Lindas Poesias para Mamãe

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Tentei ser feliz não, consegui.....
Mesmo assim continuei sorrindo
Tentando manter as aparências.
Acabei me iludindo...
E as pessoas não sabem o que sinto
Porem insistem em me julgar...
Mas quero ver se colocarem em meu lugar
Verão que nem todo palhaço é feliz
Só por ter um sorriso falso embaixo do nariz!!

Inserida por gabrielsgs

Sentimentais rendem-se ao sonho de ser o melhor e poder viver melhor. São perdedores.
Pensadores rendem-se à realidade e vivem pior procurando o melhor. São vencedores.

Inserida por GlobusFinitium

Medo de Amar

⁠Se um dia gostar de alguém, não tenha medo de abrir seu coração e falar dos seus sentimentos, pois os sentimentos devem ser compartilhados, e falar do que se sente é maravilhoso, por quantas vezes perdemos pessoas por medo de falar, o que se sente, ou deixamos alguém que poderia ser um amor ou uma paixão, sair de nossas vidas, por medo de falar o que estamos sentindo pela pessoa, então sempre que gostar de alguém fale, não tenha medo da reação do outro, você disse o que sentia.

Inserida por Lerianopereirah

⁠No começo, não era nada — eu acho.
Só empatia.
Era ela, coitada, tão quieta na tristeza...
Que mundo injusto, que ironia.
Tão meiga, tão viva, agora em silêncio,
Olhos de mel cobertos de sombra.
Quem teve a crueldade de apagar sua luz?
De roubar o sol de quem transborda?

E então me atingiu — direto, sem aviso.
Como pode ela estar assim, partida

Inserida por ian_castro

Com grandes responsabilidades
vêm grandes problemas.

Só os que seguem o caminho do dever
entendem o que Jesus passou
no deserto e na terra.

O pior da vida
é que nem sempre o certo é certo,
nem sempre fazer o bem
traz o bem de volta.

A vida não é uma balança,
como a justiça faz crer.
É mistura de cosmos,
de células e micro-organismos,
de tudo o que o universo
tem para oferecer.

Inserida por digital_workmail

⁠não é solidão.
é invasão consentida.
um tipo de presença que não pede licença
porque sabe que ainda tem a cópia da chave.



o lado esquerdo da cama cede.
não por hábito.
mas por teimosia do lençol.
o corpo ausente continua exigindo espaço ~
e eu cedo.



a toalha continua úmida.
não sei se é da última vez
ou de alguma memória que escorreu
quando eu não estava olhando.



o som do gelo ainda cai no copo.
como se tivesse a quem servir.
mas ninguém brinda comigo.
nem o silêncio.



a morte não te levou.
ela só desfez o contrato.
ficou com o nome,
com os papéis,
com a parte que convence os outros
de que você se foi.

mas o resto ficou.
os ruídos leves no corredor.
o perfume que reaparece ~ sem explicação.

essa mania absurda de eu ainda saber
o ritmo da sua respiração
mesmo sem você.



ninguém me disse que o luto fala baixo.
que ele deita do meu lado
e às vezes respira junto.

que eu ainda viraria de lado à noite
esperando um corpo
que aprendeu a não chegar.



não sei se sinto falta
ou se me converti naquilo que faltava.
na forma da ausência,
no vulto do costume,
no intervalo entre a porta abrindo
e ninguém entrando.



não sei mais se sinto falta.
ou se já sou feita só disso.
da tua falta com forma.
com corpo.
com tempo marcado.
com trilha sonora que insiste
em tocar quando não devia.



isso não é saudade.
é ocupação indevida.
com senha do wi-fi.
com chave da porta.
com espaço no armário.

uma ausência que não partiu.
só se instalou.
e tem me mantido acordada
no mesmo ponto
em que você deixou de me amar.

como se esse ponto fosse
casa.
fim.
ou castigo.

Juliana Umbelino • O Luto Sou Eu

#Luto #Poesia #LiteraturaBrasileira #Relacionamentos #Leitura

Inserida por Umamineira

⁠I. a parte em que ninguém percebe

há dias em que o mundo continua ~
mas eu não.

eu me arrasto dentro da roupa.
cumpro compromissos como quem finge
ainda habitar o próprio nome.
me sento onde sempre me sentei,
mas algo em mim não chega.

o corpo levanta,
mas não comparece.



há horários que evito.
nomes que pulo.
itens na gaveta que não toco há meses.

não é superstição.
é autodefesa.

ninguém entende.
porque continuo funcionando.
mas já não pertenço à máquina.



II. a parte que só eu escuto

há um som que só eu ouço.
não é voz,
não é memória,
não é aviso.

