Liberdade de pensamento
A maior forma de liberdade talvez seja não permitir que terceiros detenham jurisdição sobre nossa consciência.
Toda liberdade começa quando o indivíduo deixa de confundir seus limites com as fronteiras do possível.
A liberdade não consiste em fazer tudo o que se deseja, mas em compreender aquilo que determina o próprio desejo.
Não há verdadeira liberdade intelectual onde a pergunta já nasce condenada pelos limites da resposta que lhe foi permitida.
A liberdade humana somente permanece efetiva quando o poder, inclusive o poder tecnológico, encontra limites jurídicos capazes de impedir que sua própria expansão destrua a autonomia que pretende ampliar.
A liberdade começa onde termina a necessidade de explicar continuamente nossas escolhas a quem não viverá suas consequências.
A liberdade afetiva exige aceitar uma verdade difícil: ninguém nos pertence e ninguém nos deve permanência.
A liberdade exige espaços interiores onde nem o amor, nem a família, nem a sociedade tenham autoridade absoluta.
Não existe liberdade sem responsabilidade: quem deseja escolher a própria vida precisa aceitar também o peso de não poder culpar permanentemente alguém por ela.
A liberdade afetiva não pergunta quantas pessoas desejam você, mas quanto de você permanece intacto depois de cada encontro.
A liberdade começa quando deixamos de ser governados por aquilo que desejamos, tememos ou esperamos que os outros pensem de nós.
A amizade verdadeira não diminui nossa liberdade; ao contrário, permite que sejamos conhecidos sem precisarmos transformar nossa existência em representação.
Viver intensamente as coisas boas é maravilhoso, mas manter a liberdade de saber que você está no controle é ainda melhor! P.G
O Vício atrapalha a liberdade de escolha: A pessoa perde a capacidade de decidir quando parar, agindo de forma compulsiva mesmo sabendo das consequências negativas. P.G
A verdadeira paz não está na anestesia que o vício oferece, mas na liberdade de conseguir enfrentar a vida de cara limpa e coração aberto.P.G
O constitucionalismo é uma tentativa histórica de converter liberdade política em estrutura jurídica duradoura.
A liberdade constitucional não é concessão do Estado, mas limite que o Estado aceita impor a si próprio.
