Lisboa
Eu vou pela estrada velha
Antiga estrada da alegria
Nela morava meu amor
Eu criança e ela flor... Liko Lisboa
Desisti do amor. é ele, o amor, que não desiste de mim. me olhando nos olhos e dizendo que sim, sou um desastre. O amor é um sentimento e a primeira regra de qualquer sentimento é ser imperfeito. na imperfeição eu acredito. por isso penso em nós dois andando de mãos dadas, tropeçando em palavras sem conseguir dizer nada que pareça romântico. o amor não foi feito pra dar certo. por isso a gente sorri quando acontece. por isso fazemos festas, promessas e convidamos os amigos mais queridos para assistir. amor é quando ninguém desiste fazendo parte do desastre lindo que é vida.
A insistência insiste em querer o que ela quer, sem medo de machucar o que pode ser conquistado com a insistência na paciência.
Compor o quê com a ajuda da mente, se a expiração não chega pra ajudar o pensamento, se não tenho o dom para pensar, e pegar a caneta para escrever aquilo que não tem sentindo.
Eu vou pela estrada velha
Antiga estrada da alegria
Nela morava o meu amor
Eu criança e ela flor...
Trecho da letra - Estrada da alegria
Liko Lisboa.
Bares lotados, noites vazias, copos cheios, mentes atordoadas, neste lugares se encontram de tudo, menos pessoas felizes.
O homem que só vê o lado ruim da vida, está pronto para morrer, mas aquele que busca a perfeição, nunca esteve vivo.
Se não víssemos nós a maldade do mundo, como não vimos nossos erros, seria a vida, uma utopia e não uma causa perdida.
"Nunca fui eu, amante da poesia, mas ela gostava de mim; entre linhas e traços, sempre nos encontramos.
Porém, a felicidade nunca se encontrou nessas palavras doces e parágrafos curtos. Seria ela o meu desejo intangível ou a minha causa perdida, além da vida?
Não tenho a resposta, mas tenho a decisão de procurá-la, pois há honra em tentar e covardia em desistir."
"Se queres criar um homem perdido, dê a ele uma arma; mas se queres fazer um sábio, dê a ele uma caneta."
"As pessoas sorririam tanto e chorariam um pouco menos, se soubessem que todo instante é memória, e toda memória é algo que se passou". - jhon lisboa
Apesar de a sabedoria ser um fardo, mais viável é o peso do saber, em vez da tolice revestida de leveza
