Logo ali na Proxima Esquina
O Sherr Souleymane Ali Sherr, disse:
"Na verdade, As pessoas da falsidade {os perversos}, abandonam a verdade por medo de perderem os seus interesses mundanos"
Que Allaah Tenha Misericórdia de Nós!
………………………………………………
O meu lugar é aqui, é ali, aculá, é onde minha consciência me leva, onde a serenidade reina, e a felicidade espreita. O meu lugar é um lugar só meu, me pertence, me exaltece, me preenche... Ninguém pode me tomar.
De repente, eu pensei em você. Não estava fazendo nada, estava ali, olhando pro tempo, esperando a hora passar pra ir pro trabalho. Não sei por quê, mas você sempre está ali, na hora que não espero, no momento que nem era para estar. E sabe, mesmo que muitas vezes você me venha numa hora errada, mesmo que muitas vezes você me apareça de surpresa, eu ainda entendo, foi pra isso que você veio. Você veio pra me dar uma felicidade diferente, uma alegria contagiante que me coloca vivo. Você veio pra me dar essa vontade de continuar seguindo em frente, sabendo que, em algum lugar alguém pensa em mim. Pessoas exercem essa função na vida das outras, elas são como um sopro de vida a mais, uma ilusão que a gente precisa ter para continuar de pé, com vontade, alegria, singularidade e amor. Pessoas que nos amam são as que mais nos colocam cientes do porquê de estarmos aqui. E como é bom poder sentir isso, e de quebra, devolver essa vontade também. A gente ama um inteiro, ama um todo, ama aquilo que a gente vê, mas eu aprendi a te amar em partículas.
Ricardo F.
"A vida é assim..Uma hora um tombo aqui outro ali e quando vc menos espera aparece alguém,que vai te mostrar que tudo é diferente,alguém com mesmo gostos,mesmas vontades,mesmo desejos,mesmo objetivos e vai fazer percebermos o quanto ainda podemos ser felizes e nos fazer sentir assim.."
vÊ mais longe a gaivota que voa mais alto
Que fiz eu até agora?
Que farei até mais?
Com oque alimentei meus sonhos?
Oque me torna grande? e, se grande me torna porque me sinto ainda tão pequeno?
Quero ser mais, quero ser maior, e quanto maior eu ser, menos eu quero me sentir... para poder ser maior.
Quero voar mais alto, como as gaivotas da minha irmã.
Quero ver mais de perto as coisas que se dão ao longe e ultrapassar essa imensidão que me separa de tudo oque eu posso ser.
Quero responder todas essas perguntas, porém, nunca com as mesmas respostas.
Eu quero eu, sendo eu, ser maior que um dia ja fui e melhor que um dia serei.
Não quero que me digam por onde devo ir, só quero ir e ver por onde fui. E se doer? que doa! pois nunca mais há de doer novamente.
E se eu tiver que aprender algo que me ensine então a vida, a tão aclamada professora que com seus métodos ou ensina, ou ensina!
Não quero olhar pra trás e me ver, quero olhar lá e não me R E C O N H E C E R.
Não quero me perguntar: Como cheguei até aqui? quero mesmo é me desafiar a ir mais longe, mais alto, mais...
O pai dele estudava ali perto da igreja e ele ia junto. A mãe já falecida deixara os dois no apartamentinho de aluguéis atrasados. Conforme os anos iam passando ele ia ganhando mais confiança para andar pela faculdade. Primeiro sentava no corredor onde recebia cafunés dos professores de contabilidade, depois ganhou a cantina com a televisão de som baixo, e mais pra frente o jardim. Roçando a sola do tênis nas pedras úmidas notava sempre uma luz acesa no prédio do outro lado da rua, apenas isso. Por conta de uma aula que um dia não teve, prova que o pai sorriu ao saber do adiamento, agendaram para uma tarde, uma semana mais para frente. Neste horário muitas salas ainda estavam trancadas, mas os fins dos corredores eram menos assustadores. Olhou para cima e viu dois olhos dentro de um capuz vermelho que se esconderam ao serem flagrados. Curioso, caiu os olhos para a recepção do prédio e notou enfileirados alguns seres com as mesmas roupas vermelhas que tentavam disfarçar de forma um tanto engraçada as suas entradas no grande edifício espelhado. Colocou então, pela primeira vez, os pés desacompanhados na rua e com o coração saltitando pegou a primeira escada que encontrou. Pelos degraus cruzou com uma mulher careca que carregava desequilibrando várias xícaras e louças. Subiu sem portas para sair, até que chegou ao topo. Lá os grandes encapuzados tomavam seus chás e conversavam, repetindo uma única e mesma palavra. Engatinhou por entre as pernas mas engatou em uma das sandálias e foi puxado de surpresa pela gola do casaquinho com estranha leveza. Ao ser indagado com um “glunck” teve a ideia de repetir o mesmo som. Todos da mesa ficaram pasmos. O da ponta então levantou da mesa com dificuldade e trouxe um manto exatamente do seu tamanho aos aplausos de todos. Tomaram chá com calma e depois, um a um, foram pulando lá de cima e entrando nas janelas de outros prédios mais abaixo. O menino com medo de voar desacompanhado pela primeira vez, tentou descer o máximo que pode pelas janelas, mas resvalou e foi parar no jardim do outro lado da rua. Ao ser indagado pelo pai sobre o capuz, minutos depois, com a prova feita faltando uma questão, respondeu que tinha ganhado lá em cima do prédio de um grupo de “coisos” engraçados. Com os olhos contra o sol, olharam com dificuldade para o topo. O menino feliz e o pai pela primeira vez julgando com o canto da boca as histórias do menino; desacompanhados.
