Lembranças
Uma memória só se transforma em saudade quando a dor de não podermos mais vivê-la passa e nós conseguimos lembrar dela sem sofrer.
Guardar-te-ei no relicário, onde guardo os meus tesouros como uma semente de promessa, um sorriso de primavera, um raio prateado de luar. Para quando o desfolhar das lembranças se fizer outono em mim, eu possa sentir-te na intimidade da pele em notas sussuradas de saudade. Essa saudade miúda que como mistério permanece latente, pulsando e mantém-me tão intimamente ligada a ti, como um grito silencioso que ficou preso na garganta da memória.
Sempre pode existir o outro momento, o depois,
Sempre pode existir foco, força, fé e a esperança...
Quando não pudermos nos nossos caminhos sermos dois,
Sejamos então, apenas um, inteiros e com boas lembranças...
Ainda buscando me encontrar, voltando ao ponto exato onde me despedi de mim, e cai no abismo da inércia.
Não, não voltei do fundo do poço, voltei pra dentro de mim e despertei de um coma profundo, onde meu corpo estava adormecido, enquanto matavam minha alma sufocada, da forma mais desumana e atroz, que seja possível imaginar.
Acordei!
Voltei a respirar...
Sigo tentando abrir a caixa das lembranças, e recuperar as memórias de um tempo em que me reconhecia no espelho.
De quem é esse rosto?
Sim, ainda sou eu, com todas as marcas e cicatrizes que me tornaram totalmente diferente de quem eu era, porém mais intensa e forte.
Não tenho lembranças do meu sorriso de outrora, aquele sorriso inocente, da menina que esperava sempre o abraço que nunca veio.
Mas esse que hoje vejo no espelho é de alguém que sobreviveu, mesmo refletindo dor e cansaço, tem um brilho diferente.
Gosto dele.
Mostra minha verdade.
Não lembro mais daquela menina, ela está muito distante agora, portanto não saberia o que lhe dizer, como confortá-la, os sentimentos mudaram, alguns morreram, outros nasceram por pura teimosia. Porém, posso dizer a mulher que me tornei:
"Você foi incrível!"
"Que orgulho de você!"
Agora, sei de todas as minhas vulnerabilidades, por isso e por causa disso, conheço também a minha força.
E, só pra engabelar a vida, vou continuar sorrindo...
Já posso sentir a brisa suave do vento tocando o meu rosto.
Que alívio...
Sigo sobrevivendo...
(Nanci Cavalcanti)
O que é a morte, senão o esquecimento,
Um silêncio profundo que vem com o tempo?
O corpo pode cair, esvair-se no ar,
Mas o que somos, o que vivemos, ninguém pode apagar.
A morte não é o fim, mas a ausência do olhar,
A distância que cresce quando param de nos lembrar.
Mas quem toca a alma, quem imprime no peito,
Não morre jamais, permanece no perfeito.
O corpo se apaga, mas o espírito arde,
Em cada lembrança, em cada saudade que invade.
Na memória dos que ficam, a vida ressurge,
E nas palavras que ecoam, o ser se refugia.
A morte é só uma curva na estrada do ser,
Um ponto que nunca é definitivo, mas se faz entender.
E quando o último suspiro for dado, o último ato concluído,
Seremos eternos, pois o amor que deixamos será sempre ouvido.
Enquanto alguém contar nossas histórias com amor,
Viveremos, imortais, como a eterna flor.
A morte não pode nos calar, pois a vida é contada,
Na memória que preserva, nossa alma é eternizada.
Em um tempo distante...passado! Pensei que seria para sempre,fiz questionamentos ao meu destino, atiçei minhas lembranças de quando eu fui protegida,vasculhei milhares,milhões de vezes uma pequena caixa dentro de mim que guardava meus sentimentos de gratidão,ao observar,me dei conta de que a gratidão contida era por me permitir viver. Grata pela vida.
