Limpar a Casa
Se vive com uma leoa em sua casa não é por falta de conhecimento do seu real perigo, pode até ser dócil agora... leoa é leoa...
Depois de um terremoto
A casa cai
O tempo para
As buscas cessam
A procura deixa de existir
E o objeto
Que jamais existiu
Virou pó:
Inocência de peregrinos...
Por isso, esse peregrino morreu!...
A ilusão acabou
O véu se rasgou
O renascimento surgiu
Imergiu junto com o sismo
Que faz tremer a mente
De um corpo impermanente
Que contém uma alma eterna
Que na terra
Nao se dissovirá
Porque é infinita
E para a essência da consciência
Que é a nossa verdadeira casa
Essência:
Retornará...
Esse é o nosso ninho,
Sem nós
Onde todos se encontrarão
E voltaremos a ser um só
Sem egos
Com um só coração!
Abraços
Felicidades
Lisboa, Portugal
26 de agosto 2024. 05:11 hs
Acordado, mandava mensagem para um amigo
E na tela surgiu;
Alerta de terremoto
Nem deu tempo de piscar,,,
Paz no coração!
E se o tempo permite-me voltar, ir para a minha antiga casa, onde tenho memória, será que tudo ficaria igual? Como eu queria ser de novo criança, reconheceria as minhas lembranças e os cheiros que estavam lá? Será que a minha memória fazer-me-ia uma boa memória ou apenas me assombraria com as minhas dúvidas? Não há como voltar ao passado... Se eu puder. Se eu pudesse fazer coisas diferentes e aproveitar o tempo todo, eu aproveitaria tudo ao meu redor, cada gota de orvalho; tudo seria mais simples e feliz, mas o tempo tem o seu próprio tempo para fazer as coisas e o que posso fazer é imaginar como seria, mas sem me agarrar ao passado.
Algumas pessoas nunca morrem, apenas mudam: de matéria, de casa e identidade e passam a morar dentro da gente com o nome de saudade.
A prática intencional da gentileza em casa é como plantar sementes de paz no solo mais próximo: nossa família. Não é à toa que o respeito e a paciência devem começar com quem está ao nosso lado diariamente. Então, evite os gritos ou o tom áspero só porque a convivência é íntima.
Vibre amor e receba amor em todas as coisas.
Sou eu, rodado pelo tempo,
Sem casa, sem chão, nem firmamento.
Caminho em estradas que o vento apaga,
Sem saber se sigo ou se volto à saga.
Não há onde pousar meu cansaço,
Nem braços abertos, nenhum abraço.
Sou eu, sem rota, perdido na estrada,
Só o silêncio, minha jornada.
Será que o destino me esqueceu,
Ou fui eu que de mim me perdeu?
Mas sigo, sem rumo, sem me encontrar,
Quem sabe, um dia, eu aprenda a ficar.
Um menino chamado João. Ele era curioso e adorava explorar a natureza ao redor de sua casa. Certo dia, enquanto caminhava pelo bosque, encontrou uma carteira perdida no chão. Ao abrir, viu que estava cheia de dinheiro e documentos de alguém chamado Sr. Miguel.
João sabia que com aquele dinheiro poderia comprar muitos brinquedos, mas, ao mesmo tempo, lembrou-se de uma lição que sua avó sempre lhe ensinava: Faça o que é certo, mesmo que ninguém esteja olhando.Então, ele decidiu procurar o Sr. Miguel para devolver a carteira.
Depois de muito perguntar aos vizinhos, encontrou o Sr. Miguel, um senhor de idade que morava sozinho e estava muito preocupado com a perda da carteira. Quando João entregou a carteira, o senhor Miguel ficou emocionado e agradecido. Ele disse: Você é um menino muito honesto, João. Agradeço muito, porque esse dinheiro é para comprar os remédios de que preciso.
João sentiu uma alegria profunda em seu coração. Ele aprendeu que fazer o bem e agir com honestidade é uma escolha que traz felicidade, não só para quem recebe a boa ação, mas também para quem a pratica.E assim, João voltou para casa feliz, sabendo que, naquele dia, ele fez a diferença na vida de alguém, mostrando que a ética é sobre fazer o certo, mesmo quando é mais difícil.
06/09/2024
Sempre que você sair de casa leve seus valores, pois, você não sabe que tipo de provações poderá encontrar.
Crescente solidão,
terror implantado
em uma casa vazia,
sem saída, perdido
em memórias.
Reside em pesadelos,
dedetizando os
consumos do mal.
Dança pestífera,
junto a uma ópera
de lamentações, numa
valsa visceral.
Epitáfios, ausentes
de vidas, em uma
mutação grotesca,
buscando um sorriso.
Sem pedestal, para
apresentar um novo
trauma, que pecou
em uma diretriz
irônica.
Prescindindo um
sentimento efêmero,
resguardando uma
fé inapta.
Buscando a redenção,
na podridão. Nos corpos
puídos, a comporta se
materializa em uma
singularidade enrugada.
Um agouro consumado, feito
de falácias ásperas.
Apêndices se formam na
destruição, a proposta se
prorroga do breu e prostra
em simulacros.
Ninguém deve edificar uma casa da "justiça" para que outro venha morar, isto por si só seria injustiça, tal construção está no coletivo para todos ou no individual para si, pois neste sentido cada um tem o seu dever de garantir a justiça no seu ambiente e trabalhar nesta construção. (Juliano Assis
Aquele que persegue
Antes do sol nascer você me visita
E caminha comigo pela casa
Pela porta, pela rua, ao longo da manhã
A tarde seca e quente até a noite
Que mesmo com a sua presença se torna fria.
A noite, me perturba o sonho
Invade minha realidade
Destrói o cenário
Pinta e borda em cima do meu.
Como pode ter regado os sentimentos,
E me deixado partir assim?
Ah cabeça por horas pensa, pensa, pensa
Os olhos ardem e umedecem
As pontas dos dedos, as mãos...
O peito rasga a dor da saudade
Que de tão grande, não cabe ali
Ela borda e transborda noites e noites
Sem me deixar dormir.
Quando há de passar?
Ora vento que tudo leva
por que não o leva?
Ora tempo que tudo cuida
Por que não cura?
Ora chuva que tudo molha
Por que não carrega?
Casa de Papelão
Construí uma casinha
Todinha de papelão
A pintei de amarelo
Pra chamar bem atenção.
Minha casa ficou linda
Tinha até televisão
Pendurei alguns quadrinhos
Coloquei tapetes no chão.
Meus pais me ajudaram
Me deram orientação
Construí com tal carinho
Minha casa de papelão.
Prestei bem atenção
Nos detalhes da vivenda
Até janelas ela tinha...
Tinha portas e cadeiras.
Minha casa tava um luxo
Maravilha pode crê
Meus amigos adoraram
Todos correram pra ver.
Tinha fogão, geladeira
Armário e guarda roupa
Até bichinho de estimação
Um gato e uma cachorra.
Minha casinha tinha sofá
Muitos livros infantil
Uma arvore no quintal
Radio e disco de Vinil.
Construí uma casinha
Todinha de papelão
A pintei de amarelo
Pra chamar bem atenção.
Poeta Fuzzil
