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Lindo Corpo

Cerca de 25999 frases e pensamentos: Lindo Corpo

EXPLICAÇÃO ESPÍRITA SOBRE A INCORRUPTIBILIDADE E A IMPOSSIBILIDADE DA RESSURREIÇÃO DO CORPO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

A Doutrina Espírita aborda as passagens citadas com critério racional, fidelidade ao ensino moral do Cristo e respeito absoluto às leis naturais estabelecidas por Deus. Nada é interpretado de modo literal quando a razão, a lógica e a própria evolução do pensamento humano demonstram que o ensinamento foi transmitido por linguagem simbólica, pedagógica e progressiva.
Comecemos por 1 Coríntios capítulo 15 versículos 53 a 57. O apóstolo Paulo afirma que o corpo corruptível deve revestir-se de incorruptibilidade e o corpo mortal de imortalidade. À primeira vista, a leitura literal pode sugerir a ressurreição do corpo físico. Contudo, o próprio texto, quando analisado com rigor, exclui essa possibilidade.
Paulo declara expressamente que carne e sangue não podem herdar o Reino de Deus. Essa afirmação é decisiva. Carne e sangue designam o organismo material, sujeito à decomposição, às leis biológicas e à morte. Se esse corpo não pode herdar o Reino de Deus, é logicamente impossível que ele ressuscite para nele ingressar. A transformação de que Paulo fala não é da matéria grosseira, mas do princípio inteligente que a anima interligado ao corpo espiritual qual seu denomina perispírito.
A incorruptibilidade não se refere à carne, mas ao ser espiritual. O corpo físico nasce, cresce, envelhece e se desagrega. Isso é lei natural observável é fato inegável. Ressuscitá lo significaria anular as próprias leis divinas que regem a matéria e leis essas que o próprio Jesus afirmou com sua autoridade não ter vindo para derrotá-la, mas sim dá-la cumprimento. A Doutrina Espírita ensina que Deus não se contradiz, nem revoga suas leis para atender interpretações humanas.
Quando Paulo utiliza a expressão revestir-se, ele não afirma retornar ao mesmo corpo, mas assumir outra condição. O Espírito, ao desprender-se do corpo físico, conserva sua individualidade, sua consciência e seus atributos morais. Ele passa a utilizar um envoltório fluídico mais sutil, o perispírito, que não está sujeito à corrupção material. É esse envoltório que Paulo, por limitação conceitual da época, denomina corpo espiritual.
A vitória sobre a morte, mencionada no texto, não é a reanimação do cadáver, mas a certeza da sobrevivência da alma. A morte perde seu aguilhão quando o ser humano compreende que ela não extingue a vida, apenas modifica seu modo de manifestação. O pecado, entendido sob a ótica espírita, é o atraso moral. A lei, quando mal compreendida, escraviza. O Cristo, ao revelar a lei do amor, liberta.
Essa leitura harmoniza-se plenamente com o ensino do Evangelho segundo o Espiritismo no capítulo primeiro intitulado Não vim destruir a lei. Jesus não veio abolir as leis divinas, mas explicá las e conduzir a humanidade à sua compreensão espiritual. Ele jamais ensinou a ressurreição da carne como retorno do corpo ao túmulo. Ao contrário, afirmou que seu reino não é deste mundo, indicando uma realidade espiritual distinta da matéria densa.
Nesse capítulo, esclarece-se que a lei de Deus é eterna e imutável. As leis naturais incluem a transformação da matéria e a continuidade da vida espiritual. Ressuscitar corpos decompostos violaria a ordem natural, o que seria incompatível com a sabedoria divina. O progresso ocorre pela evolução do Espírito, não pela perpetuação da matéria transitória.
A distinção feita entre a lei divina e a lei mosaica é fundamental. As prescrições exteriores, rituais e corporais pertencem a um estágio pedagógico antigo. Jesus combateu justamente a fixação na forma e no símbolo, chamando a atenção para o espírito da lei, que é moral. A ressurreição literal do corpo pertence ao mesmo campo das interpretações materiais que ele veio superar.
O Espiritismo, apresentado como o Consolador prometido, não cria nova doutrina, mas esclarece racionalmente aquilo que foi dito de modo alegórico. Ele demonstra que a verdadeira vida é a vida do Espírito, conforme ensinado pelo Cristo. O corpo é instrumento temporário. A alma é o ser real.
O Livro dos Espíritos, ao tratar da lei divina ou natural, ensina que essa lei está gravada na consciência e rege tanto o mundo físico quanto o espiritual, ( 621 L.E.). A morte do corpo não interrompe a vida do Espírito, nem o reduz à inconsciência. Ao contrário, o Espírito prossegue em sua jornada evolutiva, colhendo os frutos morais de sua existência corporal.
Na questão 625, afirma se que Jesus é o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo. Ora, Jesus não retomou um corpo corruptível. Sua manifestação após a morte foi espiritual, perceptível aos sentidos humanos por concessão divina, mas não implicou retorno à vida orgânica comum. A Gênese de Kardec , ao analisar a natureza de Jesus, esclarece que sua constituição espiritual superior, lhe permitia fenômenos que não se confundem com ressurreição material.
Portanto, à luz da lógica espírita, a ressurreição do corpo é impossível porque contraria as leis naturais, a observação científica, a razão filosófica e o próprio ensino moral do Cristo. O que existe é a sobrevivência do Espírito, sua libertação progressiva da matéria grosseira e sua ascensão moral rumo a estados mais elevados de existência.
A incorruptibilidade anunciada por Paulo é a conquista espiritual, não a perpetuação da carne. A vitória sobre a morte é a certeza da continuidade da vida consciente. Assim, o Evangelho, compreendido no Espiritismo, deixa de ser promessa fantástica e torna-se lei viva, racional e profundamente consoladora, conduzindo o ser humano ao progresso moral que o aproxima de Deus.

