Logo ali na Proxima Esquina
Ali, diversos empreendimentos sobreviveram durante anos, abastecendo a população local em suas mais variadas necessidades; lojas de roupas, sapatos e acessórios, com todos os formatos, cores e tamanhos para os gostos menos exigentes;
Sente-se agora,
Sinta-se com vontade,
Sossegue e levante sem alarde,
Ainda não é tarde
Para aliar, para obter, para habitar.
Sonhos não entram em nossos corações para ficarem ali, ocupando espaço, como algo que fica num fundo de um bolso esquecido, ou numa gaveta guardado, mas sim, entram em nosso coração sem nos pedir licença, para serem realizados.... É uma morada temporária
Somente olhando
para os nossos erros do passado
é que percebemos a lógica de
certas lições ali produzidas...
Embora consolidá-las só seja
possível olhando para
a frente!
Sempre ali , simples porém elegante.
Com jeito carinho de se expressar , de forma imperceptível linda ...
Olhe ali é a vida sentada à beira de uma estrada já triste de viver e cansada o tempo a Tenta convencer a levantar e prosseguir só mais um pouquinho diz o tempo mas a vida fraca e esgotada não consegue se erguer a vida parece desistir à beira de uma estrada e quando tempo percebe que não há mais o que fazer para tentar convencer a vida e o tempo simplesmente segue seu rumo deixando a vida para trás porque o tempo não nunca para.
Neste caminho observamos os fatos, a vida alheia, as paisagens; quando percebemos que ali mesmo estávamos construindo a nossa própria história. O tempo do agora é o que importa, tudo o que passou não voltará, não temos o futuro, somos o que somos.
Ao final da vida percebemos que o arrependimento se deu por aquilo que não fizemos, pelo que deixamos de realizar pelo medo da crítica, do insucesso. Os nossos passos devem ser firmes, deixando marcas para a eternidade, calcados em nossa essência. Os passos mais firmes são aqueles do presente, quando o vivemos intensamente, em total consciência.
Prefácio do Livro Passos Reflexivos, Memórias Eternas - Poemas.
“As vezes apenas me deixo levar …
sonhar ainda é gratuito, para realizar é preciso se colocar ali, imaginar que vai dar certo “
#bysissym
Olho para o letreiro ali no Laranjal,Composto por seus lindos ladrilhosNo seu colorido especial,Mas não mostra a cidadeCom seu contraste social.Pelotas, cidade do doce mais doce,Da baronesa e de barões,De lindos teatros e de casarões.Onde o asfalto passa bem longe de mim,Ali no Parque Una e na Dom Joaquim.Cidade glamourosa com seu chafariz,Do bairro Areal onde um dia fui feliz.Também do bairro Quartier,Planejado por Lerner, quase um bairro privê.Mas a elite esconde o que não quer ver:O lado feio de Pelotas, que fingem não ter.E o cara ali comendo lixo?Ah! Desses ninguém quer saber.É. Ninguém quer saber.O contraste é nítido na mesma calçada,Riqueza maquiada, miséria escancarada.Cenário europeu para quem tem dinheiro,Enquanto o irmão sobrevive do bueiro.Doce Pelotas, mas o gosto é amargo,Quem tá no topo não olha pro de baixo.E o lado feio de Pelotas, que fingem não ter?O cara ali comendo lixo?Ah! Desse lado ninguém quer saber.É... Ninguém quer saber.Ninguém quer saber.Passa o vidro fumê e fecha a janela.O Una brilha, mas a fome tá na esquina dela.É... Ninguém quer saber.
É como se as paredes sussurrassem histórias antigas, lembrando-nos delicadamente que o tempo ali já cumpriu seu ciclo, e agora é hora de virar a página e embarcar em novas aventuras, onde novos capítulos aguardam para serem escritos.
#O. #CHAFARIZ
Quem sabe do menino que por ali passou?
Águas a fluir...
Ele contemplou...
No largo da matriz com o chafariz se encantou...
E a passado voltou...
Havia algumas flores em volta daquela fonte...
Pássaros cantando alegremente...
Sorrisos de trauseantes...
Gargalhadas de crianças brincado de pique esconde...
O sol nas águas formava um arco-íris...
Pura magia...
Lento, lento...
Sacudindo os sonhos...
E nossos desejos...
Eu só queria voltar um tempo atrás...
Subir nas árvores que hoje não existem mais...
Escutar as bandas de outrora...
Me despertando junto com a aurora...
Me lambuzar na maçã do amor...
Algodão doce comer com gosto...
Balançar na barquinha para tocar o céu...
Brincar no carrossel...
E quando eu avistava a nuvem escura...
Desenhava no chão o sol pra não vir chuva...
Sentia-me mais feliz noutro tempo...
No percurso do silêncio do chafariz...
Hoje, diante de sua muda memória...
Me sento...
E fico em paz...
Sandro Paschoal Nogueira
"E ela, que pescou um peixão e deixou escapar.
Preferindo montar um burro chucro que por ali pastava."
☆Haredita Angel
Aquela noite de luar
Em estado de inocência, eu ouvi
pela primeira vez a voz do amor.
Alí bem pertinho, bem do meu ladinho...
Com aquele sorrisinho bobo no canto do lábio...
Tão e só seu!
E, aquela canetinha indígena que você me deu
um dia com o escrito: "Amo Você!" (ainda tenho).
Meu coração dizia que: Era Você!
Meu rosto corado denunciava que :Era Você!
Nossos abraços de fingidos amigos anunciavam
à todos que: Seríamos Nós!
Eu bisonha, desastrada, atrapalhada,
não soube fazer acontecer...Nem você!
E a lua coitada, perdeu uma casal naquela noite de luar!
☆Haredita Angel
#Ouvi #dizer #que #o #tempo #não #volta #atrás...
Enquanto podia e estava ali...
Meus sonhos sempre estavam a florir...
Não me diga que não está na hora...
Não sei se fico ou se vou embora...
Se me acho...
Se me perco...
Se me dou assim...
Meio sem jeito...
Fazia questão de transparecer...
Em cada tentativa e em cada sorriso...
Todos dado sem retorno...
Tanto eu tinha a lhe oferecer...
Enquanto podia de mim desfazia...
Como um tolo eu me enganava...
Verdade dura e cruel...
Que eu não encarava...
Mas a ponte se quebrou...
A porta fechou...
Amor acabou...
E coração endureceu...
Já não mais é seu...
Adeus...
Sandro Paschoal Nogueira