é uma frequência baixa
que vibra quando tudo está em silêncio.

uma presença que não se mostra,
mas me atravessa.

me obriga a manter as janelas fechadas,
a não reorganizar os móveis,
a conservar os espaços como estavam
no dia anterior ao que nunca mais passou.



não estou esperando nada.
mas também não fui.
é isso que ninguém entende:
o não ir.

o continuar por engano.

o viver como quem segura a respiração
no fundo da piscina
sem saber se ainda é possível subir.



III. a parte em que eu entendo

as coisas não melhoram.
elas se adaptam.
e chamam isso de cura.

eu aprendi a conversar sem falar.
a sorrir sem acionar músculo.
a dormir com a sensação
de que algo ainda respira ao lado.

talvez seja eu.
talvez não.

mas sigo deitada.
olhando pro teto
como quem espera uma explicação
que não chega.



e então amanhece.
como se nada tivesse acontecido.
como se meu corpo não estivesse carregando
o peso exato
do que ninguém ousa perguntar.

e eu levanto.
porque a vida, ao contrário da morte,
não precisa pedir permissão pra continuar.

Juliana Umbelino • O Luto Sou Eu

#LeitoraVoraz #Luto #Sentimentos #Lar #LiteraturaBrasileira

Inserida por Umamineira

⁠há dias em que me pego funcionando por inércia.
a xícara está ali.
a tarefa está feita.
mas o gesto vem de um lugar que já não sou eu.

é como se a vontade tivesse se mudado.
e eu tivesse ficado
por cortesia.



não é depressão.
não é sobre tristeza.

é sobre ser uma coisa que já não reconhece a si mesma
mas que continua presente por educação.

por contrato.
por automático.
por sobrevivência burra.



há algo em mim que anda descolado.
um passo depois.
um olhar ao lado.
uma presença que continua comigo
mas não me habita.

parece alma ~
mas é só o que sobrou
de tanto tentar se manter inteira.



você me vê.
mas não está olhando pra mim.
está olhando pra essa versão
que aprendeu a sorrir
sem querer ficar.

essa que responde rápido,
usa o tom certo,
não deixa ninguém perceber
que já foi embora há dias.



pareço viva.
mas estou só ocupando a ausência
pra não preocupar ninguém.

é isso:
tem dias em que me torno substituta de mim.



não sei quando começou.
mas hoje é sexta,
e eu deveria sentir alguma coisa.
qualquer coisa.
exceto esse vazio que já se veste antes de mim,
que já me senta na cadeira,
que já me entrega inteira pra um mundo
que só sabe lidar com quem funciona.



ninguém nota.
porque continuo dizendo “obrigada”.
continuo abrindo a porta.
continuo assinando o nome com letra legível.

mas o que há aqui
não sou eu.

é o fantasma de alguém
que cansou de tentar se habitar.



Juliana Umbelino

#SextaFeira #Leitura #VidaDeEscritora

Inserida por Umamineira

Somos muitos em um só dia.
Às vezes acordamos esperançosos, outras vezes calados por dentro. Podemos ser gentis pela manhã e, horas depois, impacientes. Somos luz em alguns encontros, sombra em outros. Não somos incoerentes — somos humanos, múltiplos, atravessados por memórias, sentimentos e vibrações que dançam conosco a cada instante.

Essas variações internas não são falhas; são convites. Convites para olhar com mais atenção o que sentimos, para perceber o que nos habita sem julgamento. Quando nos tornamos conscientes dessas mudanças, abrimos espaço para a alquimia interior. Podemos, então, transmutar medo em coragem, raiva em lucidez, tristeza em silêncio fértil.

Estar presente é o primeiro passo.
Reconhecer-se em cada versão é o caminho.
A consciência não nos impede de sentir — ela apenas nos liberta da prisão de reagir inconscientemente.
E é nessa presença que encontramos poder: o de sermos inteiros, mesmo sendo muitos.

