Loucura
A inovação é vista como loucura ou errado aos olhos de mentes retrogradas, o novo parece loucura até que seja útil.
É na minha loucura, esta doce e louca sensibilidade que falei verdades e escondi sentimentos...
Brinquei de não querer amar, por medo de sofrer e perder o que nunca tive.
Infinito breve é meu tempo que corre num constante desatino de querer viver...
Talvez estas linhas ainda estejam em um estado crisálido...
Quero apenas deixar claro que minha loucura tem um nome, tem um motivo real e sigiloso. Guardado em um passado cruel que me rasgou a alma.
Um dia não muito distante tu saberás que minhas palavras sem nexo foram minhas mais profundas doses de querer viver e amar de viver para todo sempre contigo... Um anjo, o meu anjo.
Texto: Re Pinheiro (Copyright©) - Texto protegido pela Lei do Direito Autoral nº 9.610/98 - Por favor, reposte com o crédito! Imensamente grata!
Abrir mão de um relacionamento não é loucura. Loucura é diminuir-se pra caber em relacionamento que claramente não é teu número. Loucura é abrir mão dos seus princípios e valores pra ser aceito. Loucura é sufocar sua identidade para ser marionete nas mãos dos outros. Loucura é engolir a frustração diária de não poder ser quem você é. Loucura é afogar-se na tristeza de ter que abrir mão dos sonhos que te mantém viva. Loucura é aceitar uma vida morna e se permitir morrer aos poucos.
Na minha ansiedade tenha paciência e na minha loucura me traga paz e me perdoa se eu fingir demência mas tem assunto que machuca demais 💔
Às vezes fugir é prudente, às vezes é covardia. Às vezes enfrentar é loucura, às vezes é libertação. No entanto, fugir também significa estar preso a algo ou a algum lugar. Pois, ao fugir, ainda se carrega o peso daquilo que se evita. Enfrentar, por mais insano que pareça, pode ser a única forma verdadeira de se desprender — ou de ser devorado.
Filosofia: pensar é um ato perigoso
Pensar até o fim sempre flerta com a loucura. Friedrich Nietzsche foi chamado de insano não por ter perdido a razão, mas por tê-la levado longe demais — a um ponto onde as convenções morais desmoronam. O pensamento radical assusta porque dissolve as narrativas que sustentam o poder, a religião, a moral de rebanho.
O mundo prefere a razão morna, funcional, administrável. A lucidez verdadeira é incômoda: ela revela o vazio por trás dos discursos, a fragilidade das verdades oficiais, a teatralidade das instituições.
Eu chorei por alguém que não morreu.
E isso parece loucura para quem nunca sentiu.
Mas quem viveu sabe:
existem partidas silenciosas
que deixam marcas mais profundas
do que muitos adeuses definitivos.
Porque a esperança demora para morrer.
E enquanto ela respira,
o coração continua esperando
o que já não vai voltar.
Equilíbrio no limite
Os dias estão às raias da loucura,
Estamos vivendo todos no limite.
Em meio a esses momentos de amargura,
É um peso que ninguém admite.
Buscam-se meios de sair da letargia,
E quebrar esse ciclo de sobrecarga,
Enfrentar o que antes eu temia,
Largar o que pesa nessa descarga.
É preciso acalmar o sistema nervoso,
Respirar constante e na mesma cadência.
Fazer o contrário é deveras perigoso,
Melhor manter a calma numa só frequência.
É um desabafo de todos nós isso,
Não podemos segurá-los sozinhos.
É urgente, não sejamos omissos,
Sejamos as águas que movem moinhos.
E juntos façamos esse compromisso!
Raimundo Nonato Ferreira
Maio/2026
Que loucura é essa que a minha cabeça cria expectativas onde nunca me deram?
Que loucura é essa que a minha cabeça cria um laço de amor onde não existe?
Que loucura é essa, que loucura é essa?
"A loucura é um estado temporário que o tempo e a sabedoria podem curar. Já a estupidez convicta é uma escolha permanente. Afinal, os loucos às vezes se recuperam, mas os tolos e ignorantes morrem abraçados à própria ilusão."
— Ginho Peralta
Não existo sem minha loucura.
O hospício se torna a base do reino, mesmo assim, me questiono se esse é o meu lugar.
Melhor viver mais um dia e sonhar em fugir, mas sei que o dono da caneta não me permite.
Mundo Absurdo
Nesse mundo absurdo
De loucura e submundo
Nas falsas felicidades
E egocêntricas satisfações
O ser humano se afoga
Nas águas do abismo
Com ventos sombrios
Na liquidez das relações
Como produtos em promoções
Se entrega ao absurdo
Que cobre este mundo
De dores talvez
De alegrias as vezes
De ilusões permanentes
De vazios existentes
Finito se vai o ser humano
Nesse mundo absurdo
De loucura e submundo
Sem sentido, ser cor
Sem vida, sem amor
Onde o desejo impera
E a sinceridade se desespera
Pois o medo se sentir
É o que rasga
O peito do que ama
Mas usa os outros com fama
De não se apegar
Nesse mundo absurdo
De loucura e sem futuro.
“A lógica que esquece a vida pode tornar-se uma das formas mais refinadas de loucura.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A verdadeira loucura talvez esteja em fingir sensatez quando a alma pede leveza.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Nem toda fantasia é loucura; algumas fantasias são pontes frágeis que a alma constrói para atravessar o luto.”
Do livro Bonecos Reborn — Quando a Fantasia Assume o Lugar da Realidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A loucura foi muitas vezes tratada como ameaça porque a sociedade preferiu conter a dor antes de aprender a ouvi-la.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Um teor de requinte altamente refinado e psicodélico, com uma certa nuance de loucura pairando sobre um lençol dançante, onde cores líquidas escorrem pelas bordas da realidade e os pensamentos flutuam como fumaça em um quarto iluminado por néons impossíveis. A atmosfera pulsa em frequências abstratas, misturando elegância decadente e delírio artístico, como se o próprio tempo estivesse embriagado pela beleza caótica do instante.
