Lembre se que um dia eu te Amei

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Quinta-feira, dia 27/08/2020
Reike, para mais de 40 pessoas .... Reike enviado, com Amor, Alegria, Dedicação e Luz, Energia Vital Curadora, para todos, que tiveram, a intenção de receber e compartilhar, com seus familiares, amigos e amores.
•Só podemos dar o que temos em nós.
•Só recebemos o que merecemos.
Então trabalhemos, para recebermos e compartilharmos mais e mais Luz, Paz cura e libertação .
Fica a dica.
Natalirdes Botelho

⁠O hábito de enviar mensagens e desejar Bom Dia, logo cedo, para as pessoas da sua lista de contato, traz-lhe vida longa, pois Deus, quer essas pessoas vivas, para propagar o amor, alegria, felicidade para todos.
Natalirdes Botelho

*BOM DIA, VIDA PLENAMENTE ABENÇOADA.*

Não deixe que nenhuma deficiência física, mental e espiritual, lhes tire a paz, a fé, o amor e a alegria de viver, pois a vida, é a contemplação do amor de Jesus Cristo por nós, que deu a própria vida, para nos salvar. Todo e qualquer sacrifício ajuizado, que fizermos, pra que vivemos em harmonia com o corpo, espírito e mente, será uma forma de gratidão e oração que agrada a Deus.
Por hoje, alegre-se, por hoje perdoe, por hoje abençoe, por hoje agradeça, por hoje sorria, por hoje acolha, por hoje plante e colha bons frutos, por hoje cure-se, por hoje liberta-se dos problemas mundanos e creia que somos únicos, assim como Nosso Deus todo poderoso, pois não há e não haverá outros iguais a nós. Cada um de nós, temos o DNA de Jesus Cristo o Salvador.
*Compartilhe com seus familiares e amigos, mas, não tire o meu crédito*.
Terapeuta Natalirdes Botelho M.a

Nada acontece do dia para a noite. Compreendi que o tempo exige paciência, e hoje o dia amanheceu com rosto de conquista e vitória. Sinto apenas fé, coragem e determinação. Obrigada, meu Deus.
​A regra é pegar o que você tem hoje nas mãos e fazer acontecer; o melhor momento sempre será o agora. Sigo evoluindo a cada dia para melhor. Como eu me amo e como amo ser a minha melhor versão!
​— Amanda Tamiris da Maia
Poeta de Literatura

Dica para todo dia:
Seja o exemplo, não o discurso.
Seja a simplicidade,
não a arrogância.
Seja a verdade,não a manipulação

Dica para todo dia:
Menos discurso, mais exemplo.
Menos soberba, mais simplicidade. Menos manipulação, mais verdade

A vida é feita de escolhas, e a minha de cada dia é ser feliz

8 HÁBITOS QUE MUDARÃO SUA VIDA:


​Manhã sem tela: Primeira hora do dia sem redes sociais ou mensagens.


​Palavra sagrada: Cumpra 100% das promessas que fizer a si mesma
.
​Foco cego: 90 minutos diários de trabalho na sua maior prioridade.


​Zero justificativas: Responda críticas com resultados, não com explicações.


​Filtro social: Afaste-se imediatamente de pessoas pessimistas e estagnadas.


​15 páginas por dia: Leitura diária sobre finanças, profissão ou desenvolvimento.


​Domínio financeiro: Controle cada centavo que entra e sai da sua conta.


​Corpo forte: Treino físico diário sem exceções ou desculpas.

Sei quem sou, sei de onde vim e sei exatamente qual é o meu próximo capítulo. O dia da colheita virá, e o bom semeador há de ter belas colheitas.


A semente de mostarda não era nada, e olha como cresceu. A oliveira não era nada, e olha como enche as bacias das casas. Assim será a sua colheita ...🧡🌳🙏🏻

⁠Ai, credo, deixa de ser duas caras… És linda de dia, maravilhosa de noite!

Bendito seja Deus, que teve o cuidado de escolher o 28.º dia de outubro — ou nada — para me favorecer com a graça de confiar-me àquele que veio para laurear meus dias e, por vezes, salvar-me até de mim mesmo: o Homem da minha vida!


