Ler ou Reler Eis a Quest

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⁠Eu tanto queria te dizer, a todo o tempo,
Estou contigo, em todo o momento.
Mas eis que não te disse nada disso.
E se o disse, não fiz mesmo isso.

Eu queria estar contígo na tua aflição,
mas eis que não te dei a minha mão.
Quando estavas a muito chorar,
Eu fingi que te não vi a clamar.

Quando não tinhas o teu pão,
eu também não te dei a tua porção.
Eu no fundo queria, sempre te amar,
mas eu, fiquei no meu só lugar.

Eu senti muito, quando estiveste, na prisão.
Mas de visitar-te, não tive tal ação.
Nem quando estiveste, doente,
eu junto de ti estive presente.

Eu te peço perdão, por isso tudo,
Eu falhei, mais que todos no mundo,
Eu te peço também a ti oh Deus,
que me perdoes, pecados meus!
HelderDuarte

Inserida por Helder-DUARTE


Eis aqui estou, neste estar!
Neste estar, que não sei se o é.
Bom seria que o fosse até!
Mas como o é, sem receber amar?



Estou por todos lapidado.
Para ser liquidado...
Eis que ninguém humano, me ama,
Nem quando, estou doente, na cama.


Quem está comigo é um.
Que não é homem algum.
Que é aquele que se chama «Eu Sou»!
Porque n'ele estou...


Ele é amigo, amigo.
Em verdade, em verdade!
Está comigo e contigo.
Por toda a eternidade!

Inserida por Helder-DUARTE

Eis que o tempo passou…
E o vento, findou…
O mar, já não ruge.
Nem a chuva, mais surge.
Mas só há o bem!
As crianças cantam…
Os pássaros dançam
E a Deus, louvam.
Os meninos e os homens, não choram.
Mas num rio de tranquilas, águas,
Sobre elas, caminham…
Eis que veio, o bem
O rio, já o mal, não tem.
Mas agora, veio a luz.
A dos meninos, pequeninos…
E dos homens e dos leões…
E a que vem, da cruz.
Há paz, para sempre…
Há paz nos corações,
Sem, que mais, haja tempo!...


,

Inserida por Helder-DUARTE


Eis oh povo, mundo e poetas de arte!
Sabei uma verdade eterna!
Meu nome é Helder Duarte!...
Meu nome é imundo e aquele que erra!


Mas oh povo e Portugal!
Oh pinhais de Leiria!...
E reino de Bal,
E terras do rei, Faria!

Sabe tu existência, que eu vivo eternamente.
Não há morte em mim!...
Nem nada de mal, concretamente.

Porque, havendo em mim, o mal,
A fé no bem e meu amar, enfim.
A vida me traz afinal!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Apóstolo



E quando eu o vi,
Aos seus pés caí!...
E eis, que fiquei, como um morto!
E diante d'ele, permaneci, torto.

Mas este, que é o eterno,
Me tocou, com sua destra.
A mim, João, que fiquei também, trémulo.
E disse-me: Palavra esta...

Olá João amigo, meu!
Porque tens medo?
Sou Jesus, sim, sou eu!

Então, não temas!
Para ti , vim cedo,
E te digo: Vai! Anuncia no tempo, as cousas eternas!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Ventos

Oh ventos de força forte!
Eis que contra mim assoprais.
Para me derrubar tentais.
Vós, que me quereis levar à morte.


Mas eis que as águas do Mondego!
Nesta cidade, de vós, me vêm proteger.
Pois força vossa, não é tanta, nem o temer,
Nem de vós, tenho medo!..


Pois eis que um rio de vida,
Este Mondego, alimenta.
Cujas águas, vêm ainda,



De um rio, mais alto,
Mais alto, que a vossa tormenta,
Que corre de um eterno planalto!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Vinde

Vós que me ouvistes! E que me chamais, maluco,
eis que venho a vós, com o tema que de Deus escuto,
deixai vossos poemas, e o de Deus só escutai sim!
Vós Mundo, Portugal e Brasil ouvi, sim fazei isso assim,

Buscai o espírito de Deus para vós, enquanto está perto,
Fazei isso, porque, o reino de Deus está muito, aberto,
para vós nesta hora, agora sim, diz o Senhor, Jesus Cristo,
Escutai vinde a mim, os que tanto Chorais nesta hora, insisto.

