Linha Reta e Linha Curva
A noite escura aos teus cabelos enegrece,
O desenho do mar que nos curva
Retrata a tristeza da fria água turva
E em seus olhos soturnos o infinito floresce
.
Reflui sobre a água negra sua pele clara
Vejo-te ao fundo do mar, beleza quase finda
E tuas palavras, espere, quais já não ainda,
Uma distância perdurável que nos separa
.
Padecimento! Teu existir é como um véu
Que espalhe quanta dor, delito momento
Estas inúteis agonias que afastam-me do céu
.
Sem ti, meus olhos são abertos
Porém alma, tenho claro passamento
São inundas do nada; um deserto
A novela da vida sem crítica
Baby, Baby.
Meu amor.
A floresta.
A praia.
A curva dela.
Pássaro cantador.
Na verdade se mata.
Águas poluídas.
Arregaço de madeiras.
Ave derradeira.
Mulheres suicidas.
Eu vivo clandestino.
Não posso comentar na globo.
A novela da vida sem crítica.
É assim desde menino.
Um cansaço descomunal.
A ignorância se aloja.
Ditado maneiras várias.
Ela moça envolve se com a fúria.
Esquece da sensibilidade.
Uma maneira covarde.
Tudo vira lamúria.
Aruanas em lutas.
Tietê em febre.
O peixinho não resiste.
Os miseráveis insistem.
A amargura de uma lebre.
Não há terreno que suporte o grito.
Os campos estão aflitos.
Eu me calo nessa poesia.
Mas é o cotidiano que revela.
A transa do brio e a injúria.
Até quando as mazelas?
Giovane Silva Santos
Aprecio a liberdade
Ser solta como o vento
sem ter curva ou paragem
Sou do instante... da eternidade
da profundidade das emoções
Amo o amor em tua intensidade
tão perto da loucura de ilusões
Eu quero sentir todo o Mundo
pulsando dentro de mim
Enquanto o vento sopra toda Vida
em meu rosto
Saudades da época de quando a única curva que preocupava era pra chegar na padaria. Fica em casa, isso é matematica, isso é ciência.
E daí?
Ao fingir demência se esquiva e não se curva, nem se ressente de tanto ódio e ou maldade.
E daí? Ele diz. Praguejando a dor do povo oprimido nas ruas, pobre ou rico.
Alguém grita: - Mais de cinco mil mortos e já superamos a China.
E ele metralha em seguida, armando o polegar e o indicador em riste na direção da seita completamente possuída que cega, desajuizada e ou entorpecida comemora a morte de seu semelhante,
feito comemoram nos jogos as torcidas.
RSA... Oi Amor Mágico, instantâneo, que encontrei em uma curva da vida e sinto-me magnetizada por Você, que chegou e entrou de surpresa na minha vida... Encantou, Seduziu e tornou-se tão especial. Sinta-se beijado muito docemente... LSSM.
'ENVELHECER é sentir que se desgasta,ver que os cabelos embranquecem,apele enruga...o corpo curva...os entes queridos se vão e, apesar de tudo,aceita a realidade sem constrangimento,sem tristeza nem decepção."
Curva dos S.
Singelamente poder dizer-te amor.
Singularmente poder sentir-me tua.
Separadamente de outrem ter meu peso sobre ti.
Supinamente repartir do mesmo devaneio.
Simplesmente eu, inteiramente você.
O justo, em sua caminhada, encontrará sempre uma moringa de água depois da curva, nunca alguém a espreita.
Um caminho parece sem saída
Num olhar restrito e com fim...
Quem sabe! Talvez uma curva...
Entremeada entre cordilheiras espetadas
Se abrindo em uma paisagem...
De um céu sem fim...
De um azul dourado sobre águas...
A te conter um murmúrio...
Olhos marejados,
e um suspiro...
"Na liberdade de meus pensamentos, me aprisiono em meu silêncio a contemplar uma curva, na triste ilusão de lhe ver surgindo me procurando..."
Do livro: Vaga-lumes que choram...
Deixa eu observar essa tua curva, esse teu sorriso, essa tu manha, esse teu charme. Deixa eu me apaixonar mais por você, se é que é possível. Deixa eu sentir esse sentimento pulsar cada vez mais em mim. Deixa que nosso amor seja clichê, que no final do dia brindemos a essa felicidade na cama. Deixa eu te chamar de “meu” e me faça “sua”. Sua garota, sua menina, sua mulher… Sua amante, sua namorada, sua, sua e sempre sua. Faça isso o nosso hoje ser eterno, pare no tempo se possível. Não me largue, nem por um segundo, me deixe no seu pensamento, ao menos. Só não se esqueça que estrou na minha vida e que prometeu ficar.
" Vou, como sou sozinho. Um rio que não se encontra, que faz a curva no estio e se deságua na sombra"
Todo perder é um encontrar lentamente.
E em cada curva, as esquinas escondem
as ruas que já foram viradas.
Os nossos passos decretam o nosso caminho,
Ainda que sozinho
por essas calçadas.
O que há depois da curva? Não há como saber, mas se nos mantivermos como motoristas prudentes da vida, ao menos, vamos ter a certeza de que, sobreviveremos a ela.