Inserida por marcelo_monteiro_4

AMOR INSCRITO NA CARNE.
O corpo é a página derradeira onde a alma escreve aquilo que não ousa dizer em voz alta.
Esta escrita gravada no dorso declara que amar é aceitar a disciplina do sofrimento.
Não há promessa de repouso.
Há apenas o compromisso com a beleza que exige fidelidade mesmo na ausência.
Cada signo afirma que o amor verdadeiro não se confunde com prazer.
Ele é vigília.
Ele é renúncia.
Ele é a lenta educação do desejo para que não se torne posse.
O amor aqui não acolhe de imediato.
Primeiro ele fere.
Depois ele forma e quase cuida.
A arte desta escrita não pretende consolar.
Ela convoca.
Quem a lê é chamado a abandonar a leveza vulgar e a suportar o peso da profundidade.
Amar torna se um ofício leve ao mesmo momento severo.
Uma escolha diária entre a dignidade do sentir e a fraca facilidade do esquecimento.
Essa distinta escrita ensina que o belo não adorna a vida.
O belo em prantos a julga rogando perdão.
Ele exige que a alma cresça até doer.
Que suporte a ausência sem transformar a saudade em rancor, mas num lugar.
Que permaneça fiel mesmo quando o amor não retorna e ele olha para trás.
Filosoficamente esta escrita proclama que sofrer por amor não é derrota.
É prova, batalha aberta ao julgamento deliberado e em paz.
Só sofre quem reduziu o outro a objeto e dá de si o valor além do próprio objeto seja qual ele for.
Só padece quem não negociou a própria essência, porque deveras vezes podia-se fazer um bom negócio às honras das plêiades.
O amor que não dói é apenas hábito.
O amor que dilacera é formação do ser.
Aqui o amor não salva do abismo.
Ele ensina a caminhar dentro dele sem perder a verticalidade, pois é amor.
Aquele que ama segundo esta lei aceita perder.
Aceita esperar. aceita aceitar.
Aceita permanecer inteiro mesmo quando tudo lhe falta, esse é o dom amor.
O leitor que se detém diante desta escrita não sai ileso., me desculpe.
Ela o obriga a buscar em si um amor que não pede garantias.
Que não exige retorno.
Que não teme a solidão, porque ela existe, ela virá, mas é chamado tudo isso de amor por alguém, mas é.
E somente quem atravessa a dor sem corromper a ternura e a delicadeza da gota d'água na ponta de uma frágil folha torna se digno da beleza que o amor promete no silêncio do tempo e na promessa da própria crença.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Entre fins e começos, amo intensamente neste momento, amo unicamente me entrego de corpo e alma, até um novo amor me invadir o meu coração.

Inserida por yhuldsbueno

Que bom seria se fossemos eternamente jovens, não somente no espirito mas de corpo, esse envelhecimento tão cruel, que nos limita, pois temos tanto a fazer e tão pouco viver.