Oh tu pobre e rico, vem para mim, Vós mansos e selvagens,
Isto ouvi pois o meu reino está próximo, tende coragem,
para virdes. , a mim. enquanto a porta está aberta!

Eu sou Deus grande e todo poderoso, para as riquezas,
do céu vos dar, sim! Diz o Deus de toda a terra e proezas,
Vinde a mim e a vossa vida, para sempre, estará, certa!
H

Inserida por Helder-DUARTE

Vácuo

Eis que caminho no vácuo do esquecimento,
Em mim próprio, não, passo de um tormento,
que no mundo anda, num perigoso vento.
Que contra mim sopra, no sempre tempo.

Este vento, sou eu, isso sei eu sempre muito.
Eu próprio, sou meu grande inimigo, sim,
Esse é meu primeiro, e grande intuito!
Mas sou eu pois no meu ser, enfim!

Mas oh triste realidade d'alma minha!
Quem me livrará de morte esta que me mina?
Então do norte vem um vento, sobre mim.

Este vento, me dá um abraço tão forte,
que sinto vida em vez da dita e forte morte.
Pois ele de mim me liberta, e me dá vida, sim!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Socorro

Para os montes, elevo os meus olhos.
E eis que preciso de socorro...
Para minha alma cheia de enfados...
Com os quais, quase morro!...

Mas o meu socorro. De Deus vem.
Pois todo o poder tem...
Fez o céu e a terra.
Ele vem, é e era...

Não há que da vida ou morte, ter temor.
Eis que grande é o Deus de Israel...
Só ele é o eterno Senhor...

Os montes, saem, do meu caminho.
Pois eis que o Emanuel,
Me não deixou sozinho!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Águas

Eis que me rodeiam águas do mar,
Águas negras, de ondas fortes.
Que me querem afogar,
Com suas imptuosas correntes.

São águas ocidentais e do norte,
Que me querem matar de morte,
Por eu do sul ser.
E a mar mais calmo pertencer!

Mas ficai sabendo,
Vós águas do sul e do norte,
Que ambas vós, não estão em mim poder tendo.

Mas sim águas mais altas que vós,
Águas de vida, sem morte,
Águas mais altas que todos nós!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Lenha


Minha mãe! Tenho medo!
Volta, da outra banda!
Pois, já não é cedo! Volta e anda!
Eis que não é cedo!...
Volta!... Deixa de apanhar lenha!...
Lá no outro lado, lá na outra banda.
Minha mãe ! vem!... Vem!... Vem!...
Para mim.... teu menino, que medo tem!
Faz o trovão! E eu tenho medo!
Muito mesmo! Ai, minha mãe!
Volta, pois, para que eu seja sempre ledo!
Volta e canta comigo...
Ao lume da lenha, dá-me a mão...
Canta uma canção, para teu filho, amigo!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Parkinson III
Eis ó poetas ouvi-me esta minha confissão,
que diante de vós, me inclino em posição.
Eu tenho sintomas de: loucura, depressão,
agressividade e muita mesmo ansiedade.

Isto existe em mim com muita regularidade.
Mas esta doença nasceu comigo, de congénito.
Eu sou uma pessoa doente, isso eu bem o sei.
Sou eu mesmo deste modo assim tão único.

Peço desculpas, por todo o mal que vos causei,
mas eu tenho a doença de Parkinson desde cedo,
e ela me causa algum grande e forte medo...

Não sei o que me vai acontecer, não não sei.
Só isto sei, que Deus me ama, tal como sou,
ainda que mal eu muito, mesmo estou!..

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Messias


Eis aqui o meu enviado, a quem dou autoridade,
é o meu Messias, em quem se regozija ser meu,
Ele tem a minha substância, tal como sou eu.
Ele não é vaidoso, na sua pregada verdade.

Ele é o juiz de todas as nações da terra.
Ao fraco ele não deixa, ir para a morte.
É rei, das nações no sul e no norte.
As nações nele, esperarão em toda a era.

