idealizada, limpa, sem marcas.
Mas essa visão, embora confortável demais, ignora uma verdade muito incômoda: só tropeça quem está em movimento.
E movimento, por si só, já é uma ruptura com a inércia que domina tantos caminhos adiados.
Enquanto alguns calculam demais, esperando o cenário perfeito, o momento exato, a garantia de sucesso — outros simplesmente vão.
E ao ir, erram.
E, ao errar, aprendem.
O tropeço, nesse sentido, deixa de ser um acidente e passa a ser um rito silencioso de coragem.
Não é sobre cair, mas sobre ter saído do lugar onde cair sequer seria possível.
Medir esforços, muitas vezes, é apenas uma forma elegante de mascarar o medo.
O medo de falhar, de ser visto, de não corresponder às expectativas — próprias ou alheias.
E assim, na tentativa de evitar o tropeço, muitos acabam evitando também a experiência.
Permanecem intactos, sim, mas também intocados pela transformação que só o risco proporciona.
Tropeçar exige exposição.
Exige assumir que não se sabe tudo, que não se controla tudo, que o caminho se revela enquanto se caminha.
E isso, para muitos, é desconfortável demais.
Preferem a segurança do planejamento eterno à vulnerabilidade da ação imperfeita.
Mas há algo profundamente humano em perder o equilíbrio por um instante.
É nesse breve desalinho que nos reconhecemos vivos, tentantes e inacabados.
O tropeço não diminui — ele denuncia a tentativa.
E tentativa, no fim das contas, é o que separa quem vive de quem apenas ensaia viver.
Talvez o verdadeiro luxo não seja evitar a queda, mas poder se permitir caminhar sem a obsessão de nunca falhar.
Porque quem nunca tropeça, talvez nunca tenha ido longe o bastante para descobrir o próprio limite.
2371 📜 "Ouvindo mais uma vez aquela composição que salvou o filme 'Bonequinha de Luxo', lembrei que Henry Mancini e Johnny Mercer, os Autores, nunca precisaram ter Duas ou Mais Contas em Redes Sociais (para se destacarem)!"
3552 🥸 Poizés! Num És? A GLOBO LUXO continua, apesar da 'garantia' (de Odiadores e de Fanfarrões) de que acabariam com ela. Ah, Odiadores! Ah, Fanfarrões!
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