Leve como Passaro
Aqui abaixo do céu vejo como é cruel a tristeza, que se esconde atrás da falsa beleza, que finge amenizar a agonia da frieza. Ninguém em si, fingem gostar de si, mas na verdade estão longe de estarem aqui...
Preamar
Sempre sonhei com um amor de verdade
Adorava imaginar como seria te encontrar
Imaginava como seria te olhar
Como seria te abraçar
Te beijar
Como seria me entregar
Imaginava como seria te amar
Eu adorava sonhar que esse dia iria chegar
Em meus sonhos, esse amor era perfeito
Sonhei que minha amada era a mais bela
Que com seus lindos olhos me hipnotizava
Com seu sorriso iluminava
Me atiçava
Com seu toque eu delirava
E com seu coração amarelo, me amava
Sonhei que um dia, tudo isso se consumava
E quando te encontrar, sei o que vai acontecer
Pois dentre tantas outras, eu vou te reconhecer
Pois esse amor que eu sinto por você
Nasceu antes mesmo de te conhecer
Assim como eu nesse exato momento você está sendo escrito e feito no finito, mesmo não sabendo que sua vida já está em andamento para o último resultado de uma nova história para um novo mundo, essa será minha palavra para a realidade e para todos que a virem.
Metáfora
Como pode ser tão cruel? uma metáfora bem intencionada?
Não tira nada de ninguém! Não esperneia, não faz birra, não grita!
Apenas explica, entre uma e outra palavra, de forma singular, porém irregular!
Buscando a interpretação de tal razão abstrata.
Mesmo assim, apenas demonstrando seu foco, sem delimitar um alvo, sem colocar-se ao ápice… A descrevem cruel!
Com tudo, no fim, a crueldade não permeia das palavras, nem do sentido, ou mesmo da razão!
O cruel é ouvir, entender e admitir, que tal raciocínio é de fato plausível! Mas mesmo assim descarta-lo…
Talvez por medo, ou orgulho! Mas o que sobra é tristeza, por compreender, condizer, e não satisfazer...
“As coisas mais bonitas do mundo,são as misteriosas,na realidade,o que se tem como oposto,e o que te completa.”
Falam de drogas como crack e outras que destroem o ser humano, e que o que podemos dizer dos industrializados, enlatados
e outras iguarias mais??
Falar em público é enxergado como uma ameaça pelas pessoas normais, porém é o único caminho para os que buscam se tornar referência em sua carreira.
Falar em público é cientificamente comprovado como segundo maior medo da humanidade, porém, temos técnicas para neutraliza-lo e potencializar seu carisma.
Ser um comunicador carismático é prerrogativa única dos que são admirados como líder, caso contrário será visto apenas como hipócrita exibido.
A chama pode diminuir quando não há o que se queimar, assim como pode incendiar tudo ao redor se houver como fluir.
Aquilo q for reservado a você ninguém retira,assim também como só você pode decidir o melhor pra sua vida pq ninguém é de ninguém
O vento levou embora as folhas mortas como simbologia daquelas dores que exorcizei. Bastava de masoquismo. Bastava do mais autêntico masoquismo da alma. Junto das pessoas, haviam adormecido todas as agitações e perturbações. Eu não. Eu, ainda sob o efeito hipnotizador dos olhos do moreno, deixei que o som embalasse a noite, madrugada adentro, como uma imperfeita boneca de pano que desperta da inércia, com todas as suas curiosas inquietações. As luzes da cidade pareciam saudações, vistas da janela do alto daquele prédio, num bairro sujo no país das maravilhas.
O etílico, ah o etílico! Mais uma dose apenas e não ficaria nada além das verdades, principalmente das ironias, que libertou. Bastava de meias verdades. Propus, portanto, brindes ao meu estúpido domínio da razão. Às vezes que bati com a cabeça na parede dando de cara com as atravancas do caminho. Brindei aos meus olhares tortos, aos olhares fixos, aos outros amores atravessados. De tudo, guardei o saber de que páginas viradas não voltam.
“Good vibes”, ele falou e despencou, em queda livre, num sono e em sua esquisita apneia de onde voltaria umas cinco horas depois com cheiro e gosto de café amargo. Ah moreno...
Em sua magnitude, debochado, o céu quase sorria pra mim. Os paralelepípedos, lá embaixo, assombrados, esperavam ansiosos pela oscilação da vida. Eu, absolutamente honrada como aquela que sobreviveu ao caos e todos os cacos deixados pra trás, sorri de canto, disfarçada, como cúmplice, e pedi perdão pelos meus paradoxos, mas sem nenhuma pretensão em deixar de tê-los.
Então, do vento não veio a tempestade. E eu, onipotente, megalomaníaca por natureza, finalmente me senti pequena diante do sol que surgiu tímido e trouxe com ele o cheiro de jornal das manhãs. Quem diria, justamente eu, que – sem meio termo - era preto no branco, descobri que existiam todas as cores em mim.
Ah, moreno... Se você soubesse...
Fui um tanto quanto explosivamente curioso. Via a me lê, ver, observar qualquer coisa. Como também uma fome visceral em consumir qualquer tipo de mídia como: tv, rádio, revistas, basicamente tudo. Tinha como revista a minha fonte favorita. Essa fome por conhecimento me acompanhou durante toda vida desde do nascimento e certamente vai está comigo ater o falecimento.
Sempre tento ser o mais sincero possível, mas quando se trata de você, não sei nem como terminar essa frase.
Comecei a aceitar a ansiedade como parte integrante do meu ser, e vejo que isso ajudou a diminuí-la.
É incrível como uma que pessoa que antes era tão importante na sua vida, torna se um simples estranho. Aquela pessoa que já fazia parte da sua vida, sonhos e planos e hj é lembranças de um passado utópico.
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