Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais

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"Nunca conseguiremos encontrar a verdade se nos contentarmos com aquilo que já foi encontrado."

E já não me vejo mais sem você, sem suas provocações e seu modo de rir. Sem sua fragilidade, sem o seu carinho, sem sua implicância, sem sua risada de deboche, sem sua impaciência quando está com raiva.
E você venho assim de uma forma, que dominou tudo! E preencheu cada vazio, com o SEU JEITO ÚNICO!
Tão especial, tão incrível... Você é o que chamam de perfeição!

Eu nunca senti borboletas no estômago.... Mas um nó,eu confesso que já senti!

Naquele momento,
Ela já não pensava em mais nada,
Eis que o mundo estava em seus lábios,
E suas mãos deslizavam por entre as planícies do seu amado,
Saciando a sede, com seus beijos...
Sem sequer procurar o norte, pois todo o caminho estava em seu olhar,
Guardava dentro de si, seus segredos;
Ah! Como era bom descobrir um novo lugar a cada movimento,
Naquele palco acolchoado, onde a grande platéia eram as estrelas...
Antes, uma menina...
Agora, uma mulher...
Refrescando-se no balsamo, extraído de cada célula amante.
Seu estado era dúbio, ora em êxtase, ora em qualquer lugar.

Universo Paralelo
A CRISE estava cansada de vagar. Já passara pelos quatro cantos do mundo, sempre atormentando àqueles que, por muitas vezes, tinham como sua principal ideologia, o TER. Apesar de sua desgastante rotina, sentia-se satisfeita com os resultados obtidos.
Avistou, de longe, um velho conhecido seu, ATENTADO. Não era por obra do acaso que, uma vez ou outra, encontravam-se pelo caminho. Ele a atraia muito. Não era para menos. ATENTADO guardava muitos segredos, era discreto e organizado com seus trabalhos. Ora, pois, tudo era minuciosamente calculado. CRISE não via defeitos, com excessão de um único e maior problema: ATENTADO tinha como objetivo em todo seu esmero, conquistar a MORTE. Aquela que, inúmeras vezes fora sua aliada, era, também, sua maior rival.
Não foi nenhuma novidade quando o conflito entre ambos começou a tomar vasta dimensão. O TER se impunha diante de todos na hora de falar. Era uma confusão tão grande, que só viam-se letras e mais letras voando, de um lado para o outro. Nada se entendia. Até que, em questão de minutos, a guerra cessou, e nçao havia nada além do silêncio. Levantaram-se lentamente, sentiam-se estranhos, não fracos e cansados, mas sim mais vivos, fortes, vibrantes.
A CRISE deparou-se com a ausência de seu S. Transformou-se em um novo vocábulo: CRIE. Deixou de ser algo sinônimo de preocupação por falta de oportunidades, para tornar-se algo motivador, abridor de portas para o mundo. A solução foi imediata.
TER, não dexou com menos. Com a confusão, perdeu seu T e tomou posse do S, restado da antiga CRISE. Transformou-se em SER. Passou daquele que acaba como tempo para torrnar-se aquele que o tempo não deixa esquecer.
Com ATENTADO não foi diferente. Seu A, sem dificuldade alguma desprendeu-se de si. Quem poderia imaginar que por trás de uma palavra que só traz dor e sofrimento, havia um significado tão grande e motivador: TENTADO. Tentar, Tentar e Tentar sempre, tal sua lei, tal seu maior foco!
A MORTE foi a última a se levantar, pois teve maiores danos, perdera as letras T e E. Como um imã, o A nela fixou. Virara o AMOR. Um sentimento tão puro, quanto sincero. Deixara de ser sinônimo de perda para tornar-se recomeço, quem sabe, de uma vida.
As letras T, T e E?s Bem, não pense que essas ficaram esquecidas. TENTADO não mediu esforços em apropriar-se delas. Renovou suas forças, porque tentar, nunca é demais.
Não se sabe ao certo se o mundo fora, talvez, um lugar mais traquilo. O que se sabe é que, encontrar a felicidade não inclui o medo de ser descoberto e ela se encontra em meio a todas essas novas palavras, ou seja, ao longo da estrada para uma suposta verdade.

Já reclamei dos domingos à noite, por serem "meio" depressivos... mas aí lembro que tenho duas pernas, que me levam aos bares, dois braços, que servem meu copo e levam o álcool até minha boca, e um fígado forte!

Eu não quero estar perto, e já nem tenho mais paciência com pessoas que estão sempre querendo competir comigo. Estar perto é diferente de estar dentro em uma corrida louca por um prêmio invisível.

