Leve como Passaro

Cerca de 139362 frases e pensamentos: Leve como Passaro

⁠A filosofia da práxis não contempla o mundo como está — ela o interroga, o critica e o transforma com as mãos conscientes de quem age.

Inserida por JaniaradeLimaMedeiro

"há música em você"

As melodias que eu escuto
São como um bálsamo
Para minha alma
Pois me fazem esquecer de
Você.
Amor há música em você,
Me diga o porquê...
Você foi embora e eu simplesmente
Não consigo dizer adeus.

Inserida por Cachinhosxs

Eu me via como uma flor cinza, uma flor doen⁠te de cores, que sonhava com um jardim. Certo dia apreciei o pôr do sol e pude observar sua cores, e o leve calor que pairava na atmosfera. Era meu ser convalescença. Observei um quadro florido e este mesmo quadro me observou, com quem tentasse me transmitir suas cores. E eu as senti. Era meu ser convalescença. E às cores foram surgindo e cada vez mais sentia suas nuances. Olhei para o sol do meio dia e senti o ser calor. Ao passar do dia, olhei para a lua que especialmente estava cheia, e senti beleza. Meu ser convalescia é o mundo se enchia de signifiacdo. Olhei para mim, para o meu corpo, e o vi como um instrumento. E a vida se transformou em música. Era um renascimento. Nesse momento Deus me olhou. E senti a vibração. Era o milagre, que pedi em um sussurro. Tenho agora uma vida que já não é mais cinza. E senti a natureza em toda a sua diversidade. Tudo o que estava oculto se apresentava lentamente a mim. E em vida, eu nasci de novo.

Inserida por monalisa_1

⁠"Como e por que me tornei professora?"

COMO ?
Estava nos primeiros passos ...
brincadeiras com sucatas!
com suas cores e formas ...
desconsertavam e voltavam ao compasso!
objetos que construía,
que só pra mim sentido faria.
Com outra percepção se deu
quando as letras eram desenhos
que surpresa:
os coloridos representavam sons.
Nas mãos da mamãe as figuras brincavam:
cortava, colava e dava outros tons.
Chamou-as de sílabas
e brincávamos de rir.
Vi que sozinhas,
as vogais tristonhas
com essas tais consonantes
precisavam interagir.
E sobre o papel sem cor
a mãe me provocaria
e eu coloria, a sorrir.
Certo dia papai chegou
e um grande presente na parede fixou.
De tão verde parecia a mata
Com seus bastões coloridos
que no quadro verde podia tingir.
De tão alto me obrigava
nas pontas dos pés ficar
e de joelhos eu descia
para desde sua base
as minhas letras começar a desenhar.
Crianças chegavam de lá e de cá.
Vizinhos e primos queriam brincar.
Os colocava sentados no chão
e ali começava a brincar de ensinar.
E assim foi...
pela descoberta das letras com a mãe colorindo,
montando e desmontando pra ler
por meio do pai a brincadeira completava
quando as crianças amontoavam
e dali eu dizia que ensinava a escrever.

POR QUÊ ?
Na escola aprendia
conversando com a “tia”
que a todo tempo me chamava
porque parada eu não ficava.
Seu tom de voz, medo não causava
porque tia Heralda, tranquila sempre estava.
Me pedia para ajudar na sala
e no recreio eu podia ter minha fala.
Assim descobria uma nova ação
entre professor-aluno uma relação.
De origem não genética
mas de natureza dialética.
Então pude conhecer
que “todo professor é sempre aluno
e todo aluno, professor, pode ser” 68
Estas palavras do Seu Antonio
que em suas cartas eu pude ler
para me preparar e entender
sobre as inquietações deste universo do saber.
Assim com Gramsci um pouco mais entendi
por que docente eu me vi
e tão logo o coração aquiesci.

Poema publicado no livro "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias."

