Leve como Passaro
Qual o caminho da realização? Fazer as escolhas certas. Como fazer as escolhas certas? Maturidade. Como alcançamos a Maturidade? Aprendendo com as escolhas erradas.
As Escrituras são como um oceano de tesouros inesgotáveis; por isso nunca devemos deixa-la de lado, mas devemos examiná-las incessantemente.
Um Resumo de Como as Heresias Penetraram na Igreja de Cristo a Partir do 3° Século.
Até o 3° século a Igreja (gente, discípulos/as de Cristo) caminhava de acordo com os ensinos de Jesus, dos Apóstolos e pais da igreja (discípulos dos Apóstolos). A igreja começou a se distanciar da fé genuína a partir do fim do 3° século (313 d.C.), quando Constantino ganha a batalha de Magêncio e atribui essa vitória a interferência de Cristo em seu favor, numa suposta visão que ele teve, onde Cristo lhe dava essa vitória. Foi a partir desse episódio que ele decreta que a fé em Cristo, agora seria a religião oficial do Império Romano. A partir desse ato, o Evangelho passou a ser conhecido como Cristianismo. É a partir desse período que o Evangelho começa a ser descaracterizado e sistematicamente modificado. Agora o Evangelho é fundido com o estado, e Constantino se torna automaticamente o chefe do estado e também da igreja. Portanto, foi a partir desse período que o paganismo é a cultura greco-romana começaram a entrar na igreja e a descaracterizarem da sua forma original.
A evolução das heresias na Igreja de Cristo:
No ano 300 d.C. se iniciou a oração pelos mortos, e nesse mesmo ano também adotou-se o sinal da cruz.
No ano 320 d.C. foi autorizada a confecção e o uso de velas de cera nos períodos de culto.
No ano 375 d.C. a igreja adota a adoração aos anjos, dos santos mortos e do ofício e confecção do uso de imagens.
No ano de 394 d.C. a missa é instalada e ordena-se que seja feita diariamente.
No ano 500 d.C. os padres se autoproclamam sacerdotes, começando a se vestir de forma diferente dos leigos.
No ano de 593 d.C. Gregório I cria a doutrina do purgatório (lugar intermediário onde ficam as almas); nesse purgatório as almas podem ser salvas pela intervenção dos vivos aqui na terra, com orações, missas ou ofertas em dinheiro por elas.
No ano 600 d.C. Gregório I introduz o latim nas missas, e nesse mesmo ano orações são formuladas para serem dirigidas a Maria como mediadora de Deus e os homens.
No ano 607 d.C. o papado romano é instaurado; o imperador Flávio Focas se declara bispo universal, dando início a uma das maiores heresias da igreja, o papado romano.
No ano 786 d.C. o culto a cruz e o culto às imagens e relíquias foram autorizados pelo papado.
No ano 850 d.C. a água benta é misturada com sal, abençoada por um sacerdote, santificando o local onde ela é aspergida.
No ano 995 d.C. o papa João XV ordena a canonização dos santos e em 998 certos homens e mulheres passaram a ser considerados santos.
No ano 1079 d.C. Gregório VIII decreta o celibato (proibição de casamento para os sacerdotes) do sacerdócio.
No ano 1090 d.C. é instaurado o rosário, uma reza mecânica, criada por Pedro o Ermitão.
No ano 1184 d.C. é instituída a inquisição pelo concílio de Verona. A igreja entra na chamada era das trevas, onde se inicia a caça a bruxas, perseguições, torturas e mortes contra todos que discordassem de suas leis.
No ano 1215 d.C. é introduzido o ensino da transubstanciação (onde a hóstia se transforma no corpo de Cristo real) pelo padre Inocêncio III e nesse mesmo ano também é instituída a confissão de pecados aos sacerdotes no concílio de Latrão.
No ano 1229 d.C. é instaurado a proibição da Bíblia aos leigos e colocado no índice de livros proibidos no concílio de Valença. A leitura da Bíblia passou a ser permitida somente pelo alto clero.
No ano 1251 d.C. foi criado o escapulário (um pedaço de pano que envolve integralmente os ombros de quem o veste) por Simão Stock, um frade carmelita inglês. O escapulário surgiu de suposta visão de Stock de uma certa figura que se autodenominou nossa senhora de Carmelo; e essa figura na visão, lhe entregou o escapulário como símbolo de proteção, e então eles passaram a acreditar que esse escapulário era um sinal externo de proteção Mariana, que consiste na consagração da santíssima virgem Maria.
No ano 1414 d.C. é proibido o uso do suco da vide na ceia.
No ano 1439 d.C. o purgatório é proclamado como um dogma pelo concílio de Florença, no mesmo ano é instaurada a doutrina dos 7 sacramentos (batismo, crisma, eucaristia, penitência, unção dos enfermos, ordem e matrimônio).
No ano 1508 d.C. é aprovado a oração para ave Maria pelo papai Sisto V.
No ano 1506 d.C. o papa Júlio II iniciou a construção da basílica de São Pedro, que custaria uma fortuna. Foi quando ele teve a ideia de implementar uma das piores heresias dentro da igreja, a indulgência papal (era um documento assinado pelo papa e comprado por qualquer pecador que receberia perdão total de seus pecados, garantido assim seu lugar no céu). O perdão agora, já não era mais pelo sacrifício de Cristo.