Já fui chamada de perfeita. Mais tarde, descobri que a perfeição é cansativa. Já fui a melhor coisa na tarde de alguém. Mesmo assim isso não se fez a melhor coisa na minha tarde. Conheço muitas pessoas. No entanto, posso contar nos dedos quem me conhece. Já fiz juras de amor. Já me fizeram juras de amor. Nunca cumprimos nenhuma. Sou amiga de todos. Nem todos são meus amigos. Costumo sonhar muito quando estou acordada. Nem tanto enquanto estou dormindo. Choro sem razão. Ao menos, chorava sem razão. Não sou diferente, sou exatamente igual. Igual em tudo, inclusive nas diferenças. Sou contraditória. Egoísta. Às vezes insegura. Posso ser muito legal. Posso ser insuportável. Depende de quem seja você, pra que time torce. Nada - ou quase nada - no meu passado me agrada. Sinto que não fui eu quem o vivi. Sinto que ele não faz parte de mim. E na verdade, não faz. Não mais. Já que não sou a mesma. O presente, sim, faz parte de mim. E futuro... bem, o futuro fará.

Já sentiu extrema necessidade de cuidar de alguém ??? Eu sinto à de cuidar de você...

Ter seu coração, quem sabe um dia

sua amizade já é minha alegria

mas se eu já tiver seu olhar

que brilha mais que a luz do dia

já é minha alegria

mas se eu conseguir seu coração

ai, sim, meu olhar vai brilhar pra você, mais que a luz do dia.

Coração já pode parar de doer e de se iludir. E por favor não me deixe marcas.

Em vários momentos da vida olhamos para trás para vermos o quanto já caminhamos, em outros olhamos para frente para ver quanto falta até a linha de chegada.
O certo seria olhar para o lado a fim de ver se Jesus está caminhando junto conosco. Porque na compania do Cristo por mais que o caminho seje longo, díficil, cansativo e árduo nós temos a certeza de que iremos aprender, crescer, evoluir e no final chegar na linha de chegada vitoriosos.
Vitoriosos, não poeque chegamos a linha de chegada mas porque realizamos toda a jornada ao lado de Jesus.

Essência

Não devemos tentar definir o amor,
Já que o mesmo não possui definição.
Podemos alterar o sentido,
Transformando-o em substantivo ou adjetivo.
Podemos usá-lo como sinônimo do anônimo.
Genuinamente;
Não precisamos saber a razão
Visto que o amor
Não é uma simples equação
Onde todos o vêem como uma subtração
Entre a emoção e realização.
Não em definição,
Mas ao pronunciar do amar,
O amor deve ser forte como a terra,
Puro como o vento,
E leve como o ar.
Deve ser límpido como as águas,
Transparente como a alma,
Aromal como as flores
E sereno como a calma.
Deve ser brilhante como a lua.
Radiante como o sol
sincero como o seu sorriso
e admirável como um simples girassol
Amor simples,
Onde o simples
É simplesmente você!
Eternamente você
Minha flor!!
O amor é a essência da vida
E a essência da vida é o amor.

Já não me surpreendo mais com o comum, nem com o incomum. Se é para realmente me surpreender, tem que ser com algo além do incomum.

A flor da noite

recai sobre o verso
a pele da poesia
ou quem sabe do amor
do que já passou
sob os lábios de desassossego
nasce a pequena flor
na oração do tempo
a poesia desnuda o olhar
expande seu corpo
sob o chão, sob o céu, sob o mar
no coração da terra
poesia, arte, música

(Vida em prece)

Alô Amor


Amor, estou chegando!
É que eu errei de endereço

Mas já me achei

Estou levando comigo muitas felicidades

As mágoas e as incertezas eu deixei pelo caminho

Coloquei o meu coração na mais linda caixa de presentes

Só para você!

Só peço para que não repare, é que ele está um pouco remendado

Mas está amando bem mais que antes.

Já não adianta mais mudar o mundo para salvar nossas crianças, e sim mudar nossas crianças para salvar o mundo

Passou o outono já, já torna o frio...
- Outono de seu riso magoado.
Álgido inverno! Oblíquo o sol, gelado...
- O sol, e as águas límpidas do rio.

Águas claras do rio! Águas do rio,
Fugindo sob o meu olhar cansado,
Para onde me levais meu vão cuidado?
Aonde vais, meu coração vazio?

Ficai, cabelos dela, flutuando,
E, debaixo das águas fugidias,
Os seus olhos abertos e cismando...

Onde ides a correr, melancolias?
- E, refratadas, longamente ondeando,
As suas mãos translúcidas e frias...

