Lírio

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A borboleta e o lirio




O lírio ergue-se, altivo,
como templo branco no jardim das eras.
Enraizado no mistério,
não se curva ao vento,
não se rende ao efêmero.


A borboleta o busca,
peregrina das auroras,
traz no voo a lembrança dos mundos,
na cor das asas —
o sopro das almas que já se amaram.


Ela pousa,
e em silêncio o universo desperta:
pétala e asa não se tocam apenas,
se reconhecem.
É a paixão que não se mede em carne,
mas em eternidade.


O lírio permanece,
irredutível em sua pureza,
e a borboleta dança,
abandonando o tempo a cada batida de asa.
São diferentes como raiz e vento,
mas unidos como chama e oxigênio.


Na eternidade, não há fronteira.
O amor deles não é desta vida —
é um cântico gravado na alma do cosmos,
onde o lírio espera,
e a borboleta retorna,
sempre, sempre.

Soneto (parte 3)
Carta para meu lírio




Lírios azuis, flores de sonho,
Ternura que o coração sente,
Amor que não morre, não some,
Lembranças que para sempre se sentem.


No jardim da memória,
Lírios azuis florescem,
Trazendo lembranças queridas,
De momentos de amor e paz.


Seu perfume suave e doce,
Enche o ar de ternura,
Lembrando momentos felizes,
De amor e alegria pura.


Lírios azuis, símbolo de amor,
Ternura que não acaba,
Lembranças que ficam,
Mesmo quando a distância separa.

A beleza do mundo
Jamais pode ser escrita:

Um sorriso a desabrochar

Um lírio perfumado

Aceso nos sentidos

A ternura da brisa

No Poema das árvores

Nos verso das flores

Um aceno de saudade

A promessa do reencontro

No jardim da vida .

Os olhos mágicos do céu

Pousados na terra.

E todos os ecos do infinito

Na sinfonia do mar.

Lírio

tu és tão pura e autêntica como um lírio no campo;
seus olhos… transcendem tamanha inocência e confiança;
ao teu lado me sinto amada, respeitada e segura;
faça de mim seu lírio e deixe-me representá-la diante de tua paixão e tua gentileza.

⁠Quando eu nasci eu era um lírio da paz, mas, a vida me transformou em um comigo ninguém pode.

Eu te comparo ao lírio que nasce entre os espinhos do meu medo, a beleza mais pura só floresce onde o perigo tenta impedir o toque.

Poesia romântica


Lírio


Você nasceu lírio no meu silêncio,
branco de paz no meio do caos que eu era,
floresceu onde minhas dores tinham medo de existir,
e ensinou ao meu coração que amar também é repouso.


Teu amor não grita, ele perfuma,
fica no ar mesmo quando você vai embora,
é cuidado que não pesa, é presença que cura,
como quem toca a alma sem pedir nada em troca.


Se um dia eu murchar, fica,
regue-me com teu olhar simples e sincero,
porque amar você é como ser campo aberto:
mesmo ferido, ainda escolho florescer.

Se eu fosse jardim,
pediria ao céu só isso:
que fosses meu lírio eterno,
minha flor escolhida.
Porque amar você é florescer por dentro, é entender que o amor também é pureza vivida

Lírio da Caatinga
explode em flor,
E eu quero levar
você para onde for.

O Lírio e o Beija-flor

Quando a noite chegou,
E o beija-flor se afastou,
O Lírio botão,
Despetalou o coração...

Mas por ser tão jovem,
E acreditar no amor,
Sabia que um dia,
Seu beija-flor voltaria...

O tempo passou,
O Lírio desabrochou,
Seu primeiro perfume,
O beija-flor não cheirou...

O Lírio cresceu,
Viveu histórias de amor,
Mas nunca esqueceu,
O seu beija-flor...

Até que um dia,
Por pura magia,
Diferente o vento soprou,
Deus! Eram as asas do beija-flor...


Tão pequenino,
Parecia um menino,
Diante da flor,
Estava de volta o beija-flor...

O beija-flor apaixonado,
Olhava o Lírio, encantado,
Voava alucinado,
Sobrevoava a flor...

Devagar,
Tentou se aproximar,
Todo o que mais queria,
Era sua flor tocar...

Quanto mais se aproximava,
Mais a flor perfume exalava,
O seu néctar ofertava,
E sorridente se dava...

Então o beija-flor se aproximou,
Mas um vidro encontrou,
Era a redoma do tempo,
Que o destino formou...


O Lírio e o beija-flor,
Sabiam da sua dor,
Mas nada poderia impedir,
Que vivessem um grande amor...

Mesmo de longe,
O beija-flor olhava,
Mesmo de longe,
A flor se dava...

A redoma que o tempo criou,
Impedia que se tocassem,
Mas jamais impediu,
Que os dois se amassem...

Esta é verdade,
Sobre o Lírio e o beija-flor,
Não há tempo que apague,
Uma verdadeira história de amor...

Inserida por sayurisuto

És um Lírio mais belo, de todas as flores.
És meu desejo de todas as noites.

Te quero mais que tudo.
Quero você no meu mundo.
Para sempre te amar.

