Luis Fernando Verissimo poemas Sonhos
A dominação do homem pelo homem não nasce na força daquele que domina, mas na ausência de consciência daquele que é dominado, o que produz a invisibilidade das grades do sistema de dominação. Por isso é necessário História!
Para aquele que se considera sem conserto, e já se conformou em ser torto, tanto faz que esteja vivo ou que esteja morto.
Tantos anos de casado e hoje senti uma enorme vontade de me apaixonar-me novamente por alguém, ter de volta sentimentos que o tempo levou.
Para aprender, antes tenho feito tudo errado, ser julgado tem sido rotina do dia dia. As pessoas apntam tanto o dedo como se a vida tem dado manual de instrução.
Toda vez que eu tentava mostrar que estava capacitado para fazer alguma coisa, aí vinha alguem e mostrava que estive enganado.
Ao passar os olhos vais reparar na superfície a beleza, entretanto será só nas profundezas que notará a essência. Em se tratando de coisas sérias, o conteúdo sempre supera a forma.
A grandeza de um ser humano não está em seus acertos, mas sim no reconhecimento dos seus equívocos e nas providências que ele toma para corrigi-los.
Queremos que todos sejam iguais, mas não é que nos sentimos melhores quando somos considerados diferentes dos demais por causa de uma pose ou de uma posse?
A incerteza da vida tem como antídoto a esperança.E ela seria uma das maiores forças humanas se não fosse o veneno do medo. Porém existem duas esperanças : uma que se assemelha a espera, por um golpe de sorte por exemplo, como se não fosse preciso esforço para merecer algo bom. E há a esperança que trata da confirmação do nosso potencial vitorioso graças às nossas virtudes.Não esquecer que o futuro não é a unica alternativa de salvação, é imprescindível saber viver o presente, pois é essa percepção que diferencia o que é efêmero do que é permanente .
Pero no hablemos de hechos. Ya a nadie le importan los hechos. Son meros
puntos de partida para la invención y el razonamiento. En las escuelas nos enseñan la duda y el arte del olvido. Ante todo el olvido de lo personal y local. Vivimos en el tiempo, que es sucesivo, pero tratamos de vivir sub specie aeternitatis. Del pasado nos quedan algunos nombres, que el lenguaje tiende a olvidar.