'Quero alguém q me olhe devagar, porq muita gente nesse mundo já me olhou com pressa.'

Era uma vez, um muleke que olhava as pessoas depressa demais.
Um dia, esse muleke olhou um alguem bem depressa e pisou na bola com o tal rapaz.
Algum tempo mais tarde, o muleke percebeu a verdade,
q onde olhou e viu vidro, era cristal na realidade.
e q a jóia ja se tinha ido... Mas essa história não é triste não...
Porq aquele muleke de olhar turvo e apressado,
logo depois foi tocado,
pelo tal cristal encantado,
que o ensinou a lição:
há q se repeitar, há tbm q perdoar, mas há, mais ainda, q aprender a enxergar...
e isso só se faz devagar!

O menino eternamente atormentado ouviu uma canção que não conhecia, mas que já tinha escutado em algum lugar. Como de seu costume achou que aquela canção tinha sido escrita pra ele.
Talvez até pudesse ter sido, mas não era pra ele e por culpa de quem se perguntava? Tolo não sabia que era dele mesmo e mais tarde se atormentaria mais por isso.
Queria um amor eterno, mas não sabia ou não acreditava que poderia existir como tudo o que fazia ele não acreditava, mas ainda esperava.
Todos os dias ele esperava no mesmo local, depois de ter feito as mesmas coisas de sempre, mas pensava em mudar. E o que pode mudar um menino atormentado?
Atormentado por quem? Por ele mesmo, talvez isso ele sabia.
Sempre viveu ou sobreviveu em um lugar que nunca quis nem passar por viagem, com pessoas que nunca poderia se espelhar, mas vivia lá e convivia com essas pessoas.
Acreditava em destino isso o fazia feliz por acreditar no seu futuro, acreditava também que amor viria e o faria feliz, queria amor sincero, amor verdadeiro, simplesmente queria amar.
Mas como todo óbvio ululante de qualquer historia que possa mudar um menino atormentado. Somente uma menina, uma garota, uma mulher. E ele encontrou a menina em que acreditava que aquela era "a menina" e depois, para fazê-lo sofrer ainda mais, ele teria certeza que ela era realmente.
Ela era como o paraíso, tinha escutado uma música e não achava que era feita pra ela, mas era feita, essa era a diferença entre os dois.
Eles não sabiam disso ainda, ele não podia ver pois estava cego desde que a conheceu, não tinha mais percepção de nada, e todos os seus outros sentimentos foram fortalecer o amor, então só tinha amor e mais nada. Achou que a música dela ele que tinha composto. Talvez o maior erro.
Eles eram iguais, em tudo, quase tudo, é.
Quando o menino eternamente atormentado pensou que se tornaria eternamente amado, descobriu no fundo da sua mente, nos olhos castanhos da menina.
Bem ao final, bem nas letrinhas minúsculas, quase no final dos créditos dos primeiros passos, quando já estava quase avançando, progredindo. Ele leu o nome do compositor da canção que ele sempre pensou em escrever e que tinha pensado ter escrito pra ela.
Não, estou mentindo ele não leu o nome do compositor, ele só não viu o seu nome lá.
Mesmo procurando por horas ele não leu o seu nome nos olhos da menina, na verdade não conseguia nem ver o seu reflexo lá. Não conseguia ver nada pois já estava cego ela era a única pessoa que ele conseguia ver, e ele era o único que conseguia a ver o jeito que realmente ela era e vice-versa.
Mas ela não se importou, pois também estava cega e usou o menino eternamente atormentado apenas como óculos para ler as letrinhas que antes ela não conseguia ler.
Ela era como o paraíso, mas ele desesperadamente não conseguia morrer.
E não podia mais viver, agora já sabia de quem era a culpa de tudo na vida dele, quando descobriu, ele sorriu e escondeu as lágrimas nos seus olhos. Sempre esteve só com sua sombra então de quem poderia ter sido a culpa? Só dele mesmo, sorria querendo chorar enquanto descobria que a canção dele era outra, outra que ele conhecia muito bem.
Agora ele tinha o amor eterno que tanto queria.
Não que não tenha desejado, mas esqueceu de pedir que fosse correspondido.
Continuou atormentado e perguntava para si mesmo. Como ela tinha feito aquele truque com ele?
E ainda esperançoso prometia fugir, mas não existiria nenhum lugar que o acalmaria.
Ela era estranha como os anjos. E ele implorava para que ela visse o amor nos olhos dele e acreditasse, para que ouvisse as palavras dele e acreditasse.
Não restou nada a não ser se conformar que um dia todos acreditariam e principalmente ela, que ele só tinha amor sincero para dar.