Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Não há inimigo maior do que pensamento ruim.
Dê um refresco à vida
Pense bem...

" Que os problemas façam fila, porque hoje estou resolvendo um de cada vez...

Para se alcançar um ideal é necessário ter ambição. E ter ambição é perder de vista o ideal.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.

Em apenas uma semana tudo mudou, tudo que parecia difícil se tornou bem fácil, parecia até um sonho, ou então melhor dizendo:- Parecia tudo mentira, de fato ninguém acredita quando as coisas mudam tão rápido, né?.
Oque era preto, tornou-se branco.
Oque era tristeza, tornou-se alegria.
Oque era frio, tornou-se calor.
Oque era difícil, tornou-se fácil.
Acreditamos que nada é tão difícil como imaginamos, cada um tem a sua maneira de pensar, mas mesmo assim,sabemos que nada é tão difícil como parece.
Sabe oque falta nas pessoas?
- Força de vontade
- Capacidade
- Ânimo e etc..
Falta muitas outras coisas. Isto que eu disse ali encima foi só um exemplo.
As pessoas não tem interesse nas coisas, como prosseguir desse jeito?
As pessoas não costumam mostrar a capacidade naquilo que tanto quer, e aí? é desse jeito que você acha que vamos alcançar alguma coisa?
São poucas as pessoas que ''zelam'' por aquilo que tanto procuram, pelas coisas que tanto querem na vida.
A vida não é moleza.
A vida não é uma bola de basquete.
A vida é ouro, A vida vale mais que qualquer outra coisa nesse mundo.
NADA COMPRA A VIDA.

O amor é um presente — e presentes não são rejeitados, são acolhidos, cuidados e vividos como missão.

Quando se mima na infância, a vida adulta revela o preço: forma-se um sujeito egocêntrico, intolerante à frustração e disposto a se priorizar, ainda que isso implique ferir o outro e não pensar nas consequências dessa dor.

Quem aconselha ouvindo apenas um lado da história corre o risco de julgar sem compreender. Em toda relação, existem duas versões que merecem ser escutadas.

Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.

As palavras carregam um poder imenso. Elas podem ser abrigo em dias difíceis, mas também podem se tornar lâminas invisíveis, capazes de ferir profundamente. Uma palavra dita com carinho tem força para acalmar um coração cansado, devolver esperança e lembrar alguém de que ainda vale a pena continuar. Já uma palavra cruel, lançada no impulso ou na indiferença, pode abrir cicatrizes silenciosas que permanecem por muito tempo.
No cotidiano, muitas vezes não percebemos o peso daquilo que dizemos. Um elogio sincero pode mudar o dia de uma pessoa. Um julgamento duro pode alimentar inseguranças que ela já carrega em silêncio. Por isso, falar exige responsabilidade, sensibilidade e empatia.
As palavras não são apenas sons; elas são sementes. Quando bem colocadas, florescem em afeto, confiança e cura. Quando mal usadas, espalham dor, medo e distância. Ser humano também é aprender a usar a própria voz para acolher, e não para destruir. Porque, no fim, o que dizemos sempre deixa alguma marca.

O tempo é um tecido que se desfaz nas mãos da rotina: fios compridos de ontem se soltam em fiapos que caem no chão do quarto. Às vezes, tentamos costurar as bordas rasgadas com promessas — pontos rápidos, gesto apressado —, mas a agulha escorrega porque a memória tem vida própria. Há bolsos escondidos nesse pano onde guardamos cheiros e conversas; aberto, o bolso revela bilhetes amarelados, recibos de encontros que não se repetirão. Quando chove, as cores do tecido sangram, e aquilo que jurávamos ser permanente vira aquarela. Ainda assim, entre os rasgos, nas pontas soltas, encontram-se nós que salvam: abraços que prendem retalhos, risadas que emendam dois instantes. À noite, alguém passa a mão sobre a superfície e sente calor — uma prova de que, apesar do desgaste, o tecido ainda guarda corpo. Não é zelo que evita o desgaste, é atenção: escolher com que cuidado dobramos as horas, com que delicadeza tratamos as sobras. O resto, inevitável, se desfaz; e, no espaço que surge, podemos aprender a costurar novas formas de presença.

"E lá estamos nós, perdidos em um pequeno planeta, na vastidão infinita e escura do cosmos".

Um filósofo só serve para machucar os sentimentos de alguém.

''O desconhecido nos atrai,
Somos desbravadores desde o nascimento,
Chega um desafio novo quando outro se vai
Assim então o homem, mesmo gritando ai,
Troca o prazer do conforto pela dor do descobrimento''.

⁠⁠Um rolê de bike e uma aventura em cada pedalada.

"Todos somos um pedacinho de luz da mesma Fonte."

Torne-se um imortal, divida o seu conhecimento, compartilhe a sua sabedoria.

"O verdadeiro valor de um presente está na real intenção de quem o deu."

Disse -lhe um velho sábio: três coisas não deveis esquecer em toda sua trajetória de vida:

1 - Quem tu foste?
2 - Quem tu és?
3 - Quem tu poderás vir ser ainda?

Escrever é um ofício, dizia-me, que se aprende escrevendo.

Simone de Beauvoir
A força da idade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

"O momento em que você está no trabalho, em casa, no lazer, é tão santo quanto o momento em que você está dentro do templo, porque o templo de Deus sois vós; O "santo dos santos" está com você onde quer que você vá e você não pode mudar isso. Comporte-se consoante essa verdade."

Inserida por gersonfaf61