Luis Fernando Verissimo Sonhos
O verdadeiro monstro não é aquele que devora, mas aquele que alimenta sabendo exatamente para o que prepara os outros.
A dor não transforma todos em monstros; apenas revela os monstros que alguns estavam dispostos a se tornar.
O verdadeiro julgamento não acontece quando um homem responde pelos seus crimes, mas quando já não consegue mentir para a própria consciência.
O erro mais grave de um homem não é destruir outros;
é convencer a si mesmo de que não havia escolha
O Orgulho e o pensamento de supremacia dominam o coração humano, são sentimentos que envaidecem e prejudica o seu crescimento profissional.
Há dias não escrevo
Há dias não escrevo uma linha sequer,
para contar estória.
parece que fui tomado
por um surto repentino de amnésia.
Até aquele ”eu” invisível
que me confiava seus segredos,
seus delírios absurdos
sumiu, literalmente sumiu.
E o eu, eu,
neste momento emocionado,
coração acelerado,
com a mão trêmula tatuando
essas palavras em forma de desabafo,
num pedaço de papel amarelado.
Com os olhos úmidos
parecendo uma janela de vidro
exposta à chuva, vendo tudo embaçado.
Já imaginando o dia
em que minhas poesias
sem nexo, mal escritas e sem rimas
ganharão o mundo.
Ganharão o mundo,
como um filho fugindo de casa
para habitar, as estantes distantes de bibliotecas famosas
ou de sebos empoeirados das cidades.
É...
talvez seja esse o motivo
pelo qual,
há dias não escrevo
uma linha sequer pra contar estória.
Fotografar é a arte de:
eternizar o momento
paralizar o movimento
compartilhar um sentimento
registrar um acontecimento
Sentado à beira-mar
Sentado à beira-mar,
Com o corpo levemente curvado
Braços apoiados em suas pernas
Com o livro da vida nas mãos
Olhar perdido por trás das lentes
Alheio ao vai e vem dos pedestres
Que vez ou outra param para fitá-lo.
Sentado à beira-mar,
Alheio ao vai e vem das ondas em sua retaguarda,
A aurora e o arrebol,
A noite enluarada acendendo as estrelas,
O orvalho e a chuva,
A brisa suave e a ventania.
Sentado à beira-mar,
Inerte, dia após dia, integrado ao seu silêncio
Divagando em sua própria quietude
Sem preocupação com o tempo
Seu tempo agora é eterno.
E agora Carlos?
Que não há mais pedra em teu caminho...
Drummond e agora?
E agora que você se foi
Poesia não escreve mais...
Carlos... E agora?
E agora você?
(homenagem póstuma ao grande poeta Carlos Drummond de Andrade)
A pseudológica do simulacro da mídia, numa orquestra de modificações e reproduções de uma vontade inconcebível; autoflagela-se; corrompendo o próprio ser. A realidade, de tanto se confundir sobre o que se é, virtualizou-se; prefere viralizar axiomas do que buscar seus pilares no próprio submundo.
Senhor...
Eu sei que estas aqui
E o Teu amor me faz sentir
tua presença em mim
Mesmo sendo algo tão grande
Eu Te esqueço em meu pensamento
O q posso ser a ponto de esquecer
quem me faz viver
E me chama pra vencer
Vem Senhor mais uma vez
E não me deixe esquecer
O tu sentes por mim
O q eu sinto por Você
Vem senhor mais uma vez
E me faz crer e me faz entender
Tudo aquilo q tu fazes
Quero um dia ver e poder agradecer
O sábio nunca pensa em voltar atrás,pois sabe que os planos e o entendimento de Deus são maiores que seus anseios.
