Luis Fernando Verissimo poemas Sonhos

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Quando alguém te tentar enganar, comunica o erro, regista o ocorrido e ajusta a distância.

©07 mar.1999 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Os caminhos errados não nos definem; define-nos a direção que escolhemos corrigir. Por isso digo que o erro é um evento e a direção corrigida é a nossa identidade.
Sejamos fortes. Seja forte.

©10 ago.1996 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Viver é ajustar modelos ao mundo, corrigir erros com coragem e avançar com cuidado no que podemos transformar.

©17 mar.1997 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Morte é mudança de forma do vínculo, o corpo parte e o significado fica a pedir nova morada.

©12 set.2001 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Se alguém algum dia te chamar doido, devolve com simpatia; o rótulo é deles, a serenidade é tua.

© 04 jan.1992 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Cada vida conta para a felicidade comum e cada felicidade comum conta para a felicidade coletiva.

©17 fev.1995 | Luís Filipe Ribães Monteiro

"Entre o frio que rengueia e o sol de verão,
o gaúcho encontra calor na tradição.
Chimarrão ao amanhecer,
e a vida inteira para agradecer."

Os ditadores ensinam por contraste, exibem o custo da concentração de poder e a necessidade de limites que os travem. São homens secos; os que lhes dão voz, também. A resposta é memória, instituições firmes e cidadania que não terceiriza a consciência.

© 08 set.2004 | Luís Filipe Ribães Monteiro

As Religiões não podem nem devem sobrepor-se à Ciência no que afirmam sobre o mundo; os valores pertencem à fé, os factos ao método, e quando há conflito factual deve prevalecer a evidência.

© 05 dez.2001 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Se eu fosse mosca, aprenderia entre gigantes distraídos que a empatia protege.

©13 jun.1995 | Luís Filipe Ribães Monteiro

No meu Rio Grande tudo é tri legal,
Alegria maior é vencer no Grenal;
Se perder… deu pra ti,
Mas o orgulho segue aqui.

Bolo é torta, mexerica é bergamota,
O frio, bah! de renguear até cusco na grota.
Pão francês? Aqui é cacetinho,
E no CTG o patrão recebe com carinho.

“Barbaridade!” é mais que expressão,
É jeito de viver, é voz do coração.
Antes mesmo do batismo decoramos o hino,
Pois ser gaúcho é tradição e destino.

Chimarrão de manhã, doce melodia,
Churrasco no almoço, festa garantida;
E quando a noite cai, acalanta as canções,
Entrevero e abraços aquecem corações.

No meu Rio Grande é tudo tri legal,
chimarrão, churrasco e calor fraternal.
Ser gaúcho é mais que tradição,
é viver com alma e coração!

Bah, que alegria sem igual,
chimarrão na roda, churrasco no quintal!
Ser gaúcho é viver sorrindo,
com coração sempre aplaudindo.

A felicidade cresce quando se reparte; vínculos seguros, propósito claro e pequenos hábitos estabilizam o humor.


Desta forma, amplia-se por contágio prosocial; vínculos estáveis geram confiança, a confiança favorece a cooperação, e a cooperação sustenta a saúde mental e o bem-estar duradouro.




© 01 nov.2007 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Numa aula de gestão disse:


Os dados tornam-se informação quando contextualizados; a informação torna-se conhecimento quando sustentada por modelos; e o conhecimento torna-se inovação quando testado no mundo com experimentação.


É assim que a informação funda a gestão: medir, modelar, decidir, experimentar e aprender em ciclos curtos.



©21 out.2023 | Luís Filipe Ribães Monteiro

A dor é informação, um sinal nociceptivo que, sem contexto, vira lesão; compreendida, converte sofrimento em adaptação.


A dor, também, não é nossa inimiga; é a sombra do que nos importa. Quando lhe damos nome e lugar, deixa-nos partir e começa a ensinar.



© 01 nov.2025 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Perda é o intervalo entre o que foi e o que ainda não sabes como vai ser, atravessa-se passo a passo, não por atalho.

©10 out.2020 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Em tempos de ruído, sanidade é combinar informação e conhecimento com cuidado e limitar a ação àquilo que controlamos.

©11 nov.2005 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Saudade é amor em estado de trabalho, dói enquanto reorganiza a presença de quem falta.



©25 jul.2020 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Do meu primeiro amor,
Platônico, por assim dizer,
Eu gostava mais da saudade
Ou dos olhos,
Ao certo não lembro.