Despertar é o detalhe mais lindo do amanhecer, é quando constatamos que Deus já esteve ali no primeiro instante do dia.
Pois se abrimos os olhos mais uma manhã é porque ele com a sua grandiosidade nos permitiu.
[...] Tem muito de ti em cada lugar que vou. Não que tenha estado ali, ou tenha ficado qualquer coisa sua esparramada pelo chão, no ar, alguma coisa que te lembre. É que sempre te carrego comigo por onde quer que eu vá, então é fácil te ver até onde não tem você.
Ricardo F.
Meu amigo Bem-te-vi
Havia um bem-te-vi
Conversando comigo ali
Parecia saber o que eu sentia
E em seu modo dizia:
“Bem-te-vi, Bem-te-vi”
E não se cansava de me dizer:
“Bem-te-vi, Bem-te-vi”
E assim ele me fazia perceber
Que nesse mundo não é preciso muito, apenas ...
Que é preciso sorrir, para continuar a viver;
Que é preciso sonhar, para mais alto voar;
Que é preciso de luz, para a escuridão iluminar;
Que é preciso de amor, para a dor curar;
Porque só assim a guerra se desfaz...
E tendo fé, em Deus, aqui na Terra
Será possível encontrar a paz.
O caos estava ali, observava com cuidado as interações alheias, estava agora reduzido a mero expectador, quando havia deixado de tenta entender por conta própria o mundo a sua volta ? De início e impossível saber mas claramente não mais vivia.
Então fiquei ali, com um sorriso no rosto, a olhar para as estrelas enquanto rodopiava pela rua. E eu senti-me tão viva, como se o amor fosse o remédio milagroso da vida. Mas ao mesmo tempo senti um aperto, como se o amor fosse destruir-me.
E parece que nunca é a nossa vez, parece que todo mundo é chamado e a gente continua ali, de pé na estação. Estamos invisíveis, ficamos paralisados, o coração batendo rápido. Quando será que as coisas se desprenderão dessa corda manipulável para cair em nossas mãos? Quando será que os esforços, pedidos, gritos e lutas terão algum valor? Ou será que o mundo continuará a pisotear os nossos sonhos, sem nem mesmo parar para analisá-los?
Estávamos ali,
conversando,
com vinho
indo e vindo...
Ela me olhou
e disse:
Mais uma taça!
Eu fingi que ouvi:
Me abraça.
...e transamos.
Chega um momento em que você pensa que aquele sentimento foi embora, que ele não está mais ali. Mas basta uma simples canção para ele aparecer e gritar que está lá...no fundo do seu coração.
Tu e eu. Ali. Naquele momento.
Fechando um ciclo que nos bloqueava; mas ninguém pode dizer com certeza o que acontecerá a seguir. Novos ciclos precisam de começar. E quem disse que não pode ser contigo? A nossa história pode voltar a ser nossa. Mas se alguma vez acontecer, que seja sem expectativas, por favor. Porque hoje eu tive a maior prova de que o melhor de tudo acontece quando nada está previsto.
Tudo tem o seu tempo. E eu precisava deste tempo para me libertar, para fechar este ciclo. Do meu jeito. Ao meu ritmo.
Eu gosto de ti. Nunca deixei de gostar. E porque eu gosto de ti, hoje eu só desejo que tu sejas feliz. Muito feliz. E é por isso que eu volto para casa mais leve. Porque hoje eu também sou mais feliz.
E, hoje eu volto para casa mais leve porque finalmente acredito ter tirado de mim essa obsessão por ti. Era disso que eu precisava: um beijo de despedida. Como tinha de ser. Digno de um final. Ou não. Afinal, o único fim é a morte. E talvez nem ela.
