Lisboa
Eu não tenho medo do bote da cainana
Nem das garras afiadas da suçuarana
Eu levo azagaia quando vou pra feira
Tenho pra quebranto Joana benzedeira... Liko Lisboa
Desafiando as garras.
Eu sempre quis ser Eu, e sempre fui Eu em parte, mas agora decide que vou ser Eu completamente! Sem rímel, moda ou opinião alheia... Cansei de tentar melhorar minha imagem visual diante dessa sociedade! Quem quiser estar comigo e gostar de mim (eu) vai ser assim - sem graça, meio desengonçada (ou totalmente) que nunca namorou, por que não é sexy! rs Para mim (eu) tudo isso pouco importa, a vida esta além da aparência, a gente tem que ter mais para oferecer, e esse "mais" só recebe quem te olha de cara lavada! Se quiser também rsrs Eu estando confortável com a minha "cara"... Tanto faz! Sinceramente eu não to mais nem ai para o "mundo" e nem para quem é viciado nele! E além do mais "Eu sou estudante"
Viva de um modo extrovertido, com um sorriso estampado no rosto, sem falsidade e sem medo de ser feliz.
( Brincando com as palavras )
Xadrez ... Pronta para ser a rainha
Ainda estamos no jogo .
Últimos instantes porém.
Conheço sua alma
Horário passando vais partir
Ainda não por favor
Últimos minutos vou te dizer.
( amei conhecer você )
Everaldo Lisboa
"Passo a maioria dos dias, meio desligada. Vou da zona oeste, a zona sul, no modo automático. Raramente paro, estou sempre atrasada. Quando algo me desacelera, penso que seja um chacoalhão carinhoso do universo. Um puxão de orelha celestial, seguido de uma bronca: – “Abre o olho, menina! Se continuar nesse ritmo, daqui a dez anos, não terá momentos memoráveis a serem recordados. Lembranças como essas, e a saudade gostosa que sentiu hoje, não existirão. Restará apenas, o nó na garganta e a sensação de ter vivido em vão."
Não nos falamos mais, não sei como anda sua saúde, seu espírito, nem seu coração. Mas há alguns meses, desatei o nó que enforcava o ”nós”. Decidi nos libertar. Decidi por um ponto fim naquilo que torturava. Confesso, não esqueci você, esqueci a gente. Pessoas como você, são difíceis de serem esquecidas.
Fico abismada com tanta coisa feia, errada e fora do lugar. Estamos vivendo em crises: crise política, crise financeira, crise hídrica, crise na educação.. mas, em meio a todo tormento, dói mesmo é onde o sapato aperta. Me aperta. A realidade é que, por mais que nos revoltemos com toda a bagunça do país e que queiramos que valores essenciais sejam levados a sério, com ética e decência, nunca vamos lutar enquanto não alfinetar o nosso conforto. A cada dia ficamos mais individualistas e despreocupados com o próximo. Eça de Queiroz diz que "dói mais uma dor de dente que uma guerra na China", e eu reafirmo. Dói mais a degradação da minha justiça e a minha falta de dinheiro. Dói mais a minha sede e as minhas dificuldades. Mas, admitindo tudo isso, o que realmente fere é minha miséria como humana. A grande lástima é perceber que toda essa baderna é a consequência de olhos fitos no próprio umbigo. Não devíamos questionar tais deficiências enquanto não questionarmos nós mesmos. Porque, na verdade, a mais catastrófica crise é a falta de humanidade.
Um dia você é graveto
No outro você é braúna
Um dia você é o cerne
No outro você é a casca
Um dia você é o machado
No outro você é o cedro
Um dia você é granizo
No outro você é telhado
um dia você vai
no outro você fica
um dia você será somente você.
Liko Lisboa.
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