Libertação
Perdoar é um ato de libertação que nos permite soltar as amarras do passado e seguir em frente sem rancor ou ressentimento. No entanto, é importante lembrar que perdoar não significa necessariamente conviver com a pessoa que nos feriu, mas sim deixar de alimentar o ódio e o desejo de vingança dentro de nós mesmos.
A mobilização das massas, quando ocorre por ocasião da guerra de libertação, introduz em cada consciência a noção da causa comum, de destino nacional, de história coletiva. Assim, a segunda fase, a da construção da nação, vê-se facilitada pela existência desse morteiro moldado no sangue e na cólera. Então compreende-se melhor a originalidade do vocabulário usado nos países subdesenvolvidos. Durante o período colonial, convidava-se o povo a lutar contra a opressão. Depois da libertação nacional, ele é convidado a lutar contra a miséria, o analfabetismo, o subdesenvolvimento. A luta, como afirmam, continua. O povo percebe que a vida é um combate interminável.
A violência do colonizado, como dissemos, unifica o povo. Na verdade, em virtude de sua estrutura, o colonialismo é separatista e regionalista. O colonialismo não se contenta em constatar a existência de tribos, ele as reforça e diferencia. O sistema colonial alimenta as chefaturas e reativa as velhas confrarias de marabus. A violência, em sua prática, é totalizante, nacional. Por esse motivo, traz no seu íntimo o aniquilamento do regionalismo e do tribalismo. Da mesma forma, os partidos nacionalistas mostram-se particularmente impiedosos com os caides e os chefes tradicionais. A eliminação de ambos é um pré-requisito para a unificação do povo.
No dia de hoje abrimos os portais da libertação para que todos os caminhos sejam libertos de qualquer contrato feito no passado e presente. Que esteja impedindo nosso avanço e conquistas em todas as áreas de nossas vida.
Me permitindo percorrer os caminhos de possibilidade e atrair o melhor que o universo tem a nos oferecer.
Aceito receber o melhor do universo.
A Teologia da Libertação sob Marx é uma inversão do sentido da Fé que troca a graça divina pela violência humana na guerra de classes.
Apego e desapego, ação e inação, escravidão e libertação, ganhar e perder. A dualidade é puramente mental. Abandone a alegria de ganhar e a tristeza de perder e seja feliz meu irmão.
Depois de tanto tempo e tanta luta pela libertação de "O Quinto dos Infernos" o Brasil continua escravo do capital imoral cobrado em cima de toda carga tributária produzida no país. É pior ainda, pois, antes, era Colônia e Portugal cobrava apenas um quinto, ou seja, 20%, inclusive do ouro. Hoje, somos democráticos e pagamos 38,80% (PIB em 2006) de carga tributária. QUASE O DOBRO!!! DEIXAMOS A MORTE DE TIRADENTES SER EM VÃO OU PERDEMOS A NOÇÃO DO CÚMULO DA BURRICE!
O amadurecimento de uma pessoa não pode ser medido pelos anos comemorados, mas pela libertação de um cordão que se rompe ao adquirir a noção que se pode conduzir suas próprias vontades
A maior libertação que vivi foi quando entendi que não preciso provar nada pra ninguém. Só eu sei o preço que pago todos os dias pra continuar de pé
*A Libertação da Roda de Samsara*
A libertação da roda de Samsara, ciclo de nascimento, morte e renascimento no mundo material criado pelo Demiurgo, identificado por muitos gnósticos e místicos como Javé, o Deus do Antigo Testamento, é alcançada através de um conhecimento gnóstico, um despertar interior que transcende a informação intelectual. É um processo de auto-descoberta e iluminação que permite ao indivíduo romper as correntes da ignorância e do sofrimento, libertando-se da prisão do ciclo de morte e renascimento, e alcançar a reintegração total com o Absoluto, a Fonte Divina incognoscível, recuperando assim sua verdadeira natureza divina e alcançando a liberdade espiritual plena.
A busca interior que conduz à libertação envolve uma profunda introspecção, meditação e contemplação espiritual, permitindo que o indivíduo transcenda as limitações do ego e da mente racional, e acesse a sabedoria espiritual que reside em seu interior. Através dessa jornada de autoconhecimento e iluminação, o buscador pode experimentar a união com o divino e alcançar uma compreensão profunda da sua verdadeira natureza, libertando-se assim das amarras do mundo material e alcançando a paz e a liberdade espiritual.
É fundamental ressaltar que essa jornada de libertação é uma experiência profundamente pessoal e individual, que não pode ser intermediada ou encurtada por nenhuma instituição física ou autoridade externa. A verdadeira liberdade espiritual só pode ser alcançada através do esforço pessoal e da busca interior, sem depender de dogmas, rituais ou hierarquias. Cada indivíduo deve percorrer seu próprio caminho de autoconhecimento e iluminação, sem esperar que terceiros possam fazer isso por ele.
Viuvez
Pensei nela hoje.
O que significa?
Para alguns, uma libertação;
Para outros, um castigo;
Para poucos, a grande perda.
Isso me fez lembrar da "viúva alegre": pq alegre se enviuvou?
Será que foi para abreviar o sofrimento do amado?
Será que foi para se livrar dos maus tratos?
Será que foi pela oportunidade de reconstruir a sua vida?
Ou, será que foi um balsamo para a sua liberdade financeira....
Reconhecer a causa da dor e buscar a cura, é um grande passo para a libertação das emoções que te aprisionam.