Volto para casa mais leve porque consegui sentir o carinho que tu ainda sentes por mim. E isso fez-me bem.
Por isso eu sempre fico. Permaneço ali, mesmo com o barco quase afundando eu luto contra toda maré, só pra ter o prazer de sorrir quando chega a calmaria... Eu sempre fico quando a esperança me diz que você vai vir, não me importa como quando ou onde eu sempre espero, a tempestade pode ser grande mas sei que quando você chegar tudo se acalma e é por isso que eu sempre fico.
- Naiana Batista e Stheffany Almeida
A vida por vezes parece medir,pesar as coisas,um centímetro de amor aqui,uma grama de carinho ali ,e tudo isso vai criando forma. E Depois dos contornos feitos têm o tamanho exato do coração... Coração parece gostar de exatidão,porque quando falta ele reclama,quando sobra ele adoece...
Juízes 14
O casamento de Sansão
1 Sansão desceu a Timna e viu ali uma mulher do povo filisteu.
2 Quando voltou para casa, disse a seu pai e a sua mãe: "Vi uma mulher filisteia em Timna; consigam essa mulher para ser minha esposa".
3 Seu pai e sua mãe lhe perguntaram: "Será que não há mulher entre os seus parentes ou entre todo o seu povo? Você tem que ir aos filisteus incircuncisos para conseguir esposa?"
Sansão, porém, disse ao pai: "Consiga-a para mim. É ela que me agrada".
4 Seus pais não sabiam que isso vinha do Senhor, que buscava ocasião contra os filisteus; pois naquela época eles dominavam Israel.
5 Sansão foi para Timna com seu pai e sua mãe. Quando se aproximavam das vinhas de Timna, de repente um leão forte veio rugindo na direção dele.
6 O Espírito do Senhor apossou-se de Sansão, e ele, sem nada nas mãos, rasgou o leão como se fosse um cabrito. Mas não contou nem ao pai nem à mãe o que fizera.
7 Então foi conversar com a mulher de quem gostava.
8 Algum tempo depois, quando voltou para casar-se com ela, Sansão saiu do caminho para olhar o cadáver do leão, e nele havia um enxame de abelhas e mel.
9 Tirou o mel com as mãos e o foi comendo pelo caminho. Quando voltou aos seus pais, repartiu com eles o mel, e eles também comeram. Mas não lhes contou que tinha tirado o mel do cadáver do leão.
10 Seu pai desceu à casa da mulher, e Sansão deu ali uma festa, como era costume dos noivos.
11 Quando ele chegou, trouxeram-lhe trinta rapazes para o acompanharem na festa.
12 "Vou propor um enigma para vocês", disse-lhes Sansão. "Se vocês puderem dar-me a resposta certa durante os sete dias da festa, então eu darei a vocês trinta vestes de linho e trinta mudas de roupas.
13 Se não conseguirem dar-me a resposta, vocês me darão trinta vestes de linho e trinta mudas de roupas."
"Proponha-nos o seu enigma", disseram. "Vamos ouvi-lo."
14 Disse ele então: "Do que come saiu comida; do que é forte saiu doçura".
Durante três dias eles não conseguiram dar a resposta.
15 No quarto dia disseram à mulher de Sansão: "Convença o seu marido a explicar o enigma. Caso contrário, poremos fogo em você e na família de seu pai, e vocês morrerão. Você nos convidou para nos roubar?"
16 Então a mulher de Sansão implorou-lhe aos prantos: "Você me odeia! Você não me ama! Você deu ao meu povo um enigma, mas não me contou a resposta!"
"Nem a meu pai nem à minha mãe expliquei o enigma", respondeu ele. "Por que deveria explicá-lo a você?"
17 Ela chorou durante o restante da semana da festa. Por fim, no sétimo dia, ele lhe contou, pois ela continuava a perturbá-lo. Ela, por sua vez, revelou o enigma ao seu povo.
18 Antes do pôr do sol do sétimo dia, os homens da cidade vieram lhe dizer:
"O que é mais doce que o mel? O que é mais forte que o leão?" Sansão lhes disse: "Se vocês não tivessem arado com a minha novilha, não teriam solucionado o meu enigma".
19 Então o Espírito do Senhor apossou-se de Sansão. Ele desceu a Ascalom, matou trinta homens, pegou as suas roupas e as deu aos que tinham explicado o enigma. Depois, enfurecido, foi para a casa do seu pai.
20 E a mulher de Sansão foi dada ao amigo que tinha sido o acompanhante dele no casamento.
