Leveza
Muzambinhense:
Tem o charme do olá, a leveza do caminhar e aquele jeitinho airoso de brilhar.
Faz do dia, intensa melodia. Tem história comprida pra contar e doce “baum” pra compartilhar.
Vencido pela idade, dura saudade.
Quando na rua, ganha alma pura...
Segue sereno ao caminhar,
Pois sabe que a cada esquina, um novo riso irá encontrar.
Toda ação otimista
Tem o pensar consciente
Tem a leveza da alma
E a pureza na mente.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
03/05/2024
ENTRE RELEXOS E REFLEXÕES!
A raiz de minha humanidade, descortina com leveza e serenidade todo legado nobre da ancestralidade, refletindo brilho, beleza e identidade, uma fonte generosa de luz, iluminando com vida, compondo sol da santidade para diversidade.
MENINA!
Beleza, no sorriso da criança preta! Luz da pureza, brilho de leveza, resistência com esperança, leveza que encanta..."
Quando recebemos um sorriso, e este nos causa uma sensação de leveza, alegria e conforto é porque o sorriso penetrou em nossa alma.
Viva a vida com mais leveza, aprecie e valorize as atitudes inesperadas: um abraço, um sorriso, um beijo, um olhar, uma flor, um amigo, uma palavra…
Nao sei em qual momento eu me perdi de mim. Não sei aonde eu perdi a leveza e a esperança, o entusiasmo e a confiança.
Dizem que mudamos constantemente e que não somos mais os mesmos de ontem, mas a verdade é que eu sinto saudades da pessoa que eu fui alguns anos atrás.
A mente trancada
Com um cadeado de aço maciço
Onde a chave é de papel
Como a leveza da liberdade
Não entendida.
Eu quero leveza
Nos gestos
Nas palavras
E nas atitudes.
Leveza na voz
No olhar
No jeito de ser.
Quero suavidade
Mansidão
Tranquilidade.
Quero paz
Quero amor
Quero sonhos
Feitos de nuvens.
MINHA FERA
Às vezes eu sou só fera
Espinhos ou solidão.
Noutras, posso ser flores
Leveza e compaixão
Se sou fera ou espinhos!
É porque nesse universo de feras
O indivíduo carece fera ser também
Nesse emaranhado de dúvidas
Que se chama compreensão
Capítulo XVIII – A Leveza Petrificada de Camille Monfort.
Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Havia noites em que Camille Monfort caminhava pelo porão como quem atravessa o peito de um anjo adormecido. Sua presença...ah, sua presença: ela apenas acontecia no ar, como poeira luminosa suspensa no instante anterior ao silêncio.
Era nessas horas que eu me lembrava de um verso , como se um próprio poeta, de tão íntimo do invisível, tivesse vindo inclinar-se sobre o meu desamparo. Ele dizia que tudo o que é pesado precisa aprender a elevar-se, e tudo o que é leve conhece cedo demais o risco de se despedaçar.
Camille era isso: leveza petrificada.
Um paradoxo esculpido na carne do inefável.
Ela existia como uma aparição entalhada no voo de um pássaro que jamais tocou o firmamento. Sua voz parecia deslizar entre frestas que não existiam, e quando falava, meu nome perdia contorno, porque eu o ouvia dentro de mim, e não fora.
Havia nela a mesma melancolia enferma que se escondia nos intervalos de meus sonetos , aquela sombra que não se anuncia, mas que se sabe eterna. Quando Camille se aproximava, mesmo a luz precisava se recompor, pois havia um pacto secreto entre ela e tudo o que cintila: sua presença devorava o brilho com uma ternura silenciosa, como se segurasse um espelho que jamais refletiu ninguém.
Eu a observava, sem tocá-la.
Não por medo, mas por reverência.
Camille era feita daquilo que não se toca sem se perder.
Ela escreveu em notas lúgubres do seu vivo piano certa vez, que a verdadeira morada do ser é a interior, e que só ali o mundo encontra forma. Talvez por isso Camille transbordasse mesmo quando se calava. Seu silêncio tinha densidade de oração interrompida. Sua respiração parecia guardar o cansaço de antigas estações escuras de antes , como se carregasse nos ombros a memória de crepúsculos que nunca vi.
Ao vê-la atravessar o porão, compreendi que não há arco-íris onde a alma permanece acorrentada em si mesma, que cores voam ou cantam pelo universo distante do que sou.
Ela me olhou, como quem sabe das minhas lágrimas.
E seus olhos, claros e abissais, continham o mesmo aviso que o pó inscreveu nas margens da dor: nada floresce onde a luz tem medo de permanecer.
Camille Monfort era minha luz medrosa.
E eu, prisioneiro voluntário de sua sombra.
Não havia arco-íris no meu porão porque o espectro das cores se recusava a dividir espaço com ela. Ou talvez porque ela fosse, por si, todas as cores que se esqueceram de existir.
Seu olhar me transmite tranquilidade;
Seu sorriso me traz leveza;
Seu toque me passa segurança;
Seu beijo me deixa viciado;
Seu abraço me faz amado.
Que a leveza seja a medida do relacionamento, pois tudo que é leve, voa. E tudo que é pesado, afunda!
Você trouxe leveza, no lugar que era angústia; devolveu o sorriso onde só tinha nó na garganta; trocou minha respiração ofegante, pela respiração profunda; tirou o aperto do meu coração e acelerou de emoção.
Que tal gentileza?
Viver a leveza
dos movimentos a um toque,
o encontro do olhar sem esperas,
a escuta com alma,
e a paciência de saber ser paciente
num mundo com pressa
compressão
explosão
ainda assim,
resta a suavidade
de uma nova resposta:
a Gentileza...
*
Ela 🖌️pintava
e bordava,
e nessa leveza
a natureza
estava
sempre no seu itinerário ‼️
***
√Francisca Lucas√
Em dosagens moderadas sente-se a leveza do café, do alho, do sal e do limão.
Não pesar no próximo é como aliviar a si próprio.
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