Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais
Meu corpo já desistiu muitas vezes, mas minha alma nunca. Ela conhece caminhos que a dor não alcança. E quando tudo parece perdido, é ela que me puxa de volta ao fôlego. Esse fôlego é Deus, o resto é sobrevivência.
Eu me sento na penumbra fria de um quarto que já foi lar, observando as sombras se alongarem e consumirem cada canto da esperança, porque as pontes que tentei construir para fora, feitas de sussurros sinceros, foram engolidas pelo oceano de indiferença que cerca o mundo. Neste declínio da sociedade moderna, onde a frieza se tornou a moeda mais forte, tudo o que resta são as minhas próprias preces, silenciosas e sem destinatário, enquanto o eco da minha voz não encontra outra parede senão a minha própria pele.
Estive entre ossos secos e almas já sem brilho, um cemitério de olhos que não mais ardia. Corvos pousavam nas minhas falhas, cravando olhares como pregos, aguardando o instante em que eu iria finalmente ceder. O vento cheirava a metal e pó, passos distantes soavam como facas nas paredes do peito. Como um carvalho retorcido pela tormenta, segurei o que restava de mim. Juntei raízes como dedos enegrecidos, afundei-os na terra estilhaçada e bebi, com avareza, o pingo de água que sobrava. A umidade tinha gosto de lembrança e sangue seco. Numa fenda da planície estéril, meu cárcere aberto ao sol, apareceu uma lâmina tão pequena que quase se escondia, uma promessa miúda, de luz, como se a aurora tivesse voltado com as unhas quebradas.
Cada fibra do meu corpo lutava contra o esquecimento, contra a areia que roçava os tendões e tentava sepultar a centelha final. A areia não era neutra: sibilava, entrava pelas gengivas, raspava a língua. Sobreviver não bastava. Havia que coagular a dor, transformá-la: o peso da solidão, o sussurro venenoso da desistência, tudo virou húmus amargo para uma vontade que recusava morrer.
O solo rachado não ofereceu descanso, ofereceu lições. Rachaduras cuspiam pó que cheirava a ossos e foi nelas que aprendi a perfurar, a furar a crosta do desespero com unhas encravadas. Busquei, com um fervor áspero, uma nascente que se escondia debaixo do olhar dos mortos, uma força profunda, mútua com a escuridão, que não se entrega ao alcance.
As sombras permaneceram comigo, não como inimigas, mas como mapas invertidos: eram faróis que apontavam para onde eu jamais devia olhar de novo. E então, o tronco que antes dobrava sob o sopro do mundo começou a endireitar, não por graça, mas por insistência, por teimosia sórdida. Mesmo naquele deserto que parecia ter consumido até a fé, a vida voltou, torta e obstinada, rasgando a casca do nada para cuspir, por um instante, seu próprio clarão, sujo, ferido, impossível de apagar.
Às vezes me parece que nasci com um relógio adiantado. Eu corro para alcançar momentos
que já se foram. O que me resta é aprender a
dançar com o tempo errado. Há ritmo mesmo
na descompassada respiração. E a dança, por
mais torta, me mantém em pé.
Quem flerta com o mundo espiritual achando que tem domínio, já está dominado.
O que é chamado não debate, não faz acordos, não recua.
E quando o preço se revela, não carrega assinatura humana.
Já pensou no quanto este Universo tem que ser criativo, para que a gente concorde com eternidade e não negocie prazos com Deus?
Já pensou em quanto a gente precisa ser criativo, para justificar os prazos de Deus?
E quanto tempo é necessário para desconstruir uma vida inteira, discordar de prazos e negar as justificativas?
- Um segundo.
Somos uma sucessão infinita de histórias, fantasias, sonhos, mentiras acolhedoras, propósitos inventados para mascarar nossa insignificância, medos infantis e coragem suicida... e acima de tudo, buscamos em tudo e em todos, um sinal, mesmo que quase imperceptível de Amor e uma necessidade imensa de alimentar a Gratidão nesse deserto de significados e respostas.
A escuridão já domina o céu
Apenas as estrelas brilham
Com todo seu esplendor
Uma noite que se abre
Para os sonhos
As imagens de rostos, bocas,
Lábios se beijando,
Braços se apertando.
Corpos de amando,
Olhos conversando.
No silêncio, que só um olhar apaixonado pode entender.
Saudades, que doe o peito.
São momentos mágicos
Que já se eternizaram na minha memória.
Amo-te como jamais amei.
És toda minha razão de viver.
És meu sol,
És meu ar.
És a lua e as estrelas do meu céu.
Só você tem que existir
para indicar o caminho a seguir.
Já me calei pra tentar me distanciar...Pra tirar você da minha cabeça, do meu coração...
É nesse momento que me dói a alma...
Não consigo!
Meus dias ficam sem cor, sem brilho, as vezes sinto vontade de desaparecer...
Estou com raiva de mim...
E com raiva de você também...
Não me pergunte o porquê, não terei resposta porque talvez não tenha motivo... Eu só queria me distanciar...E toda vez que tento fico mal...
Já "conheci" muita gente!
Algumas, já nem me lembro mais, pois simplesmente passaram em minha vida e não deixaram nada de si...
Outras, já partiram deste mundo,deixaram marcas, lembranças e muitas saudades.
Convivo em meio a tantas, mas sou sincera em dizer que não as conheço... Muito difícil conhecer realmente alguém, quando na verdade, muitas vezes, desconhecemos a nós mesmos. Bom, esse é meu ponto de vista sobre as pessoas- inclusive eu que por vezes já me contrariei, me surpreendi e tive que engolir meus próprios mi mi mi...
E nessa mistura louca de essências humanas, a gente tenta se superar sem sufocar os gritos da alma, suportando as dores, engolindo lágrimas e atropelando alguns sentimentos e convivendo com as decepções. A cada dia que começa ou termina, me sinto vitoriosa por sobreviver às muitas atribulações do cotidiano e permanecer de pé pronta pra um novo combate, uma nova batalha e para dar continuidade à vida sempre agradecendo a Deus, o grande autor de toda criação, Àquele que nunca falha, nunca nos falta, nunca nos abandona.
Gratidão por tudo! Fé e confiança!
A vida segue e eu estou pronta!!
Há um cárcere pior que a solidão:
É o corpo que respira contra a vontade da alma que já se apagou.
Maldito quem é dono de um coração que bate
e de um espírito que já assinou sua rendição,
sem permissão para que um silêncio definitivo
sepulte o que a vida já consumiu.
Cada dia que passa muita gente não gosta de pôr as mãos na massa; daí já podemos sentir quem é que fracassa.
Arrependam-se e aprendam mais com outros líderes eficazes, se suas lideranças e ministérios já deram sinais de fracassos, fraquezas e fragmentação.
Trate a Deus como seu Patrão superior: Ele paga bem e já pagou com o sangue de Seu Filho na cruz para dar a recompensa que você tanto merece.
A era da mentira, da tentação e falsidade de Satanás já era: entraram a graça e a verdade de Cristo nos corações dos santos que se firmarem em Seus mandamentos e pegarem nas rédeas e no poder do Espírito de Deus.
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