Lua Sol Estrela
SÍNDROME.
Sol mais forte que a lua
sem a chuva nada tem
o nordeste só recua
e a esperança também
onde a seca continua
tem gente que se insinua
promete, mas nunca vem.
O sol já esta se pondo, a lua vem surgindo no horizonte as estrelas comessam a brilhar ainda caminho sem rumo,não sei onde vou chegar. Nuvens negras no céu separava o amor de um sonhador, cobriram a lua e o brilho desapareceu, a lua lutou por trás da escuridão, queria dar luz ao sonhador. Quando chega a madrugada, sempre me vem a sensação, de que a vida é tão quieta, tão calma, tão vazia. Noite sem sono, versos sem razão nos rastros do tempo perdido na escuridão.O sonhador lançou seu grito que ecoou no infinito,por mais escura que sejas não podes impedir o amanhecer. Não há derrota que derrube, quem nasceu para vencer. O céu então se abriu, o sonhador sorriu, a lua vermelha flamejante, transmitia alegria gritante, aos olhos do sonhador que também brilhavam com tanto esplendor. Boa noite.
"Te amarei enquanto existir uma estação,enquanto existir uma lua,enquanto existir um sol,enquanto existir um amanhã ,enquanto existir um futuro e te amarei enquanto nossas vidas existirem "
VIDA
A cada dia
Quero o sol e a lua...
Quero o ar e o mar...
o açúcar e o sal.
o beijo puro ao olhar singular
dos seus olhos.
Quero tudo...
e o nada nem cogito.
Busco o riso mas o choro
é um risco iminente,
neste agito vivo intermitente.
Sobrevivo à quedas improváveis
em sensações imprevisíveis;
Indissipável dentro de mim.
Eis a emoção de viver
a cada dia.
É sempre, assim, vamos florindo portinhas pra nos dias de sol e, em noites de lua, possamos juntos sorrir.
"Quero te dar tudo que significa a palavra amor,
dar a lua,o sol,as estrelas
o dia , a noite
dar o ar que respira pedindo mais amor
dar todas as flores desse mundo,
e vou te dar toda felicidade
e todas as alegrias de viver,
e junto te darei sorrisos ,
que iluminaram a sua alma,
lhe darei as montanhas e o imenso mar,
para que possa me encontrar em todos os lugares
darei a ti noites apaixonantes ,
assim você se sentirá amada por completo,
lhe darei mil razões para viver esse eterno amor"
Vamos fazer um poema clichê
Meu sol, meu sol, minha lua
A culpa das borboletas no estômago sempre foi tua
NENHUM TEMPO
Nenhum momento,
Nenhuma chuva,
Nenhum vento,
Nenhum sol,
Nenhuma lua,
Nenhuma rua,
Nada e ninguém,
Daqui ou do além
Vai me fazer esquecer
Do que tão bonito vivi,
Do que infinito eu senti,
Com este guri que bem
Aqui conheci, que amar
Eu aprendi e que ainda
Tanto amo e clamo bem
Além do plano humano!
Guria da Poesia Gaúcha
Meu amor.
Tão formosa tu és, como o sol e a lua você veio iluminar meus dias e noites. Como as estrelas lá desse infinito céu você trouxe o brilho em minha vida.
Oh! Formosa Mulher que me mantem prisioneiro de mim mesmo, por que me alimentaste com o amor.
Agora por fim tu ainda és como o sol e a lua, porém como um sol que queima devastando tudo a sua frente e como a lua solitária e fria.
Bela época que se foi
O sol nasce e antecessoramente a lua logo desaparece. O mundo que antes frio ao ser tocado pela brisa da noite, agora frio ao ser iluminado pelas luzes do sol, nem à noite nem o dia aquece este mundo que se tornou frio aos encantos da lua acompanhado pelo brilho das estrelas e ao calor dos raios solares.
Vivo hoje nesse mundo que perdeu os encantos dos homens, a magia da vida, às vezes ignorada e maltratada, o brilho da esperança se esvai pouco a pouco e a vida persistentemente se renova a cada dia.