Desejo-lhe aos meu braços.
Para estarmos sempre colados.
Para viver esse grande amor.''

Inserida por HeltonPensador

Mulher

Um dia morremos de amor, mas no outro renascemos puras, como um lírio sob a sombra da lua, exalando toda nossa beleza, e perfume de mulher.

Inserida por ednafrigato

>Nosso Amor<

Nosso amor és como um lindo lírio d'água refletido singularmente pelo sol.

Nosso amor és como o universo infinito.
És como estrelas que nunca param de brilhar.

Nosso amor...
Aquele amor real e aprimorado confortável e ideal.

Meu amor, como tu és uma inspiração para mim.
Meu mundo interior solta um grande suspiro de paz, pois tu acalma minha alma.

Tua alegria serás minha alegria, tuas lágrimas serão minhas lágrimas.
Fazemos parte um do outro, seremos um só.

Meu bem, amo-te!

Inserida por SamilyHoseokjina22

Única e última vez

Do jardim da sua casa
À cadeira de balanço na sacada,
a lua prateando lírios na parede!

Deve ser mesmo uma casa encantada!
E o azul índigo na sua calça jeans desbotada.
A camiseta perfumada de francês.
Era a nossa única e primeira vez

Inserida por joanaoviedo

Gotas de orvalho

Eu serei como o orvalho para Israel; ele crescerá como o lírio. -
Oséias 14: 5

Escritura de hoje : Oséias 14: 1-9

Era uma manhã de verão e os primeiros raios de sol caíam pelo meu jardim. Na noite anterior, as folhas do milho macio estavam caídas devido ao calor intenso e à falta de chuva. Mas de manhã os espinhos eram retos e frescos, e cada folha era adornada com brilhantes gotas de orvalho. Durante a noite, o ar frio fazia com que a umidade se condensasse em gotas de orvalho, refrescando a vegetação murcha.

Isso, de acordo com o profeta Oséias, é uma figura do que o Senhor faria pelo Seu povo. Deus disse: "Serei como o orvalho para Israel" (Oséias 14: 5).

Quando nossos espíritos caem, quando somos carregados de cuidados, ou quando carregamos a culpa do pecado, o Senhor oferece que Sua misericórdia e graça são como orvalho refrescante para nossas almas.

Assim como o orvalho aparece no silêncio da noite para umedecer as plantas, também o orvalho refrescante do perdão, conforto e força de Deus vem nos momentos calmos de oração e meditação em Sua Palavra.

Por que a vida de tantos cristãos está desbotada, murcha e impotente? Na maioria dos casos, é porque eles negligenciam passar um tempo a sós todos os dias com Deus em oração e no estudo de Sua Palavra.

Você precisa do refresco das gotas de orvalho de Deus?

Refletir e orar
Beba profundamente da bondade de Deus, Sua fidelidade também, Não
deixe espaço para dúvidas e temores;
Sua Palavra é a água da vida pura e verdadeira,
refrescante , refrescante e clara. —Hess

Para um refresco espiritual, beba da fonte da Palavra de Deus. MR DeHaan

Inserida por 2019paodiario

Na primavera, o lírio vira delirio.

Inserida por guifleury

Como lírio branco orvalhado pelo luar, desabrocho plena pra vida ao nascer de cada dia.

Inserida por ednafrigato

Da planície das coisas por escrever...

Da planície das coisas por escrever nasceu um lírio
sem trono
sem tecto
sem espelhado afeto.
Nasceu parido do ventre dos lamentos e gemidos,
dos ruídos derrotados e vencidos das cigarras.
Nasceu cuspido na cara desmaiada das palavras
cruas. Maltratadas.

Da serra elevada aqui ao lado
rebolam-se nervos cardados de memórias
num rosto moreno, a navegar-se em moradas de charcos.
Barcos áureos sem rumo, sem velas, velejam-se
ao som da voz cantada.
Da voz que, cansada de si, pranta,
em longínqua estrada.

Perco-me entre o plano e o composto.
Rebusco a chama distante do teu corpo,
a lava adormecida na noite do enigma.

Busco um momento
na seiva cálida do teu gosto
na saliva lenta da renuncia a escorrer-se aberta
na esteira pálida da palavra.
Num adeus distante de gestos gastos e repetidos,
no tédio déspota dos sentidos.

Na planície acerada dos trigais,
não te encontro nem sequer me encontro mais.

Mergulho no charco pardacento, o verbo,
a palavra, o sentimento.
Na boca bafiosa sinto gelo, moribunda rosa.
No estômago o soco, o invólucro transparente do nada.
Sopra da serra um mundo agreste,
que me veste do fim e me despe do começo de mim.

Da planície das coisas por escrever,
das coisas por viver, nasceu um lírio nado-morto
a pontear de roxo um espaço devoluto de oco.

Ao longe, na boca do mar, nasce agora o Sol-posto.

Inserida por katiacristinaamaro

Perder-me-ei em teus braços lírio do campo, e tu encontrar-me-a em teus seios!

Inserida por apoesiaquemecala

Segredo

Uma coisa boa.
Apenas um lírio guardado
[aqui, escondido, em mim]

Eliana Mora, 27/07/2017

Inserida por elpoeta