Luto Morte
Cada um tem seu pagamento, uns recebem moedas da morte, outros cédulas de vida, e vida com abundância.
A interação Pulicidade/mídia enriquece promovendo o risco, a violência, a polarização e até a morte (airton senna, Steve Irwin etc). Ganham ainda mais dinheiro cobrindo com ar de "tristeza" os trágicos resultados e, por fim, faturam ainda mais apontando falsos culpados.
Morte culpada e inocente!
Morte nunca culpada, mas sempre presente, seja em tragédias ou no curso natural evolutivo da vida. Morreu de que? Pergunta frequente em todas as situações de “morte”, ninguém responde morreu de morte ou a morte matou, sempre existe uma justificada mesmo que inebriada de dor a morte logo e absolvida, morreu pela idade, por alguma doença ou morreu de um acidente, mas morreu de "morte" nunca é dito.
O medo da morte a raiva à sensação de impotência diante dela será certo ou errado ela não mata, mas exerce um papel fundamental nesta enigmática existência que é a vida, a morte em culturas antigas e comparada com um barqueiro que tem a função de transportar as almas.
A morte faz um papel que ninguém gostaria ou quer fazer, um papel necessário de acompanhar as almas, ao contrário do que se diz ou que já foi escrito ela não é o ceifeiro da vida, pois a cada morte existe uma justificativa nunca “morreu de morte morrida”, mesmo que incompreendida a morte é, e sempre será culpada, nunca será inocente.
Como em todo conto sempre existirá um herói e um vilão um não sobrevive sem o outro, a vida só faz sentido pela existência da morte, mesmo que trágico e cruel viver é um ato de ação e reação, de fatos e atos, eterna interpretação e incompreensão, uma viajem com várias paradas no qual o destino final de cada passageiro é a estação de nome morte.
O que se deve saber, que cada ser vivo que existe neste grande mundo tem uma missão e quando sua missão já foi realizada sua alma “espirito” evolui para outro plano, e não somos nós mortais em nossas limitações que iremos questionar o plano do Grande Mestre “Deus” e seu fraterno amor pelos seus filhos.
O maior medo da humanidade e a morte, todos temem o que é desconhecido e por vezes incompreendido, esse medo se deve a falta de poder em dominar essa força, pois um dia chegará para todos, sem distinção.
Eu exalto este Deus
E aprecio sua inteligência
Por dar a morte ao homem
Logo após a adolescência
Imagina viver pra sempre
Este ser sem consciência
Que rouba o seu semelhante
E não demonstra clemência.
Nossa vida é feita do aprendizado, dia após dia, até a morte. Depois disto não sei, ou aceito alguma tese que o ser humano apresenta, ou crio a minha própria percepção dela.
A bíblia fala de Jonas...fugiu do propósito, falou não ao Senhor, não quis, escolheu a morte. Porque morrer, fugir, abandonar, virar as costas, dizer que não aceita isso ou aquilo, é muito mais fácil do que lutar.
Algumas pessoas despertam no ventre de grandes peixes, prisões fétidas, tudo em decomposição...fundos de poços, fossos, covas.
Algumas pessoas despertam... E lutam pela vida, brigam com suas doenças, brigam por seus amores, brigam por vidas...
Algumas pessoas convertem de seus maus caminhos....
Algumas pessoas brilham, escapam de seus cativeiros, e reencontram a vida.
G.M.
Só comecei a viver quando morri.
Só vi valor na vida, quando comecei a desejar essa morte para todos os meus amados.
E quando vivifiquei me, aprendi de vidas e mortes.
Todo o meu começo, teve início no fim.
Céu, inferno. Deus, diabo. Reinos. Vida e morte. Carne, espírito. Pastores profetas, dízimos, milagres...Isso tudo só diz de um certo povo. Um povo que crê em Deus, que tem seus estatutos e os guarda. Um povo que tem em Jesus e suas palavras, as pautas para sua vida. Se você não pertence, não está em Jesus, não crê nas sagradas escrituras, se você não é praticante, não sabe, não acredita, enfim...se cale! É melhor que falar asneiras infinitas!
Fugir de pensar na morte não adianta nada. E pensar na morte também não. Não há o que fazer a não ser agradecer enquanto existe e tentar aproveitar da melhor maneira.
Cadê as minhas asas?
Uma morte que me dilacera em
Cortes pequenos do meu sol desfalecido;
Como uma rua deserta que me circula,
A única porta sou eu,
Sentada à minha espera.
Frágeis janelas que abrem e sempre fecham.
Preciso dos pássaros
Para voarmos juntos,
Hoje eu não quero o chão.
(Suzete Brainer do Livro: Trago folhas por dentro do silêncio que me acende)
