Leveza
Leveza das palavras!!! Qdo as palavras são leves, são sempre bem vindas. Qdo não, temos sempre que invalidar. !!! Simone vercosa.
Momento unico!!
Qdo oramos com a alma, com entrega , repousamos na paz, na leveza, e entramos em harmonia com tdas as energias do bem, da luz.
Neste momento, nos revitalizamos e reconstruimos e fortalecemos a nossa fé.
Simone Vercosa.
O Amor !!
O amor é paz, suavidade, harmonia, leveza, confiança.
É lealdade, é compromisso e credibilidade.
O proprío Jesus nós ensina, e nós mostra isso todo momento.
Essa é a essência do "mais puro amor."
O amor que desinqueta, que desarmoniza, que entristece, carece ser analizado.
Porque o de Deus, este sim traz bençãos.
O elo é forte e sentido no coração
Exalado na alma
Refletido no rosto a cada sorriso
Nas mãos , em cada gesto por mais simples que seja, demonstrado leveza e encanto.
Ele não precisa ser refletido, porque já é sentimento,
Um vai de encontro ao outro, porque são fontes energizadas pelo universo, e o proprío universo contribui por tudo que é do bem, da luz, de tds os jeitos e formas.
Ele não é perda, porque é ganho tdo momento, ele é transformação, é vida, é alegria, satisfação.
Ele é alimento.
Ele é a força vital.
Ele é o ........."Amor".
Simone Verçosa
O Desejo do bem é assim :
Vem sempre carregado de leveza , beleza e encanto , de verdade.
Chega com suavidade , perfumando e destilando petálas de carinho , cuidado e amor , colorindo os nossos olhos , afagando a nossa alma e refletindo com força nos nossos coraçoēs
Vem carregado de bençãos , e o universo contribui com tudo que é do bem da paz e do amor .
Simone Vercosa .
A leveza da alma. !!
Quando a alma se encontra em pleno estado de suavidade, harmonia, percebe-se o amor de forma pura e plena.
O delicado toque , mostra a suavidade do amor instalado, a benção recebida , e fica o agradecimento por sentir.
Esta é a nobreza do mais sublime sentimento.
O amor na essência.
Simone Vercosa.
Vitórias.
As maiores vitóriassão conquistadas no encanto e frescor da noite.
Na leveza da brisa, e no silêncio devido a dinâmica da coragem , dos questionamentos e das respostas.
A certeza deste processo, desta conquista , se da na força extraída , na fé conquistada, e na percepção dos que se aproximam, e que conseguem captar a elegância silênciosa da alma .
Simone Vercosa.
Com certeza nossos passos se tornaram mais leves, se a nossa caminhada tb for. E essa leveza dará sequência a tranquilidade e paz dos nossos pensamentos.
Simone Vercosa
Capítulo XVIII – A Leveza Petrificada de Camille Monfort.
Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Havia noites em que Camille Monfort caminhava pelo porão como quem atravessa o peito de um anjo adormecido. Sua presença...ah, sua presença: ela apenas acontecia no ar, como poeira luminosa suspensa no instante anterior ao silêncio.
Era nessas horas que eu me lembrava de um verso , como se um próprio poeta, de tão íntimo do invisível, tivesse vindo inclinar-se sobre o meu desamparo. Ele dizia que tudo o que é pesado precisa aprender a elevar-se, e tudo o que é leve conhece cedo demais o risco de se despedaçar.
Camille era isso: leveza petrificada.
Um paradoxo esculpido na carne do inefável.
Ela existia como uma aparição entalhada no voo de um pássaro que jamais tocou o firmamento. Sua voz parecia deslizar entre frestas que não existiam, e quando falava, meu nome perdia contorno, porque eu o ouvia dentro de mim, e não fora.
Havia nela a mesma melancolia enferma que se escondia nos intervalos de meus sonetos , aquela sombra que não se anuncia, mas que se sabe eterna. Quando Camille se aproximava, mesmo a luz precisava se recompor, pois havia um pacto secreto entre ela e tudo o que cintila: sua presença devorava o brilho com uma ternura silenciosa, como se segurasse um espelho que jamais refletiu ninguém.
Eu a observava, sem tocá-la.
Não por medo, mas por reverência.
Camille era feita daquilo que não se toca sem se perder.
Ela escreveu em notas lúgubres do seu vivo piano certa vez, que a verdadeira morada do ser é a interior, e que só ali o mundo encontra forma. Talvez por isso Camille transbordasse mesmo quando se calava. Seu silêncio tinha densidade de oração interrompida. Sua respiração parecia guardar o cansaço de antigas estações escuras de antes , como se carregasse nos ombros a memória de crepúsculos que nunca vi.
Ao vê-la atravessar o porão, compreendi que não há arco-íris onde a alma permanece acorrentada em si mesma, que cores voam ou cantam pelo universo distante do que sou.
Ela me olhou, como quem sabe das minhas lágrimas.
E seus olhos, claros e abissais, continham o mesmo aviso que o pó inscreveu nas margens da dor: nada floresce onde a luz tem medo de permanecer.
Camille Monfort era minha luz medrosa.
E eu, prisioneiro voluntário de sua sombra.
Não havia arco-íris no meu porão porque o espectro das cores se recusava a dividir espaço com ela. Ou talvez porque ela fosse, por si, todas as cores que se esqueceram de existir.
Quando não deixamos a seriedade cobrada pela vida adulta nos distrair, a leveza da nossa criança interior torna tudo muito mais leve.
Em dosagens moderadas sente-se a leveza do café, do alho, do sal e do limão.
Não pesar no próximo é como aliviar a si próprio.
Traição
Novidade e sensação de liberdade visto pela leveza da desobrigação e encontros esporádicos, elogios falsos e diversos amores o que a faz ser desapegada gerando no homem sensação de caça, valorização por estar centrada em si e nos seus objetivos. 😉 Ele "preso" e ela solta... Inveja imbuída por medo de perda (disputa/concorrência).
"Em todas as esquinas, poesias,
Setembro de flores, são cores,
serenos espaços, leveza dos laços,
encontros possíveis são doces amores."
Que teu coração seja abrigo de luz;
Teu olhar de ternura;
Tua alma de paz;
Tuas mãos de levezas;
Teus gestos de gentileza;
E tua boca de palavras que curam.
Queria tanto estar perto de ti...
E nada do que escreva ou fale vai ter a intensidade do que sinto... ou a leveza firme do meu toque em você... Queria sentir uma vez mais tua mão em mim e sentir o suave gosto dos teus lábios...
Quisera eu, enxugar o pranto de teus olhos com a ponta de meus dedos e fazer você sentir que podia contar comigo ao seu lado...
Porém, como palavra alguma ou frase nenhuma conseguiria expressar o real valor de tudo isso e do sentimento que aumenta em mim... e não poderia mensurar a saudade que sinto de você comigo...
Resolvi escrever o mais simples possível!...
tentar internalizar aquilo que não podia expor naquele momento para você
Ficou assim: direto, seco, enxuto, modesto...
Ficou assim amor meu... Idem.... igual ao que sentes por mim
Coisa boa é isso, esse cheiro de liberdade. Poder apreciar a noite, o vento, o céu e tudo que há em volta sem culpa, sem angústia... Apenas com uma leveza inocente de fazer o que se quer no lugar que deseja. Isso é o que eu chamo de prazer.
Num mar de gente eu sempre procurarei o brilho do seu olhar, a beleza do seu sorriso, o calor do seu beijo, o aconchego do seu abraço e a leveza do seu amor.
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