Inserida por MarceloViana

⁠No silêncio eloquente dos corações apaixonados, o amor sussurra verdades que palavras jamais poderiam expressar.
(LilloDahlan)

Inserida por LilloDahlan

⁠A verdadeira essência do amor reside não na busca pela perfeição, mas na aceitação das imperfeições que tornam cada coração singular e eterno.
(LilloDahlan)

Inserida por LilloDahlan

⁠Dias de Chuva e Resiliência
por Augusto Silva
Nem sempre o sol desperta com a gente.
Às vezes é a chuva que dita o ritmo,
e o café, nosso único abrigo.
Esse poema é para quem já se sentiu preso nas nuvens,
mas decidiu caminhar mesmo assim.
Hoje acordei cedo,
a chuva fazia alarde nos telhados,
como se o céu também tivesse pressa.
O ar, denso e escuro,
trazia algo de Notting Hill,
um encanto suspenso,
uma pausa involuntária
para refletir.
O corpo levantava devagar,
como se a chuva também morasse por dentro,
e os pensamentos ainda fossem vestígios da noite.
E mesmo com os olhos carregados de escuridão,
nos obrigamos a levantar.
Uma força estranha nos segura pelo tornozelo.
Ainda assim, erguemo-nos
como quem carrega o próprio peso das nuvens.
O café, nesse teatro todo,
parece ser nosso bálsamo,
sem prometer cura,
ressuscitando devagar a alma.
Porque há dias que não pedem sol,
mas pedem resiliência.
E talvez a verdadeira felicidade
seja apenas isso:
seguir,
mesmo quando tudo em volta
parece querer que a gente não saia de casa.

Inserida por augusto_silva_1

⁠O mundo grita que você está ficando pra trás. Que sua vida já devia ter dado certo. Que o tempo está passando, e você está perdendo. Mas Deus nunca atrasa. E também não antecipa.
Enquanto você acha que está parado, Ele está alinhando o que você ainda não consegue ver. Não é sobre correr mais.
É sobre confiar mais. Você não está fora do tempo. Está no tempo de ser moldado. Porque quem anda apressado, se perde. Mas quem anda com Deus, nunca se atrasa. A promessa não tem prazo. Tem propósito.

Inserida por olucaswilde

⁠Ecos da Metamorfose: Mente em Guerra

Estou em constante movimento, Energia se dissipando no primeiro pensamento. Não me sinto presente neste momento, Consciente da falta de argumento. Certezas vagueiam como o vento, Se tratando de não saber, eu tenho talento.

Passagem paga para o vazio, Já estou no assento. Senti demais, meu coração é turbulento. Se o universo é pacífico, eu sou violento. Humanidade acelerada, Eu me sinto lento. Se o pior acontecer, Não estarei atento.

Entrei na manada, Pelo prazer estou sedento. Entreguei minha alma, Não tenho comprometimento. Estou lúcido, Ou estou mais próximo da loucura e do estranhamento? Meu corpo é saudável, Meu cérebro é pestilento. Se estou lúcido, Por que estou sonolento?

Sofri por saber demais, Vale a pena ter discernimento? Num mundo de baixa moral, Onde está o empoderamento? Me sinto abandonado, Igual ao chão sem pavimento. Se eu nasci livre, Por que me falta entendimento?

Um misto de emoções e sentimentos, A existência de consequências sem adventos. Se a perfeição é construída inteira e completa, Todos fazem cisalhamento. Meu chefe é a vida, E eu imploro por adiantamento.

E no fim, Só faço parte dos elementos. Quando se trata de mim, Não sei o funcionamento. Entre conexões rasas e distantes, Perdi o pareamento. Percebi a minha falta de pertencimento, E me sobrou apenas o amadurecimento.

Será que a felicidade e a tristeza Estão em consentimento? Será que da minha liberdade Eu estou isento? Ou não faz sentido escrever tudo isso, E eu deva sentir apenas arrependimento?

Seria tão simples Só comer, dormir e fugir do tormento, Mas tenho consciência De que preciso de um complemento. Me iludindo por achar que sou íntegro, Mas preciso de um desentranhamento.

Só queria Da minha vida ter um bom gerenciamento. Será que tenho talento?

Inserida por ysouigor

⁠Texto criptografado

"Desconectado de mim, travado no outro"

1- É, não sei dizer ao certo
16- Desejar alguém é extremamente complicado
2- o que senti na noite de sexta
17- para o meu eu, como se esquecesse
3- para sábado, foi uma mistura de
18- que basta um simples esforço,
4- ideias novas com ideias acumuladas,
19- um simples diálogo, e pronto
5- eu realmente estava
20- aquela pessoa pode passar a me desejar, ou não
6- em processo final de desconexão.
21- e tá tudo bem. Mas algo me impede,
7- Agora só sinto que deveria
22- algo me sabota, como se eu
8- talvez ter feito mais, me expressado
23- temesse ser zoado ou temesse receber em
9- melhor, seria mais prático
24- troca a negação, ou de fazer tudo
10- e consumiria menos a minha
25- errado novamente. Eu juro que não
11- mente. Lidar com essa ideia de que
26- sei, mas estou me dedicando para
12- eu devo encontrar alguém, me
27- que isso suma de vez, que
13- deixa ao ponto de não saber conversar
28- esses pensamentos que me auto sabotam sumam
14- da forma que eu desejo quando
29- e eu consiga explorar os prazeres da
15- estou perto de uma garota. Desconexão.
30- vida ao lado da pessoa que escolher.

