Liberdade
A máscara pode até proteger o ego por um tempo,
mas só a transparência gera paz, liberdade e firmeza espiritual.
miriamleal
Não existe liberdade sem julgamentos, a única liberdade que temos é os pensamentos puros e impuros, parar para sorrir tem um preço caro quanto a paz onde o sistema não pode enquadrar, seja livre e põe sua liberdade em prática, essa ninguém pode tomar ou cobrar.
Vivemos em um tempo de diminuição das diferenças, com a usual liberdade de expressão virtual. ficou bem mais claro que pensamos, vivemos e somos bem diferentes, com isto a renovada ação humanista é inclusiva. Desde as bipolaridades, os portadores do transtorno do Espectro Autista (TEA) como as variações sexuais de gêneros. Afastamos nos do certo e errado, como também do normal e especial, velhas posições de polarização doutrinarias acadêmicas, caíram por terra pela liberdade constitutiva humana de sermos todos únicos, sem o menor direito ético e moral de estabelecermos padrões conhecidos.
A liberdade do pensamento, reside na estrutura consciente e plena dos saberes. Assim como na independência plena das escolhas, que por hora, acha que é a melhor. O livre pensador, jamais afirma que está certo definitivamente, pois o conhecimento caminha e quando erra, volta atrás por humildade humana do conhecimento, desprovida de vaidade. Reformula, desdiz e corrige para chegar mais próximo da verdade, que nunca será soberana e absoluta.
A verdadeira liberdade social universal é a digna e natural receptividade, de como qualquer individuo se apresenta, em todos os lugares.
A única forma de exercer nossa soberania e a verdadeira liberdade em nossa nação continental, é pela exaltação constante de nossa verdadeira historia, pelo culto ao comportamento cívico e o personalíssimo proposito de fortalecer nossa própria identidade com nossas festas, crenças e costumes, diferenciando nos e blindando nos de todas as culturas de todos os lugares do planeta.
Quem foi Tiradentes? -"Deve ter sido aquele sujeito que morreu pela liberdade... mas hoje é lembrado apenas como o cara que me deu um feriado". Como é mesmo o nome dele?" respondeu o universitário.
Benê Morais
"A vertigem da liberdade não é sinal de fraqueza, mas testemunho da grandeza de uma alma chamada a construir o próprio destino."
"A liberdade pode causar vertigem, mas é por meio dela que a alma aprende a voar em direção às estrelas sem perder de vista a lei do amor."
"A liberdade não é o direito de fazer o que queremos, mas a coragem de ser o que somos, mesmo quando o mundo pede que sejamos outro."
O ABISMO COMO CONSCIÊNCIA E CONDENAÇÃO À LIBERDADE.
O abismo não é um lugar. É uma condição. Não se trata de um espaço onde se cai, mas de uma verdade diante da qual se desperta.
O teu sonho, nessa leitura, não é simbólico no sentido comum. Ele é existencial em sua raiz mais profunda. Revela a própria estrutura do ser humano enquanto consciência. O homem surge no mundo sem essência prévia. Não há natureza fixa. Não há destino traçado. Há apenas a existência em seu estado bruto. E essa existência carrega consigo um vazio inevitável. Um nada silencioso que habita o centro da consciência.
Esse nada é o teu abismo.
Não como destruição, mas como liberdade absoluta. Porque, ao não seres determinado por nada anterior, estás condenado a escolher. A cada instante. A cada gesto. A cada pensamento. Essa liberdade radical não é leve. Ela pesa. Ela inquieta. Trata-se de uma angústia que não nasce do perigo concreto, mas da percepção vertiginosa das possibilidades infinitas de ser.
Sonhar com o abismo, nesse contexto, é perceber que não há um solo essencial que te sustente. Não há uma identidade fixa que te defina antes de agir. És tu quem te constrói. E essa construção se dá sem garantias, sem absolutos, sem um fundamento externo que te isente da responsabilidade.
Há uma imagem que ilustra essa condição com rigor. Um homem diante de um precipício não teme apenas a queda. Ele teme a possibilidade de lançar-se. Esse é o verdadeiro abismo. A consciência de que o ato depende unicamente de si. De que nada o impede, exceto a própria decisão.
Assim, o teu sonho não denuncia fragilidade. Ele denuncia lucidez. É o instante em que a consciência se percebe livre e, ao mesmo tempo, exposta. Sem desculpas. Sem subterfúgios. Sem um roteiro previamente escrito.
Há, contudo, um risco silencioso. Fugir desse abismo interior é viver em dissimulação. É criar máscaras, papéis rígidos, justificativas artificiais para escapar da liberdade. É fingir ser algo fixo para não enfrentar o peso de escolher continuamente.
Encarar o abismo, portanto, é um ato de autenticidade. É aceitar que não há essência anterior que te determine. Que és projeto. Que és construção contínua. Que és, a cada instante, aquilo que decides ser.
Teu sonho não anuncia uma queda. Ele revela uma condição. Uma convocação silenciosa à responsabilidade integral de existir.
E no centro desse silêncio, há uma pergunta que não pode ser evitada.
O que farás com a liberdade que te constitui como um abismo sem fundo.
Pobreza = Dependência e Prosperidade = Liberdade"
Um governo que é grande o suficiente para te dar tudo o que você quer, é grande o suficiente para te tirar tudo o que você tem.
A dependência do governo cria uma população dependente. Estado grande cria dependência e tira autonomia. O Estado é a grande ficção através da qual todos se esforçam para viver às custas de todos.