A igreja de Cristo havia se perdido e se tornado herética, e estava afundada no paganismo. Mas isso não quer dizer que todos os discípulos/as de Cristo tinham se desviado, porque sempre houve homens e mulheres que desde o início da estatização e paganização da igreja no 3° século se posicionaram contra; mas quase todos foram perseguidos, presos, torturados, calados e mortos das piores formas possíveis por uma "igreja" que não era mais a Igreja de Cristo; mas que havia se apropriado do nome de Cristo e se tornado uma potestade do mal entre os homens. Essa caricatura bizarra da Igreja de Cristo, agora dominava quase tudo e todos (ciência, artes, religião, territórios etc...) por um período conhecido como a idade das trevas ou idade média (séculos IV e XV).
Foi nesse período que Deus trabalhou no coração de um monge da ordem Agostiniana, que morava no interior da Alemanha, na cidade de Wittenberg. O nome desse monge era Martinho Lutero, que lutava internamente com sua salvação e não entendia como funcionava a justiça de Deus. Mas quando ele é enviado para Roma, e começa a estudar o Novo Testamento Grego, se depara com a carta de Romanos, no capítulo 1 e versículo 17, onde diz "que o justo viverá pela fé", sua compreensão muda completamente, é ai que ele dá início ao movimento da Reforma protestante, iniciado 100 anos antes pelos pré-reformadores (João Wycliff (1325-1384), João Huss (~1372-1415) e Jerônimo Savonarola (1452-1498), por combaterem irregularidades e imoralidades do clero, condenar superstições, peregrinações, veneração de santos, celibato e as pretensões papais), mas calados pela "igreja" estatal.
A reforma protestante tinha o objetivo de fazer a igreja voltar às fontes, ao Evangelho genuíno, de onde ela nunca deveria ter se desviado. O restante da história nós já conhecemos e não é preciso relatar o que aconteceu depois que Lutero afixou as 95 teses na porta da igreja do castelo de Wittenberg.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A Mulher Samaritana
Ela foi apenas buscar água para matar sua sede como fazia todos os dias!
Ele estava a sua espera, Ele preparou o momento!
Ela era apenas mais uma improvável, com rótulos, estigmas e colecionadora de maridos!
Ele viu além da religião e dos preconceitos!
Ele um especialista em mudar destinos e dar destino na vida daqueles que ninguém vê nada!
Ele não mudaria somente uma vida, mais uma cidade (Samaria) inteira que vivia sobre forte preconceito!
Ela, a desprezada foi escolhida para essa missão!
Ela bebeu da água viva, e dela fluiu águas que alcançaram uma cidade!
Quando Jesus te encontra, Ele muda seu destino. Ele cura seus traumas, ressignifica sua dor e dá significado para sua vida!
Ele tem uma nova história para você!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O Natal é semelhante à volta de Jesus. Ninguém sabe o dia e nem a hora do Seu nascimento; como também não sabemos o dia e nem a hora do Seu retorno. Mas a bíblia é enfática: Ele nasceu e vai voltar!
O calvinismo, assim como muitas outras seitas, não faz evangelismo, mas proselitismo. Proselitismo é tentar convencer alguém a sua doutrina ou crença através de conjecturas normalmente heterodoxas. Já o Evangelismo é a proclamação do Evangelho (boas novas), de que Deus deseja que todos os homens
(1º Tm 2.3-4), alcancem a salvação por meio da fé em Cristo Jesus.
O Oleiro, o barro e o Vaso.
Jeremias 18.4-6: Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer. Então veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? Diz o Senhor: Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.
Será que não tinha outros barros na casa do Oleiro? É logico que tinha! Afinal de contas, era uma “Olaria”; portanto, o que mais tinha era “Barro”.
Então porque o Oleiro continuou refazendo o mesmo vaso após ele ser quebrado, tendo outros barros a sua disposição? É porque, uma vez nas MÃOS DO OLEIRO, ainda que VOCÊ SE QUEBRE, Ele não vai te descartar como fazem os homens, e nem te substituir por outro “vaso” como se você se tornasse imprestável porque pecou.
Ninguém que se arrependa dos seus pecados e esteja disposto a deixar Deus trabalhar em sua vida é descartável.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A competição tem como base a comparação! Toda pessoa que quer competir é porque tem um complexo de inferioridade com alguém.
Se é Deus quem dá a fé salvífica, como explicar a admiração de Jesus ao ver a fé do centurião (Mt 8.10-12), a ponto de dizer que nem mesmo em Israel "havia encontrado" tamanha fé? Qual o sentido de Jesus se admirar em ver aquilo que Ele sabia que foi dado por Deus? Seria então, mais correto dizer: “Nem em Israel EU DEI ou MEU PAI DEU tamanha fé”?
Quando os irmãos de José o venderam como escravo, José percorreu um CAMINHO que o levou até o Egito. Esse foi o mesmo CAMINHO que os seus irmãos fizeram para ver o que Deus fez na vida de José.
Muitas pessoas torcem pelo MAL na vida dos outros, mas eu me pergunto: “Como que o MAL na vida dos outros pode ser tonar o BEM na sua vida”? O MAL sempre será MAL! (Mt 5.38-48)
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