A vida neste mundo está sem festejos como os de antes, as vestes não são como antes em um tempo que passavam uma imagem, mesmo nas piores índoles presentes naquele que a vestia, uma elegância exuberante e trazia beleza de forma recatada, hoje as roupas “tem o objetivo de valorizar” o corpo muitas das vezes de forma exagerada, na verdade são bonitas, mas não acho que as consideradas “evoluções” sejam melhores do que as de antes, são incontáveis às vezes em que casualmente esses trajes nos expõe a situações onde partes que propositalmente deveriam estar cobertas.
Pergunto-me para onde foram aqueles espartilhos que moldavam o corpo da mulher e era auge, onde está aquelas belas saias volumosas que davam charme e elegância no andar e nos deslizes que mostravam a perna com extrema cautela, charme e respeito.
Lamento essas mudanças, não sou machista muito pelo contrario, mas nós mulheres temos diferenças, o charme é diferente, os traços corporais principalmente, então o que levou ao uso de calças tão apertadas que ao invés de facilitarem às vezes alguns jeans acabam dificultando até mesmo um simples movimento. Não vejo beleza nos trajes de hoje como nos de antes.
"Não gosto de nada morno, ou a coisa é quente ou gelada. Gosto da lua, mas amo mesmo o sol, aquele que arde na pele, porque pra mim dia de chuva só é bom se for pra ficar na cama, de preferência acompanhada. E esse acompanhamento pode ser um livro, daquelas leituras que você não consegue parar de ler, ou pode ser um filme, mas filme bom tem que me fazer morrer de rir ou de chorar. Adoro ficar horas no telefone, mas prefiro pessoa que fala e olha nos olhos. Gente com expressão, que dá risada alta, que gesticula para falar e sabe ser charmosa até quando chora. Gosto de viajar e conhecer lugares, mas odeio museus, pois adoro o ar livre. Sentar no banco da praça, piquenique, praia, modernidade, gente de hoje, roupa da moda, gírias do momento. Não me apego mais no passado e não tenho me importado com o futuro, como se não houvesse começo nem fim. Não perco meu tempo pra pensar ou achar explicação pra vida, só quero mesmo viver o hoje e ser feliz como se deve ser."
SENTIDO
Eu aprendiz de mim sou só,
refaço-me como a lua na espera do meu sol,
eu escolha de mim sou sem sentido ,
respondo com ausência de mim,
o que me perguntam com agito,
eu esperança de mim sou sonho,
vivo na saudade do que sinto,
na espera do destino,
na tarde com vestígio do ontem sem fim,
eu caçadora de mim nunca resisto,
procuro e não me acho,
reflito e não existo,
eu ilusão de mim sou segredo,
vou em busca do sentido,
da razão que reflito,
da emoção em conflito,
eu conclusão de mim sou mistério,
que o destino vem sentindo,
em mim traduzindo....!!!
Você
Você é luz que ilumina minha alma
É luz que me seduz
É lua e sol que me alegra
É caminho que traz amor
E paz que traz alegria
Você é tudo que preciso
É saudade é amor
É fogo é paixão
É amor de sempre em minha alma.
TIRE UM DIA PARA OLHAR:
*O POR DO SOL
*A LUA
*AS ESTRELAS
*ATÉ MESMO QUANDO ESTIVER
CHOVENDO
*REPARE BEM A NATUREZA
*TENHO CERTEZA QUE VAI VER A DIFERENÇA
*ATRAVÉS DO TEMPO
*E POR AI É QUE SE PERCEBE AS MUDANÇA CLIMÁTICA
*TIRE UM TEMPINHO PARA VOCÊ
*APROVEITE O SEU TEMPO
*FAÇA O SEU TEMPO
*OLHE A ÁGUA DOCE DE TÃO BOA ESTÁ SE ACABANDO
*E A SALGADA REPARE BEM!!NINGUÉM VER FALAR NISSO
*PENSE E REFLITA
*COMO É A NATUREZA!!!