Certo dia, vi fagulhas de alegria dentro de mim,o primeiro amor a gente nunca esquece,seja para sempre ou não,deixa rastros,em mim ficou incertezas,caminho perguntando e se...Como se pudesse ter feito diferente.
Descalço me deito,descalço me levanto. Mas gosto de deitar para lembrar das inúmeras vezes que fui feliz, dei o melhor que pude como eu pude dar, guardei lembranças das palpitações, guardei o cheiro da saudade,mas,deixei para trás o que não estava ao meu alcance,as incertezas do destino. Deixo-me descansar, guio-me pelas veredas e espero o melhor. A vida me ensinou a nunca desistir.
Em Julho/2003, uma erupção destruiu um local que me deixou lindas recordações...
Passei lindos dias na região do Kivu, e lembro-me desses momentos lá vividos...
Ósculos e amplexos,
Marcial
CERTAS LEMBRANÇAS DA ÁFRICA
Marcial Salaverry
Este não é um capítulo de Um Brasileiro na África que, fugindo de alguma mamãe hipopótamo furiosa, apareceu aqui. Foi algo acontecido um bom tempo depois de eu ter voltado do Congo, mas atingiu diretamente minhas recordações.
Simplesmente, mais ainda do que as mazelas provocadas pelos governantes do Congo que se esmeram em cometer barbaridades, mais ainda do que as atrocidades que o próprio povo comete, em suas ridículas guerras raciais, vi algo que me entristeceu muito. Vi a Natureza cometer algo que pode ser chamado de crime, e um crime cometido pela Natureza é realmente entristecedor. Talvez tenha sido apenas uma reação, ou um aviso para os homens de que também ela sabe punir e se defender.
Lembrando que no livro UM BRASILEIRO NA ÁFRICA existe um capitulo que fala sobre a estadia no Kivu, quando narrei a travessia do Lac Kivu, e tentei descrever as belezas da cidade de Goma, que era um pequeno pedaço de paraíso, encravada no meio da selva africana. Pois bem, a Natureza resolveu acabar com essa beleza, e para tanto, um vulcão, que estava sossegado há centenas de anos, resolveu acordar, e resolveu acabar com essa bela cidade, com essa bela região.
Pelo que vi na televisão, pouco ou nada restou dela para confirmar o que descrevi no livro, pois Goma praticamente não existe mais. O Lac Kivu onde havia depósitos de gás metano, o que proporcionava um movimento semelhante às ondas do mar, certamente não deve mais ser o mesmo. Aquela Natureza exuberante, a mata verdejante, as belas mansões que existiam às margens do lago, desapareceram no caminho da lava fumegante. Pelo que me foi dado ver, a linda Avenue du Lac com as residências de veraneio e seus maravilhosos jardins, cuidados com tanto esmero, também foi engolida pela lava.
E as maiores vítimas, os habitantes de Goma, justamente os Intore, povo de maior cultura do Congo, e os de melhor índole, sofreram prejuízos incalculáveis. Os números oficiais falam em 45 mortos, mas com certeza, como sempre, procuram tapar o sol com a peneira, pois do jeito que ficou a cidade, da maneira como a lava varreu tudo, é impossível que tenha sido apenas essa a quantidade de desaparecidos. Bom seria se reais fossem esses números. Não creio.
Bem, são coisas da Natureza. O homem comete crimes muito maiores contra ela, e de vez em quando ela resolve dar um troco, e mostra sua força, mostra que também sabe destruir. Não é tão cruel quanto o homem, que destrói deliberadamente, mas também sabe fazê-lo. Lamento apenas que uma das minhas mais caras recordações, agora seja apenas uma recordação mesmo, e o mais chato, é que nessa viagem a Goma, ao invés de fotos, tirei “slides”, e estes, sofreram a ação do tempo, e se estragaram, e
assim não tenho portanto nada que possa ser uma "recordação física".... Tenho apenas que fechar os olhos, e lembrar de quando, às margens do Lac Kivu, “matei” a saudade de Santos, ouvindo o marulhar de suas águas, movidas pelo gás metano que agora fez tudo isso. Posso também recordar a visão da janela do quarto no Hotel Edelweiss, vendo a paisagem magnífica que se descortinava e que agora não existe mais. Guenta, coração...
