Leve como Passaro
Dizer como um mantra que odiamos o nosso país já custou caro demais para a nossa caminhada, é preciso resgatar os vínculos afetivos com a nossa Pátria.
A Lua me conhece
como a perpétua
fugitiva de qualquer
amor clandestino
rumo além do infinito,
escrevendo sobre
os amores dos outros
e em preparação
para o amor que virá.
É muito mais que
um sonho de uma
noite de verão
que vivencio
para fazer a gente
se encontrar
muito além da paixão.
O vento dançarino
da noite abriu
neste momento
as cortinas de nuvens
para a Lua beijar
a gentil lagoa
e de amor
para o campo
ela se embelezar.
Como uma vereda
que vai seguindo
o seu próprio curso,
vou escrevendo
em prosa e poesia
até a próxima
estação do destino
que será o encontro,
a convergência
e a alegre festa
de ir até a janela,
e ver o Universo
inteiro aceso
quando cair a noite,...
Mesmo sem ter
sequer uma sacada,
para apreciar
as tempestades
e as noites
sem teus abraços;
Tenho a gentileza
da minha janela
e a doçura do quintal
que me ajudam
a superar a dureza
da vida e das nuvens
que encobrem
dias ensolarados,
céus estrelados
e as noites de Superlua
que delas não escapam,...
Cheia de utopia
em preparação
para vencer a si própria,
derrubar egos e totens
e libertar povos deste século
dos campos de concentração:
abri para você o meu coração.
Orbito nos horóscopos
secretos das galáxias,
Ninguém me captura
nem por medo,
Como borboleta nômade
não tenho e não terei
nenhum governo;
Não há autoritarismo
que me dobre ou prenda,
A minha liberdade interior
é a indestrutível crença.
Tentar insistir é loucura,
trago os signos
e as fases da Lua,
Como borboleta nômade
vivo pronta a escapar,
Ninguém nunca
há de me dominar;
Tenho vela, bússola
e orientação interior:
ignoro o quê tumultua,
Estou por onde você
menos imaginar
todos os dias
sempre a surpreender
onde menos esperar.
Como um fogo-fátuo
surge a inspiração
bem no meio
da madrugada fria
e repleta de vontade
de cruzar oceanos,
plantar campos
e escalar muralhas.
Para quem sabe
o coração alçar,
Quero viajar para
uma terra onde
seremos plenos,
desconhecidos,
teremos tempo
para nos ocupar
com as estrelas
e tremendas noites de luar;
Para nós dois que
o melhor do amor
sabemos apreciar,
Nos orientaremos
com o horóscopo
e o milagre da vida
diante dos nossos olhos
graças a um teto
que há de ser aberto
automaticamente,
é só questão de tempo,
sei que conquistaremos.
Cada poema que escrevo
é para o nosso amor
que contigo virá,
assim seja e sempre será.
No teu coração
apesar de inseguro
tens me abrigado
porque tens a mim
como o teu preclaro,
e algo me diz que
comigo tens futuro,...
Amor doce amor
mesmo sem nunca
sequer ter percebido,
quando eu te chamar
tu verás que tudo
no final fará sentido
feito de amor puro;
Ainda para você
no momento não
passo de mitologia,
e aquela que inspira
cartas de amor
que você haverá
de me escrever,...
Sei que sou a Lua
que te mantém
sempre distraído,
e tu és o centro
do meu sistema solar,
só quero que
venha comigo
quando for te chamar
na hora que o divino amor
em nós se derramar.
O que nos tornamos como sociedade é pior que o vírus, pois quando o ser humano está disposto a superação ele sempre encontra a cura.
Chuva de líridas
caem nos meus
cabelos castanhos,
Mesmo distante
como a Lua lírica
no teu pensamento
a cada instante
e em ritmo do tempo,
Passo minhas noites
tentando imaginar
o próximo inefável
passo que venha
a nos aproximar;
Ocupei a gala fina
de ser a estrela
para você no teu
íntimo espacial,
E assim me fiz
acima dos séculos
melodia atemporal:
Sempre que escuta
o meu nome o teu
sorriso não oculta
diante de ninguém
que a gente se tem,
Numa vontade una
irrefreável de tudo
a todo momento
e o tempo todo,
E aquela crença
que no final irá
dar tudo certo
para todo mundo,
e tudo acabará bem.
A primavera está
dando os sinais
que está chegando,
É como uma cena
que já tivesse
assistido num filme,
você dirigindo
o seu carro esportivo
nas estradas do interior:
Para chegar até o vale
para viver uma
viver história de amor,
Para deixar o quê
não te dá paz,
e nem preenche mais,
Para largar o quê
não soma
e não mais te importa;
Para andar descalço,
pescar e ver as horas
passarem olhando
as nuvens no céu,
se despedir do Sol
até a chegada da Lua
e sem a preocupação
de ser reconhecido na rua.
Ainda recordo
a canção
de Tanabata:
"As estrelas brilham,
brilham,
como pó
de ouro e prata",
A princesa
tecelã bordou
diamantes
brancos e azuis
na constelação
de(Lira):
O meu corpo
pelo teu delira,
Sei que sou
a estrela da águia
_constelação;
O pastor
deslumbrado
afastou as nuvens
para vê-la toda
de Lua ainda
mais bonita,
O meu peito
com a calma
de um cisne
na lagoa é
_constelação,
De longe você
admira a cena
de dentro do teu
carro dourado
conversível,
E sonha com um
mundo possível,
mesmo que digam
que é impossível,
Vega, Altair e Deneb,
o Triângulo do Verão
próximas do Sol,
e você que entregou
para mim o teu coração.
Não visitar e não estar em aglomerações não é tão ruim como se pensa, hoje nós temos a Internet. Ninguém está sozinho com a Internet.