Um tributo a Maria
A lua simplesmente reflete o brilho do sol quando ele se põe, quando a escuridão da noite dá os primeiros sinais. Assim como a lua, Maria, mãe de Jesus, reflete de maneira singular o brilho da Luz divina no universo cristão. A lua não possui brilho próprio. Ela apenas reflete o brilho do astro rei como que se fosse a serva dele a indicar-nos que mesmo oculto a nós, o sol está sempre presente a circundar o nosso lar, a inundar de luz as criaturas de Deus. Assim como o nosso sol, Jesus também nasceu e morreu para garantir a vida da humanidade pecadora. O sol aparece e desaparece ininterruptamente. Nasce para uns hoje, para outros amanhã, mas nasce para cada um de nós diariamente, como que se fosse a própria hóstia consagrada pelo Sacerdote em memória de Cristo. Mas isso não significa que ele não esteja presente quando se põe. Ele apenas se oculta a nossos olhos por um tempo, deixando à sua mais perfeita serva, a lua, a incumbência de refletir a sua luz, levando-nos a entender que temos o nosso papel a desempenhar, que a escuridão existe e que devemos ser luzes no mundo. É como que a lua nos aconselhasse: “Como eu, digam sim à Vida. Resplandeça em voz a luz divina diante do mundo. Façam o que Ele vos ordenar”. Quando o sol desponta, a lua discreta se resigna, parecendo entender sua condição de serva. Interessante notar que, embora a lua às vezes se faça presente no céu com o sol, ela praticamente some aos nossos olhos devido ao brilho incomparável desse astro. E assim raramente notamos a sua presença. Sim, o sol é o protagonista principal, enquanto a lua, a principal coadjuvante. Como a lua, Maria reconhece o senhorio de Jesus e entende que ela é apenas serva que necessita da luz de Cristo para que possa brilhar. Brilhar não para si, mas para ser guia dos que se encontram nas trevas. As estrelas, embora possuam brilho próprio, apenas se mostram quando o nosso sol se põe, quando o escuro da noite se faz presente. Perto dele, elas parecem não fazer questão de brilhar. Ao contrário dos anjos que se rebelaram e caíram, elas permanecem, posso dizer, humildes na presença do astro Rei. A elas, cabe o importante desígnio de adornar a lua mãe como anjos em volta de Maria, parecendo indicar-nos que, embora nas penumbras de nossa fé que às vezes vê nuvens escuras entrepostas ao céu impedindo-nos de ver a claridade do sol, elas continuam lá, brilhando ao lado da lua na companhia do sol que nos momentos de cegueira não conseguimos contemplar. Muitas vezes nossos pecados nos impedem até mesmo de ver as estrelas e o próprio céu, mas a experiência de uma noite estrelada ou de um dia ensolarado é inesquecível, porquanto funde-se às nossas almas e nos impele a acreditar quase que por vista no que por vezes não conseguimos ver. E por mais que as nuvens sejam escuras e espessas, por mais que tempestades se apresentem, sabemos, porque vimos, porque lemos ou porque ouvimos, que há um céu além das nuvens. Núvens que só obscurecem, mas que não são capazes de cegar-nos definitivamente, pois, se comparadas ao sistema solar, não passam de fumaças que não resistem ao sopro do Espírito Santo. Não podemos esquecer que há um céu, que há uma lua e que há zilhões de estrelas além dessas fumaças escuras que por vezes diminuem a nossa fé. Mas pensem um pouco: se nos desprendêssemos de nossos corpos terrenos e nos elevássemos para muito alto, bem acima do lar onde habitamos, veríamos então por cima das nuvens um sol que na verdade nunca se põe, onde estrelas sempre brilham e onde a lua reflete sempre a luz desse sol. Veríamos então que não há noite, mas tão somente dia, um dia eterno, um céu eterno. Seríamos então como que anjos no céu, fazendo companhia a Maria, aos espíritos puros e às almas dos justos que habitaram um dia nesta nossa casa chamada Terra, mas que dela se desprenderam, aprovadas e iluminadas pela Vida. “Pois em Cristo há Vida, e a Vida é a luz de todo homem”.