Bem, desculpem-me esta “explosão melancólica”, mas foi mais forte do que eu... Ao escrever este texto em julho/2003 o fiz com a mesma melancolia que agora permeia meu coração, e agora constatei que fechando os olhos, ainda vejo tudo como na época em que lá estive, nos idos de 1971...Creio que agora, (2024), Goma já deve estar reconstruída e modernizada, e espero que assim esteja, pois a região era belíssima...
E nessa esperança, desejo simplesmente que essa lembrança do que foram alguns LINDOS DIAS lá vividos possam agora trazer UM LINDO DIA rememorativo, que divido com minhas queridas amizades...
VIAGEM TEMPORAL
São seis e quarenta da manhã, olho para o céu ainda indeciso, não sabe se chove ou faz sol, se vai embrumar de nuvens ou resplandecer. A mata parece escura, maior, imponente, como se fosse o seu todo de muitos anos atrás, hoje é apenas um pedaço que restou.
A neblina cinzenta sombreando a pequena mata me lembra de quando andei de barco a primeira vez, não faz muito tempo, peguei o motor e fui, apenas assisti um vídeo e meio na internet até perceber que o manual de instruções era mais prático.
"Quando se está de barco, o tempo é outro" diziam, "Não é como andar na estrada, demora-se muito mais para chegar onde quer".
Eu não fazia ideia de quanto tempo leva um barco para subir o rio até o sítio do meu amigo, preparei tudo e fui sem pressa. O motor praticamente novo funcionou logo de cara, no momento parecia bom, pois nunca tinha ligado um motor de barco antes.
Comecei a subir o Arinos com paciência e calma, lamentando por ver a barranca lotada de chacrinhas uma do lado da outra, pesqueiros e caminhos para descer o barco, casas e terreiros, cada um havia derrubado o tanto de mata que achava o suficiente para si.
O tempo passou tanto quanto quando se anda pela estrada, passei pelo sítio e nem percebi, até porque eu nunca tinha visto-o do rio, apenas do tablado. Quanto mais subia, menos chacrinhas com pesqueiros se via, a mata agora dos dois lados ficava cada vez mais densa.
Cerca de duas horas de subida depois eu já não via mais pesqueiro nenhum, era como se eu voltasse no tempo cada vez mais que subia o rio, que outrora reto como um aeroporto, agora cheio de curvas como uma serpente em agonia. Em alguns momentos eu tinha a sensação de estar navegando em círculos, mas é claro, o rio só corre para um lado.
A mata agora se impõe, tento me abrigar no centro do rio, que apesar de ter mais de quarenta metros de largura, ainda fica espremido pela floresta. Floresta densa, escura, antiga, aqui parece que nem o fogo lhe alcançou.
Quando olho para uma mata eu penso no passado, em tudo o que pode ter acontecido por ali durante séculos de isolamento e todo o caos das poucas décadas perante o poder dos homens. Estando ali no meio daquelas curvas, o silêncio predador, o cheiro das folhas e da água, o sol que parece quente e fresco ao mesmo tempo, tudo isso parece primitivo.
Enquanto acelerava pelas curvas, o sol tentava me seguir lá no céu. Nunca tinha o visto se mover daquele jeito, girava de um lado para outro sobre as árvores, tentando me alcançar. Como não havia sinais de vida civilizada naquela altura da viagem temporal, decidi retornar e seguir o fluxo das águas do tempo, rumo ao futuro, rumo ao lugar de onde vim, onde conheço, onde nada é tão novo assim.