Inserida por LuizDNK

⁠Talvez, quem sabe_


Talvez foi o jeito que ela andava. Talvez a roupa branca que ela usava.

Ou talvez o cabelo, que parecia ser desenhado por alguma calma que eu nunca tive.

Talvez foi o olhar, a forma de seus olhos. Olhos felinos e dóceis que me tiram o fôlego. O tipo de olhar que você tenta fingir que não viu porque sabe que se encarar por mais de alguns segundos, é capaz de se perder e se pôr por entregue alí mesmo.

Ela era linda. Linda de um jeito tão completo que não dava pra descrever sem parecer poesia barata. Não era só o rosto, os traços suaves, ou o cabelo que escorria como se o vento tivesse medo de bagunçar.

É difícil de explicar, pois na verdade, não se trata de algo de se esclarecer mas sim de se sentir.

Dizem que assim é o amor, é algo que não se explica mas se sente, que percorre cada parte de nós.

Que coisa. Nunca me senti assim, muito menos sonhava com isso. Talvez estar apaixonado seja isso. Amor, paixão... essas palavras sempre soaram distantes, meio enfeitadas demais pra mim. Bonitas nos livros, exageradas na vida real.

Acho que me perdi.
Nos seus olhos, nas entrelinhas, nas horas que passaram rápido demais.

Talvez estar apaixonado seja realmente isso.
Não um fogo avassalador, nem uma certeza gritante.
Mas esse silêncio bom que fica depois de te ver.
Esse riso bobo quando lembro de algo que você disse.
Esse medo besta de perder algo que nem é meu — ainda.

E sendo honesto, eu nem sei quando começou.
Só sei que agora, se for pra me perder de novo…
Que seja em você.

⁠⁠Luta-se para a simplificação dos factos, e perdemos a beleza do perceptível complexo,

Se não se falasse sobre

“fogo que arde sem se ver, ferida que dói e não se sente”

Já mais entenderíamos/saberíamos, o porquê ele da cabo de qualquer entendimento.

Inserida por olofpalm007_1104725

- Às vezes só disfarçamos "bem"!
- ⁠A vida é assim.
- Eu expresso logo o que sinto.
- Ou sinto ou não sinto.
- Como vão saber o que é de verdade se eu souber disfarçar o que sinto?

Inserida por jeanlouisfrazao

⁠O Elo Inquebrável da Maturidade: Amor Que Virou Amizade

A vida nos apresenta muitos caminhos, e em alguns deles, o amor romântico se transforma, mas não se desfaz. Ele amadurece, ganha novas cores e se revela em uma das suas formas mais puras e grandiosas: a amizade. Essa não é uma amizade qualquer; é aquela forjada na chama de um sentimento que um dia foi outro, e que hoje se sustenta na certeza de que a conexão, o cuidado e o respeito mútuo são inabaláveis.

É a maturidade afetiva que nos permite segurar a mão um do outro a qualquer momento, sem que haja sequer um pingo de dúvida sobre a pureza desse gesto. Não importa o tempo que passe, ou as direções que nossas vidas tomem, quando nos reencontramos, a entrega é total, a verdade se faz presente em cada palavra e em cada olhar. Não há máscaras, não há jogos, apenas a transparência de duas almas que se reconhecem e se acolhem.

Essa capacidade de transformar e sustentar um vínculo tão profundo, honrando o passado e vivendo plenamente o presente da amizade, é uma das mais belas virtudes que podemos cultivar. É a prova de que o verdadeiro amor não se limita a rótulos ou expectativas; ele evolui, se adapta e, acima de tudo, persiste. É saber que, aconteça o que acontecer, há sempre um porto seguro onde a confiança e a verdade são os alicerces, e onde a mão estendida é um lembrete constante de um elo inquebrável.

Minha inspiração.: S.P.P.B

Inserida por MensageiroLeal

⁠O que ela sente, vai além de uma vulnerabilidade em sentir tão intensamente do que as outras pessoas. Mas não subestime toda essa entrega dela.
Quando não sentida da mesma forma que sente, ela pode até atrasar a partida, a insegurança questionar-lhe, a saudade fazer-lhe companhia por algum tempo.
Mas nada disso a intimidara de seguir em frente.
Ela sabe que o universo, está a seu favor. Ela não tem medo de partir!
Tão pouco de dizer adeus!
Ela vai em busca do que ela conhece.
A “reciprocidade”.

Inserida por mileneabreu