Inserida por JaniaradeLimaMedeiro

O silêncio sempre foi para mim uma dualidade, entre a paz e o temor. Via a paz como uma pomba branca, serena, que em seu voo representava liberdade. No entanto, via também o silêncio como algo assustador, um gato preto, com olhos de mel, belo, mas em momentos de fragilidade o via como uma ameaça. O silêncio era a paz, mas era também meu lado selvagem. E o silêncio vinha a meu encontro com todo pesar da solidão. Era eu sozinha no mundo, sujeita a abundância e perigos. A solidão de não ter com quem compartilhar minha visão de mundo, que fluía entre a loucura e a lucidez. Às vezes eu amo o silêncio como um afago em meu rosto. Mas às vezes eu o temo, como se eu estivesse frente a frente a uma natureza adversa. Seja como for, o silêncio me dói, como as noites escuras em que sozinha enfrento aflições criadas em minha própria mente. E o silêncio se transforma em um monstro vindo em minha direção. Sinto o temos de minhas mãos e uma angústia ameaçadora. Então rogo aos céus um alívio. E uma pomba branca dorme em coração.

Inserida por monalisa_1

⁠Estas coisas nunca são como queremos, mas sim como conseguimos.

Inserida por RicardoJorgeCA

⁠Amor nunca é apenas amor. Ele é também a maneira como aprendemos a interpretá-lo.

Marcela Ceribelli
Sintomas: e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou. Rio de Janeiro: HarperCollins, 2025.
...Mais
Inserida por pensador

“⁠Aplaudir a mentira é como dar oferta num templo de corrupção.”

Inserida por Ulisses_Santavico

⁠Ser sem noção desobriga de muita coisa, como crer a que a Terra é redonda.

⁠O sol de novo apareceu.
Como consequência a escuridão desapareceu...
Rasgam o céu os raios luminosos...
Abrolha mais um dia maravilhoso.
Cantam as aves alegremente.
Balançam seus galhos as árvores tão contentes...
A chuva de ontem seu caminho seguiu...
foi-se pra outras paragens... passou.
O vento as nuvens sombrias pra longe levou.
Retorne, oh esperança, à minha alma...
Devolve-me a serenidade, a paz e a calma.
Virá um novo amor com o novo dia...
Não ficará mais minha alma vazia.

Inserida por RosangelaCalza

⁠Cristão mercenário não passa da primeira tempestade. Quer usar Deus como caixa eletrônico? Arranja um emprego. Discípulo de verdade segue Cristo até no deserto, sem negociar a fé por um saldo bancário.

Inserida por andfigueira8

O QUE O JAKURISMO PROPÕE?


O Jakurismo como uma corrente filosófica autoral de Jack Indelével Wistaffyna, propõe uma forma de viver marcada pela autenticidade, autodomínio, sabedoria crítica, espiritualidade livre e integridade ética.

Jakurismo é uma filosofia de vida que incentiva o indivíduo a se libertar da ignorância coletiva, cultivar sua própria identidade consciente, desenvolver sabedoria por múltiplos ângulos e buscar respeito através do autoconhecimento e da autenticidade, sem se submeter à aparência, comparação ou dogmas religiosos.

O SIMBOLO DO JUMENTO

Na filosofia Jakurista, o jumento é uma metáfora do ser humano domesticado, condicionado e conformado, que:
Vive preso à repetição,
Segue o sistema sem questionar,
Aceita verdades prontas sem reflexão,
Se move em manada, motivado por medo, vaidade ou status,
É guiado por outros, e não por si mesmo.Diferente do símbolo do Leão.

O SIMBOLO DO LEÃO

O Leão, na filosofia jakurista, representa: O filósofo:
Aquele que lidera com respeito, não com força bruta.
Que vive com honra, e não com aparência.
Que fala pouco e observa muito, como a águia.

O Jakurismo, portanto, é uma proposta filosófica de autoconstrução pessoal, onde o indivíduo:
Se destaca pela diferença consciente,
Combate seus próprios limites internos,
Busca a verdade com olhos críticos e visão ampla,
Vive com respeito, fé livre, e autenticidade.

Inserida por jackwistaffyna

⁠O QUE O JAKURISMO PROPÕE?

