Lutarei Ate o Ultimo Minuto
Do jeito que ta, é de se estranhar
Até o Osama teve que morrer
Para seu povo os EUA explicar
Talvez seja melhor esconder
Mas não por muito tempo
Pois um dia alguem irá te achar.
Uma ventania tem tomado conta da minha vida, meu jardim que até então estava florido, colorido e perfumado, está hoje devastado. As flores despetaladas não eximem mais seu perfume acolhedor e a terra revolta fez com que o jardim se prostrasse como se o vento fosse o senhor da razão.
Trarei a lua até seus olhos
mesmo que para isto tenha que lhe carregar
adular.te e fazê-la sonhar em meus ombros.
"Sentimento"
Amor...sentimento que atrai, separa, vacila chega até a cegar. Sentimento sutil que traz consigo toda uma fantasia...completa o se encontra vazio, que aquece quando está frio e refresca depois do amor...Sentimento bandido, que foge ao controle, perde a medida, ironiza e magoa...mais no fundo perdoa...Sentimento nasceu, cresceu, lindo ficou...mais vc complicou e mentiu, me usou...agora, sentimento chora, magoado vou embora. "sentimento acabou"
E quem sabe até eu renascer
Algum dia possa me encontrar
Retomar o que me fez perder
Descobrir uma forma de mudar
Sem contar a tarde entristecer
Como não saber se retornar
Virar folhas sem ao menos ver
Sobre a capa a gota se acatar
Não entendo o que me fez calar
Se não foi minha forma de querer
Mas com tudo veio a se acabar
Eu por muito quis saber por que
Que o passado nunca vai voltar
Se que a vida é feita pra viver
Até os ratos percebem que o problema está chegando, afogando a cidade eu os vejo, tão pequenos, correndo. É sempre a mesma coisa.
Ela permanece sentada em seu sofá, apática, com seu cinzeiro cheio, mesmo que seja com as cinzas do cigarro roubado do maço dele e sua garrafa vazia de um consolo temporário, que acabou cerca de vinte segundos depois que ele virou as costas. Mesmo ansiosa por sua chegada, ela não quer acelerar um suspiro, manterá sua indiferença.
Ele sabe dizer exatamente como ela se sente só de olhar em seus olhos cinzentos, e quando ele vê que ela está sorrindo e suspirando sincronizadamente, ele parte, a fazendo miserável novamente. Ele parte porque sabe que ela sente sua falta, e nem ele sabe dizer porque ainda ainda volta. Ratos sempre voltam.
Não importa o quanto ela diga, grite, esperneie que testá-la será em vão, pois o fim já havia chegado e ela não sentirá mais sua falta pois ele já não importa mais, ele continuará a ir e voltar como se não tivesse nada a dizer, pois não importa o quanto ela minta, ele sabe ler seus olhos.
Resolveu partir. Ela. Com sua incerteza e depressão se chocando e a corroendo a cada pingo da chuva fria que toca seu rosto. Com sua garrafa vazia e seu cinzeiro cheio de lembranças da memória dele, Ela se afastará para que ele sinta saudades. Pena que não sabe ler os olhos que pertencem a ele. Ela tirou o casaco do mancebo e o vestiu com pressa, prendeu os finos e curtos fios de seu cabelo preto com um elástico que mantinha no pulso, colocou a mão na maçameta e respirou fundo, assim que abriu a porta, ali estava ele. Fingiu que não viu apesar de seus olhos brilharem e praticamente mudarem de cor ao atingir os olhos dele. Ela parte.
Ele a segura segura pela mão e pede num sussurro que ela fique. Enquanto ela o olha de cima a baixo ele entrelaça seus dedos nos dela, como se a prendesse. Ela apertou os olhos como se lutasse contra. Não conseguiu partir depois que ele riu, aquela risada tão única que franze seu nariz. Então ali, no corredor, ficou. Sua raiva hipócrita partiu. Mas aquela risada cheia de cinismo não foi a troco de nada.
“Se tivesse segurado minha mão enquanto eu me afastava, nunca teria partido.
O comum pode até me atrair, mas não me prende. Fico presa àquilo que me traz o desafio de ser diferente tbm.
Eu gosto de defeitos. Até porque todo mundo tem. E de todos os meus defeitos, não tem nenhum que eu não aprendi a aceitar.
