Livre para Voar sem Destino
A brisa do amanhecer envolve as minhas lágrimas em um laço desfeito pelo destino. Que nos colocou em outra atmosfera fazendo com que o sofrimento nos leve a solidão eterna!
Os aeroportos estão sempre com muitos passageiros, mas o avião com destino ao céu está sempre vazio.
Não tenho tanta pressa.
Aprendi a caminhar com gentileza,
porque não há destino mais importante
do que voltar a mim.
Sou viajante e sou viagem.
Ponha um sorriso e siga, Deus quem escolhe seu destino... Ele quem cria sua história, nada de questionamento... Se tem fé, só te basta confiar!
Se pudesse ao passado voltar
O que faria para o futuro mudar
Interferir no destino
É um desatino
Passado já passado
Sem chance de voltar
O que já foi conquistado
Só o presente pode mudar
A morte é o único destino certo, não há atalhos para desviar-se da morte nem dinheiro no mundo que possa suborná-la. Ninguém nasce para semente.
É destino do homem rezar, pedir o auxílio do desconhecido para o bem e para o mal, é sina deste pobre animal, mais carregado de trabalho que qualquer outro bicho da terra ou do mar, ter medo e desconfiar das próprias forças.
Sonhando sigo o meu destino.
Sou um poeta
tão sonhador.
Sonho um dia ter
a alegria
de encontrar um grande amor
que me ame de verdade,
e me aqueça
com seu calor.
Rio, remanso, rema a vida, sabe ele que seu destino é para a frente. Não há parada, há pausas repletas de sabedoria.
Para encontrar um caminho você precisa sair de algum ponto... e por mais que o destino final demore a chegar, vibre, pois o que importa de verdade é o aprendizado na sua busca e não seu resultado final!
Quem obtém algo sem nenhuma ação possivelmente não irá valorizar o “prêmio”recebido...
ou pior, no topo você pode reclamar que não era o esperado.
Então viva sua vida cada momento, pois o que realmente importa é a jornada e a escolha do caminho! Lembre-se: um dia tudo se esvai.
Confie no arquiteto do seu destino, pois ele escreve cada dia com a tinta da sabedoria e a caneta da providência.
“Aquilo que não é trazido à consciência, retorna como destino.”
— C. G. Jung.
Esse pensamento nos convida a olhar com coragem para o território invisível da alma. O que evitamos sentir, compreender ou nomear não desaparece; apenas se desloca para um plano mais profundo, onde passa a nos conduzir sem que percebamos. O destino, nesse sentido, não é uma força cega que nos domina de fora, mas a repetição silenciosa do que ficou sem luz dentro de nós.
Quando a consciência se ausenta, padrões se formam. Repetimos escolhas, relações e sofrimentos como se fossem inevitáveis, quando na verdade são mensagens insistentes daquilo que pede reconhecimento. O inconsciente fala por símbolos, por acontecimentos, por encontros que se repetem até que aprendamos a escutar. O destino se torna, então, um mestre severo: ensina pela dor o que poderia ter sido aprendido pela atenção.
Trazer algo à consciência não significa julgá-lo ou eliminá-lo, mas acolhê-lo com lucidez. É permitir que a sombra seja vista, integrada e transformada. Nesse processo, o que antes nos governava às escondidas passa a dialogar conosco. A liberdade nasce justamente aí: quando deixamos de ser movidos pelo automático e começamos a escolher com presença.
Refletir sobre essa frase é aceitar uma responsabilidade profunda pela própria vida interior. O caminho da consciência é exigente, mas libertador. Quanto mais luz lançamos sobre nós mesmos, menos o destino precisa gritar. E o que antes parecia fatalidade revela-se, pouco a pouco, como convite à transformação.
