Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais
Ja morri mais de mil vezes em meus sonhos, aí acordo e me vejo ainda mais vivo. Nos meus sonhos sou mais feliz...(Mario Valen e Olivia Campos)
Tentei afogar minhas magoas em uma latinha de cerveja, quando me dei conta a latinha já estava vazia.....(Saul Belezza)
Não deixe a porta aberta a qualquer um, não a deixe fechada, podem pensar que já esta ocupada a morada. Deixe-a entre aberta, pois assim você vai escutar o rangido dela, quando alguém chegar...(Patife)
Já se deram conta de quanto as pessoas envelhecem.
Já se deram conta de quanto as pessoas ficam feias.
Já se deram conta de quanto as rugas invadem os rostos.
Já se deram conta de que não são as mesmas de outrora.
Já se deram conta de quanto as pessoas ficam chatas.
Se ainda não se deram conta, pare de frente ao espelho e de uma olhadinha...(Patife)
"Quando um homem descobre que seu pai tinha razão, geralmente já tem um filho que o acha um errado. Filhos um dia o passado vai dizer o tipo de filho que você foi, aí a saudade vai bater e o simples fato de ouvir a musica "naquela mesa", na voz de qualquer cantor,vai fazer teus olhos transbordarem de lagrimas."
Sou daqui mesmo, terra boa e santa.
Onde tantas e tantos já descansam.
Lugar bom de se viver, de famílias puras.
dentre elas, a minha e a tua.
Não seria justo, falar da minha, esquecendo a tua.
Terra dos Freitas, Pereiras, Martins, Faria,Cabral e Venceslau.
Sem esquecer os Procopios e dos Buenos, Avelinos
Nesse mundo raro, não posso me esquecer dos Barros.
Vejo as pessoas felizes, mas não esqueço os Rodrigues.
As vezes fico tenso, mas aí me lembro dos Lourenços.
As vezes até esqueço de nomes, mas jamais dos Gomes.
Escrevo coisas sem eira e beira, sem esquecer dos Vieiras.
Sem presunção, mas não posso esquecer os Assunção.
Mas respeitos a todas, com maior admiração...(Patife)
A pessoa dizer que é "cidadão de bem" já deveria ser motivo legal legítimo para pedir uma ordem de restrição pra que ela não possa se aproximar a menos de 200 metros de você.
Talvez foi tudo ilusão,
Talvez sim, talvez não,
Dizem que já podeis,
No entanto, nunca podes;
Nunca podes nada,
Sempre mentiram para você,
A Mãe sempre fingiu,
Foi obrigada a ser gentil,
O horizonte nunca existiu.
Do Universo das Nações,
O Brasil deixou de resplandecer
Busque amplitudes e inspirações
Ainda há tempo para vencer!
A liberdade não raiada,
Ainda está acorrentada,
Não fizemos a muralha,
Vive aqui o astuto e ardil,
Mais do que uma mão,
A Nação precisa de ti,
O Brasil precisa do seu coração
Para aprender viver livre como Nação.
As ímpias falanges de mil faces,
Em mil e umas épocas,
Com mil cantares derribaram
A nossa fibra de povo por epopeias.
Eu nem mais sei chorar,
Eu só sei cantar...,
Na esperança de um dia esse país mudar,
E fazê-lo das cinzas renascer;
Deus tenha piedade de nós,
E nos dê ânimo juvenil,
Para que tenhamos que lutar
Por nosso imenso Brasil.
Neste canto de independência,
Precisamos recuperar a excelência,
Porque Pátria é lugar de morar
E, não lugar de viver em dormência.
Ao Hino da Independência,
Ofereço este poema que é sangue
Repleto das cores do Pavilhão;
Para que o povo preste a desobediência
Reagindo por uma nova Nação
Pautada na liberdade e na decência.
O Brasil precisa entender:
Que viver em paz é desobediência.
O Brasil precisa entender:
Que nem sempre vale a pena viver
Somente por causas pequenas.
O Brasil precisa vencer:
E acabar com toda a violência
Jogando fora as miudezas...