Quando a pilhagem se torna um meio de vida para um grupo de homens, eles criam para si mesmos um sistema legal que o autoriza e um código moral que a glorifica. O assistencialismo cria dependência.
O problema do socialismo é que um dia você fica sem o dinheiro dos outros. Ninguém ficaria pobre se não houvesse ricos. Mas ninguém ficaria rico se não houvesse liberdade.
Liberdade não significa apenas a oportunidade de escolher. Significa também as consequências da escolha. Quando você depende do governo para o seu pão de cada dia, você perde a liberdade. Dependência econômica = perda de liberdade política.
O homem que tenta viver para os outros é um escravo. Riqueza é o produto da capacidade do homem de pensar e decidir. Produção e mérito geram independência.
Resumindo para os analfabetos funcionais endividados: Pobreza gera dependência. Prosperidade gera liberdade e independência. Por isso os comunistas adoram os pobres e famélicos. Viva o Bolda-Esmola! É impossível levar os pobres à prosperidade através de legislações que punem os prósperos e eficientes
A SOBERANIA INTERIOR COMO ARQUITETURA DA VERDADEIRA LIBERDADE.
A máxima atribuída a Sêneca, " quem se domina é livre ", sintetiza um dos fundamentos mais elevados da filosofia antiga. No horizonte estóico, a liberdade não se confunde com a ausência de obstáculos, nem com o poder de moldar o mundo ao bel prazer humano. Ela nasce de um labor silencioso e contínuo sobre a própria consciência, uma educação rigorosa dos afetos, pulsões e juízos que, se deixados à deriva, convertem o indivíduo em prisioneiro de si mesmo.
O domínio de si, na perspectiva clássica, não é simples contenção, mas arte de reger as forças íntimas com disciplina e lucidez. Tal disciplina exige uma maturação moral que transcende a superficialidade das reações imediatas. O homem que se conhece e se administra já não se submete às oscilações do mundo, pois compreende que as vicissitudes externas pertencem ao campo das fatalidades necessárias, enquanto suas escolhas morais constituem o espaço legítimo de sua autonomia.
A tradição antiga sempre sustentou que a verdadeira serenidade emerge quando a alma, purificada de ilusões, aprende a distinguir o que lhe pertence do que escapa ao seu alcance. A partir dessa distinção, o ser humano se eleva a uma dignidade que o protege do tumulto e das intempéries emocionais. É nesse amadurecimento que a liberdade interior se torna não apenas possível, mas soberana, revelando que nenhum poder externo suplanta aquele que se exerce sobre si mesmo.
" Cada passo rumo ao autodomínio seja também uma ascensão rumo à mais alta forma de grandeza, pois é nesse ápice que a alma encontra sua própria imortalidade silenciosa. "
DO SUBCONSCIENTE À LEI.
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Atingindo o ponto de liberdade que faz do homem autor de si mesmo em suas experiências costumeiras e múltiplas ;a autoridade que lhe advém das escolhas que lhe percrustam o subconsciente, emergem em emoções vividas e imantadas mediante o tempo que é de teor significativo prior,produzem invariavelmente sem o preparo ideal nas pautas do evangelho que alforria o homem de suas dependências primitivas em todas as áreas em que lhe concernem dores atrozes,segue o espírito por força maior do bem estar que ele procura para seguir em paz e adiante;chega então o sondar dos mistérios que o seu "eu pessoal" teima em esquecer das arbitrariedades praticadas contra a própria vida íntima ou alheia que lhe segregam envolvidas no mesmo universo psicológico que roga lograr êxito para uma sublimação que trespassa os interesses pessoais.
Cada ação,cada ato lhe tornando o receptáculo intransferível baseado nas leis naturais que sustentam todas as existências primárias ou milenares que pairam sobre as mesmas livres escolhas; chegam para diluírem-se na égide que cada um trás acima dos próprios atos,mesmo que desconhecendo-lhes o nascedouro não olvidam que lhe fazem aparentemente e de imediato humano o incompreensível mal que também se lhe transforma num educandário tanto no corpo como n'alma.Cabe ao homem que busca algo mais além das aparências turvas observar para compreender essa lei de causa e efeito, é a mesma que lhe chega com as mesmas forças dos atos pretéritos lhe elevando em direção a sentidos mais avançados e objetivos luminosos, abrindo-lhe portas e janelas dantes desconhecidas,mas agora um tanto mais interiorizados que olhamos e que nos olham em somas efetivas para despontar e redirecionar todos os que buscam a paz e o equilíbrio que almejamos,vivendo hoje esses sentidos, para que nessa transmutação amparada sob à lei inalienável da justiça divina aumentem em cada um de nós o merecimento de viver em mundos melhores e superiores na ação da paz conquistando ante as lei das reencarnações a lívida consciência dos deveres por hora bem realizados para com Deus na pessoa daqueles que conosco jornadeiam na mesma senda e seara.
Muita paz.
A verdadeira liberdade começa no momento em que aceitas o que não podes mudar. Quando aceitas, libertas-te. E, ao libertares-te, tornas-te verdadeiramente livre.
Uma atitude extorsiva fere a moral, o caráter e os princípios da liberdade, da honestidade e da personalidade daqueles que participam de uma sociedade justa, correta e coerente.
Temos a liberdade de pensar e agir da forma que quisemos, mas lembre-se, você é o responsável pelo que faz.