Constantemente me recordo daquele dia, geralmente quando amanhece escuro e enevoado sobre a pequena mata aos fundos de casa, lá na baixada, onde a neblina demora a ir embora nestas manhãs. A mata perde seu negror noturno, mas prevalece sua escura-essência primitiva, de quando era inteira e não resto, de quando era viva e pulsante, de quando era silenciosa e imponente.
Me entristeço ao ver algo que outrora fora tão grandioso e imoldável desaparecendo, ver apenas o seu fim, sua triste memória. Me alegro de ainda poder me embrenhar e sentir o cheiro do mato, o ar abafado às sombras murmurantes, de ver o que foi, com meus olhos vivos nesta viagem temporal.
Crislambrecht 18/01/2024
Alguns dias pra você serão inesquecíveis, mas para o outro não, não meça a sua importância para o outro de acordo com a sua régua, para que não se decepcione quando descobrir que foi só um passatempo.
Qual é a alquimia que permite que um indivíduo ecoe nos pensamentos de outro, construindo residência nos cantos da mente e fazendo morada até nos sonhos mais profundos?
O PERFUMISTA ... A ESSÊNCIA PERFEITA
Busco encontrar a essência perfeita, mas não uma fragrância, desenvolvida em laboratórios ou criada através de cheiros sintéticos.
O cheiro que busco, tem a sutileza do almíscar selvagem, mas que nos dias atuais, são extremamente proibidos.
Porque consiste em extrair as glândulas genitais de tipo de cervídeo.
O almíscar é uma substância aromática que, no campo espiritual, é associado a afrodisíaco, equilíbrio, transformação de energias e conexão com o plano espiritual.
Mas o cheiro que eu busco, é mais sútil que o almíscar.
E se destaca mais que o Patchouli.
O nome patchouli vem da língua tamil patchai (verde) e ellai (folha).
A essência procurada, também é mais sútil ou despercebível, ou imperceptível ao olfato humano.
Busco aquele cheiro antigo, de coisas velhas, mas com um toque de sedução.
O que seria as tais coisas velhas : não velha de quinquilharias, mas coisas que nos remetem a um passado presente que ficou nas nossas memórias olfativas.
Estamos quase encostando, a tal fragrância predominante, ou cheiro ideal, vamos agora para o mais sensível e imperceptível de alguns cheiros.
Aquele cheiro suave, adocicado e inebriante, mas como ele pode ser sutil ou imperceptível ?
Sim ele as vezes é imperceptível, pois a sua fragrância só pode ser notada, ou percebida quando você já acostumou com ela.
Aquele cheiro de banho novo, ou flores campestres, cheiro de sabonete, cheiro de pele, cheiro de amor.
Cheiro de bebê, cheiro dos avós, cheiro de relva molhada.
Cheiro de natureza viva e vida nova, cheiro de feromônios, um cheiro pouco perceptível mas presente no corpo humano.
Feromônios são substâncias químicas liberadas por um indivíduo para se comunicar com outros da mesma espécie.
Estamos quase lá, a busca do cheiro ideal, mas será que existe o tal cheiro ideal ?
Talvez um cheiro agradável pra mim, possa se tornar insuportável pra você.
Agora que consegui brincar, e despertar a sua curiosidade, com essas essências sutis ou não, que estava adormecida no seu banco olfativo.
Posso lhe informar, que o cheiro ideal está longe de ser descoberto, pois oque é bom e prazeroso para mim, talvez não o seja agradável para você.
Exemplo o ruibarbo pode ser um cheiro agradável para alguns, mas para outros ele vai se tornar intragável ou insuportável.
As folhas de ruibarbo contêm uma toxina letal conhecida como ácido oxálico.
Mas que no perfume da uma sensação de água na boca.
Uma aroma adocicado pode ser extraído de uma flor, que todos ou a maioria conhecem , que é a orquídea, de sua fava se extrai a baunilha, uma essência que é usada em vários cometicos e perfumes, tambem no preparo de várias receitas culinárias.