Que venha a mão poderosa de Deus
E arranque de nós os grilhões;
Que aprendamos a viver,
Não temendo nem mil corações,
Fazendo-as entender que o Brasil é,
E também pode ser o lar de todas as Nações.
A chuva chegou,
Eu já posso plantar!
É verdade, Padre!
Não me canso de plantar.
A chuva chegou,
Antes do direito!
É verdade, Padre!
Deus é sempre perfeito!
A chuva chegou,
Ela pode ir embora,
A vida é assim mesmo,
O ser humano não toma jeito!
A chuva chegou,
Só não chegou
- a vontade de mudar -
Desses políticos que não param,
- nunca -
De zombar da cara do sertanejo,
Não pensem eles,
Que o nosso povo desatento,
Nós sabemos à que viemos:
O sertanejo é poesia,
Não para de sonhar,
O sertanejo é um forte,
É o poeta da seca,
É o poeta da própria sorte,
O sertanejo é um forte,
- exausto -
Como disse a senadora,
Como disse o poeta,
E como canta o repentista:
- O sertanejo é um forte...
- Sobretudo! -
O sertanejo tem vontade de vencer
Quem fala o contrário:
Não conhece o sertão,
E não sabe o quê é viver...
A chuva chegou,
O ser humano continua o mesmo,
Ele não toma jeito,
Não conhece a vergonha,
Só conhece o ano eleitoral,
Zombar com a cara do sertanejo
Para alguns políticos se tornou normal!
Escrever sobre o quê todos já sabem,
Que nesta vida ninguém usa a cabeça?
A água limpa é fonte de vida,
Economizá-la sempre compensa.
Porque ela hidrata, limpa e nos renova,
Toda a homenagem não é o bastante,
Economizar a água é a maior forma de recompensa.
Água, água, água...
Água, água...
Água...
Água, água, água...
Já que resolvi escrever, escrevo sobre a ingratidão,
Da nossa Humanidade que não preserva nada,
Nem a água que utiliza, se banha e bebe,
Gente ingrata que nem ao Bom Deus,
- obedece -
Humanidade que suja a água,
Fonte de vida que fortalece
- Gente
Que a polui, a abandona e a esquece.
Felicidade, algo inexistente,
a essa gente com o coração desprovido de sonhos.
Sonhar já não é o mais importante,
senão a luta constante para a realização de cada sonho.
SOB A SOMBRA DA BELEZA NO AMOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O amor nasce já ferido.
Não como promessa, mas como necessidade.
Uma carência inscrita na própria estrutura do querer.
Ama-se não por plenitude, mas por falta.
A beleza surge como engano sublime.
Ela se oferece ao olhar como redenção,
quando na verdade é apenas o véu mais refinado da dor.
Toda forma bela carrega em si a sentença do perecimento,
e é justamente por isso que fascina.
O espírito, ao reconhecer o belo, não encontra repouso.
Antes, inquieta-se.
Pois compreende que aquilo que o atrai
jamais poderá ser possuído sem perda.
Amar é desejar o que inevitavelmente escapa.
A consciência, ao amadurecer, percebe
que o amor não promete felicidade,
apenas instantes de intensidade.
E intensidade é sempre sofrimento condensado.
Quanto mais profundo o vínculo,
mais aguda a percepção do fim.
A mística do amor revela-se então trágica.
O sujeito não ama o outro,
ama a imagem que nele desperta sua própria carência.
E quando essa imagem vacila,
a dor emerge não como surpresa,
mas como confirmação da natureza do querer.
Há uma tristeza inerente à beleza
porque ela nos obriga a desejar o que não se fixa.
Tudo o que é digno de amor
é, por essência, transitório.
E a consciência disso não liberta: aprofunda.
Assim, amar é consentir com o sofrimento lúcido.
É aceitar a vigília permanente do espírito
diante de um mundo que não promete consolo.
A grandeza não está na felicidade,
mas na coragem de contemplar o abismo
sem desviar o olhar.
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