Da mesma forma que zelo como uma simples cidadã pela boa comunicação em meu país, penso nos países irmãos de continente. O sinal da Internet tem que estar perfeito e as redes sociais não podem nos bloquear! #COVIDー19
O obscurantismo
do olhar daqueles
que creem no amor
clandestino como
caminho certo:
comigo não irão
obter sucesso,...
nada me distrai
para deixar
de escrever
para o amor
que virá
anunciado;
confio neste pacto
que há de
ser apaixonado,...
esse romance
que um dia virá
palmilhando
os prateados
paralelepípedos
da minha rua,
e se orgulhará
de cada verso
escrito por
esta pluma.
Do nada comecei a cantar
Na beira do mar
Não tive como te abraçar
Pûs-me a escrever nas areias
O belo amanhecer
Recolhi carinhosas conchas
Lindos presentes das sereias
Vendo o barco passar
No balanço das ondas do mar.
Cantei algumas músicas
Todas em espanhol
O meu coração se abriu a sonata
A mais bela celebração apaixonada
Tentativas de quem não sabe
Mas de quem de coragem
De um dia aprender
E os mares cruzar
Só para te rever.
Acariciando o mar
Enternecido amanheceu o sol
E eu bem longe de você
Louca para te amar
Espantando o frio do outono
Resolvendo com tudo romper
A poesia praiana irá te ter
Como o Universo se abre para a Terra
Tens todo o meu amor e minh'alma
Que o Mal do mundo jamais encerra.
Não há como não cobiçar,
E muito menos não querer;
Ao ver o Sol dançando:
lembrei-me de você.
Não há como não deixar
De um só minuto de te amar,
Da aurora até o amanhecer.
Beijo doce, e imortal,
Trouxe-me um presente
- sem igual
Vendo o auge do passo doble
- mortal
O Sol dando no mar um beijo
- sensual
Acordes da [Tarragona] divinal.
Não há como não se curvar,
Vendo o azul do céu
- beijando -
Sensualmente o mar;
Não há como não querer
- passionalmente
Nessa festa não se misturar.
Para não parar de se
surpreender,
- ela sempre nos amando
A bailarina vida sempre
supreende:
ela sempre acaba nos [beijando
Seja através da balada da
- Catalunha -
- ou, mesmo através das andaluzas
Ela vai bailando, e [coreografando,
O seu passo de amor, coragem e juras,
Com a mesma coragem do Sol [dançando
Sobre as ondas do Mar Mediterrâneo,
Ao som de Paco de Lucia nos [tocando...
Quem procura
me entender:
sempre perde
a cabeça!
Nasci livre
como uma ave,
Insistir comigo,
de nada vale,
- não compensa
Sou um poema
de quinta,
- um verso vagabundo
Uma poesia bandida,
- rebelde -
Doidamente
transtornada,
Cauda de cometa,
- constelação efusiva
Doido verbo
e provocativo,
Dançando em cima
dos estilhaços,
Desse planeta
cheio de cacos,
Versos feitos
a fio da espada,
Brio, doçura e sangue
fervente
- e determinado
Pelos alçapões
do inconsciente,
Repleto de si
e com assinatura
- própria -
Corto com os versos
de Salomé
- o teu juízo -
E me misturo
aos teus aromas,
Furtando, assim,
o teu coração.
Então, repousa aqui,
bem aqui,
A tua mente
e o teu coração,
Assim, neste colo,
a fantasia,
O teu implacável
desejo
De mergulhar
na sedução;
Nascida
dessa cantiga,
E de cada verso
de paixão.
Voa, então, sobreviva,
Não se recuse, não se negue,
- se promova
Ao meu colo, se renda,
Prossiga como quem se atreve...
Eu te escrevo
como quem beija,
Só para ver se
você me (nota).
Eu vi o Sol desmaiar
de êxtase,
Para acordar nos
braços da aurora.
Nada me saciará mais
Do que você
como alimento,
Dono de um corpo
que me tira a paz;
E de uma fragância
cheia de sentimento.
Eu vi você amanhecendo
no meu peito
Como um lindo Sol
cor-de-coral,
Eu vi você
me levando...,
Para o teu abrigo
(espiritual).
Nada me aquietará
mais,
Do que ser calada
com o seu (beijo)
Pedindo de mim o segredo
que te satisfaz;
Sabemos quando
e como fazer do nosso jeito.
Tudo acontece
quando te vejo,
E até quando te ouço,
Talvez eu nunca te fale,
Embora, sei que
você percebe,
Que o meu corpo
pelo teu sempre ferve.
Neste círculo de condenação,
(íntima)
Cada momento seu sempre vira poesia,
(feminina)
Certamente encantada de vivê-la
Ao menos na (escrita).
Lembre-se de mim, assim:
como margarida vestida de sol.
Lembre-se de mim, assim:
como um sorriso sem fim.
Recorda-te que passei,
e que o amor um dia foi lei.
Agora, tudo mudou:
o tempo - implacável - passou.
Contente-se com a lembrança
Que não dissipou, e não passou,
Recorda-te da borboleta mansa,
- repousada na tua mão
Eu que fui verso e virei canção
Para sempre no país do teu coração;
Serei a tua razão,
- inesquecível -
Lembre-se de mim assim:
como o teu amor celestial
E de todos o mais incrível.
Libertei-me do ninho,
Sou o amor que voa sozinho,
Libertei-te para não voltar,
Viver para me amar
É tua responsabilidade;
Deixe-me no meu destino,
Sou o curso do rio de volta
Para a vida e para o mar,
Assim na poesia estrelar...
Haicai recém-nascido,
feliz como um menino
igual ao teu sorriso.
Haicai entardecido
aguardando a Lua
leve como uma pluma.
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