Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais

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Eu já te amei… e nesse amor depositei uma fé quase sagrada, como quem entrega a própria vida a um destino sonhado. Acreditei em você, não apenas como pessoa, mas como promessa de eternidade. Achei que meus sentimentos eram verdadeiros, e talvez tenham sido mais reais que nós mesmos. Quando se imagina uma vida com alguém, não se projeta apenas um futuro, cria-se um universo inteiro, feito de gestos, silêncios e possibilidades. Mesmo quando o amor morre, esse universo não desaparece; ele permanece suspenso, habitando um lugar secreto dentro de nós, como se fosse um eco do que poderia ter sido. E esse eco… nunca se apaga por completo.

Você já sentiu um vazio na alma, quando nada te deixa feliz e parece que algo está faltando em sua vida? Como seres espirituais que somos, nós, humanos, temos uma alma que precisa ser preenchida. Precisamos estar conscientes de nossas fraquezas e do que tem causado essa sensação de vazio. Reconhecendo nossas fragilidades, podemos buscar a intervenção divina para preencher esse vazio, antes que algo negativo o faça.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
🙏🏾🙌🏾🙏🏾🙌🏾🙏🏾🙌🏾🙏🏾

A vida muda o curso bruscamente,
De repente o que era pode já não ser;
O que mais se gosta perde o sabor;
O que mais se preza, despreza-se;
O que mais se gosta de fazer, perde a graça;
A vantagem de viver está na valorização da existência;
O que permanece na história é o que se escreve com os atos da vida.

A redundância
Pego-me repetidamente fazendo coisas que já fiz, numa ânsia por um belo mundo novo no qual serei absolvido de pecados que o mundo me deu ao momento do nascimento. Seria eu uma redundância humana que o mundo se vê engasgado consigo? Ou hei de ser apenas um mero grão num vasto campo de areia no qual se encontram sentimentos, razões, ambições, mágoas, dificuldades e muitos aprendizados no decorrer do tempo? Certamente um grão de areia sozinho não pode mover a praia, mas o conjunto pode fazer uma tempestade.

Vivo pensando em ti.
Já tenho minha resposta: sei exatamente o que podemos construir juntos.
Por isso, te faço uma proposta — de alma aberta e coração inteiro.

"Só quando a ausência pesa é que o amor silenciado grita. Mas já não há ouvidos para escutar."

A força não nasce do que você já carrega, mas do que decide levantar amanhã.

Tudo que é já foi, o que há de ser também, Deus pede conta do que passou, todo louco sabe que a loucura alucina e desfere fagulhas no coração agudo do homem.

Estou deixando a lama secar: os pés ainda sujam, mas já sinto a firmeza do chão.

"Seduzir não é enganar, é revelar o que o outro já quer sentir."

"O sedutor não impõe; ele atrai o que já vive oculto nos olhos de quem o vê."

"Só quem já teve a alma alcançada pela presença de Deus entende o peso sagrado daquele silêncio e daquela lágrima."

A sua beleza é tanta que já não a meço mais pelos sentimentos — deixo a imaginação voar.

"Se pensar virou afronta, prepare-se: a estupidez já está no comando."

Não é medo de recomeçar e, sim, sentir todo o processo doloroso.
Já recomecei tantas vezes, já levantei tantas vezes que paro e me pergunto -De novo tudo isso, será que aguento?!- e quando se vê, já foi.

“Enquanto você joga limpo, o mundo já aprendeu a esconder as cartas.”

Tu não guardas recordação dos meus erros,
Nem cobras o que já confessei.
Teu perdão é um rio que nunca seca,
Lavando minhas culpas, renovando minha alma.
Quando caio, Tu me levantas,
Quando falho, Tu me restauras.
Porque Tu me perdoas,
Aprendi a perdoar também.
(Livro 33 Razões para Te Amar DEUS)

Comparsa


Chegou setembro, já é tempo de esquila.
É mantido e vêm os pila
Pro peão se arrumar.
Pego a comparsa, me ajusto de cozinheiro,
Assado, um carreteiro com a carne que sobrar.


O Moacir Souza tá com os pente afiado,
O Galpão tá preparado, tem ovelha pra esquilar.
De madrugada, um café começa o dia,
Avisou o rádio de pilha que o tempo vai firmar.


Ronca o motor, e a cancha tá preparada,
Delhe ficha, e o cancheiro junta o vélo pra amarrar.
De socador, o Anízio mete pata,
O Cleber pedindo gracha e criolina pra curar.


Don Valdemar, com a boina atravessada,
Bombacha arremangada, puxa os tento pra manear.
Deu nove horas, o churrasco da manhã,
Cheiro de cêbo de lã, e o mate pra vira.


Depois seguimos, vamos até o meio-dia:
Massa, carne e farinha, e a sésta pra descansar.
Que pela tarde segue a lida no Galpão,
Cada ovelha é o pão de quem vive pra changuear.


A noite vem, e os catrês são montados,
Cada um tem o seu lado, pra melhor se acomodar.
Alguns mateiam, outros versos e pajadas,
Contam casos, dão risada, pegam as ficha pra contar.


E assim se vão esses meses de comparsa,
E assim a vida passa,
Mal dá tempo pra sonhar.
Quem déra que o mundo fosse um tempo de tosquia,
Um Galpão, rádio de pilha, e um catrê pra descansar.


Renato Jaguarão.

Velha Figueira.


Velha figueira na beira das casas
Já virou brasa em algum fogo de chão.
Lembro do rancho, agora tapera,
Nesta primavera de eterna ilusão.


Se foram os potros da antiga mangueira,
Pela porteira o tempo passou.
Eu me vi guri, enfurquilhado no potro,
Fazia gosto, e meu pai me ensinou.


Ali ainda resta um oitão caído
E o chão demarcado onde era o galpão.
Já apodrecido, um palanque inclinado,
Que no passado aguentava o tirão.


Até o meu cusco eu vejo correndo,
Me acompanhando na lida campeira,
Tocando o gado, grudando o garrote,
Seguindo meu trote rumo à fronteira.


Voltar à querência, depois desse tempo,
É como o vento que um dia passou,
Levando meu mundo do campo à cidade,
Onde a saudade se aquerenciou.


Só restam agora as minhas lembranças
Da velha estância onde me criei:
O meu velho rancho, cochilha e mangueira,
E a velha porteira que um dia deixei.


Renato Jaguarão.

Vulnerabilidade não é fraqueza — é só o que resta quando a armadura já não serve mais.