Linguagem

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“O brincar é uma das primeiras formas que a criança encontra para transformar dor em linguagem.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A família não precisa de culpa; precisa de orientação, rotina, rede de apoio e linguagem para compreender o que se repete todos os dias.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O Qi, antes de ser traduzido, precisa ser compreendido como a linguagem antiga da vida em movimento.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A emoção que não circula pode tornar-se tensão, estagnação, dor e linguagem silenciosa do corpo.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A compressa ensina que o corpo também compreende a linguagem do calor, do frio, do toque e da presença.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A química cerebral não reduz a alma; ela revela que até o invisível precisa de linguagem para atravessar o corpo.”
Do livro Sinapses e Neurotransmissores — A Linguagem Invisível do Corpo, da Mente e da Doença, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O vazio interno não é falta de valor; é uma ferida que pede linguagem, vínculo seguro e reconstrução emocional.”
Do livro Borderline: A Montanha Russa das Emoções — Compreendendo o Transtorno de Personalidade Limítrofe, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando o corpo vira linguagem, a doença pode se tornar o único idioma possível para uma alma que não foi escutada.”
Do livro Síndrome de Munchausen — A Dor Fabricada, o Sofrimento Real: Uma Jornada entre o Engano e o Pedido de Socorro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Ser pai, mãe ou cuidador de uma criança atípica é aprender uma linguagem que muitas vezes começa antes da palavra.”
Do livro Autismo e Síndrome de Rett — Compreensão Clínica, Histórica e Humana da Neurodiversidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Brincar não é perda de tempo; é a linguagem pela qual a infância transforma medo, desejo e mundo em experiência possível.”
Do livro No Começo, o Afeto — Winnicott e as Raízes do Desenvolvimento Emocional, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O desafio da criança muitas vezes é a linguagem possível de um sistema emocional que ainda não aprendeu a se regular.”
Do livro TOD — Transtorno Opositivo Desafiador: Compreensão, Diagnóstico e Caminhos para o Equilíbrio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A fé madura não foge da dor; ela oferece ao sofrimento uma linguagem de esperança, presença e reconstrução.”
Do livro Espiritualidade e Medicina — O Papel da Fé na Saúde Emocional, Intelectual e Física, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O símbolo habitado pela fé deixa de ser objeto e se torna linguagem de alinhamento interior.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Coragem é a linguagem dos visionários.

VIDA E LINGUAGEM DO BEIJO
By: Harley Kernner

Na minha arquitetura de poesias, trago à tona a vida que habita os meus sonhos e devaneios. Nessa arte que é escrever, misturo elementos rústicos a outros estilos, o moderno, o clássico para construir um equilíbrio visual e um universo único, capaz de emocionar o próprio coração que o cria.

E hoje, me emocionei ao sentir saudade dos beijos que me fizeram viver.
O beijo é algo que possui alma e vida própria, movido por sentimentos que transcendem qualquer matéria. É uma expressão profunda de afeto e conexão, símbolo de amor, desejo ou amizade. Carrega em si a força de transmitir emoções intensas da paixão avassaladora à mais doce intimidade e tem o poder de criar memórias que nunca se apagam. Eis a razão dessa saudade que hoje me visita!

A emoção de um beijo nos conduz a um estado de vulnerabilidade e entrega, fortalecendo os laços que nos unem e, por vezes, revelando verdades que nenhuma palavra, verbo ou idioma seria capaz de traduzir.

Até onde nos levará essa emoção, que não obedece a limites nem sinais? Creio que depende sempre da relação e do momento. Porque quando o beijo nasce de sentimentos verdadeiros e recíprocos, ele ganha vida. Nesse instante de encontro, transcende o simples toque físico e se transforma numa experiência que vai muito além da matéria: é como se ele carregasse uma energia capaz de despertar o que há de mais profundo em nós, alinhando o que sentimos por dentro com o que expressamos por fora.

O beijo torna-se, então, um portal para os sonhos. Ao tocar os lábios de quem amamos, somos transportados a um espaço onde o tempo parece parar, e cada sensação se amplia, tornando-se mais viva. É como se, por um breve momento, pudéssemos tocar o infinito, navegando entre o que é real e as fantasias que guardamos no peito.
Essa fusão de sentimentos nos leva a uma realidade paralela, onde nossos desejos mais íntimos e a beleza de compartilhar o amor nos elevam a um estado de puro êxtase.

Sinto como se o beijo, por si só, também sonhasse e falasse juntamente conosco — moldando nossos desejos, alimentando nossas esperanças e desenhando dias felizes onde o amor é a única lei.

Harley Kernner
Narrador, “Personagem”, “Onisciente”
De Sua Própria Vida
Escritor Particular no Anonimato

Quem domina a linguagem domina o ritmo da realidade,mas quem não domina a própria narrativa vira figurante da própria vida.

​O que acontece entre mim e ela, no silêncio das nossas noites, é uma linguagem que vocês nunca falarão. Ela é minha. Não como posse, mas como destino, como escolha, como a metade da alma que o mundo tentou corromper e eu resgatei. Quando o sol se põe e o mundo lá fora se cala, o que existe entre Bruno e a sua Musa é um santuário de pele e verdade onde a vossa maldade não tem autorização para entrar. As nossas noites são o nosso campo de força; nelas, eu renovo o meu exército e ela descansa sob a guarda do homem que daria a vida para manter a sua paz.

⁠Precisamos recuperar o entendimento sobre nossas figuras de linguagem urgente! Ou perderemos a filigrana do humou/ironia e mataremos ou morreremos por isso. Sem contar a poesia, que já perde faz tempo.

A arte é a linguagem da alma.

Somos constituídos na e pela diferença, pois é na relação com o outro, com a linguagem e com a cultura que construímos nossas identidades e subjetividades.