Assim diz Deus, o Senhor que criou os céus,
e formou a terra e os componentes seus.
E dá a vida, aos homens que nela estão.

Eu o Senhor te chamei em toda a retidão.
Para fazeres um novo testamento, ao povo,
com o gentio que agora já me ouve!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Maldade


Eis que a humanidade é só morte e maldade.
No coração do homem, não há sinceridade.
Em todo o mundo, todos são agressão.
E das palavras, fazem uma maldição!

A sociedade está corrompida totalmente,
O muito sábio em letras é o mais malvado,
tendo o desplante de dizer-se sapiente,
mas nada sabe, nada tem de bondade.

Não acrediteis nos homens que prometem,
é só muita mentira, não há nenhuma paz.
As nações contra outras arremetem.

Quando disserem agora há paz de verdade,
de repente volta tudo para o tempo atrás,
E mesmo só há má humanidade!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Deserto


Eis que estou a labutar, neste meu existir,
onde vou eu parar, se não me sinto triunfar?
Luto em vão neste deserto seco, de queimar.
Mal ando, na areia, que me quer destruir.

Ventos uivantes me estão a desviar, da minha rota,
e me querem fazer cair, no deserto à minha volta.
Para eu não chegar às fontes das águas puras,
que estão além daquelas longe avistadas dunas.

Estou cansado de tanto andar, eis que vou já parar.
Vou ficar por estas bandas, a descansar, até retomar,
meu vasto caminho da luta, da minha existência.

Mas já vejo ao longe um sinal de palmeiras verdes,
alma minha continua a tua peregrinação, até terdes,
a tua porção de água, tem aida muita insistência!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Morrer




Eis que vou morrer.
Vem já essa hora,
Sem demora...
Meu ser acometer.

Mas sabei todos:
Que medo não tenho.
E vós outros,
Que essa hora, não temo...

Morrer é viver...
Nessa hora...
Vem o amanhecer...

Tenho vida...
Agora...
E nesse entardecer...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Tua Vontade



Ai se tenho feito tua vontade!?
Então teria a total verdade.
Mas eis que não a fiz.
Como tanto quis...

Mas ainda tenho esperança...
EM TI!...EM TI!...
Em teu ser em si.
Que me dá confiança!...

Para continuar...
A fazer...
Sem parar!

Nesta luta da vida...
O teu querer...
Nesta dura lida!

Inserida por Helder-DUARTE

AO Infante




Eis que ele vem...
Mas ele é quem?...
Ele é o infante,
Que vem triunfante...

É o que vem no fim do tempo,
Para reinar para todo o sempre.
Vem cavalgando em verdade,
Com sua autoridade.

Seu nome é Jesus.
Ele disse-nos:
«EU SOU A LUZ»

Finalmente, a existência terá paz!
Porque eis-nos,
Que é DEUS QUE A TRAZ!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Salomão




Em tempos, que já lá, vão...


Eis o que disse, o de Israel, rei,


De nome Salomão...


Homem de bem e da de Deus, lei.






No mundo, fiz e experimentei tudo,


Para assim feliz ser...


E ordem, meu ser ter...


Mas logo descobri, que sem Deus, tudo é imundo.






Para o homem feliz ser...


A vontade de Deus,


Deve de a fazer...






Porque eis, que tudo passa.


Caminhos meus e teus...


Mas Deus, jamais acaba, ou alguém ultrapassa!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Eis que cedo venho! Bem-aventurado,
o que guarda esta profecia, com agrado!
Eu João sou quem ouviu e viu isto tudo!
Que vem Jesus Cristo de novo, ao mundo!


E o anjo me disse: Não escondas estas coisas,
Porque próximo está já seu cumprimento!...
Jesus vem ao mundo muito brevemente!
Quem é injusto, aí dele! Fazendo o mal!


Quem está sujo, que se continue a sujar pois!
Mas quem é justo! Faça Justiça ainda hoje!
E quem é Santo, santifique-se pois ainda!


Eu cedo voltarei, à terra,! Na segunda vinda!
A minha recompensa está comigo, sempre!
Eu sou o princípio e o fim do tempo!...

Inserida por Helder-DUARTE