Um aroma gostoso e pouco falado, pode ser percebido em um enxaguante bucal, ou pasta de dente comum, ao sentir aquele gosto de menta, ao chegar perto de alguém que acabou de escovar os dentes.
Ao escrever sobre cheiros, seja sintéticos ou naturais, estou reavivando, nossas memórias olfativas e gustativas, pois também existem perfumes comestíveis, e alguns afrodisíacos.
Então cheguei a conclusão que: cheiros, são extremamente importantes na nossa vida , seja um odor forte ou imperceptível, ou uma fragrância antiga, que nos remete ao passado, mas um passado presente e atual.
Não podemos parar as horas e viver para sempre um momento, mas podemos guardá-lo na memória, longe da efemeridade do tempo e revisitá-lo nas lembranças que inevitavelmente chegarão junto com a saudade.
Não me velou em vida.
Não me venha agora com flores póstumas de memórias mortas. Não me traga fúnebres lembranças de amores velados em desesperança. Diga-me, acaso foste tu, a luz nos meus dias sombrios? Ou fostes apenas o frio cálido das minhas noites infindas, perdido no teu ser? Se não velastes o meu mórbido desespero, não me traga cores primaveris como afagos solitários no meu leito eterno de descanso vazio.
"Não lamentes o que se passou, pois, se assim fizeres, lamentarás no futuro o tempo presente desperdiçado."
Nosso cérebro é sábio e os seus mecanismos de defesa são perfeitos. Para nos proteger ele apaga da memória as nossas dores, tristezas e desilusões e guarda ao alcance da saudade nossas alegrias mais bonitas. Mas existem golpes da vida tão cortantes e profundos que ele não consegue apagar. Inevitavelmente essas dores se transformam em fantasmas e quando o vento das lembranças as sacodem, voltam com muita intensidade para nos assustar. Fingir que nunca existiram não diminue essa dor. Mesmo que nos sangre a alma é necessário juntar toda a nossa coragem e enfrentá-la de frente para que aos poucos vá diminuindo e a cura aconteça.
Quando olho para trás percebo o quão abençoada sou. Quando abro minhas gavetas das memórias e relembro as maravilhas que ali guardei percebo o quanto tenho para agradecer. São tantas coisas lindas que guardei que eu me perco em nostalgia ao me deparar com os afetos, com as delicadezas, com o calor dos abraços, com sorrisos que como sol iluminaram meus dias nublados, todos ali guardadinhos.
Nas gavetas do coração guardei afagos, toques, gostos, palavras bonitas, que chegaram a mim como lenitivo nos dias em que mais precisei e até hoje ainda ressoam dentro de mim como uma prece. Nesse álbum tão cheio de encantos guardei fotos das pessoas queridas e dos lugares incríveis que conheci. As músicas ainda vibram dentro de mim no tom exato da emoção que me toma cada vez que as ouço tocando dentro de mim.
A lembrança mais bonita que tenho é o sorriso do meu filho ecoando em todos os cômodos da minha alma. Essa está marcada em mim como tatuagem e por quantas vidas eu viver, eu sei que a levarei comigo.
Quando abro as janelas dos sonhos me sinto extremamente privilegiada por ter tido a oportunidade de realizar vários deles. Alguns ainda são sementes, mas na hora certa os lançarei em solo fértil, outros tenho que me desfazer, não porque estão mortos, mas porque a sensatez não me permite mais realizá-los.
Não pense que em minhas gavetas das memórias só tem coisas bonitas, tem também dor, mágoas, desencanto, decepções, frustrações, traições, mas essas eu vou jogando fora à medida que encontro, além de não servirem pra mais nada, não valem o lugar que ocupam. Preciso de espaço, ainda tenho muitas outras coisas lindas pra guardar.
"Dessa vida não se leva nada, mas você pode deixar: um legado, ensinamentos, uma herança, saudades e boas lembranças. Vá, mas fique.
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