Limites
" Dizer "não" sem explicações é aceitável e qualquer insatisfação com os limites estabelecidos é uma questão pessoal da pessoa que se sente ofendida.
Livrar-se da opinião alheia é a chave para alcançar a liberdade interior. "
Conhecer os próprios limites é a maior de todas as sabedorias, não conhecê-lo é o que há de mais importante a ser superado.
Que nossa meta seja, ir além, romper barreiras, ultrapassar limites, vencer o inimigo, e chegar até o fim ! #V.S
O oceano pode até ser imenso, mas a grandeza do infinito não tem limites — assim como o amor, que não conhece fronteiras.
Ser gentil é uma coisa, ser incapaz de traçar limites é outra coisa. Cobrir uma pessoa oportunista de amor, carinho e gentilezas não garante reciprocidade. Não é possível ser amado(a) por quem está apenas te usando. Amor é troca.
Senhores pais, estabeleçam limites para que seus filhos entendam que nem sempre eles terão "um assento na janela".
Por muito tempo tive os meus limites violados, hoje tenho algo libertador: a consciência de que não sou obrigada a dizer sim para tudo. Porque não importa o que eu faça, as pessoas vão me julgar.
Os seus limites terminam onde começam os meus,
Não exijo nada além do respeito das pessoas,
Não tenho a pretensão de que todos gostem de mim,
To cansado, há pessoas que não vivem só de boas intenções,
O que me dá forças é a certeza que eu tenho e acredito,
que eu sou repleto de sinceridade e respeito para com as
pessoas.
Além de tudo estou certo de que eu procuro ser feliz,
sem! invejar, prejudicar e ferrar alguém.
Toda dificuldade gerada instintamente causa crises sem limites - porém o facilitador encontra horizontes infinitos, eis a chave do sucesso.
Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.
A Viela de Badacosh
Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.
Lindo aquele lugar, quando não gostamos do que é bonito, mas me agradava. A garotada encharcada corria pelas poças, sapateando na lama, brincando de roléfas, atividade saudável para essa idade, consistia em segurar uma cinta com a fivela solta, perseguindo seu colega para enfim acertá-lo com o instrumento, berrando: roléfas. Não me pergunte o porquê, nunca soube.
Mas o mais curioso naquela viela, não era a chuva que nunca cessava, nem os hábitos e costumes pouco convencionais, demasiadamente estranhos e inapropriados de seus habitantes. E sim um personagem, talvez o mais antigo daquele local, talvez o mais antigo de qualquer localidade entre a latitude, a longitude e a altitude. O fundador da Viela de Badacosh, um visionário misantropo com a idade de 320 primaveras.