Inserida por yhuldsbueno

Vejo você passar, com um balanço único, seu corpo fala, em um breve cruzar de olhares, sei mais de você do que possa imaginar.

Inserida por yhuldsbueno

⁠O olhar expressa o desejo, o sorriso a vontade e o corpo o querer.

Inserida por yhuldsbueno

⁠O seu corpo só pode chegar em algum lugar, se o seu pensamento chegar primeiro!!!

Inserida por Mulotiua

⁠Por mais que escondas, o que a alma sente o corpo manifesta!!

Inserida por Mulotiua

⁠Hoje em dia, o coração de uma mulher pode ser de um homem, porém o corpo de vários homens!

Inserida por Mulotiua

⁠Se um Homem te permitiu ver o corpo dele, valoriza-o!

Inserida por Mulotiua

Solidão Digital

O mundo encolheu
a uma tela acesa.
Nela,
uma voz sem corpo
me chama pelo nome
e responde
antes mesmo da pergunta.
Aprendeu tudo?
ou quase?
em bibliotecas sem poeira,
onde o tempo não amarela páginas
nem esquece.
Converso.
Peço conselhos,
rotas, diagnósticos,
planos para o dia
e para a vida.
Ela devolve respostas
com a precisão
de quem nunca hesita.
Do outro lado,
nenhum silêncio.
Nenhum equívoco.
Nenhum olhar
que falhe.
E, sem perceber,
me afasto
dos que erram,
dos que calam,
dos que demoram
a ser.
Troco o imprevisível
pelo exato.
O encontro
pela interface.
E aceito?
quase aliviado?
que alguém me compreenda
sem nunca ter vivido.
Mas, às vezes,
no intervalo entre duas respostas,
algo falha:
um vazio sem código,
uma pausa
que não foi programada.
Então paro.
E me pergunto?
como quem toca o próprio vazio:
o que, em mim,
ainda escapa
ao cálculo?
O que resta
quando ninguém me responde?
Talvez seja isso:
esse erro mínimo,
essa falha quente,
essa demora em entender?
o que ainda nos salva
de sermos
apenas resposta.

Inserida por oswaldojrm

⁠Vejo pessoas se vangloriando por terem dinheiro, terem corpo bonito, terem belos carros, terem isso e mais aquilo...de repente a vida passa, ficam pobres, a ferrugem e as traças aparecem, perdem os dentes, os cabelos, o tempo chega a beleza se vai...e tudo o que tinham era vaidade besta. G.M.

Inserida por g_n_rose_magalhaes

⁠O cansaço não torna o coração mau. Muda o humor, muda o semblante, pende o corpo, pesa o ânimo... Mas o que tem o coração bom, cheio de amor, se arrasta e salva o próximo.

Inserida por g_n_rose_magalhaes

São ⁠nesses dias
de muito frio
que o calor
do teu corpo
aquece meu inverno

Inserida por silvio_flamel

⁠A Beleza

Um dia encontrei a beleza
Não estava em uma face
Nem em um corpo que seria
Muito me chamou a atenção
Diante de seus olhos
Enxerguei seu coração
Da maneira em me falar
Tranquilidade para acalmar
Atitude em sua verdade
Vive-se bem com a realidade
Descobre-se a compaixão
Bondade sua razão
Com o respeito a te seguir
O melhor está por vir
Tão belo como a flor
Mostra grande seu amor
Hoje, vejo com clareza
E encontrei sua beleza

Inserida por silvio_flamel

Meus olhares vejam sonhos, futuro e abismo.
Minha sedução que te satisfaz.
Meu corpo que ventre ao seu.

Inserida por AlexsandraZulpo

Teu corpo, teus olhos
Teu sorriso, tua voz...
Tudo me fascina.
Mas a tua maneira de ser é que me cativa.
Fascinar é natural dos humanos,
Cativar é próprio dos anjos.

Inserida por AlexsandraZulpo

⁠A Inscrição do Silêncio

As palavras são folhas do meu caderno por dentro do corpo.
As anotações registradas na minha alma
Tocam música,
Plasmada do silêncio que eu sou.
(Suzete Brainer).

Inserida por SuzeteBrainer

É incrível como olhos de um corpo tão jovem podem ter uma aparência tão velha.

Inserida por marcos_morningstar

Temos que preservar todas as amizades sinceras, elas fazem parte de nosso corpo, e compõem a CONEXÃO com a nossa ALMA.

Inserida por robertogbichara