A ti rogo toda sorte de bênçãos, em nome de Deus Pai, de Deus Filho e do Espírito Santo.


Sei bem que tu sabes, mas a minha eterna gratidão pela tua existência — e a certeza da finitude da vida — obrigam-me a repetir: te amo, filhão!


Feliz aniversário!


Ao meu filho amado, Alessandro Teodoro Jr.!

⁠Para ajudar a manter o aluguel das nossas cabeças em dia, só consumimos conteúdos sugeridos pelos inquilinos.


E para arrotar seletividade, demonizamos todas as mídias e tudo que eles demonizam.


Porque, para receber o aluguel da própria cabeça rigorosamente em dia, é preciso aceitarmos, sem constrangimento algum, a curadoria alheia do que vemos, lemos e ouvimos.


Consumir apenas o que nos é sugerido — não por confiança, mas por conveniência.


Assim, o pensamento não precisa se arriscar, a dúvida não incomoda e o esforço de confrontar ideias é cuidadosamente evitado.


Nesse arranjo confortável, o viés de confirmação vira feno diário: tudo que chega afirma e reafirma, e nada nos desafia.


A consciência, então, deixa de ser morada e passa a ser imóvel alugado, decorado conforme o gosto do inquilino.


O silêncio ensurdecedor da criticidade é celebrado como paz, e a repetição das mesmas narrativas é confundida com coerência.


O preço desse contrato raramente aparece na fatura mensal.


Ele se revela, pouco a pouco, na incapacidade de pensar fora do script, no medo do contraditório e na estranha aversão a qualquer verdade que exija revisão de crenças.


Afinal, quem terceiriza o que consome, cedo ou tarde, terceiriza também o que pensa — e ainda chama isso, ingênua ou descaradamente, de opinião própria.


Mas a pergunta que ainda não aprendeu a se calar é: o que será de nós quando o contrato de aluguel das nossas cabeças acabar e o inquilino levar toda a mobília embora?

⁠Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.


Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.


A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.


Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.


O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.


A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.


Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.


Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.


Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.


Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.


Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.


O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.


Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.


Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!

⁠⁠A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.


Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.


Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.


Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.


Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.


E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.


Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.


Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.


O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.


O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.


E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.


A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.


Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.


Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.


Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.


Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.


Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.


Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.


Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.


E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.


Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.


Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.


O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.


Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.


No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.


E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.


Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.


É este.


O único que realmente chegou — o agora.

Jeremias 17:17

Não me sejas por espanto;
meu refúgio és tu no dia do mal.

"Quem tem Deus como Refúgio não se curva ao medo, permanece de pé pela fé."

⁠Num dia de verão, com o sol a brilhar, à beira da lagoa juntos aproveitar.
No calor intenso, o amor floresceu, entre risos, suspiros e o azul do céu, a paixão aconteceu.

Às vezes ela parece estar no controle, quando na verdade, não sabe nem que dia da semana é, e fica bem fazendo isso.

Certo dia, alguém me abordou e perguntou:
— Já imaginou nós dois juntos?
A minha loucura combinando com a tua?
E ainda acrescentou:
— Talvez a gente acabasse no noticiário das 18h.

Desde esse dia, decidi manter uma distância segura dos loucos.

Sinto falta de quando a minha felicidade cabia em duas palavras suas: “bom dia”, “boa noite”, “te amo”.
Era tão simples e, ainda assim, fazia meu coração amanhecer antes do sol.
Eu sorria para a tela, como quem recebia o mundo inteiro em uma pequena notificação.
Hoje, até mudei o som do meu celular.
Não porque deixei de gostar, mas porque nossa história já decorou cada nota dela, na esperança de te ouvir.
E é isso que mais me dói: não sentir falta de nenhuma notificação, nem de momentos extraordinários.
Eu sinto falta do simples: do seu “bom dia”, do seu “boa noite”, do seu “te amo” e do meu sorriso bobo.
Daquelas pequenas mensagens que faziam eu me sentir a pessoa mais feliz do mundo.
Não sinto saudade ou falta de uma mensagem.
Sinto saudades e falta de quem eu era quando ela vinha de você.
Sinto falta e saudades de “você”.

Nenhum dia nasce para ser grande, somos nós que, ao olharmos para trás, descobrimos que os dias mais simples eram, na verdade, os gigantes.