Leve como Passaro
Cabe aos Conselhos Municipais de Cultura e Cidadania funcionarem como meio de registro, estudo, resgate e documentação de toda cultura artística e artesanal regional. A cultura nada mais é que o registro do modo de fazer que gera a oportunidade de repetir o feito para frente indeterminadamente. O conselho deve promover a criação de uma biblioteca cultural e que nela tenha os registros de tudo que caracteriza a cultura popular da especifica tradição regional. Assim como a cultura da gastronomia dos pratos típicos locais, doces, bolos, biscoitos e tudo que comemos e apreciamos por serem deliciosos, a cultura das bebidas artesanais, das aguardentes, cachaças e licores. A cultura vestuário das roupas celebrativas das festas populares, dos mantos, das toalhas e dos enfeites e adornos das linhas, das fibras e dos tecidos. A cultura da marcenaria que artisticamente gera objetos utilitários, imagens e pequenos moveis em arte primaria no uso das madeiras. A cultura da musica, cantigas dos folguedos e os cantos das romarias. Sendo assim todos os conselhos municipais de cultura e cidadania devem ser por excelência o grande biblioteca cultural local, o local cidadão de guarda e registro de cada identidade regional e ter a difícil tarefa de promoção e apoio incondicional da cultura local e da permanência futura dos modos de fazer. Acredito no convite dos mestres das culturas populares locais como participantes entre os membros acadêmicos e sociais comunitários eleitos para cada gestão. Mas todos sempre em uma unica direção e sentido de ser o repositório de toda cultura local, municipal e regional que tanto fortalece nossa soberana e impar identidade na diversidade cultural brasileira.
O Rio de Janeiro como cidade maravilhosa só existe nas letras das velhas cancões, nas saudades da memoria e nos velhos registros históricos do passado. Hoje ainda é uma das capitais brasileiras mais bonitas pela sua exuberante beleza natural mas triste, fantasma, insegura, suja, entre ruínas e abandonos tais como qualquer outra cidade devastada pelos escândalos financeiros políticos e a pobreza de sua infeliz população.
Só existe relação afetiva e amorosa promissora e duradoura quando ambas as partes tem o outro como prioridade.
Cabe sempre a todo poder central diminuir as diferenças. Assim como relativar, suavizar e amenizar as diferentes visões e opiniões dentro de um mesmo trabalho. Nunca cabe ao poder centrar qual for impor sua posição por autoridade, supremacia e liderança a quem quer que seja sob o risco de ser dilacerado e apagado por qualquer tempestade externa de hão de vir, por ele mesmo, na triste condução de não ter tido a prudente maleabilidade nos caminhos e entre os sapatos diferentes constitutivos divergentes dos que exaltam os diferentes querer. Qualquer poder central sempre cai por ele mesmo diante do endurecimento artificial, imposição emocional e a equivocada robustez perante os divergentes por menor tamanho que sejam. Afinal ate as menores vontades tem raízes mesmo que muitas vezes não tao claras, visíveis e aparentes.
O Brasil não queria ser vermelho como também não quer ser verde oliva, afinal temos as nossas próprias cores conquistadas em "berço esplendido" pela a justiça, pela paz e pela liberdade.
Por esperança você que me diz, pois eu sempre quis, uma flor de lis, para ser mais feliz, como brincar no chão de giz, pera,uva,maçã, salada mista e anis.
Somos como passarinhos de todas as cores nos campos de lírios da vida. Amanhece e anoitece, entre a brisa suave e o orvalho da saudade mas temos a unica certeza que o que precisamos nesta existência. é somente Deus que sempre nos provem.
Vejo a arte e a cultura muito mais que substratos de identidade. As vejo como novas plataformas para a linguagem da filosofia publica edificante na diminuição das diferenças, na correção das distorções históricas sociais e mesmo um dos mais abrangentes meios e veículos na promoção da felicidade.
Todo conhecimento evolui se sobrepõe, completa se indefinidamente. Aceitar como definitivo e absoluto qualquer definição é categoricamente mentir para si mesmo, acomodar se, iniciar se na morte temporal das possíveis infintas possibilidades do pensamento.
Erra completamente todo aquele que julga objetivamente nesta dimensão, o nascimento e a morte, como limites existenciais.
Assim como dizem que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar também digo que a oportunidade de prosperidade não passa duas vezes, igual e com a mesma intensidade e oportunidade na porta da vida de quem que seja. Sendo assim tem sempre mais chances quem pega a nova oportunidade primeiro.
Hoje a contemporaneidade propõe um viver inesperado, como isto cada vez mais me torna e me sinto como um ser inacabado. Nunca imobilizado pelo novo, diante disto vivencio e experiencio novas ações, pensamentos e reformulações inusitadas bem longe do que sempre acreditei viver mas vida que segue, e não nos atropele pois só ela que oferece a verdadeira direção e movimentação.
Falar muito e explicar como seria pra que, pois a vida é feita de decisões, escolhas e verdades. O tombo e o sucesso depende de nossas exatas e sinceras expectativas.
A humanidade hoje reconhece como pessoa de bem, toda mente, toda alma e todo espirito que trabalham a sua verdade por amor na construção de uma vida plena igualitária com menos dores, fomes, sofrimentos, injustiças e diferenças.
O Obará, como meu odu um dia me disse que para eu ter devo guardar mais o silencio e viver com observação, preciso mais dar energias e guardar minhas palavras pois mesmo que Xangô e Oxossi guiem meu destino e minhas caminhadas, com as seis conchas abertas pela natureza e dez fechadas tem mais invejosos contra ao feito que aliados ao meu favor antes que tudo se realize.
A arte é uma filosofia de vida, uma plataforma criativa e expressiva escolhida como linguagem de dialogo e de comunicação entre a ideia, o pensamento, o espaço, a dor, o prazer, emoção, tempo e dimensão de quem cria e aqueles que veem. O registro ou a materialização da ideia criativa que é a obra, em tese se completa e exingue se na performance da exposta realização mas pode ser estendida e comercializada por valores atribuíveis, na repetição. Quando isto acontece a original linguagem ecoa, transforma e permanece a falar se significando e inter relacionando com novos paramentos da própria vida, de novas ideias, novos tempos e pensares.
Respeito a vontade e a liberdade inalienável de cada um de se posicionar junto a mim como um estranho mas na verdade em essência todos que participam comigo desta jornada dimensional conhecida como vida, são e os tenho como amigos e alguns um pouco mais como amigos irmãos. Quão bom viver em abundancia a amizade e nunca ter inimigos.
Não tolero quem diz não tolero, cada um é como é, quem ainda não aprendeu isto melhor ir viver sozinho no deserto.
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