O Jakurismo como uma corrente filosófica autoral de Jack Indelével Wistaffyna, propõe uma forma de viver marcada pela autenticidade, autodomínio, sabedoria crítica, espiritualidade livre e integridade ética.

Jakurismo é uma filosofia de vida que incentiva o indivíduo a se libertar da ignorância coletiva, cultivar sua própria identidade consciente, desenvolver sabedoria por múltiplos ângulos e buscar respeito através do autoconhecimento e da autenticidade, sem se submeter à aparência, comparação ou dogmas religiosos.

O SIMBOLO DO JUMENTO

Na filosofia Jakurista, o jumento é uma metáfora do ser humano domesticado, condicionado e conformado, que:
Vive preso à repetição,
Segue o sistema sem questionar,
Aceita verdades prontas sem reflexão,
Se move em manada, motivado por medo, vaidade ou status,
É guiado por outros, e não por si mesmo. Diferente do símbolo do Leão.

O SIMBOLO DO LEÃO

O Leão, na filosofia jakurista, representa: O filósofo:
Aquele que lidera com respeito, não com força bruta.
Que vive com honra, e não com aparência.
Que fala pouco e observa muito, como a águia.
O Jakurismo, portanto, é uma proposta filosófica de autoconstrução pessoal, onde o indivíduo:
Se destaca pela diferença consciente,
Combate seus próprios limites internos,
Busca a verdade com olhos críticos e visão ampla,
Vive com respeito, fé livre, e autenticidade.

O jumento representa o homem que vive na superfície, enquanto o leão representa aquele que mergulha em si mesmo e nos livros em busca de conhecimento para se libertar.

CONCLUSÃO:

No Jakurismo, o termo jumento não é um insulto, mas sim uma alerta e um código simbólico: ele representa aquele que ainda não despertou.

Ser jakurista não é viver como jumento. É escolher a consciência, o pensamento analítico, crítico e a integridade mesmo que isso signifique andar só. Ou ser rejeitado na sociedade.

Inserida por jackwistaffyna

⁠⁠Para o ser humano a gente agindo de maneira certa, no final das contas_ ainda saimos como errados.

Inserida por gilson_fernandes

⁠Quem valoriza_ paga o preço, quem não valoriza, tanto faz... como tanto fez !!!

Inserida por gilson_fernandes

⁠Não se culpe por uma amizade que não deu certo, se a pessoa se afastou_ veja isso como um grande livramento, você jogou limpo o tempo todo, mais lembre-se! Que nem todo mundo, tem o seu Caráter.

Inserida por gilson_fernandes

Como haverá um mundo diferente, cercado por pessoas iguais.

Inserida por WesleyNabuco

Nunca foi tão difícil ser feliz, assim como nunca foi tão fácil estar triste.

A felicidade é bordada por simples momentos. Mas nem todo riso é alegria, nem toda cara feia é sofrimento.

Sem lençóis para cobrir o rosto carente de águas doces, somente descia do meu nascente olhar, salgadas águas.

Minha velha leitora de olhares, havia partido, do mesmo modo que meu coração.

"Os céus tem a cor dos teus olhos meu amor" Deve estar pensando nisso agora. Quanto tempo calei-me a boca, e clamei nos olhos a tua fala rouca.

Está tudo bem Maria, que aborrecimento essa tua leotria. Era essa bendita prosa que me desfazia e me reconstruía.
As palavras que caiam de sua boca, descreviam todas as dores que compunham ao meu apertado peito.

Quem dera que entendesse que todo defeito te tornava um ser tão perfeito.
Quem dera a chance de ter dito, assim como nas noites de insonia " Pode dormir meu bem, vou depois de você"
Espere mais um pouco em sono. Meu amor, vou depois de você.

Inserida por WesleyNabuco

A saudade é como carne no dente, incomoda, deixa um gosto bom, quando desgruda após o fio dental, permite que outras coisas se firmem, não para desgrudar como ela, mas para deixar aroma de bom ar bocal.

Inserida por WesleyNabuco

Por precaução use o silêncio como resposta. Há palavras que ferem bem mais do que espadas.

Inserida por WesleyNabuco